Arquivo para maio \28\UTC 2011

28
maio
11

Re-viajando Madri 2

ESSE BLOG MUDOU DE ENDEREÇO:

http://www.maladerodinhaenecessaire.com

Gran Via – Madri

Ainda sinto o cheiro do café da manhã que tomávamos na esquina da Gran Via. -Café con leche e de comer? perguntava a mocinha… As opções eram: bocadillos o boleria?  Fiquei viciada em boleria… croissants recheados com dulce de leche. Nesse momento, pela manhã, planejávamos nosso dia em Madri.

É normal a gente querer ver absolutamente tudo o que tem para ver e conhecer quando chegamos a uma cidade pela primeira vez.  Mas depois de tantas viagens e tantas cidades,  eu aprendi a respirar e aproveitar o momento. E me deixar simplesmente estar ali. Se não, a ansiedade acaba estragando o prazer. No caso de Madri, com tantos museus Museu del Prado, Reina Sofia, Caixa Forum e tantos passeios, é simplesmente impossível “ticar a cidade”.  Mesmo assim eu sempre faço, a título de guia, uma listinha do que é tipo assim … básico.   Aí vai:

   1- PLAZA MAYOR (Construida sec 15/18) -Arco de cuchilleros
2- PLAZA DE LA VILLA CASA DE CISNEROS CASA E TORRE LUJANES
3-PUERTA DEL SOL
4- PALACIO REAL
5-CATEDRAL DE LA ALMUDENA
6- SAN FRANCISCO EL GRANDE (3 MAIOR CUPULA DA CRISTANDADE)
7- PLAZA DE ESPANHA REAL TORRE DE MADRID
8- TEMPLO DE DEBOD
9- EDIFICIO METRÓPOLIS
10- BANCO DE ESPANHA
11-FUENTE  CIBELES
 12-PUERTA DE ALCALÁ (CARLOS III SIMBOLO DE MADRID)
 13- JARDINES DEL RETIRO
  
Até aqui, fizemos tudo em um dia.  E esse parque merece um boa caminhada.  É lindo! Há inúmeros monumentos, fontes,  estátuas, e racantos tão maravilhosos que é impossível dar só uma entradinha. Então, passamos a tarde inteira nesse paraíso.
Nele estão :
14-MONUMENTO A AFONSO XII
15- PALACIO DE VELAZQUEZ
16- PALÁCIO DE CRISTAL
  17-PASEO DE LAS ESTÁTUAS
18-  FONTES E MONUMENTOS (são tantos que eu não consegui decorar)
No dia seguinte, fomos para a parte moderna, a Cuartro Torres, business area, onde estão enormes edifícios e a Puerta de Europa.
Para chegar ao Passeo de Castelhana,  há duas estações de metrô que servem esta área, pegando a linha azul, salte na Plaza de Castilla ou em Chamartín.  Nesta região, há também o
19-Estádio Bernabéu.
20- TORRE PICASSO (MESMO ARQUITO DAS TWINS TOWERS)
21- QUATRO TORRES (BUSINES AREA)
22- PUERTA EUROPA
fonte: ModernSpain.com
Já estávamos tão íntimas da cidade que resolvemos ir  ao mais novo shopping de Madri onde passeamos como se o lugar tivesse aberto só para nós. O shopping La Gavia, é moderno e aconchegante ao mesmo tempo. É bem fora da cidade, mas de metrô, em vinte minutos a gente chega lá. Mas preste atenção. Existe a estação de metro La Gavia, mas a gente tem que saltar em Las Suertes e andar uns cinco minutos em uma região de condomínios estalando de nova.
Metrô de Madri
E super valeu a pena. Todas as lojas estão lá, e tivemos que ter muito autocontrole pois as rebajas espanholas são indescentes.
E para fechar os must see, a região dos museus. Mais auto-controle! Não dá para ver tudo! É um fato com o qual sempre tenho que me confrontar.
O Reina Sofia estava fechado, então, sem culpa partimos para o Museo del Prado.
A gente pode comprar as entradas, nessas máquinas de auto-atendimento. Rapidinho!
Lá dentro, Goya, Velasquez, El Greco!
Ufa!
É… foi difícil dizer adeus a Madri. Mas Milão nos esperava, lá no norte da Itália… No próximo post, prego!
Anúncios
24
maio
11

Re-viajando Madri

Quem acompanhou o noticário da semana passada, viu o acampamento feito pelos manifestantes na Puerta del Sol, antes das eleições espanholas, o movimento chamado 15 de Maio.

