Archive for the 'CATEDRAIS' Category

08
mar
12

Viagem à Itália, compartilhando os detalhes (parte 1)

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Foi mesmo um périplo!!! Chegar de viagem é sempre um momento em que as emoções se misturam. Cansaço, saudade, e uma espécie de gratidão por ter dado tudo certo! É nessa hora, que a viagem “cresce” dentro de você, e que tudo o que você viu, sentiu, aprendeu, se torna parte de você, para sempre!

É aquela hora em que a gente processa todas as informações, os momentos mais marcantes, e as fotos que foram capturadas pela emoção. Memórias indeléveis que nenhuma imagem consegue mostrar.

 Gatwick Airport

Tudo começou porque eu queria ir a Padova. Então comecei a montar a aventura, que desta vez, eu faria (e fiz), sozinha. Primeiro, como chegar a Padova? Aeroportos mais próximos: Verona e Veneza. E no meio do planejamento, um presente da Ryanair! Recebo por email as promoções da cia low cost: Pisa – Londres estava na lista! £ 10.99!!!  Mais barato que uma compricha de super mercado. Pronto! minha tarefa agora, seria rechear esse percurso.

E na Itália, dificil é escolher como será o “recheio” entre a chegada e a partida. Resolvi chegar por Veneza, já conhecida, e um reencontro do qual eu não vou me cansar nunca, mesmo que seja por poucas horas.

Vôo Easyjet London Gatwick – Venice Marco Polo £36,89 Check!

E para chegar a Gatwick às 6 da manhã, saindo de Central London? Easybus!  É um transfer lowcost, seguro, pontual e confortável, e não precisa estar viajando de Easyjet. Só para se ter uma idéia, uma corrida de táxi até lá está por volta de 69 libras!

Easybus Central London – Gatwick  £ 5.99 Check!

Chegando  em Veneza – Marco Polo, é só comprar o ticket  (no próprio aeroporto à esquerda de quem sai da imigração) do ônibus ATVO ( o ponto é bem em frente à saida) também seguro, pontual e confortável e chegar à Piazzale Roma, atravessando a Ponte de la Libertá.A Piazzale Roma é o único ponto de Veneza (ilha) onde há ônibus e carros

Uma vez em Veneza, um percurso de trem para Padova, que dura menos de uma hora. Não dá nem tempo de se ajeitar no assento.

No site da Trenitália, que agora está muito  mais friendly, comecei a pesquisar os horários e preços. É super fácil de se registrar no site, e depois é so ir passeando… Coloque os nomes da cidades de onde vai partir e vai chegar, a partir de que horas, e na página que se abre, é só escolher seu trem. Mais uma agradável surpresa, passagens em promoção, com a tarifa mini, comprando com antecedência. Escolhendo a opção ticketless, é só imprimir o email, e mostrar ao controlador já no trem durante a viagem, quando ele vem checar os bilhetes dos passageiros. Simples assim!

Daí veio uma dúvida cruel! Dormir em Padova ou ir à noite para Florença, e na manhã seguinte já acordar por lá?

Mega ansiosa, optei pela maratona, é claro!

Train: ES Italia AV 9455; date: 29/02/2012
Departure: Padova (Ore: 19.57);  Arrival: Firenze S. M. Novella (Ore: 21.35)
Carriage: 7;  Place: 31  (Mandatory reservation) ;  Class: 2a;
Fare:  Mini1 Adulti;

Trem Padova – Firenze 9 euros – Check!!

Tudo no mesmo dia, e acreditem, foi super tranquilo. Cansativo, mas tranquilo. Dessa vez, só peguei “trem do bem”! A aquela impressão horrorosa do trem do terror da primeira vez que fui de Roma a Veneza se dissipou totalmente. Mas por via das dúvidas, trem noturno, prefiro não arriscar…

Cheguei à Estação de Firenze Sta Maria Novella,  às 21:35 em ponto! E acompanhada do Google Maps no celular, cheguei sem problemas ao meu albergo, bem pertinho da estação. Quanto tempo em Florença?

Bom, Firenze é algo assim… eu ainda não encontrei adjetivo, mesmo!

Foram 6 dias e ainda acho que foi pouco, porque  Florença (ou Pisa), é uma excelente cidade base para  vários passeios: cidadelas medievais, vinhedos em Chianti, castelos. A Toscana é linda!!!

