Arquivo para agosto \30\UTC 2011

30
ago
11

Enquanto isso…

ESTE BLOG MUDOU DE ENDEREÇO:

http://www.maladerodinhaenecessaire.com

Enquanto preparo e separo fotos para o post final sobre Roma….(será?),  deixo um link de presente.

http://pblower-vistadelvila.blogspot.com/

Já falei sobre ela: Patricia Blower.  E aguardem! Ainda vou falar mais.  Mas antes de contar sobre essa pessoa especial, quero que conheçam seu blog.  Aí sim, vão entender quando eu falar sobre ela.

Depois desse texto  ( do link) , é passear por todos os pots, (poemas disfarçados de posts). É ler e se emocionar… Às vezes, ou quase sempre, a gente precisa  de um presente para a alma. Neste blog, há vários!

Até!!!

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23
ago
11

As praças de Roma

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Piazza di Spagna    Fontana della Barcaccia   Scalinata di Spagna   Trinitá dei Monti

É praça, monumento, igreja, fonte, e  ponto de encontro de romanos e turistas.  A Piazza di Spagna é tudo junto ao mesmo tempo. A praça leva esse nome por ter sido endereço da embaixada da Espanha, e a escadaria que leva à Igreja Trinitá dei Monti, a Scalinata di Spagna, é ponto de visita obrigatório.

A fonte de água doce,  linda, linda, é chamada de La Barcaccia, de Pietro Bernini (presente em toda a Roma), e dizem que inspiração veio de um barco que ficou na praça, durante uma inundação do Rio Tevere em 1598.

Subindo a escadaria, chega-se à Chiezza di Trinitá del Monti e praça me lembrou a Place de Terte em Montmartre, Paris.

Depois de recuperar o fôlego, é olhar em volta e se deslumbrar, principalmente se o sol estiver se despedindo.

Essa luz é simplesmente mágica. E dees ponto de observação, o cair da tarde foi um escândalo.

Já na Piazza dei Popolo, encontramos um carnaval.

Essa praça é linda! Na entrada da praça, estão duas igrejas iguaisinhas :

S. Maria di Montesanto e S. Maria dei Miracoli (fonte : Panoramio)

Só para se localizar:  A praça ramifica-se em três estradas (o Tridente) que penetram na cidade: a Via del Babuino, à esquerda, levará o viajante à Piazza di Spagna (Praça de Espanha); à direita a Via de Ripetta que se comunica com a Piazza Navona e o Panteão de Roma. No centro começa a rua mais cara da cidade de Roma: Via del Corso, com numerosas lojas.

A Piazza del Popolo é desses lugares que a gente não sabe para onde olhar. Além das duas igrejas gêmeas construídas no Séc XVII, Bernini e Fontana entraram em ação. Dois meio círculos contornam a praça, no centro há o Obelisco Flaminio (vindo do Egito), guardado por leões.

E no norte está a Porta del Popolo, projetada por Michelangelo em 1561, sendo a fachada que se vê da praça, projetada por Bernini. Arrematando tanta história, está a Chiesa de Santa Maria del Popolo

Piazza del Popolo

Já a Piazza Navona tem  nada menos que tres fontes.  Adivinha quem realizou a fonte do centro, e a mais fomosa? Bernini, né?

Piazza Navona

As quatro estátuas que estão em volta do obelisco, simbolizam os grandes rios Ganges, Nilo, Danúbio e Prata.

Nossa embaixada não fica nada mal localizada.

A Fontana del Moro e a Fontana del Netuno, ficam em lados opostos.

Indo bem para o sul, (aí é bom pegar um busum!), está a Piazza dela Bocca de la Veritá.  A praça em si, não tem nada demais. O que todo turista quer ver mesmo é a tal Bocca… que nada mais é do que uma imgagem esculpida em mármore que fica no pórtico da Igreja de Santa Maria in Cosmedin. Uma lenda, tornou esta escultura, um ícone da Idade Média e um must see de Roma. Acreditava-se que a boca se fecharia, “comendo a mão” de quem tivesse dito uma mentira. Pura lenda, já que, todo turista que visita Roma, enfrenta fila, taca a mão lá dentro, faz pose, sapeca uma foto, e sai com a mão inteirinha! Eu, claro, não fiz por menos.