Não é à toa que escolheram esse local. É a praça mais central e cartão postal de Madri. É daqui que se pode decidir para onde ir primeiro.

Decidimos ir para o oeste onde estão a  Catedral de la  Almudena, Palácio Real, Plaz de Oriente, Plaza de Espanha, Basílica de San Francisco el Grande, a Muralha Árabe. A Catedral fica a cerca de 1 kilômetro de Puerta del Sol,   e dá para ir tranquilamente a pé, seguindo pela Calle Mayor. Se decidir ir de Metrô peque a linha 2 na Estação Sol, na direção Quatro Caminos ou o ônibus 50 em direção à Av. Manzanares. Se for a pé, ainda pode passar na pequena Plaza de la Villa, onde está a Casa de Cisneros.

Daí a gente vai andando e vislumbra a Cadedral de la Almudena. É quase um susto!

É a sede ebiscopal de Madri, consagrada pelo Papa João Paulo segundo. Com 73 metros até a cúpula. Parece uma visão.

Nesta região da cidade é difícil decidir para onde olhar. Mais um pouco à frente, em direção ao norte, está o Palácio Real. Uau!

E do outro lado, a Plaza de Oriente.

Aqui tem sempre artistas de rua, alguns impressionantes.

E mais um pouquinho a Plaza de Espanha.

E lá estão Don Quixote e Sancho Pança.

E se tiver fôlego, é subir  a colina e além da vista, ver o Templo de Debod.

Construído no século IV a.C., foi doado pelo Egito em 1968, em agradecimento pela ajuda prestada ao salvamento dos templos de Abu Simbel.

Voltando para o sul, vamos dar na Basílica de San Francisco el Grande e no caminho, a Muralha Árabe.

Basílica San Francisco El Grande.

Daí pegamos o metrô, onde compramos o Bilhete de 10 viagens que pode ser usado por mais de uma pessoa. Fácil, fácil nas máquinas de auto atendimento.

Na Calle de Vergara, andamos até a estação Opera, pegamos a mesma linha 2 (direção Las Rosas) e fomos para o leste, onde estão a Puerta de Alcalá, a Praça de Cibeles, o maravilhoso Parque del Retiro, e os Museus del Prado e Reina Sofia e ainda o Caixa Fórum. Saltamos em frente ao maravilhoso prédio do Banco de Espanha,

e lá estava a Fuente Cibeles, que é mesmo linda.

E a Puerta de Alcalá

Ok, a essa hora, as pernas pediam urgentemente um repouso, e entramos meio sem querer no Parque del Retiro, ou Jardines del Retiro, para um café, eterno amigo do viajante. Mas esse parque é absolutamente lindo e enorme. Foram poucos mintutos de descanso. É muita coisa para ver.

Conto mais no próximo post!

Hasta Luego!