E foi o que fiz. Ainda em Londres, reservei um passeio, desses de mini-van com chofer e guia, que valeu muito a pena, mesmo que, se comparado com o preço da passagem, seja insanamente caro. Pesquisei vários sites, e esse foi o “momento mais tenso” de toda a montagem da viagem. Decidir quais passeios eu faria, e com que compahias.

Passeios para Siena, San Giamigniano e a região de Chianti – 57 euros  Caf Tour – Check!

Para finalmente chegar ao ponto da volta, ou seja a Pisa, de onde sai o Voo Ryanair Pisa – London Stanstead, foi mais fácil (muito mais!!!) que cruzar a Ponte Rio Niterói. Um ônibus confotável da Terravision, sai a cada meia hora da estação de Sta Maria Novella para o aeroporto de Pisa. A viagem dura 70 minutos cravados.

Transfer Firenze SMN Pisa – Galileu Galilei 4,99 euros Check!

Porém eu não iria embarcar na mesma hora, fiquei uma noite por lá. Pisa é uma gracinha e não foi invadida por turistas, pois o complexo de monumentos (Torre de Pisa, Duomo, Batistério e Camposanto) fica afastado do centro da cidade. Para ir do aeroporto de Pisa até o centro, é quase um susto! O aeroporto fica a um, isso mesmo, um kilômetro do centro da cidade e lócigo que tem um ônibus (LAM Rossa) que faz essa ligação. Tickets? Facil! qualquer tabacchi (onde tem cigarro, jornal, refrigerante),

Menos de cinco minutos e pimba! Estava em Pisa Centrale, a 50 metros do Hotel Roseto, onde consegui descansar um pouquinho, antes de voltar a Londres.

Uma semana intensa, mas sem nenhum stress, pois estava tudo azeitadinho, e tudo funciona do jetio que é descrito nos sites.

Vôo Pisa Londres – Stanstead £ 10.99 Check!

Easybus Stanstead Central London  £ 6.99 Check!

Toda a viagem, da saida da minha casa até a volta, foi pesquisado e resolvido  pela internet. Sabia por exemplo,onde comprar o chip da Tim em Veneza (para ter acesso a Internet no celular), quais estações de trem tinham guarda-volumes, qual a distância/tempo da estação até meu destino, que ônibus pegar, quanto custava o ticket, onde pedir informações nas estações, etc

Próximos posts… mais Itália, prego!

04
jun
11

Re-viajando Madrid – Milão

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RYANAIR W8BB3F

Desde Madrid (MAD) a Milán (Bergamo) (BGY) Tue, 22Feb11 Vuelo FR5995 Salida MAD a 18:45 y llegada BGY a 21:00

DETALLES DEL PAGO

********20.00 EUR Tarifa *********0.00 EUR Impuestos/Tasas

Chegamos a Barajas, umas duas horas antes de nosso vôo.  Milão entrou em nosso roteiro, apesar de sempre ter povoado minhas wish lists, assim meio por acaso.  Por acaso e por promoção, hehehe! Vinte euros, pela Ryanair e poderíamos conhecer o Duomo de Milão. Chegamos  pelo aeroporto de Orio al Serio, em Bergamo, às nove e pouco da noite.  E pegamos o shuttle para Milano Centrale, a estação central de trem em Milão.  Esses ônibus que fazem o transporte entre os aeroportos e o centro da cidade, estão quase sempre “lincados” com os horários dos vôos.  Por sete euros, (pode-se comprar on line, clicando aqui), a gente faz uma viagem segura, econômica e confortável.  Milano Centrale é uma estação de trem enorme, (melhor que a maioria de nossos aeroportos tupiniquins) de onde partem trens nacionais e  para vários países (Artésia, SNFC, etc.) e lógico (para padrões europeus)  há também uma estação de metrô.

Fonte:Wilkipédia

Mas… eram quase onze horas da noite, e nós lá, numa cidade nunca d´antes visitada, num país nunca  d´antes visto.  E no inverno,  a essa hora da noite, quase sem ninguém na rua e na estação.  Muita calma nessa hora! Lá fomos nós… seguindo as instruções enviadas pelo hotel, fomos achar o metrô.

From Milan´s Orio al Serio Airport (Bergamo), take the Shuttle bus to

the Central Railway Station. From there take the underground, green line (MM2), direction Cascina       Gobba/Gessate/Cologno, and get      off to Loreto (2 stops). Then walk along Via Porpora (about 500 meters) and after 2 traffic lights    there is Via Catalani and our     Hotel  is on the left.

