Archive for the 'Madrid' Category

19
jul
11

#Blogagem Coletiva

ESTE BLOG MUDOU DE ENDEREÇO:

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Hoje, meio sem querer, “pesquei” um movimento interessante no Twitter. Eu não sou uma twiteira assídua, mas fuço de vez em quando, o que há de novidade no mundo dos viajantes.

Semanas atrás, numa tweeting conversation entre a CláudiaNatalieCarina,PatriciaCarmem e Marcie, surgiu a ideia de listar os lugares que cada uma considerava “viu-tá-visto”. Aí a conversa evoluiu e decidiram fazer também uma segunda lista – com cidades ou países para onde voltariam sempre. Como a idéia parecia boa, uma comentou aqui, outra comentou ali… no fim, a notícia se espalhou e conquistou dezenas de adeptos. Diante disso, decidiu-se fazer uma blogagem coletiva.

Texto retirado do blog Drieverywhere

Eu fiquei pensando, pensando e sinceramente não consegui identificar um lugar que eu não voltaria. Será que eu sou tão empolgada assim?  Tá certo que eu ainda tenho muito que viajar, então de uma forma geral, procuro não repetir destinos, mas esse ano voltei à Barcelona e não me arrependi, pois sempre há um novo olhar.

Minha lista de cidades que eu voltaria sempre? Fácil!!

Londres

BACK TO LONDON 279

É minha segunda casa, né? Amo cada centímetro dessa cidade! Tem Londres para 365 dias do ano, e não tem como dizer que viu tudo! Mal posso esperar minha próxima temporada.

Paris!

Fiquei dois mêses e ficaria por toda a vida! Volto todo ano e sempre tenho vontade de ficar mais. Eu digo que foi o filme que deu origem à série.

NoelCE28 copy

Amsterdam

Imagem 849

Não só voltaria como está na minha lista para a próxima temporada londrina. É uma das cidades que fincaram bandeira no meu coração!

Bruges

Voltaria, mas não é uma cidade. É um conto de fadas e sendo assim é para ficar pouco tempo.

LDN09 026

Praga

Acho que ficaria mais uns 15 dias em Praga. Além da cidade ser linda, deve ser completamente diferente em outra estação. Ainda tem muita vida cultural, a comida é ótima, a cerveja um escândalo, e tudo mais barato em relação ao resto da Europa

Barcelona

SAM 1173

Amo Barcelona! Confesso que na primavera é mais bonita por causa do azul do céu. Mas… eu moraria em Barcelona!

Edimburgo

SAM 1803

Voltaria e vou voltar! E outra cidade meio conto de fadas, duendes e gnomos!

Estocolmo

SAM 2116

Gostaria de conhecer a cidade no inverno, coberta de neve! Adorei na primavera!

Madrid

Adorei Madrid. É uma cidade pulsante e de lá dá para fazer vários bate e voltas. Volto até para aproveitar as rebajas (liquidações)… É fácil de se locomover e a gente se sente fácil, um local!

Roma

Roma é um abuso, eu não canso de repetir. Volto assim que puder. Sempre deixo alguma coisa para fazer “da próxima vez”.

Veneza

Voltaria com certeza. Assim como Bruges, não é para ficar um mês. É muito surreal! Mas para ficar uns dias fora da real, é perfeita!

NewYork

Voltaria sim. Aliás já fui 2 vezes . É uma cidade que sempre guarda surpresas e se reinventa de uma maneira inacreditável. Mas atualmente está meio fora da minha rota.

Montpellier

Montpellier é tudo de bom.  E dá para fazer tudo a pé! Além disso, tem zilhões de passeios, por perto! E a recepção do casal Haize foi o máximo!

Cidades que eu voltaria, mas de uma certa maneira… viu, tá visto!

Innsbruck

Salzbourg

Dublin

Milão

Rouen

Versailles

York

Buenos Aires

Clique nos links para ir a aos posts de cada cidade.

Nossa, só de escrever esse post, meu passaporte ficou nervoso e minha malinha já deu sinais de vida inteligente! E acho que esqueci algo… Esse mundo é muito grande, tem tanto ainda pra conhecer!

E destinos  que eu não voltaria? Raposo! hahahaha!

E vocês? Manda aí nos comentários a sua  listinha!

Até!

PS: Faltou colocar quem está blogando (tirei da do blog do comandante Riq Freire, o (mais que necessário)  Viaje na Viagem

Abrinco o Bico (a lista da Carina Ditrich)

Abrindo o Bico (a lista da Lena Máximo)

Abrindo o Bico (a lista da Marcie Pellicano)

Aprendiz de Viajante (a lista da Claudia Beatriz)

Básico e Necessário (a lista da Helô Righetto)

Big Trip (a lista da Paula Bicudo)

Cadernos da Tia Helô (a lista da Kaká)

Colagem (a lista da Luciana Misura)

Cozinheiros de Primeira Viagem (a lista do Fred Marvila)

Cozinheiros de Primeira Viagem (a lista da Natalie Marvila)

Cozinheiros de Primeira Viagem (a lista da Sylvia Lemos)

De uns tempos pra cá (a lista da Carmem Silvia)

Dicas e roteiros de viagens (a lista da Carolmay)

Donde ando por aí (a lista da Clarissa Donda)

Dri Everywhere (a lista da Adriana Miller)

Guardando memórias (a lista da Celinha)

Inquietos (a lista da Priscila e do Vinicius)

J.R. Viajando (a lista do Júnior)

Mala de Rodinha e Nécessaire (a lista da Celina)

MauOscar (a lista do Oscar Risch)

Mikix (a lista da Mirella Mathiessen)

Olhando o Mundo (a lista da Denise Mustafa)

O que eu fiz nas férias (a lista do Gabe Britto)

Pelo mundo (a lista da Mari Campos)

Psiulândia (a lista da Ana Maria)

Rosmarino e outros temperos (a lista da Lu Bettenson)

Sambalelê (a lista da Sambalelê)

Turomaquia (a lista da Carlinha Z.)

Turomaquia (a lista da Patricia de Camargo)

Uma Malla pelo Mundo (a lista da Lucia Malla)

Viagem pelo Mundo (a lista da Deise de Oliveira)

Viaggiando (a lista da Camila Navarro)

Viajar e Pensar (a lista do Gustavo Belli)

28
mai
11

Re-viajando Madri 2

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Gran Via – Madri

Ainda sinto o cheiro do café da manhã que tomávamos na esquina da Gran Via. -Café con leche e de comer? perguntava a mocinha… As opções eram: bocadillos o boleria?  Fiquei viciada em boleria… croissants recheados com dulce de leche. Nesse momento, pela manhã, planejávamos nosso dia em Madri.

É normal a gente querer ver absolutamente tudo o que tem para ver e conhecer quando chegamos a uma cidade pela primeira vez.  Mas depois de tantas viagens e tantas cidades,  eu aprendi a respirar e aproveitar o momento. E me deixar simplesmente estar ali. Se não, a ansiedade acaba estragando o prazer. No caso de Madri, com tantos museus Museu del Prado, Reina Sofia, Caixa Forum e tantos passeios, é simplesmente impossível “ticar a cidade”.  Mesmo assim eu sempre faço, a título de guia, uma listinha do que é tipo assim … básico.   Aí vai:

   1- PLAZA MAYOR (Construida sec 15/18) -Arco de cuchilleros
2- PLAZA DE LA VILLA CASA DE CISNEROS CASA E TORRE LUJANES
3-PUERTA DEL SOL
4- PALACIO REAL
5-CATEDRAL DE LA ALMUDENA
6- SAN FRANCISCO EL GRANDE (3 MAIOR CUPULA DA CRISTANDADE)
7- PLAZA DE ESPANHA REAL TORRE DE MADRID
8- TEMPLO DE DEBOD
9- EDIFICIO METRÓPOLIS
10- BANCO DE ESPANHA
11-FUENTE  CIBELES
 12-PUERTA DE ALCALÁ (CARLOS III SIMBOLO DE MADRID)
 13- JARDINES DEL RETIRO
  
Até aqui, fizemos tudo em um dia.  E esse parque merece um boa caminhada.  É lindo! Há inúmeros monumentos, fontes,  estátuas, e racantos tão maravilhosos que é impossível dar só uma entradinha. Então, passamos a tarde inteira nesse paraíso.
Nele estão :
14-MONUMENTO A AFONSO XII
15- PALACIO DE VELAZQUEZ
16- PALÁCIO DE CRISTAL
  17-PASEO DE LAS ESTÁTUAS
18-  FONTES E MONUMENTOS (são tantos que eu não consegui decorar)
No dia seguinte, fomos para a parte moderna, a Cuartro Torres, business area, onde estão enormes edifícios e a Puerta de Europa.
Para chegar ao Passeo de Castelhana,  há duas estações de metrô que servem esta área, pegando a linha azul, salte na Plaza de Castilla ou em Chamartín.  Nesta região, há também o
19-Estádio Bernabéu.
20- TORRE PICASSO (MESMO ARQUITO DAS TWINS TOWERS)
21- QUATRO TORRES (BUSINES AREA)
22- PUERTA EUROPA
fonte: ModernSpain.com
Já estávamos tão íntimas da cidade que resolvemos ir  ao mais novo shopping de Madri onde passeamos como se o lugar tivesse aberto só para nós. O shopping La Gavia, é moderno e aconchegante ao mesmo tempo. É bem fora da cidade, mas de metrô, em vinte minutos a gente chega lá. Mas preste atenção. Existe a estação de metro La Gavia, mas a gente tem que saltar em Las Suertes e andar uns cinco minutos em uma região de condomínios estalando de nova.
Metrô de Madri
E super valeu a pena. Todas as lojas estão lá, e tivemos que ter muito autocontrole pois as rebajas espanholas são indescentes.
E para fechar os must see, a região dos museus. Mais auto-controle! Não dá para ver tudo! É um fato com o qual sempre tenho que me confrontar.
O Reina Sofia estava fechado, então, sem culpa partimos para o Museo del Prado.
A gente pode comprar as entradas, nessas máquinas de auto-atendimento. Rapidinho!
Lá dentro, Goya, Velasquez, El Greco!
Ufa!
É… foi difícil dizer adeus a Madri. Mas Milão nos esperava, lá no norte da Itália… No próximo post, prego!
24
mai
11

Re-viajando Madri

Quem acompanhou o noticário da semana passada, viu o acampamento feito pelos manifestantes na Puerta del Sol, antes das eleições espanholas, o movimento chamado 15 de Maio.

Não é à toa que escolheram esse local. É a praça mais central e cartão postal de Madri. É daqui que se pode decidir para onde ir primeiro.

