17
set
09

CUMPRINDO A PROMESSA

Quando comecei esse blog, a promessa era de falar sobre minhas viagens, mas sei lá porque, quando voltei da última, não fui adiante. Fiquei fervendo de calor, meu cérebro derreteu e me dispersei. Hoje, revirando meus pendrives, revi minhas fotos da viagem anterior e, aqui estou eu, louca de saudades de Amsterdam. Cidade que certamente voltarei. É simplesmente linda!!! Como eu estava com dinheiro meio contado, já no final dos dois meses que fiquei em Paris, escolhi ir de ônibus de Paris para Amsterdam. Meus filhotes tinham chegado à Paris no dia anterior. Saímos da casa do meu amigo francês às 6 da manhã de taxi, com malas grandes, coisa que jamais repetirei. Ônibus não é o forte na Europa. A “rodoviária´´ de Paris não é lá essas coisas. Não há poltrona marcada no ônibus, mesmo assim a viagem foi até agradável, pois a paisagem assim que se entra na Holanda é um show. Moinhos e mais moinhos, campos…e muita ansiedade. Umas 5 ou seis horas de viagem, uma parada em Bruxellas, outra no meio do nada, onde almoçamos e lá estávamos nós em Amsterdam.
Muuuuuuuuito frio, pegamos um táxi, 25 euros, até o nosso hotel, reservado pela internet no Booking.com. Super bem localizado, o Hotel de Westertorem foi tudo de bom, apesar dos quatro andares de degraus tortos…Uma quarto pra nós três sob medida, com varanda e frigobar. Tomamos um banho quentinho, daqueles revigorantes, nos embrulhamos e saímos para bater perna na cidade. Uma emoção!!! Nevava lá fora! Já na esquina do hotel, um canal lindo, apesar de congelado. Andamos muito e na volta
encontramos um mercado, que mais parecia um museu. Um prédio lindo! Compramos vinhos, queijos, pães e pastas para o nosso jantar. Difícil foi decifrar do que eram as pastas. Apesar de todos falarem inglês, é tudo escrito, óbvio, em holandês.


No dia seguinte, saímos eu e Carol para descobrir a cidade à luz do dia. Estávamos às vésperas do Natal, mas o movimento, nem de longe lembrava o corre corre característico dessa época. Uma calma absurda, só abalada pelo sino do tram, uma espécie de metrô terrestre. Bicicletas, poucos carros…entramos num pequeno shopping atrás de um mapa da cidade. Em êstase total, fomos passeando até a Centraal Station. No percurso, muitas lojinhas de lembranças, lembranças engraçadas…muitos, digamos pênis de todo tipo de material, cogumelos com bula e tudo, pirulitos de haxixe, muita coisa com a foto do quase símbolo da cidade, a cannabis sativa. Fiquei imaginando, como uma cidade com tanta liberdade, pode ser tão calma. Nenhuma buzina, nenhum engarrafamento, nenhuma confusão. Nada. Paz absoluta.
Os canais são um caso à parte. Lindos, com barcos ancorados, vários deles com gente morando, com direito a jardim.


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