Fonte: Viagens Lacoste

Para efeito de localização, nosso hotel fica na Città Studi.  Ficamos meio em dúvida se o metrô ainda estava funcionando. Conseguimos comprar os bilhetes, nas máquinas (benditas máquinas de auto-atendimento). Nesse momento eu me perguntava…  De onde vinha a nossa singela coragem? Quase meia noite, em pleno inverno, uma cidade estranha, idioma idem, e nós, duas moçoilas viajantes,  cheias de atitude, encarando o metrô e mais 500 metros a pé.  Nós e nossas malinhas. E não é que chegamos !? Sem nenhum percalço. Perguntei em inglês  a uma moça, se estávamos na Via Pórpora (eu sou perguntadeira mesmo), logo depois de sair do metrô na estação Loretto, e  a moça nos mostrou a direção. Andamos os dois enormes quarteirões e …. chegamos ao Hotel Catalani, minutos antes da meia-noite.  Hotel mesmo! Meio antigo, mas perfeito para o bônus que Milão seria em nosso roteiro.  Depois de um banho super delicioso, desses que o chuveiro faz massagem, dormimos mointo! Descansar era necessário, pois teríamos só um dia para conhecer Milano.

De manhã, eu estava em festa! Acordar numa cidade nova é pura serotonina para mim! Depois de um café inesquecível no Mac Donalds, o Duomo di Milano  me esperava! Pegamos novamente o metrô. O bilhete único, custa só 1 euro, mas se quiser andar de metrô o dia inteiro, o “day ticket” custa só 3 euros. Uma bagatela! O metrô é facílimo de usar. E lá fomos nós rumo a estatção Duomo!

Heloou!, uma catedral que começou a ser construída em  1386 e só foi concluída em 1809, e é a segunda maior catedral da Europa!!!    Em estilo gótico tardio, com marmore de Gandoglia, e é enorme e  linda! Para quem gosta de história,  é um acontecimento. São 136 pináculos, e talvez sejam essas “agulhas” que dão a ela esse “uau” quando a gente se vê em frente a essa construção. De longe, parece enfeitada por uma espécie de renda.  A foto é repetida aqui no blog, mas sair lá dos subterrâneos de uma estação de metrô e tcharam, dar de cara com “ela”, é muita emoção! Catedrais para mim, são o máximo da arquitetura, não só por serem enormes templos do catolicismo, nem por ostentarem enormes alturas, arcobutantes, nem por tentarem tocar o céu, mas porque foram construídas durante séculos! Imagina começar uma construção, sabendo que não vai ver a conclusão da obra. Que séculos se passarão até que a obra fique finalmente pronta? Colocar pedra sobre pedra, sabendo que nem seus filhos, nem os filhos de seus filhos, vão ver a Catedral totalmente acaba.  Imagine se hoje em dia alguém consegue pensar numa construção que levará 600 anos para ficar pronta?!

E lá de baixo, eu vislumbrei o Duomo.  Nada como ver com os próprios olhos. Não há foto, descrição nos livros, que chegue perto, do que é VER!  E foi mesmo um impacto!!! Talvez com essa foto eu consiga traduzir… Enquanto eu subia as escadas, ela ia se tornando real, ia crescendo diante dos meus olhos.  E ai é fiicamos embasbacadas…

Não é simplesmente linda? Impactante?!!  Eu fiquei lá… fotografando, tentando eternizar aquele momento.  Talvez seja o fato da construção não ficar espremida, nem oprimida por outras. O Duomo, tem espaço para ser admirado. Parece meio extra terrestre. O Duomo é a estrela da cidade. Não há concorrência com outras construções (c0m0 em Praga, por exemplo). A Catedral de Milão, domina o centro da cidade.

É hipnotizante.  Toda ela parece ter sido (e foi) cuidadosamente enfeitada. A fachada é toda esculpida em relêvo.

Impressionante de qualquer ângulo.

EM 1805, ainda estava inacabada e por ordem direta de Napoleão, que havia invadido a Itália, a fachada principal e os pináculos foram terminados, misturando os estilos neo-gótico e neo-barroco.

Os portões? Pura obra de arte. Esculpidos e baixo e alto relêvo, são enormes peças de bronze.

Para entrar no Duomo, não precisa pagar. É só entrar na fila, mostar sua bolsa (ou mochila), para os guardas, entrar e se maravilhar.

No interior, dá para sentir aquele clima medieval… quase uma viagem no tempo.