Decidimos ir para o oeste onde estão a  Catedral de la  Almudena, Palácio Real, Plaz de Oriente, Plaza de Espanha, Basílica de San Francisco el Grande, a Muralha Árabe. A Catedral fica a cerca de 1 kilômetro de Puerta del Sol,   e dá para ir tranquilamente a pé, seguindo pela Calle Mayor. Se decidir ir de Metrô peque a linha 2 na Estação Sol, na direção Quatro Caminos ou o ônibus 50 em direção à Av. Manzanares. Se for a pé, ainda pode passar na pequena Plaza de la Villa, onde está a Casa de Cisneros.

Daí a gente vai andando e vislumbra a Cadedral de la Almudena. É quase um susto!

É a sede ebiscopal de Madri, consagrada pelo Papa João Paulo segundo. Com 73 metros até a cúpula. Parece uma visão.

Nesta região da cidade é difícil decidir para onde olhar. Mais um pouco à frente, em direção ao norte, está o Palácio Real. Uau!

E do outro lado, a Plaza de Oriente.

Aqui tem sempre artistas de rua, alguns impressionantes.

E mais um pouquinho a Plaza de Espanha.

E lá estão Don Quixote e Sancho Pança.

E se tiver fôlego, é subir  a colina e além da vista, ver o Templo de Debod.

Construído no século IV a.C., foi doado pelo Egito em 1968, em agradecimento pela ajuda prestada ao salvamento dos templos de Abu Simbel.

Voltando para o sul, vamos dar na Basílica de San Francisco el Grande e no caminho, a Muralha Árabe.

Basílica San Francisco El Grande.

Daí pegamos o metrô, onde compramos o Bilhete de 10 viagens que pode ser usado por mais de uma pessoa. Fácil, fácil nas máquinas de auto atendimento.

Na Calle de Vergara, andamos até a estação Opera, pegamos a mesma linha 2 (direção Las Rosas) e fomos para o leste, onde estão a Puerta de Alcalá, a Praça de Cibeles, o maravilhoso Parque del Retiro, e os Museus del Prado e Reina Sofia e ainda o Caixa Fórum. Saltamos em frente ao maravilhoso prédio do Banco de Espanha,

e lá estava a Fuente Cibeles, que é mesmo linda.

E a Puerta de Alcalá

Ok, a essa hora, as pernas pediam urgentemente um repouso, e entramos meio sem querer no Parque del Retiro, ou Jardines del Retiro, para um café, eterno amigo do viajante. Mas esse parque é absolutamente lindo e enorme. Foram poucos mintutos de descanso. É muita coisa para ver.

Conto mais no próximo post!

Hasta Luego!

20
mai
11

Re-viajando Barcelona – Madri

 De Barcelona a Girona, de onde partem os vôos da Ryanair, é simples. É só ir até a Estacion Nord, uma espécie de terminal rodoviário, comprar as passagens do Barcelona Bus, (21 euros ida e volta) em pouco mais de uma hora, chaga-se ao aeroporto.
 Eu simplesmente adoro essa hora. Minutos antes de pegar um vôo para conhecer um novo lugar, quando no quadro aparece o número do portão de embarque. É hora de voar! E de toda a expectativa de chegar a uma nova cidade.
Desta vez, Madrid! Mesmo voando pela Ryanair, que normalmente utiliza aeroportos alternativos, aterrisamos em Barajas, o aeroporto principal da cidade de Madri. Há tempos eu queria conhecer a capital da Espanha, mas sempre acabava adiando. Tantas notícias sobre brasileiros sendo barrados e passando por situações constrangedoras, ao chegar em Madrid, me faziam sempre pensar duas vezes e escolher outros destinos. Mas dessa vez, com nossos passaportes lotados de carimbos, tomei coragem e devo dizer que a pechincha da passagem (10 euros mais 5 de taxas) foi o empurrão que eu precisava.  Acabou que não houve imigração alguma! Saímos diretamente no saguão do aeroporto! Acho que o vôo vindo de Barcelona, é considerado doméstico. Et voilá! Estávamos em solo madrilenho, sem nenhum problema. O aeroporto de Barajas é moderníssimo e enorme, mas muito bem sinalizado e com um quiosque de informações eficiente.
E a forma mais econômica e rápida de chegar ao centro da cidade, é de metrô que tem uma estação dentro do aeroporto.
Dois euros (1 euro de taxa do aeroporto) e você chega rapidinho ao seu destino. É o transporte mais barato ever! Considerando todos os transportes entre aeroportos e o centro das cidades que já peguei.
É facílimo comprar os tíckets nas máquinas de auto atendimento. A estação é limpa, moderna  e praticamente vazia. E andar facilmente por todos os meios de transporte é uma das vantagens de  viajar leve, com pouca bagagem! O hostal havia me mandado por e-mail, as direções e conexões que deveria tomar e lá fomos nós.
Mas a emoção que não tivemos na hora da imigração, tivemos na segunda conexão do metrô, na estação de Nuevos Ministérios.
Não fosse eu uma psicótica, que anda com tudo acorrentado dentro da bolsa, teria ficado sem minha carteira. Contei tudo nesse post aqui.
Aliás, atenção quando for à Espanha, principalmente nas cidades turísticas. Nunca, ninguém vai te apontar uma arma. Mas os golpistas, pickpokcets, batedores de carteira, etc. são treinadíssimos, feras mesmo e famosos por melar a estadia de muitos turistas.  Há várias maneiras de surrupiar sua bolsa, câmera ou carteira. Eu mesma nem senti quando enfiaram a mão na minha bolsa. Felizmente tudo que levaram foi um maço de cigarro de menta. Mas a regra geral é nunca deixar sua bolsa nas costas de alguma cadeira, evitar bololôs de gente, não se distrair com nada e ter sua bolsa sempre à sua frente. Não é a toa que a última moda é bolsa a tiracolo.
Passado o susto,  chegamos finalmente ao Stad Madrid.  Saltamos na estação Gran Via, em plena “shopping area”, movimentadíssima, com prédios deslumbrantes!
Por fora, a localização do hostal era meio tosca. Na realidade o Stad Madrid fica no segundo andar de um edifício comercial e  nosso quarto parecia uma pequeno paraíso, depois do susto do metrô e da chuva torrencial que despencava.
No mapa acima, estão os principais “must see” da cidade. E a Gran Via é um excelente ponto de partida, pois fica bem central. Além disso, se locomover em Madri é facílimo. O metrô é barato e fácil de entender as conexões. O bilhete unitário custa 1 euro, mas nós optamos pelo bilhete de 10 viajens (9,30 euros), que pode ser usado por várias pessoas, e é mais do que suficiente para ir aos pontos turísticos. Há também os bilhetes de abono turístico, que valem para todos os meios de transportes. Mas sinceramente, andar é a melhor maneira de respirar Madri.
Passear pela Gran Via é passear por diversos estilos arquitetônicos.  Começando na Plaza de Cibeles, as construções parecem saídas de Paris  do século XIX.
Edifício Metrópolis
Palácio de la Prensa
Mas é na Plaza Mayor que a gente sente que está em Madri.
Situada bem no centro da cidade, esta praça foi inaugurada em 1620 durante o reinado de Felipe III. Foi palco de muitos eventos, incluindo execuções públicas durante a Inquisição Espanhola.
Placa em homenagem aos mortos do mais grave atentado terrorista da Espanha.
Bem perto, o Mercado San Miguel, é o ponto certo para reabastecer.
Dá água na boca, passear por entre as guloseimas expostas nos stands. Imperdível!
Ande mais um pouquinho pela Calle Mayor e tcharam… Puerta del Sol! É uma outra enorme praça, não menos famosa, linda e  movimentadíssima também.
Pronto! Já estávamos apaixonadas por Madrid!
Tem mais no próximo post! Até!
16
mar
11