O interior da igreja é bem bucólico.

Igreja de Santa Maria in Camesdin

A Piazza San Pietro, que é a praça onde está a Basilica de San Pietro

Não dá para esquecer a Piazza del Campigdoglio.

A praça é rodeada por palácios renascentistas. No fundo o Palácio do Senado, do lado esquerdo o Palacio dos Consevafores e do direito o Palácio Novo dos Senadores. Cordonata, a escadaria e no alto Castor e Pólux, duas grandes estátuas.

E ainda tem a Piazza Venezia, aquela que falei no primeiro post sobre Roma, que é ponto de partida e de referência.

E pertinho da estação Termini, a Piazza de la República

No próximo post, tem mais um pouquinho de Roma.

Até!

11
ago
11

Londres

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Desde sábado passado, venho acompanhando estarrecida,  a violência que tomou conta de Londres e acabou se espalhando para outras cidades do Reino Unido.  Quem acompanha o blog, sabe que meu filho mora, estuda e trabalha em Londres.  E que vou para Londres todos os anos, uma cidade que eu amo e onde sempre me sinto absolutamente segura.  E feliz. Além disso, sempre achei “graça” dos jornais que, na  falta de notícias, estampavam nas manchetes que um homem tinha sido esfaqueado em brigas de gang, e uma ciclista atropelada no trânsito. Eram essas as noitícias, digamos, mais fortes.

A princípio, um acontecimento isolado, bem ao norte de Londres, cujo pretenso estopim, foi a morte de Marc Duggan, durante uma ação policial.  Mas o que seria um  “protesto”,  tomou um rumo completamente diverso, se desdobrando em vandalismo gratuito, saques e roubos de tênis, roupas, celulares e o ítem que aparentemente, virou ícone dessa violência toda: TVs de plasma de 42″.

Police face rioters in Toxteth

Os vândalos atacaram seus próprios bairros, ateando fogo a carros,  e a grandes e pequenos estabelecimentos comerciais.  Como a polícia de Londres geralmente não porta armas de fogo, e a princípio não compreendeu que não se tratava de protesto ou reinvidicação, e sim, de pura violência, não conseguiu controlar as gangs que se mobilizaram (e se uniram)  mais rápido que os governantes e fizeram da cidade um palco de horror.  Durante a noite de sábado,  esse “movimento” foi se espalhando pelos bairros e quando acordei no domingo de manhã, comecei a panicar, quando ouvi na LBC, que a polícia não estava controlando a situação.  

Map showing areas of riots 8 August

Sem conseguir falar com meu filho, fiquei grudada na internet, acompanhando a progressão, e aterrorizada, fiquei monitorando pelos jornais e pelo Twitter,  o” mapa” das localidades que estavam sendo atacadas enquanto o Primeiro Ministro e o prefeito estavam de férias e a polícia observava, munida apenas de cacetetes e escudos. À noite, víamos vários pontos da cidade estavam em chamas.

Na segunda, a coisa toda tomou uma proporção descomunal. Em plena luz do dia, a BBC mostrava imagens  tomadas de helicóptero,  de dezenas, centenas de pessoas quebrando as vitrines, entrando nas lojas, e como se estivessem fazendo compras, saíam com sacolas e pacotes.  Felizmente, o centro de Londres, onde meu filho trabalha, não estava na lista das localidades atingidas e as notícias do Twitter, eram de que os turistas estavam turistando como sempre, alheios aos acontecimentos. Com exceção de Camden Town (onde há um mercado muito conhecido) , nenhum ponto turístico foi “atingido”.

David Cameron gives state to Commons in response to riots

Hoje, finalmente, ouvi o discurso de David Cameron, sobre a medidas que estão sendo tomadas, a fim de que a segurança volte a reinar no território da Rainha.  A polícia foi autorizada a usar canhões de água e balas de borracha, e 16 mil oficiais estão nas ruas. Além disso, estão identificando, através de imagens das câmeras de segurança, os participantes desse episódio vergonhoso e colocando-os no “devido lugar”. Talvez depois de tudo isso, a cidade, agora cheia de cicatrizes, volte a ser segura, quem sabe ainda mais segura que antes. E fotos da beleza da cidade, sejam as únicas que apareçam quando se falar de Londres.

Primavera chegando em Londres

St James Park

06
ago
11

Retornando…. Roma – os ônibus turísticos

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Câmbio! Restabelecendo contato…

Hoje no Viaje na Viagem li a crônica do Riq Freire sobre a dificuldade dele com deadlines. Prazos que a gente teima em estender, “achando” que temos super poderes de fazer tudo no último instante ou que sempre podemos melhorar o que já está bom.  Esse assunto assombrou  minhas últimas  semanas e me enrolei tanto que nem apareci por aqui, no meu querido blog. Todo dia era a mesma coisa: na hora de sentar para escrever, nada! Mas cá estou eu de volta. Vou tentar recuperar o tempo perdido com posts mais frequentes.

Bom, ainda tem muuuuuita Roma pela frente. Então vamos lá:

110 Open Bus Tour - Castello Sant'Angelo

Trambus Open Roma

Vale a pena pegar um ônibus turístico em Roma?

Como em toda cidade mega turística, os ônibus turísticos (desses que tem dois andares, sendo o andar superior geralmente aberto) rodam às dúzias em Roma. Que eu me lembre, tem o Trambus Open (110 e Archeobus), o Arivederci Roma, o Roma Christiana e por aí vai. A resposta a essa pergunta é sim!       e não.

Piazza de la Republica

Sim, porquê é ótimo para descansar as pernas, ouvir uma descrição e um pouco da história de cada ponto em que o ônibus passa (a gente recebe fones de ouvido, pluga no “radio” do busum e vai ouvindo). Também é ótimo para se localizar, perceber as distâncias entre o que se quer ver, e tirar fotos de um ângulo privilegiado.  Além é lógico, de poder saltar onde quiser, passear e voltar ao ônibus, em qualquer ponto em que há paradas estipuladas.

Em Roma a maioria desse ônibus parte da Piazza del Cinquecento, em frente à Estação  Termini e custam em média 20 euros por 48 horas.

E porquê não?

Como já falei em outro post, não tenho como avaliar como é esta cidade em alta estação. Os relatos são de que é simplesmente apinhada de turistas. Além disso, o trânsito (como em todo grande centro urbano) em horários de pico, é caótico. Portanto, conseguir uma vaga nesses ônibus, a partir das cinco da tarde, deve ficar bem difícil, além de ter que ficar muito tempo esperando um passar no ponto que você está.

E como a cidade é bem servida de transporte público, relativamente barato e fácil de se entender, se o dinheiro estiver curto, não vale tanto a pena assim.

Minha experiência foi mais ou menos assim: pegamos o 11o bem cedo pela manhã, passeamos por vários pontos turísticos

Fórum Romano

E aí, meu  momento “carrapato a serviço do fato” aflorou e saí fotografando (como se eu não fizesse isso o tempo todo!).

Coliseu

A vantagem desses ônibus é exatamente essa. É como se fosse um resumo informativo. Depois você escolhe o que quer ver com mais calma.

Monte Capidoglio (uma das sete colinas de Roma)

E confortavelmente sentadinha no andar superior do 110, cliquei várias cenas…

Gente almoçando tranquilamente, camelôs em ação (em Roma tem aos baldes!),

E a calma do Tevere enquanto a cidade bomba em volta dele…

Artistas de rua descansando…

Piazza di Spagna – Spanish Steps

Piazza di Spagna

E ruinhas do centro histórico

Ai, gente! Roma não é um escândalo?

No próximo post, desculpem-me, mas ainda tem mais Roma, fazer o quê? Não consigo resumir…




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