Depois de me recuperar de tanta emoção, saímos e fomos explorar o entorno, a  Piaza del Duomo, que é sem dúvida o ponto central e cartão postal de Milão. Mas atenção! Nesta praça, é claro que tem um monte de gente querendo ganhar algum troco com os turistas embasbacados. Há um sem número de “golpistas” querendo te dar uma pulseirinha, oferecendo uma flor, milho para dar ao pombos (eca!) ou qualquer outra  tranqueira. Já estamos escoladas depois do susto de Madri, que contei neste post. Não deixe que se aproximem de você. Um simples aceno dizendo não, já resolve. E sempre, em qualquer situação, bolsa a tiracolo e virada para a frente!

Voltando a essa praça, é realmente o principal ponto turístico de Milão. Isso para quem não é fashionista. Para quem ama griffe e moda, a Galeria Vittorio Emanuelle é o verdadeiro templo, e o Quadrilatero de la Moda, o destino da peregrinação.  Para nossa surpresa (juro! eu não tinha a menor idéia!) estávamos alí, no exato momento da abertura da Milano Fashion Week! Um furdunço só!

A Geleria é impressionante. Fica do lado esquerdo do Duomo e nesse dia estava uma festa.

Os desfiles principais estavam acontecendo numa tenda armada em frente à Catedral, e na galeria, durante todo o dia, aconteceriam desfiles alternativos e não menos disputados.

E com um cenário desses…

Acho que só de passar por essa galeria, o cartão de crédito fica nervoso. Mas admirar a beleza da construção não exige um único centavo de euro.

Saindo da galeria, a gente vai dar na Piazza de la Sacalla, onde fica o famoso Teatro Scalla.

Conto mais no  próximo post, ciao!

24
maio
11

Re-viajando Madri

Quem acompanhou o noticário da semana passada, viu o acampamento feito pelos manifestantes na Puerta del Sol, antes das eleições espanholas, o movimento chamado 15 de Maio.

Não é à toa que escolheram esse local. É a praça mais central e cartão postal de Madri. É daqui que se pode decidir para onde ir primeiro.

Decidimos ir para o oeste onde estão a  Catedral de la  Almudena, Palácio Real, Plaz de Oriente, Plaza de Espanha, Basílica de San Francisco el Grande, a Muralha Árabe. A Catedral fica a cerca de 1 kilômetro de Puerta del Sol,   e dá para ir tranquilamente a pé, seguindo pela Calle Mayor. Se decidir ir de Metrô peque a linha 2 na Estação Sol, na direção Quatro Caminos ou o ônibus 50 em direção à Av. Manzanares. Se for a pé, ainda pode passar na pequena Plaza de la Villa, onde está a Casa de Cisneros.

Daí a gente vai andando e vislumbra a Cadedral de la Almudena. É quase um susto!

É a sede ebiscopal de Madri, consagrada pelo Papa João Paulo segundo. Com 73 metros até a cúpula. Parece uma visão.

Nesta região da cidade é difícil decidir para onde olhar. Mais um pouco à frente, em direção ao norte, está o Palácio Real. Uau!

E do outro lado, a Plaza de Oriente.

Aqui tem sempre artistas de rua, alguns impressionantes.

E mais um pouquinho a Plaza de Espanha.

E lá estão Don Quixote e Sancho Pança.

E se tiver fôlego, é subir  a colina e além da vista, ver o Templo de Debod.

Construído no século IV a.C., foi doado pelo Egito em 1968, em agradecimento pela ajuda prestada ao salvamento dos templos de Abu Simbel.

Voltando para o sul, vamos dar na Basílica de San Francisco el Grande e no caminho, a Muralha Árabe.

Basílica San Francisco El Grande.

Daí pegamos o metrô, onde compramos o Bilhete de 10 viagens que pode ser usado por mais de uma pessoa. Fácil, fácil nas máquinas de auto atendimento.

Na Calle de Vergara, andamos até a estação Opera, pegamos a mesma linha 2 (direção Las Rosas) e fomos para o leste, onde estão a Puerta de Alcalá, a Praça de Cibeles, o maravilhoso Parque del Retiro, e os Museus del Prado e Reina Sofia e ainda o Caixa Fórum. Saltamos em frente ao maravilhoso prédio do Banco de Espanha,

e lá estava a Fuente Cibeles, que é mesmo linda.

E a Puerta de Alcalá

Ok, a essa hora, as pernas pediam urgentemente um repouso, e entramos meio sem querer no Parque del Retiro, ou Jardines del Retiro, para um café, eterno amigo do viajante. Mas esse parque é absolutamente lindo e enorme. Foram poucos mintutos de descanso. É muita coisa para ver.