20
maio
11

Re-viajando Barcelona – Madri

 De Barcelona a Girona, de onde partem os vôos da Ryanair, é simples. É só ir até a Estacion Nord, uma espécie de terminal rodoviário, comprar as passagens do Barcelona Bus, (21 euros ida e volta) em pouco mais de uma hora, chaga-se ao aeroporto.
 Eu simplesmente adoro essa hora. Minutos antes de pegar um vôo para conhecer um novo lugar, quando no quadro aparece o número do portão de embarque. É hora de voar! E de toda a expectativa de chegar a uma nova cidade.
Desta vez, Madrid! Mesmo voando pela Ryanair, que normalmente utiliza aeroportos alternativos, aterrisamos em Barajas, o aeroporto principal da cidade de Madri. Há tempos eu queria conhecer a capital da Espanha, mas sempre acabava adiando. Tantas notícias sobre brasileiros sendo barrados e passando por situações constrangedoras, ao chegar em Madrid, me faziam sempre pensar duas vezes e escolher outros destinos. Mas dessa vez, com nossos passaportes lotados de carimbos, tomei coragem e devo dizer que a pechincha da passagem (10 euros mais 5 de taxas) foi o empurrão que eu precisava.  Acabou que não houve imigração alguma! Saímos diretamente no saguão do aeroporto! Acho que o vôo vindo de Barcelona, é considerado doméstico. Et voilá! Estávamos em solo madrilenho, sem nenhum problema. O aeroporto de Barajas é moderníssimo e enorme, mas muito bem sinalizado e com um quiosque de informações eficiente.
E a forma mais econômica e rápida de chegar ao centro da cidade, é de metrô que tem uma estação dentro do aeroporto.
Dois euros (1 euro de taxa do aeroporto) e você chega rapidinho ao seu destino. É o transporte mais barato ever! Considerando todos os transportes entre aeroportos e o centro das cidades que já peguei.
É facílimo comprar os tíckets nas máquinas de auto atendimento. A estação é limpa, moderna  e praticamente vazia. E andar facilmente por todos os meios de transporte é uma das vantagens de  viajar leve, com pouca bagagem! O hostal havia me mandado por e-mail, as direções e conexões que deveria tomar e lá fomos nós.
Mas a emoção que não tivemos na hora da imigração, tivemos na segunda conexão do metrô, na estação de Nuevos Ministérios.
Não fosse eu uma psicótica, que anda com tudo acorrentado dentro da bolsa, teria ficado sem minha carteira. Contei tudo nesse post aqui.
Aliás, atenção quando for à Espanha, principalmente nas cidades turísticas. Nunca, ninguém vai te apontar uma arma. Mas os golpistas, pickpokcets, batedores de carteira, etc. são treinadíssimos, feras mesmo e famosos por melar a estadia de muitos turistas.  Há várias maneiras de surrupiar sua bolsa, câmera ou carteira. Eu mesma nem senti quando enfiaram a mão na minha bolsa. Felizmente tudo que levaram foi um maço de cigarro de menta. Mas a regra geral é nunca deixar sua bolsa nas costas de alguma cadeira, evitar bololôs de gente, não se distrair com nada e ter sua bolsa sempre à sua frente. Não é a toa que a última moda é bolsa a tiracolo.
Passado o susto,  chegamos finalmente ao Stad Madrid.  Saltamos na estação Gran Via, em plena “shopping area”, movimentadíssima, com prédios deslumbrantes!
Por fora, a localização do hostal era meio tosca. Na realidade o Stad Madrid fica no segundo andar de um edifício comercial e  nosso quarto parecia uma pequeno paraíso, depois do susto do metrô e da chuva torrencial que despencava.
No mapa acima, estão os principais “must see” da cidade. E a Gran Via é um excelente ponto de partida, pois fica bem central. Além disso, se locomover em Madri é facílimo. O metrô é barato e fácil de entender as conexões. O bilhete unitário custa 1 euro, mas nós optamos pelo bilhete de 10 viajens (9,30 euros), que pode ser usado por várias pessoas, e é mais do que suficiente para ir aos pontos turísticos. Há também os bilhetes de abono turístico, que valem para todos os meios de transportes. Mas sinceramente, andar é a melhor maneira de respirar Madri.
Passear pela Gran Via é passear por diversos estilos arquitetônicos.  Começando na Plaza de Cibeles, as construções parecem saídas de Paris  do século XIX.
Edifício Metrópolis
Palácio de la Prensa
Mas é na Plaza Mayor que a gente sente que está em Madri.
Situada bem no centro da cidade, esta praça foi inaugurada em 1620 durante o reinado de Felipe III. Foi palco de muitos eventos, incluindo execuções públicas durante a Inquisição Espanhola.
Placa em homenagem aos mortos do mais grave atentado terrorista da Espanha.
Bem perto, o Mercado San Miguel, é o ponto certo para reabastecer.
Dá água na boca, passear por entre as guloseimas expostas nos stands. Imperdível!
Ande mais um pouquinho pela Calle Mayor e tcharam… Puerta del Sol! É uma outra enorme praça, não menos famosa, linda e  movimentadíssima também.
Pronto! Já estávamos apaixonadas por Madrid!
Tem mais no próximo post! Até!
15
maio
11

Re-viajando Barcelona

ESTE BLOG MUDOU DE ENDEREÇO:

http://www.maladerodinhaenecessaire.com

O Templo da Sagrada Família não tinha mesmo se esgotado na primeira visita e provavelmente cada vez que for lá, será uma nova emoção, pois ainda está em construção.