Viajando lowcost 2011 – compartilhando os detalhes

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Não pretendo fazer um guia de como viajar lowcost, ou de como montar um roteiro para viajar baratinho. É apenas o relato de minha própria experiência, mas que se puder ajudar alguém… Já fico feliz!

London Bridge Station – Plataforma – First Capital (trem para Gatwick Airport)

Minhas viagens pela Europa sempre começam em Londres.  E neste post, eu explico como chegar e partir dos aeroportos de Londres.

Viajar lowcost é mais ou menos como comer salada. A gente pode repetir sem culpa! É basicamente tentar aproveitar  as promoções das companhias aéreas de baixo custo, que tem vôos para muitas ou quase todas as cidades principais da Europa, sendo que a Ryanair é sem dúvida a campeã dos preços ridiculamente baixos e acaba habituando o viajante a custos irrisórios, tornando todo o resto ( até os simples tickets de metro urbano) meio caro aos nossos olhos e bolsos. A Easyjet também tem suas promoções, mas para pagar realmente barato, o segredo é antecedência e vôos que partem muito cedo pela manhã ou que chegam muito tarde no destino final.

Vôo – Girona para Madrid

A primeira passagem que  comprei foi  para Barcelona ( 6 libras e só!!) , e então pesquisei o quão barato e interessante estavam as promoções partindo de Barcelona. Bingo! Madrid  estava a pouco mais de 15 euros  de Barcelona. Uma vez em Madrid, fiz a mesma pesquisa e Milão apareceu nos destinos em promoção por exatos 10 euros por pessoa + 5 de taxas. Com a bênção da passagem de Milão para Roma estar a  uns míseros 15 euros + 5  (às vezes a Ryanair cobra taxas de web check in, de pagamento por cartão, ou simplesmente de administração). Não tive dúvidas e de repente estava planejando minha viagem pela Itália!

Rio Tevere – Roma

Estando em Roma, pensei… Desta vez eu vou a Veneza, de qualquer jeito! Como? No planejamento da viagem, corri para Easyjet , que tinha um vôo de Roma para Veneza, e devido a antecedência estava por menos de 20 euros. O único desafio – o võo era as 7 e 10 da manhã, o que significaria estar no aeroporto no máximo às 5 e meia. Aí foi o momento rosquinha da viagem. Furada! A roubada histórica da viagem. Não havia transporte De Roma para Fiumincino no meio da madrugada. Tanto o trem que partia da Estação de Termini, quanto o primeiro ônibus para o aeroporto saiam depois das 5 da manhã.

Roma Fiumicino (Terminal 2) a Venice Marco Polo

Part 01 March 2011 07:10

Cheg 01 March 2011 08:15

Voo 983

O check-in abre 01 March 2011 05:10

O check-in encerra 01 March 2011 06:30

Chegaríamos no máximo do stress ou perderíamos o vôo. O que numa viagem dessas, é o temido efeito dominó! Cai tudo por terra! Opções = dormir no aeroporto (o último trem parte ás 10 e meia  da noite), arriscar um táxi às 4 da manhã por 50 ou mais euros (pouco confiável segundo a recepcionista do hotel), ou abortar o vôo e comprar uma passagem do trem noturno e acordar em Veneza, o que me pareceu o menos estressante, já que os trens são o meio de transporte mais famoso e bem cotado da Europa e a estação Termini era ao lado do nosso hotel. Roubada em absolutamente todos os sentidos. Não só foi o traslado mais caro, como a pior experiência possível! 38 euros (por pessoa!) dos quais me arrependo centavo por centavo! Uma noite numa cadeirinha de aeroporto teria sido muito mais  segura, muito mais confortável e menos estressante. Só mesmo  Veneza para fazer valer o sacrifício! Ou melhor, para esquecer a noite!

E de lá, como chegar a Paris? Foi uma gincana e antes da viagem eu ainda não sabia como, a não ser gastando muito dinheiro! O que definitivamente não é a minha praia.

Dessa vez, mais do que as outras, Paris foi um desafio! Paris é mais do que simplesmente uma paixão. Desde  a primeira vez, prometi aos céus, que sempre que atravessasse o Atlantico, daria um jeito de ir a Paris, agradecer. Notre Dame é testemunha de todos os meus sonhos …

Mas o que parecia um  simples Venice-Paris, virou uma pesquisa de campo. Depois de todas as pechinchas, o trem Noturno Venice St Lucia- Paris Bercy,da Artesia, que pode ser comprado no site da Trenitália ou na SNCF, era um absurdo de caro em comparação com todo o gasto da viagem até Veneza. Os vôos idem! E depois de tudo arrumadinho, baratinho… eu estaria entalada em Veneza (seria ótimo se tivesse verba ) ou gastaria uma fortuna, acabando com toda a estratégia lowcost da viagem e dilapidando fundos.  O fato é que durante duas semanas, eu estive em pânico,  e me tomou um bocado de tempo e tentativas alucinadas (tentei  até um voo lowcost para Croacia e de lá para Paris, mas perderia a passagem de Paris para voltar a LOndres.  Virou uma questão pessoal!!!!! Então, a solução foi um mapa, e muita pesquisa e paciência para domar o site da Trenitália, que invariavelmente fica embarreirando a compra da passagem para estrangeiros. Quebrei o percurso em dois e consegui comprar as passagens, mas só em Roma, descobri que a gente tem que passar num guichê  (com gente de verdade) de qualquer jeito, para impimir a passagem. Só com o PIN code não  funcionava nas máquinas de auto atendimento .

Venezia St Lucia – Estação de Trem – Veneza

Saímos de Veneza St Lucia, ao lado do nosso hotel, às 10 e 45 , pegamos um trem  para Milão (2 horas de viagem), almoçamos  em Milano Centrale e às 4 e 30 da  da tarde, pegamos o TGV para Paris- Gare de Lyon  (muito mais barato que o trem noturno de  Veneza a Paris, mas ainda assim, caro, se comparado a tudo  que tínhamos feito até aqui!). No trajeto, uma passagem pelos Alpes… o trem para em algumas estações de sky que parecem saídas de filme. Pontualmente às 23 e 21 estávamos desembarcando na Gare de Lyon, em Paris. E claro a viagem nem de longe se pareceu com o Treno Notte de Roma a Veneza, mas ainda assim, prefiro um bom vôo lowcost, com toda a antecedência necessária, security etc! Trem é bom para viagens de no máximo 3 horas e ainda assim, depois de mal acostumada pela Ryanair, acho caro!!!!

Milano Centrale

Finalmente de  Paris a Londres, voamos Easyjet,  e no final de uma viagem como essa, a gente  valoriza muito a tranquilidade da Easyjet. Tirando o fato da mocinha do check in – única vez que despachamos uma malinha e viajamos com um volume cada uma a bordo –  ter pedido para eu colocar minha  humilde bolsinha dentro da malinha ( que embarcaria comigo no vôo), a questão tamanho e peso da bagagem que vai com você é bem mais flexível. Paris-Londres = 25 euros por pessoa + 5 de taxas

Aeroporto de Girona (Barcelona)

E para que todo o percurso seja realmente lowcost (dessa vez foram 6 cidades) a maior exigência é que sua bagagem e tudo o que você vai transportar de um destino a outro caiba numa mala de 55x40x20, assim sua babagem viaja com você em tods as cias aéreas. Tudo, absolutamente tudo (bolsa de mão, câmera, comprinhas no free shop, lembranças, garrafa de água, etc tem que estar dentro desse único volume ( no inverno, dá para usar os bolsos do casaco, que se transformam prticamente em uma outra mala). Dessa forma, dá para ir de Londres a Barcelona, por exemplo, por 6 libras, o preço do nosso primeiro vôo. Na ponta do lápis, a cada passagem, há que  se acrescentar de 5 a 15 (euros ou libras), custo do transporte entre o centro (ou estação central) da cidade até o aeroporto lowcost , normalmente bem longe. Mesmo assim, atravessar um, dois países, por menos de 30 ou 40 dinheiros não é nada mal, principalmente se compararmos com as viagens pelo Brasil.

E assim, com o mínimo de bagagem, todo o resto também fica lowcost, uma vez que a gente não é obrigada a pegar um táxi para chegar ao hotel ou do hotel para a estação de metro, de trem ou de ônibus. Em todo o nosso trajeto, pegamos um único táxi em Roma ( e nem foi por causa de mala)  e um outro em Paris! Além disso, utilizar o transporte público de cada cidade já é conhecer um pouco da cultura, população, etc.

Hospedagem?

Também é pesquisa e antecendência. E sim, a Europa está mais cara agora. Roma e Veneza, foram disparado, as cidades mais caras, tanto no quesito B&B como em relação à alimentação. Nas únicas vezes que sentamos em um restaurante (em Roma e Veneza), foram no mínimo 25, 30 euros) Mas ainda assim é possivel ficar em hotéis (hostals, albergues, etc) com conforto, banho quente e em alguns, café da manhã, baratos e dignos.  No geral, 25 a 35 euros por pessoa por noite (35 em Roma, Veneza e Paris). Com relação a albergues, estando em duas pessoas, acaba  sendo quase o mesmo preço, um quarto privativo, na maioria das vezes até com banheiro privativo, do que duas camas em quartos compartilhados ( para 4) e banheiros idem.

Alimentação?

Minha primeira preocupação é achar um supermercado ou algo parecido. Assim as despesas com alimentação ficam mais ou menos parecidas com as que normalmente eu teria.  E mais uma vez, supermercados são parte da vivência da cidade. Adoro! Deliciosos sanduíches de brie ou gorgonzola, pastinhas, focaccias, caviar, queijos,  baguetes, brioches, bolinhos e lógico, vinhos e cevejas maravilhosos para beber no sossego do seu quarto …. é só descobrir a especialidade do lugar e ser feliz. Mas  um bom café ou um maravilhoso  capucino, são fundamentais. Eu diria que são companheiros de viagem. São aquele pitstop essencial no meio de um dia de caminhada. Recarrega as baterias. E lógico, quanto mais perto de um ponto turístico, mas caro será o café!  Mas 4 euros por um capucino perto da Piazza San Marco…também não mata ninguém ….E vale cada gole!

Compras?

Obviamente não é o objetivo numa viagem dessas. Mas compramos coisinhas pequenas,  maquiagem em Milão,  e por medo de sentir calor em Roma, percorremos várias lojas em Madrid (um paraíso de lojas e mais lojas, principalmente durante as rebajas, as famosas liquidações) para encontrar um casaco mais leve que acabamos usando só em Milão, pois em Roma e Veneza o vento gelado, me fez agradecer os super poderes do casaco de nylon forrado, que é praticamente uma blindagem contra o frio, a chuva e vento,  e não sentti frio algum! Deixamos algumas compras para o grand finale em Paris, onde por 11 euros, reservei uma malinha de porão na Easyjet e colocamos todos os líquidos e extras nela. De quebra, a mala que comprei pode ser a minha mais nova companheira de viagem, pois é bem mais leve e como não é rigida, dá para negociar o espaço em alguns trajetos feitos de trem ou pela Easyjet, menos intrensigente em relação ao peso e formato da bagabem de mão, desde que seja um único volume.

Quanto tempo a gente aguenta essa maratona? É muito pessoal. Num mundo ideal, seria ótimo ter pelo meno uma tarde para descansar entre a s cidades…vinte dias ficou bem puxado no final, mas valeu cada minuto. Talvez 15 dias seja um período bem razoável… Há que considerar que cada troca de cidade leva pelo menos meio dia, e nesse trajeto é pilotar a bagagem e muito levantamento de malinha. É cansativo e há que ter preparo físico e muito astral.

Mas vale a pena cada minuto!

Basílica de San Marco – Veneza

09
mar
11

Eu moro onde estão meus sapatos…London, I´m back!

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Ou a minha mala de rodinha, né?

Home sweet home!

Chegamos ontem a Londres, num dia estalando de tão azul e mesmo antes de conseguir  arrumar tudo, senti os efeitos da aventura em cada centímetro dos meus músculos! Acho que toda a serotonina da viagem (que sempre é o melhor analgésico que eu conheço) se dissolveu no exato segundo em que vislumbrei um colchão, e uma vez  que na minha agenda não havia nada para o dia seguinte, permiti que o cansaço se manifestasse! Foram mais de vinte dias nos extasiando, chegando e partindo, pilotando e arrumando malinhas, desvendando mapas, descobrindo como nos locomover em cada cidade, fotografando e andando… andando muito!

Parc Guell Barcelona

Confesso que toda a vez que monto um roteiro, eu tento (juro!) me controlar. Digo a mim mesma que já sou uma senhora, que não há pressa, que tenho artrite reumatóide, que levantar da cama no dia seguinte de um tour a pé por uma cidade nova e deslumbrante será difícil, etc, etc. Mas a coisa vai crescendo de viagem para viagem e  sempre  acabo no já queJá que estou aqui, por que não ir logo alí, já que a pasagem está tão barata e é tão perto! Mas o fato, é que viajando, eu acho que posso tudo! Chegar de madrugada numa cidade completamente desconhecida, percorrer kilômetros com meus pés, descobrir conexões malucas nas linhas dos metrôs, traduzir embalagens nos supermercados, e falar qualquer idioma, mesmo que seja na linguagem dos sinais (e do sorriso).

Palácio de Cristal- Madrid

E agora, em plena quarta-feira de cinzas (láaaa no Brazil), lembro que  desfilei em tantas e longas avenidas, subi e desci tantas escadas de estações e aeroportos, passei por securitys, check ins e outs, e de como  meu carnaval foi tão deliciosamente  diferente de todos os que já passei.

Duomo Milano

Vaticano

Roma

Veneza

Paris

Deu tudo absolutamente certo, (exeto o Trem do Terror de Roma para Veneza).  Foram 8 vôos, 6 ônibus de conexão entre aeroportos e o centro das cidades, 3 viagens de trem. muitos ônibus urbanos e linhas de metrô. Nossas malinhas aguentaram firmes, engordaram em Paris (onde por acaso encontrei uma outra malinha que parece mais perfeita e mais leve que a minha, e lógico, serviu para umas comprinhas extras, já que tivemos que nos controlar muito nas liquidações de Barcelona e Madri). E mais uma vez, afirmo, que com pesquisa, uma certa antecedência, muito planejamento e disposição (e desapego), é possível viajar lowcost (principalmente na baixa temporada), sem aniquilar as finanças, se arrepender depois e principalmente, poder planejar novas viagens.

Venezia St Lucia

Com calma, aos poucos, vou contar tudo!Fotos, mapas, locomoção, etc…

Por hora, vou reenergizar minhas baterias, descansar muito, que hoje é quarta-feira de cinzas!

Até!

Até

22
fev
11

Madrilenha desde criancinha!

É só mesmo um aperitivo… vou ter que voltar a Madri! ! E lógico, um post só é impossível! Devagarinho, assim depois de uns vinte minutos, já estava empolgadíssima com Madri!

E agora, eu simplesmente estou amando Madrid! Não sei exatamente porquê. Acho que é pelo fato de ser realmente fácil se locomover, se fazer  entender  e entender o que se fala,  (graças ao meu curso intensivo de um mês de um ano e meio atrás), mas o fato é que estou me sentindo à vontade e totalmente integrada.

Começar por Madri Antiga,  saindo da Gran Via, um show de construções  do início do século 20, prédios maravilhosos em Art Decô, e um comércio enlouquecido, com todas as lojas que se pode imaginar.

Turisticamente falando, Madri é bem fácil de ticar os must see da cidade. E a Gran Via, eu diria, é a partida ideal para todos os pontos. Essa avenida linda de dar torcicolo, vai da Calle de Alcalá (onde está a Fuente Cibelles e a maravilhosa Puerta de Alcalá) até a Plaza de Espana (não menos maravilhosa).

Gran Via

Não dá para não ficar olhando para o alto o tempo todo. Até para fazer um lanchinho no MacDonalds, é chic!

Prédio da Telefonica

Na direção sul, qualquer rua é maravilhosa! Pegando a Calle dos Preciados, vamos dar na Calle Mayor  e assim, sem querer a gente dá de cara com a Plaza del Sol, com esse edifícios pálidos, em arco. É aqui que se comemora a passagem do ano!

Depois que o coração volta ao normal, tcharan! Puerta del Sol!

O centro de Madri é aqui! Mesmo!

E aí, é continuar andando pela Calle Mayor…

E vem a Plaza Mayor!

E aí, eu quiz realmente uma Barsa (aquela enciclopédia gigantesca), para relembrar todos os detalhes da Madri antiga, pois eu sei que aqui, acontecia tudo! De tourada à execução da Inquisição Espanhola.

Minha conclusão foi que todo o ser humano que estuda história tinha que ganhar um kit que obviamente incluiria uma viagem a Europa. Assim faz todo o sentido!

Daí em diante, como disse Carol, o coração pulava uma batida e ficou meio descompassado.

Mercado San Miguel

Plaza de la Villa (prédios mais históricos da cidade)

E aí descontrolei de vez!

Catedral de Almudena!

Nesse ponto, exatamente eu descompensei total!!!  E o vem pra frente, fica para o próximo post! Amanhã é nosso último dia e temos que aproveitar!!!

Até!

21
fev
11

Madrid

Acordar em Madrid com um  dia lindo de sol era tudo que eu queria. E descobrir que é muito fácil se locomover e encontrar tudo que a gente quer ver, melhor ainda. Nem liguei quando a moça disse que a guia estava doente e que nosso free tour não ia rolar. Eu (meus mapinhas, uma bússola ) e Carol, saímos prontas para cruzar a cidade.

A Gran Via, onde fica nosso hostel, é mesmo a ligação entre os pontos turísticos e dá para fazer quase tudo a pé. Mas o metro (apesar do susto de ontem) é fácil, comprar tíckets é só na base do touch screen, e o bilhete simples custa 1 euro.

E sim, é deslumbrante e em alguns momentos tive taquicardia. Em outros quis ter uma enciclopédia à mão, para saber cada detalhe de cada rei… As fotos ficam para quando a câmera carregar… agora nós também precisamos recarregar. Até!

20
fev
11

De Barcelona a Madri, fortes emoções!

Barcelona ontem se desculpou pelo dia de chuva torrencial que tivemos.

Interior da Sagrada Família (pavimentada, com o altar terminado!)

Sagrada Família (entrada)

Cinzenta, Barcelona perde muito do contraste de suas construções e do mar Mediterrâneo!

Mas quando acontece de ficar azul…

Barcelona se mostra em todos os tons!