Conto mais no próximo post!

Hasta Luego!

15
maio
11

Re-viajando Barcelona

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O Templo da Sagrada Família não tinha mesmo se esgotado na primeira visita e provavelmente cada vez que for lá, será uma nova emoção, pois ainda está em construção.

Os adaimes e tapumes fazem parte da “paisagem”. Mas quando entramos, vi como tinha valido a pena, ter voltado à Cidade. Ser testemunha da construção de um monumento dessa envergadura, já é para marcar a memória. Imagina voltar alguns mêses depois, e ver,  o quê antes era poeira e barulho, transformado em um altar.

Fiquei imaginando Gaudi, ao “pensar” uma construção que jamais veria totalmente pronta. Só os gênios tem essa abnegação.

E aquela atmosfera de natureza, de floresta, mais impressionante ainda. Que luz!

O frio lá fora, e a chuva grossa, acabaram por nos deixar muito tempo alí, olhando cada detalhe e desfrutando de uma calma quase impossível numa viagem.

No dia seguinte,  os céus se abriram e Barcelona ficou com sua cor “original”.

Fundação Miró

E um passeio até Monjuic, a colina que se ergue a sudoeste da cidade, é a melhor forma de ser ter uma visão total da beleza da cidade. Nesse passeio: Museu Nacional de Arte da Catalunha,  Pavilhão de Barcelona, Caixa Fórum, Fundação Miró, Jardins de Monjuic, Castelo de Montjuic, El Poble Espanyol. Difícil é decidir!

Teleférico de Montjuic

Por 9,30 Euros (ida e volta) esta cabine se eleva a 84,5 metros e percorre 750 metros até o Castelo de Monjuic. Vale cada centímetro!

A partir da estação, a vista da cidade vai se modificando…

La Sagrada Família, à esquerda. À direita a Torre de Agbar.

E o azul do Mediterrâneo se apresenta diante dos olhos.

Lá no alto o Castelo de Monjuic descortina uma visão.

Na volta, a gente mergulha nesse azul, e chega à região de Port Vell

Estátua de Cristóvão Colombo

Região de PortVell

E seguindo toda a vida, chegamos à Vila Olímpica.

A partir daí, nosso tempo no Bus Turistic acabou. Como se locomover nessa cidade? Para quem vai ficar mais de dois dias ou está com dinheiro mais do que contado, Barcelona oferece um excelente transporte público. E há várias opções de bilhetes (tarjetas) dos simples para uma única viagem  (1,45 euro), o T-Dia 5,90 Euros para a Zona 1.

Para chegar ao Parc Guell por exemplo, é muito melhor pegar o 24 (ônibus) na Praça de Catalunha do que saltar do Bus Turistic (este nos deixa perto, mas a gente teria que encarar uma bela subida). O ônibus de te deixa na Carretera de Carmel-Parc Güell, na cara do gol!

Parc Guell

Além da vista deslumbrante deste fim de tarde, visitar o Parc é realmente uma emoção. Carol mal se continha.

Saindo pela entrada principal, é só descer (o que teria que subir) e pegar o mesmo ônibus 24 e voltar. Esse ônibus passa no Passeig de Grácia, uma avenida lindíssima, chiquérrima, onde você vai encontrar nada mais nada menos que a  Casa Batló, Casa Milá, e vários outros edifícios modernistas.

Para passear pelas Ramblas e Barceloneta, pegue o 14 (também passa na Plaça Catalunha, onde também passa o 50 que leva até o Teleférico de Montjuic.

Ramblas -Fuente de Canaletes

Para o Templo da Sagrada Família, o melhor é o metrô, cuja a estação de deixa quase dentro do templo.

Poderia falar e ficar em Barcelona muito, muito mais. Aliás, plagiando meu querido Rafael: – Eu moraria em Barcelona!

Mas Madri nos esperava…

Até

12
maio
11

Re-viajando Londres-Barcelona

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Voltar a Barcelona, acabou sendo uma revelação para mim mesma. Jamais serei uma pessoa básica. Quando me deparei com a passagem de Londres para Barcelona por 6 libras, comprei num impulso, pensando que seria mais do mesmo.