Os adaimes e tapumes fazem parte da “paisagem”. Mas quando entramos, vi como tinha valido a pena, ter voltado à Cidade. Ser testemunha da construção de um monumento dessa envergadura, já é para marcar a memória. Imagina voltar alguns mêses depois, e ver,  o quê antes era poeira e barulho, transformado em um altar.

Fiquei imaginando Gaudi, ao “pensar” uma construção que jamais veria totalmente pronta. Só os gênios tem essa abnegação.

E aquela atmosfera de natureza, de floresta, mais impressionante ainda. Que luz!

O frio lá fora, e a chuva grossa, acabaram por nos deixar muito tempo alí, olhando cada detalhe e desfrutando de uma calma quase impossível numa viagem.

No dia seguinte,  os céus se abriram e Barcelona ficou com sua cor “original”.

Fundação Miró

E um passeio até Monjuic, a colina que se ergue a sudoeste da cidade, é a melhor forma de ser ter uma visão total da beleza da cidade. Nesse passeio: Museu Nacional de Arte da Catalunha,  Pavilhão de Barcelona, Caixa Fórum, Fundação Miró, Jardins de Monjuic, Castelo de Montjuic, El Poble Espanyol. Difícil é decidir!

Teleférico de Montjuic

Por 9,30 Euros (ida e volta) esta cabine se eleva a 84,5 metros e percorre 750 metros até o Castelo de Monjuic. Vale cada centímetro!

A partir da estação, a vista da cidade vai se modificando…

La Sagrada Família, à esquerda. À direita a Torre de Agbar.

E o azul do Mediterrâneo se apresenta diante dos olhos.

Lá no alto o Castelo de Monjuic descortina uma visão.

Na volta, a gente mergulha nesse azul, e chega à região de Port Vell

Estátua de Cristóvão Colombo

Região de PortVell

E seguindo toda a vida, chegamos à Vila Olímpica.

A partir daí, nosso tempo no Bus Turistic acabou. Como se locomover nessa cidade? Para quem vai ficar mais de dois dias ou está com dinheiro mais do que contado, Barcelona oferece um excelente transporte público. E há várias opções de bilhetes (tarjetas) dos simples para uma única viagem  (1,45 euro), o T-Dia 5,90 Euros para a Zona 1.

Para chegar ao Parc Guell por exemplo, é muito melhor pegar o 24 (ônibus) na Praça de Catalunha do que saltar do Bus Turistic (este nos deixa perto, mas a gente teria que encarar uma bela subida). O ônibus de te deixa na Carretera de Carmel-Parc Güell, na cara do gol!

Parc Guell

Além da vista deslumbrante deste fim de tarde, visitar o Parc é realmente uma emoção. Carol mal se continha.

Saindo pela entrada principal, é só descer (o que teria que subir) e pegar o mesmo ônibus 24 e voltar. Esse ônibus passa no Passeig de Grácia, uma avenida lindíssima, chiquérrima, onde você vai encontrar nada mais nada menos que a  Casa Batló, Casa Milá, e vários outros edifícios modernistas.

Para passear pelas Ramblas e Barceloneta, pegue o 14 (também passa na Plaça Catalunha, onde também passa o 50 que leva até o Teleférico de Montjuic.

Ramblas -Fuente de Canaletes

Para o Templo da Sagrada Família, o melhor é o metrô, cuja a estação de deixa quase dentro do templo.

Poderia falar e ficar em Barcelona muito, muito mais. Aliás, plagiando meu querido Rafael: – Eu moraria em Barcelona!

Mas Madri nos esperava…

Até

12
maio
11

Re-viajando Londres-Barcelona

ESTE BLOG MUDOU DE ENDEREÇO:

http://www.maladerodinhaenecessaire.com

Voltar a Barcelona, acabou sendo uma revelação para mim mesma. Jamais serei uma pessoa básica. Quando me deparei com a passagem de Londres para Barcelona por 6 libras, comprei num impulso, pensando que seria mais do mesmo.