Teleferic de Monjuic

Castelo de Montjuic

O Mediterrâneo… E o Hotel W, inspirado na forma de uma vela, desenhado pelo catalão Ricardo Bofill (assim como a Torre de Agbar, a construção até hoje é polêmica)

Fonte (sol.sapo.pt)

E nós lá…

Barceloneta

Deixamos Barcelona depois de um dia intenso, com direito a fim de tarde no Parc Guell e fim de noite num pub ao lado no nosso Hostal;

E eu senti como se estivesse saindo de casa para viajar.  Tanto que resolvi ir andando do HostalCentral até a Estació del Nord (que todo mundo chama de Norte mesmo), de onde parte o Barcelona Bus para Girona (aeroporto lowcost). 20 minutos de caminhada, levando as malinhas, e para despedida…

O Arco do Triunfo de  Barcelona! E quase 15 graus de temperatura! E eu suando…

Madrid estava na fila há muito tempo, mas o estímulo lowcost veio quando vi as promoções da Ryanair de Barcelona para cá. 1o euros! O próximo passo (desafio) era encontrar um hostal, albergue ou algo parecido que coubesse  no orçamento.

Fila para entrar no avião.

Depois de muita pesquisa, reservei o hostal e recebi, junto com o e-mail confirmando a reserva, instruções (também lowcost) de como chegar. Diferente de todos os vôos da Ryanair, em Madrid, o vôo chega em Madrid- Barajas mesmo. Em vez do tradicional ônibus (lá do aeroporto nos cafundós do Judas até o centro da cidade) as instruções eram todas pelo metrô, que sai diretamente do aeroporto. Três conexões e estaríamos no Hostal Stadmadrid.  Simples assim. Preço do bilhete? 2  euros, já incluindo o adcional do aeroporto que é um euro. Uma pechincha! Por que a emoção??? Porquê  aqui tem o golpe do bololô do metrô.

Funciona da maneira mais imbecil. Quando  abre a porta do trem do metro, um cara se finge de perdido, ou que está procurando alguém, e atrapalha a sua entranda no trem.   Você se distrai, ele abra a sua bolsa e byebye sua carteira! Ou pior!!! Passaporte e cartão ou dinheiro ou tudo junto!

Carol entrou no trem… o tal cara alto e feio  ficou embarreirando a minha entrada até que um outro rapaz gritou –   la carteira! Quando me virei, o cara ja tinha saido correndo,  a porta do trem tinha fechado e eu quase desmaiei!   Em dois segundos, imaginei tudo o que iria acontecer… nós duas sem uma moeda, sentadas no chão do mesmo metro, pedindo esmolas!

Carol, num tom de lilás no rosto, olhou para mim sem acreditar, até que eu me sentasse num banco e conseguisse realizar o tamanho do prejuizo!Depois que consegui parar de tremer e abri minha bolsa, constatei que estava tudo lá! Câmera, a carteira, dinheiro e os passaportes.  Pois o imbecil só conseguiu levar um maço de cigarro de menta!!! HAHAHAHAHAHA! que deve ter sido, o quê o rapaz viu o tal elemento levando na mão. Minha carteira que continha simplesmente todas as  passagens e os passaportes e é enorme!) estava presa por uma correntinha ao fecho da bolsa, e o cara não conseguiu nem abrir o ziper da minha bolsa o suficiente para completar a tarefa. O pior é que eu e Carol lemos todos esses golpes num blog de uma moça que mora em Barcelona, e que dias antes de viajar tinha tido sua bolsa roubada com todos os cartões de crédito, detalhe… pela terceira vez  ( depois eu encontro o blog). Quando chegamos no alberque, a moça da recepção nos deu uma lista do que não fazer, incluindo nunca deixar sua bolsa nas costas, ou pendurada na cadeira.  Então,  em Barcelona (como no Rio),  eu parecia uma louca apegadíssima à bolsa, com ela sempre na minha barriga, e nunca, jamais deixava em lugar algum que não fosse o meu colinho. Nunca mesmo, principalmente em lojas, supermercados e lugares em que naturalmente a gente se distrai.   Mas aqui, na hora do metro, esqueci e agarrar a bolsa, pois  estava carregando a mala e lógico, devia estar estampado no meu olhar, sou turista! Mas no geral, eu estou sempre com uma bolsa a tiracolo, e pareço um daqueles numeros de mágicos, cheios de correntes, tudo agarrado e conectado, tanto para não esquecer como para dificultar esses ladrôes que podem melar uma viagem em um segundo. E Madrid? bom, conheci a linha circular, pois depois do incidente, perdemos a estação e como o nome da linha diz, é circular, demos a volta inteira! As instruções estavam certíssimas e chegamos ao Stadmadrid sem dificuldades (e graças a Deus, com todos os meus pertences)  embora sob a mesma chuva que caiu em Barcelona. Mas como sempre tem uma compensação, o Hostal que eu não daria nada por fora, fica a incríveis 2 minutos a pé da Gran Via, a maior rua de comércio, lotada de lojas conhecidas, e  oferece um quarto bem decorado, cheiroso, cama confortável, com armário espelhado, televisão  e banheiro !!! Pelo mesmo preço que eu pagaria por duaas camas em um quarto compartilhado, com banheiro idem.

E esses simpáticos touros (são as toalhas, hehehe!).

Amanhã, sim… Madrid! E um Free tour oferecido pelo Stad Madrid!

Olé!

Atualizando… O blog que mencionei é o Achados, da Dri Setti e é o primeiro na lista do blogroll.




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