Mas algo acontece no meu coração, quando arrumo a mala, cruzo o security e … entro num avião! (desculpem a paródia). Quando aterrisei na cidade, minha emoção era a mesma, como da primeira vez!   Embora minha memória estivesse fresquinha, mal podia esperar, para passear pela cidade, esse mistura de museu a céu aberto, com recreio de jardim de infância.  Porém, como essa viagem seria mais longa, economizar era a palavra de ordem.  Consegui um hostal (hostal é um albergue/pensão/hotel econômico) numa ótima localizaçãona Ronda Universitá, 5 minutos a pé da Praça da Catalunha, ponto de partida para todos os passeios.

Quarto pequeno, mas privativo, com direito a televisão e uma pia! O único defeito, não é o banheiro ser fora do quarto, é que o banho, só é permitido até 10 horas da noite, o que numa cidade como Barcelona, acaba sendo um compromisso difícil.

Mesmo querendo mostrar tudinho a Carol, que estava lá pela primeira vez, nos permitimos, na primeira noite, andar, andar e andar…  Port Vell, Bairri Gotic, Ramblas, Catedral da Cidade, toda essa parte de baixo do mapa.

Ponte neogótica –  liga a Casa dos Cónegos e o Palau de la Generalitat,  Career del Bisbe.

E ainda reencontrei a Tartaruga gay que eu queria comprar quando fui pela primeira vez!

Com exceção do Bairri Gotic (onde é uma delícia se perder), a cidade foi toda planejada. Para quem vai pela primeira vez, vale muito a pena pegar o Bus Turistic. O quê estava planejado para o dia seguinte.

Mas Barcelona, amanheceu debaixo de uma chuva tenebrosa, dessas que chove de lado, pra cima. E se há uma cidade que não combina com chuva, é Barcelona!

O céu nublado, descoloria muitas das paisagens.

Mesmo assim, laranjas amarelinhas, teimavam em colorir o cinza.

Mas pelo menos uma coisa, conseguimos aproveitar, e foi aí que meu coração bateu forte, mais forte que a chuva.

Reecontrar, rever la Sagrada Família, me fez entender que eu jamais serei blasé. Me deslumbro mesmo! Ficamos eu e Carol, debaixo da chuva, com os pés encharcados, olhando…  olhando aquele castelo de areia, inacabado.    E eu sabia, que ao entrar ia vê-la pronta por dentro! E como é bom entender que viajar é uma coisa viva.  A gente nunca volta para uma cidade, porquê a cidade é um organismo vivo e sempre tem uma nova emoção, uma cor diferente. E até a chuva, mostrava para mim, uma nova Barcelona.

30
abr
11

O casamento? Adorei!

royal wedding, casamento príncipe william e kate middleton

A noiva estava linda! Westminster  Abbey estava linda! A cerimonia foi linda…

Eu sei, ninguém aguenta mais falar sobre esse assunto. Mas eu me diverti muito, vendo o evento. E não é que deu tudo certo mesmo?  Se falava a boca pequena de protestos e paralizações, mas a organização britânica sempre dá show. E o povo? Esse deu um show à parte.

Na famosa praça de Londres, centenas de pessoas já estão sentadas em frente ao telão que vai transmitir a cerimônia dentro da Abadia de Westminster  Foto: Ulisses Neto/Especial para Terra

Mas o que mais me divertiu? Os detalhes: convidadas e seu modelitos…

Princess Beatrice of York

Sem saber quem eram, imaginei que tinham improvisado qualquer coisa, tipo assim, a guirlanda do Natal passado como chapéu e o tecido do sofá como blusinha.

Assutadoras!

Mas são, acredite se quiser, princesas. O que prova que não basta ser, tem que parecer. Essa resolveu o problema se vestindo de caneta Bic.

E essa pegou o arranjo de flores na mesa de casa?

Casal Beckham

Ele já chegou todo trabalhado na gafe, com a medalha do Império do lado errado. E ela parecia estar de capa de chuva, sem falar no chapéu. Não parece um porta pilula?  Decidi que se algum dia precisar de um chapéu, passo longe do atelier desse designer . Vou procurar quem fez o chapéu da mãe da noiva, que estava chiquérrima!

Adorei a coreografia “popular” chegando ao Palácio de Buckingham.

Mais o mais fofo mesmo foi a afilhada do prícipe Wiliam.

Resumindo, se não fosse real, seria um casamento normal, com muito assunto para fofocar depois.

E para Londres, uma propaganda e tanto. O mundo inteiro viu como a cidade é linda! E a monarquia? Bom, vai muito bem, obrigado.