Mas algo acontece no meu coração, quando arrumo a mala, cruzo o security e … entro num avião! (desculpem a paródia). Quando aterrisei na cidade, minha emoção era a mesma, como da primeira vez!   Embora minha memória estivesse fresquinha, mal podia esperar, para passear pela cidade, esse mistura de museu a céu aberto, com recreio de jardim de infância.  Porém, como essa viagem seria mais longa, economizar era a palavra de ordem.  Consegui um hostal (hostal é um albergue/pensão/hotel econômico) numa ótima localizaçãona Ronda Universitá, 5 minutos a pé da Praça da Catalunha, ponto de partida para todos os passeios.

Quarto pequeno, mas privativo, com direito a televisão e uma pia! O único defeito, não é o banheiro ser fora do quarto, é que o banho, só é permitido até 10 horas da noite, o que numa cidade como Barcelona, acaba sendo um compromisso difícil.

Mesmo querendo mostrar tudinho a Carol, que estava lá pela primeira vez, nos permitimos, na primeira noite, andar, andar e andar…  Port Vell, Bairri Gotic, Ramblas, Catedral da Cidade, toda essa parte de baixo do mapa.

Ponte neogótica –  liga a Casa dos Cónegos e o Palau de la Generalitat,  Career del Bisbe.

E ainda reencontrei a Tartaruga gay que eu queria comprar quando fui pela primeira vez!

Com exceção do Bairri Gotic (onde é uma delícia se perder), a cidade foi toda planejada. Para quem vai pela primeira vez, vale muito a pena pegar o Bus Turistic. O quê estava planejado para o dia seguinte.

Mas Barcelona, amanheceu debaixo de uma chuva tenebrosa, dessas que chove de lado, pra cima. E se há uma cidade que não combina com chuva, é Barcelona!

O céu nublado, descoloria muitas das paisagens.

Mesmo assim, laranjas amarelinhas, teimavam em colorir o cinza.

Mas pelo menos uma coisa, conseguimos aproveitar, e foi aí que meu coração bateu forte, mais forte que a chuva.

Reecontrar, rever la Sagrada Família, me fez entender que eu jamais serei blasé. Me deslumbro mesmo! Ficamos eu e Carol, debaixo da chuva, com os pés encharcados, olhando…  olhando aquele castelo de areia, inacabado.    E eu sabia, que ao entrar ia vê-la pronta por dentro! E como é bom entender que viajar é uma coisa viva.  A gente nunca volta para uma cidade, porquê a cidade é um organismo vivo e sempre tem uma nova emoção, uma cor diferente. E até a chuva, mostrava para mim, uma nova Barcelona.

07
maio
11

Rio, o desafio

Vista do Kotobuki – Botafogo Praia Shoping

Essa semana meio sem querer, fiz um detox. De computador, internet, Google Reader, etc. Às vezes é tão bom! O problema é que hoje me vi completamente atrasada com as leituras! Tanta coisa para resolver e depois de muito banco, contas pagas, fui visitar minha prima querida ( mais que querida, minha prima é necessária!) que está de volta ao Rio de Janeiro. E preciso me render. O dia estava lindo! O Rio estava lindo! e almoçar com uma vista dessas, (no ar condicionado), é um privilégio. Minha prima me lançou um desafio, ser turista no Rio de Janeiro.

Vista da varanda da minha prima.

Por turista, entenda-se pesquisar e traçar roteiros, como eu faço em todas as cidades que vou conhecer, só que em slow travel, já que não preciso viajar.    E vou olhar para esta cidade com o mesmo encantamento que tenho nas cidades que visito.  Então, já começo a pesquisar…

Mas prometo responder aos leitores, todas as perguntas que ficaram nos comentários , e lógico, começar a postar sobre a viagem .

Então até!




Enter your email address to subscribe to this blog and receive notifications of new posts by email.

Junte-se a 9 outros seguidores

maio 2011
S T Q Q S S D
« abr   jun »
 1
2345678
9101112131415
16171819202122
23242526272829
3031  

Digite seu endereço de email para acompanhar esse blog e receber notificações de novos posts por email.

Junte-se a 9 outros seguidores

viagens
free counters

Atualizações Twitter

Anúncios

%d blogueiros gostam disto: