Arquivo para outubro \29\UTC 2011

29
out
11

De Paris (um dia só!) a Londres

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Foi só um dia em Paris. Ficamos no Absolute Hotel, uma mistura de alberque com hotel (budget). Ficamos num quarto privativo, com banheiro por 35 euros por pessoa por noite, com café da manhã.

Absolute Hotel

Ficamos no quinto andar, sendo que o Hotel tem elevador, coisa rara em Paris. Em junho de 2010 eu, Rafael e Juliana ficamos num outro hotel super simpático em Montparnasse, porém, nosso quarto era no quarto, no quarto andar sem elevador! Só mesmo no final da noite, subir e desmaiar na cama. Mas o que mais curti nesse hotel foi o teto típico de Paris,

sendo que o nosso quarto tinha aquela janelinha protuberante e acordamos num dia azul com essa vista:

République Hotel Absolute

Do lado direito está o Canal St Martin.

Canal St Martin

E Paris, mesmo que seja só por um dia, acaba sendo sempre uma cereja em cima do bolo. Perfeita para terminar um tour como esse.

Primeiro que tudo: bater ponto em Notre Dame!

E uma passeada básica até a Rue de Rivoli. E andar em Paris é sempre lindo.

Hôtel de Ville

Hôtel de Ville (prefeitura de Paris)

E por mais que eu já conheça ainda fico embasbacada com as visões da cidade.

Notre Dame de Paris

Por isso Paris vale a pena, mesmo que seja por algumas horas. Não dispenso nenhuma oportunidade. É sempre revigorante e inspirador.

La Consiergerie

E mesmo tendo ido várias vezes,  consegui me enrolar  mais uma vez. Em Paris eu sempre me enrolo. Perder não é bem a palavra … Fico enrolada mesmo.  Por isso resolvi que nunca, jamais vou viajar sem um smartphone e/ou tablet, que além de ter os mapas à mão, “te encontram” onde você estiver pelo GPS e te mostram além do ponto de ônibus mais próximo, linha e o trajeto que se deve fazer. Para a próxima viagem, baixei todos os aplicativos possíveis! (conto mais nos próximos posts).

Além disso esse pit stop em Paris serviu para adquirir a mais nova companheira de viagem lowcost! Uma malinha super leve e perfeita! Quem estiver por Paris, precisando de uma malinha, vale dar uma passada no Boulevard Sébastopol, no 4, na loja L´Autruche. Tem tudo quanto é mala e o preço é bom.

No dia seguinte, acordamos cedésimo para pegar nosso vôo Easyjet para Londres. Como chegar ao aéroporto Charles de Gaulle??? O ônibus 350 deixa a gente na cara do gol!

O ponto inicial do 350 é na Gare de L`Est .  6,50 por pessoa (três tickets de metrô) et voilà! O trajeto leva mais ou menos uma hora e meia, dependendo do trânsito. Mas não tem baldeação. O ônibus  passa em todos os terminais do CDG.

Gare de L´Est.

E se seu vôo for muito cedo e tiver que chegar ao CDG, antes do amanhecer, há o N143 (ônibus noturno) que faz o mesmo trajeto e é até mais rápido.

E assim… voltamos a Londres…  foi mais uma viagem lowcost ma-ra-vi-lho-sa! E espero que algumas dicas aqui, ajudem a quem está pesquisando e planejando uma viagem para a Europa, que é exatamente o que estou fazendo agora.

Até…!

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22
out
11

… e de Veneza (a Milano Centrale) a Paris… tres cidades num só dia

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Só para dar mais vontade de voltar…. ou de ficar… O dia amanheceu um escândalo.  Acordar em Veneza, assim, de partida, e no caminho para o café da manhã ver uma  paisagem como essa…

Meu coração completamente veneziano, bateu meio descompassado. Mas… nosso destino era Paris! Paris é assim… o filme que deu origem à série. Volto sempre e ponto. Não tem negociação.

Flagrante de uma manhã comum em Veneza. Os barcos de transporte abastecendo o hotel.

Em plena sexta-feira de carnaval, essa manhã em Veneza estava agitadíssima. Me lembrei dos tantos blogs que relatavam hordas de turistas, e uma cidade impraticável nessa época. Nada parecido com meus dias de sonho. E na direção de Sta Lucia, muita gente vindo no sentido contrário, chegando para o fim de semana, que prometia…

E o céu??? Convidando para ficar. E cada pedacinho entre o hotel e estação  era um convite, um cartão postal.

Era como se eu estivesse me despedindo de uma amiga. Veneza  nesse dia, parecia dizer: fica só mais um dia! Olha que dia lindo eu estou fazendo!

Foi difícil! Esse azul, que é mais alucinante ainda, refletido intensamente numa cidade como Veneza, me fez pensar por alguns segundos em… ficar! Mas acabei “fondo”! E a mesma visão que me deu as boas vindas naquela manhã, dizia até (….).

Nosso trem, dessa vez beeeeem mais legal que o da noite do terror, nos esperava.

Para quem como eu procurou insanamente imagens dessa trip, de como é o interior de um trem na Europa, aqui vão algumas fotos desse trem ( por que cada um com seu cada qual, nem todos são assim!):

No detalhe: a altura para subir no trem! É por isso que uma bagagem “mais meiga” é sempre o mais recomendável. Não tem moleza, nem carregador, nem ninguém para ajudar.  É você, e sua (s) mala (s), degraus acima.

Pensa bem. O que é mais fácil de subir? 10 ou 32 kilos?

Uma vez dentro do trem, há normalmente duas possibilidades: colocar a mala no bagageiro acima dos acentos, ou em um bagageiro dentro dos vagões, mas talvez, longe do seu acento, dependendo  do trajeto.

E não tem tanto espaço assim. Se chegar depois de todo mundo, já era.

De Veneza  a Milão é um pulo. Tipo se acomodou – chegou. E chegar a Milano Centrale vele muito a pena. A estação é linda! É um perfeito pit stop. Esse trajeto Veneza – Paris, ficou muito mais “degustável” parando em Milão.

Milano Centrale

Tanto do ponto de vista $$$ como do ponto de vista de conforto. Ok, eu sei que há a romântica opção do trem noturno “couchette” da Artesia, numa linda e deliciosa cabine, tipo fim de tarde em Veneza e amanhecer em Paris e vice-versa. Mas trem noturno, eu ainda vou demorar a encarar. Neste post tem toda a estória.  Mas voltando a Milano Centrale:

É perfeita para um intervalo entre viagens.  Restaurantes, farmácias, griffes, livrarias. De Milão pegamos um trem rápido (TGV) da SNFC, para Paris.

TGV trem expresso Françã

E desta vez, o trem era beeeeem mais confortável. Poltronas individuais, carro-restaurante (mais para lanchonete).

Interior TGV Trem rápido França

Seis horas de viagem… Passando pelos Pireneus, e cidades cobertas de neve,e rápidas paradas.

E chegamos pontualmente na Gare de L´Est. De lá, pegamos o metrô (a estação de metrô fica na própria Gare), comprando os tickets nas máquinas de auto-atendimento, e fomos para o Absolute Hotel, na République. Em Paris, seria essa noite, um único dia e mais uma noite, para voltar à Londres, terminando o tour 2011 pela Europa.

Conto mais no próximo post. Té lá!

21
out
11

Veneza… encantada.

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Último dia, já com saudades desse tempo fora do tempo, fomos a Murano e a outra ilha mais  modernosa, Lido.

Chuva torrencial… Vento gelado + vaporetto = totalmente mareadas.  E Murano?  Sinceramente? A não ser que você pretenda comprar os famosos vidros e cristais, não é imperdível.

Murano é uma  ilha que fica a 1 Km de Veneza, para onde todos os vidreiros e  cristaleiros  tiveram que se mudar, lá pelos idos de 1291, por causa do risco de incêndio, pois todas as casas em Veneza eram de madeira.

Na porta da Vetreria forma-se uma fila para assitir a uma “apresentação” rápida e bem turística. A gente entra na sala de demonnstração, senta numa espécie de arquibancada de madeira, e um rapaz um tanto estrábico,  explica num inglês macarrônico,  as etapas da fabricação do vidro.

Dura no máximo uns 10 minutos.

Pegamos o vaporetto de volta, e navegando nesse dia cinzento, a visão era quase de uma cidade desabitada.  E cada detalhe das construções me fazia lembrar que estava num lugar único e cheio de história. Fiquei imaginando como as pessoas viviam aqui há muitos séculos atrás.

Momentos muito particulares, desses que a gente constrói um enredo, vendo o “cenário” diante dos olhos. Um cenário real, vivo!

Agora me diz, como alguém vive, assim…   com a porta da frente dando para a água? Com uma varandinha quase dentro d´água?

Não existe nada parecido. Essa mania de dizer que Amsterdam é a Veneza do norte, ou que Brugge é a Veneza da Bélgica, sinceramente não faz sentido. Em comum só o fato de serem cortadas por canais, mas as características em comum param por aí. Veneza é única!

E as cores? Esse tom de ocre avermelhado, só em Veneza!  E as janelas? As famosas venezianas, estavam ali, desfilando na minha frente, numa tarde chuvosa e fria. E eu totalmente feliz só em poder comtemplar. I-nes-que-cí-vel!

Não existe outro lugar assim. Se alguém conhecer, por favor me conte.

 

E a porta do quintal dá para onde? A deduzir pela marca da água, o próprio quintal é no canal. E cada ponte tem um charme, e um ou vários cadeados, desses que os apaixonados trancam e jogam a chave nas águas.

Se eu moraria em Veneza???   Não. Justamente para não estragar o constante deslumbrar que é visitar essa cidade. É um conto de fadas, e como conto de fadas é bom que permaneça encantada, para que eu me deslumbre todas as vezes que voltar. E quando nossa última  noite caiu pesada, decidi: voltarei a Veneza.

Mas… era hora de arrumar as malinhas. Na manhã seguinte, iríamos encarar mais dois percursos de trem.  Conto no próximo post. Até!

16
out
11

Veneza Eu amo!

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Veneza é realmente uma cidade improvável. As construções brotam das águas.  Algumas parecem literalmente emergir.

E durante a  aqua-alta, a cidade e os transeuntes, imergem mesmo. A aqua alta é um fenômeno natural e frequente em Veneza.  As águas literalmente invadem a cidade o local mais atingido é a Piazza San Marco, justamente por ser a parte mais baixa da cidade.

  Em 2008, enquanto eu planejava a viagem do fim de ano, Veneza estava assim, como na foto ao lado.

E não só a Piazza fica inundada. É só digitar “aqua alta” no YouTube euma infinidade de vídeos mostrando o perrengue de moraradores e turistas durante as enchentes .

Há inclusive um que mostra um cara esquiando na praça. A prefeitura tem esquema e ergue passagens elevadas para que as pessoas possam se locomover. Isso sem falar nos hotéis que distribuem botas de borracha que vão até acima do joelho para seus hóspedes, o que definitivamente está fora da minha zona de conforto numa viagem, principalmente durante o inverno.

Confesso que um medinho invadiu meu ser quando no terceiro dia, chegamos à Piazza e uma “aquinha alta” começava a surgir bem em frente à Basílica.

E para minha surpresa, a água brota de pequenos orifícios no chão.

aqua alta veneza

Mas ficou por isso mesmo. Entramos na Basílica, já com a água empapando os tapetes.

e nesse dia andamos como loucas, em meio a rajadas de vento e chuviscos, que deixaram a cidade ainda mais bucólica.

E  no terceiro dia a gente já sente “totalmente local”, anda com calma. Absorve mais cada segundo.

E se entrega a momentos quase infantis, com nessa foto, lutando contra o vento …

E como eu disse, em Veneza,  ou você está na muvuca, ou dá de cara com lugares e momentos que parecem saídos de filme, completamente vasios.

E as pontes que se multiplicam pela cidade ficam ainda mais poéticas.

Em alguns instantes é puro silêncio e o barulho das águas.

Nas praças ou nas mínimas vielas, éramos só nós. E aquela sensação totalmente mágica de estar num tempo diferente.

Num lugar para lá de diferente.

E daí para o burburinho é um pulo. A região de Rialto é um ninho de gente andando, fotografando, comendo e comprando.

Andamos tanto que conseguimos literalmente nos perder em Veneza. Ao cair da noite, nos vimos, digamos na zona portuária.

Conseguimos virar numa ruela, e voilà; vida inteligente de novo! Uma oficina de máscaras!

E de novo em Rialto…

Eu tive certeza: amo Veneza!

Até!

02
out
11

Um Carnaval em Veneza

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Esta pessoa que vos fala é completamente apaixonada por artes, história, fotografia. E há alguns anos atrás eu era fâ da Revista Ventura, onde eu encontrava um pouco, quase sempre muito, de tudo isso. Mas essa aí da foto, sempre foi uma espécie de tesouro (hoje a revista é vendida em sebos virtuais).  Uma foto-reportagem com as másacaras de Veneza, um lugar que ficou durante anos no meu caderninho de desejos. Quando comecei a viajar, sempre tentei encaixar Veneza, mas sempre tinha um senão. Uma hora era a Aqua alta, quando a cidade é praticamente inundada, outra hora, falta de $$$, pois Veneza é cara mesmo.

E enquanto pesquisava, li em vários blogs e reportagens, que Veneza no Carnaval era impraticável. Lotada e fedorenta. Este post é para quem como eu sonha com um Carnaval em Veneza. Pois vá e ouse! Como eu, você pode viver  momentos desses completamente mágicos e inesquecíveis. Chegar a Veneza, pela primeira vez, e ainda por cima no Carnaval, supera a mais louca das expectativas.  Das cores mais vivas das fantasias ao tom inexplicável das construções banhadas por uma luz indescritível e seu reflexo nas águas, Veneza é mesmo UM DESBUNDE! 

Carnaval de Veneza surge a partir da tradição do século XVIII onde a nobreza se disfarçava para sair e misturar-se com o povo. Desde então as máscaras são o elemento mais importante deste carnaval. Há no entanto registros de folguedos carnavalescos de 1268.

A festa carnavalesca de Veneza tem duração de 10 dias. Durante as noites realizam-se bailes em salões e as companhias conhecidas comocompagnie della calza realizam desfiles pela cidade. Entre as mais conhecidas estão Os Antigos e Os Ardentes.

 Os trajes que se usam são característicos do século XVIII, e são comuns as maschera nobile, ou seja, máscaras nobre, caretas brancas com roupa de seda negra e chapéu de três pontas. Desde 1979 foram sendo somadas outras cores aos trajes, embora as máscaras continuem a ser brancas, prateadas e douradas.

É simplesmente surreal. A cidade é um conto de fadas. E durante o carnaval, a gente tropeça em personagens que literalmente saíram dos séculos passados,  e que passeiam ao seu lado, pelas pontes, vielas  e praças, a qualquer hora do dia. É deslumbrante. E para quem sonhou ” um dia eu vou à Veneza… “, esse dia era hoje! Agooooora!

Essa foto foi tirada às 8:54 da manhã de uma terça-feira, com uma sensação térmica, devido ao vento, de uns 2 graus. E eu feito uma menininha, fiquei nervosa quando “ela” estendeu a mão para mim. De mãos dadas com um mascarado ou uma? Caramba! Eu estava em VENEZA!!!

Ok. Eu me empolgo fácil. Sou “emotivada” por natureza. Mas é mesmo muita emoção.

E se a gente quiser entrar na brincadeira, é só escolher uma ou várias das trizilhões de máscaras à venda nas barracas ou nas lojas. Algumas feitas com todo o cuidado por artesãos locais. Outras made in China.

Sinceridade? Acho que há mais máscaras para escolher do que gente para comprá-las. É muita variedade, cada uma mais linda que a outra.

Mas há a opção de ser habilmente maquiado por essas artistas, que montam mesinhas com toda a espécie de make, brilhos, lantejoulas, plumas e paetês.

A cidade é inteiramente tomada por uma espécie de sonho coletivo. Mas pelo menos nos dias em que eu estive por lá, não vi nada do que tinha lido, desabonando a cidade.

Ao contrário. Parecia tudo calmo e como num filme, surgiam aqui e ali, senhoras com chapéus e leques com plumas, cavalheiros com capas, chapéus e perucas empoadas…

Ou… o Rei Sol (Le Roi Solei).

Já à tarde, grupos se dirigem aos Bailes de Máscaras, que acontecem em lindos salões de hotéis com quintilhões de estrelas, e que provavelmente custam zinzilhões de euros para entrar.

Mas o grande trunfo de Veneza, é não precisar pagar absolutamente nada, para vê-los desfilar. Estão por toda a parte, cada qual mais orgulhoso de sua fantasia cuidadosamente preparada, e ansioso por ser admirado e fotografado.

É só ver um bolinho de gente que lá estará um mascarado sendo clicado por todos os ângulos.

São tantos detalhes e adereços… E para quem está pensando em comparar com as nossas conhecidas fantasias de escola de samba, sim, algumas lembram muito aqueles velhos concursos de fantasia “categoria luxo” dos nossos carnavais. Mas é claro que ninguém fica se sacudindo e pulando miudinho. Andam e desfilam, com “pompa e circunstância”.

O senhor à direita, está com a fantasia mais tradicional, que lembra o nobre veneziano que se misturava ao povo. Mas é  gente de todas as idades. Solitários. Casais. Famílias e grupos, todos vivendo a mesma ilusão.

As máscaras são fabricadas com uma mistura de gesso e pasta de papel, a chamada “cartapesta” . Algumas ainda levam um banho de metal e a criatividade para diferenciá-las não tem limites.

É uma folia, digamos, mais contemplativa do que agitada. E repito, pelo menos durante a semana, a cidade estava num clima de festa, mas sem nenhum tumulto ou aglomeração que me causasse algum tipo de arrependimento de estar ali durante o carnaval.

Muito pelo contrário. Uma alegria quase infantil tomou conta de todos os dias que passei por lá. É uma festa para o olhar.

Mas há também maneiras, digamos, mais acessíveis de participar. Uma túnica preta e uma máscara “menos rica”, um  adereço e voilà!

Nesse tipo de fantasia, a pessoa fica totalmente indecifrável. Não se sabe se é homem ou mulher. E como originalmente era o objetivo, se é rico ou pobre.

Chegou em Veneza, quer participar da brincadeira e não tem fantasia nem máscara? O difícil vai ser se decidir!

Nas praças e ruas há um número incalculável de ambualntes, barracas  e lojas que oferecem um sem fim de opções, desde capas a fantasias completas.

Essa máscara branca com um bico e a outra com uma protuberância abaixo do nariz, ( aqui no canto direito da foto ), chamadas ‘bauta” que junto com um chapéu de três pontas, o tricorne, um casaco comprido e uma capa preta, a tabarra, formam a mais tracidional fantasia dos Carnavais de Veneza.

Mas o colorido e a delicadeza fazem a diferença. O mais engraçado é que se por acaso a gente passa por um mascarado e não dá bola, eles meio que se insinuam e aí são vários clicks para satisfazer o ego do mascarado.

E de noite, em plena Piazza San Marco, não resistimos e entramos na brincadeira, assim, só com a máscara, como a maioria dos turistas fazem. Passeiam lindamente pela cidade, vestidos de turistas, mas usando máscara.  Não dá para resistir.

Passagem para Venza: $$ com xxxcard.  Pagar um mico em Veneza : Não tem preço!

Tem mais Veneza e Carnaval nos próximos posts… Até!




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