29
mar
11

Montpellier – Languedoc – France

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Este fim de semana, estivemos em êxtase. De Londres a Montpellier, pela Easyjet, foram menos de duas horas e considerando o fuso, que é + 1 hora, estávamos no sul da França, logo no início da tarde de sexta-feira.

Tenho e honra e a sorte de ser prima de Maria Cristina Haize. E visitar o site de Cristina é a melhor maneira de apresentá-la. O casal Daniel (diplomata e agora Doutor em Ciências Políticas e Cristina (artista plástica) rodou o mundo e os dois escolheram Montpellier para morar. E para nós, visitá-los, foi ao mesmo tempo, matar as saudades e uma experiência cultural e gastronômica!

E não é difcil entender porquê eles escolheram esse lugar. Montpellier ( e toda a região) não é uma cidade, é um sonho!

As primeiras menções sobre a cidade datam de 985 D.C. e falam sobre uma ocupação rural. Dois séculos mais tarde já é uma das cidades  mais poderosas e ricas da costa de Languedoc, no sul da França.

 Com essa história, não é difícil imaginar que  a cidade exiba hoje,  a arquitetura medieval,  edifícios dos séculos que se seguiram e um crescimento espantoso que se reflete na nova Montpellier.

Tour de la Babote

O centro histórico de Montpellier é simplesmente lindo.

L´Écusson ( a região em amarelo, em formato de escudo) é ao mesmo tempo uma viagem no tempo e um recreio! Região animadíssima, onde não há trafego de carros, e no sábado, todos se encontram por aqui.

Na praça central, la Place de la Comédie, ou nas ruinhas estreitas, pessoas transitam entre lojas e cafés ao ar livre, e o timing completamente diverso das  grandes cidades, nos leva a absorver e respirar aquele momento.  Em Montpellier, ninguém tem pressa.

Praça atrás da Église de Saint Roch

E é assim, andando calmamente a pé pela cidade que a gente vai se surpreendendo.

Cathédrale Saint Pierre

Arcos Butantes (Catedral de Saint Pierre)

A catedral da cidade é simplesmente impressionante e mais parece uma fortaleza, com essas duas torres imponentes.  Seu prologamento é  a famosa faculdade de Medicina de Montpellier.

Faculdade de Medicina de Montpellier.

E numa simples volta por L´Écusson, a gente se sente e passeia em muitos  séculos. Encontramos ainda um carnaval, bem na Place de la Comédie.

Montpellier!!! Ainda tem muito mais para contar…

Até!

02
mar
11

É carnaval! Em Veneza!!!!!!

Sim, para completar a total loucura, estamos em Veneza e em pleno carnaval!!!!

E para chegarmos até aqui, passamos por uma noite de total  tortura (da qual falarei mais tarde), no Treni Notte de Roma para Veneza. No minuto em que entramos no famigerado trem, pensei = que roubada!!! Parecia um trem de retirantes de uma região desconhecida e a nossa cabine, uma terra de ninguém. Não havia posição nem para uma cochilo, mas as pessoas se esparramavam umas por cima das outras!  Chegamos às 5 e meia da manhã de ontem, depois de 7 hs e meia, reféns de  numa cabine para 6 pessoas, nós e 4 estranhissimas criaturas. Mas assim que o dia amanheceu e cruzamos a porta da estação Venezia St Lucia…

Mesmo sem ter dormido, numa exaustão difícil de contabilizar,  uma onda de alegria tomou conta de mim, e não sei se foi a emoção junto com o alívio de estarmos fora daquele trem… chorei!!!

Essa é a rua do nosso hotel.

Chegamos ao hotel ( aliás, fomos gentilmente conduzidas ao hotel por uma mulher a quem perguntei onde ficava a rua do hotel, e ela nos levou até a porta!) e como nosso check in só seria às onze, deixamos as malinhas e zarpamos no primeiro vaporeto,

para uma Piazza San Marco, inacrediatavelmente vazia, às 8 da manhã, mas já colorida pelo carnaval, com personagens e fantasiasl!!!

Era tudo tão surreal que eu custei a acreditar no que  estávamos vivendo!

De origem obscura, o Carnaval, carne + vale (do latim: caro, carnis = carne; vale = adeus), anuncia a chegada da Quaresma, e durante a Idade Média era comemorado em várias regiões da Europa. Acredita-se que tem raízes em festividades de celebração da primavera e nas bacanais, na Grécia antiga, ou nas saturnais, festas em honra a Saturno, na Roma antiga.

Em 1797, Veneza passou a fazer parte do Reino Lombardo-Véneto, quando Napoleão Bonaparte assinou o tratado de Campo Formio. No que diz respeito ao Carnaval, os festejos foram proibidos, sendo restabelecidos, de forma oficial, somente em 1979, após quase dois séculos de ausência. Atualmente, o Carnaval de Veneza atrai mais de 100 mil pessoas, durante 10 dias.

eu estou aqui!!!!

Nem sei  descrever a emoção e  nem tenho tempo. A internet aqui além de paga,  fica na recepção do hotel, e são 11 e meia da noite. Eu e um velhinho simpático… Logo eu, que antes de ver se o hotel tem cama, checo se tem internet!

Também não tenho palavras para descrever Veneza.  Venho tentando encaixar essa cidade desde o meu primeiro roteiro… E agora  é real!!!

Esses dias em Roma, (as fotos vão ficar para a minha já tradicional reedição de viagens) e agora em Veneza, foram tantos clicks que tive que comprar uma câmera nova… com uma só, a bateria acaba antes de mim! São cores, tons e tantas sensações, que eu quero cristalizar os momentos.  Eu não tenho a menor vocação para ser blasé! E no meu exagero, rever nas fotos o que os meus olhos viram, faz quase tudo acontecer novamente!

O que posso dizer é que a cidade é uma experiência ùnica, e vai de encontro a muitas críticas que li, e tantas descrições que falavam do mal cheiro e que desaconselhavam a vir a Veneza, principalmente durante o carnaval.  Veneza é única e surpreendente.  E em nada parece com nehuma descrição que a desabone. Um vento gelado percorre todas as ruas, ruelas, pontes e pontezinhas.  E hoje vimos que a Aqua Alta é uma  ameaça permanente (de meados de novembro a fins de abril) .

Mas a cada segundo, um beco, uma gôndola, um barco de carga, um vaporeto, um personagem da idade média, ou uma máscara… atrai seu olhar e fascina. E súbito! se apaixona por Veneza!

Aqua alta ( início, bem pouquinho, hoje de manhâ).

Mas Veneza vale cada segundo! Tchau, tá acabando meu tempo…

Então… buona notte! Até!

22
fev
11

Madrilenha desde criancinha!

É só mesmo um aperitivo… vou ter que voltar a Madri! ! E lógico, um post só é impossível! Devagarinho, assim depois de uns vinte minutos, já estava empolgadíssima com Madri!

E agora, eu simplesmente estou amando Madrid! Não sei exatamente porquê. Acho que é pelo fato de ser realmente fácil se locomover, se fazer  entender  e entender o que se fala,  (graças ao meu curso intensivo de um mês de um ano e meio atrás), mas o fato é que estou me sentindo à vontade e totalmente integrada.

Começar por Madri Antiga,  saindo da Gran Via, um show de construções  do início do século 20, prédios maravilhosos em Art Decô, e um comércio enlouquecido, com todas as lojas que se pode imaginar.

Turisticamente falando, Madri é bem fácil de ticar os must see da cidade. E a Gran Via, eu diria, é a partida ideal para todos os pontos. Essa avenida linda de dar torcicolo, vai da Calle de Alcalá (onde está a Fuente Cibelles e a maravilhosa Puerta de Alcalá) até a Plaza de Espana (não menos maravilhosa).

Gran Via

Não dá para não ficar olhando para o alto o tempo todo. Até para fazer um lanchinho no MacDonalds, é chic!

Prédio da Telefonica

Na direção sul, qualquer rua é maravilhosa! Pegando a Calle dos Preciados, vamos dar na Calle Mayor  e assim, sem querer a gente dá de cara com a Plaza del Sol, com esse edifícios pálidos, em arco. É aqui que se comemora a passagem do ano!

Depois que o coração volta ao normal, tcharan! Puerta del Sol!

O centro de Madri é aqui! Mesmo!

E aí, é continuar andando pela Calle Mayor…

E vem a Plaza Mayor!

E aí, eu quiz realmente uma Barsa (aquela enciclopédia gigantesca), para relembrar todos os detalhes da Madri antiga, pois eu sei que aqui, acontecia tudo! De tourada à execução da Inquisição Espanhola.

Minha conclusão foi que todo o ser humano que estuda história tinha que ganhar um kit que obviamente incluiria uma viagem a Europa. Assim faz todo o sentido!

Daí em diante, como disse Carol, o coração pulava uma batida e ficou meio descompassado.

Mercado San Miguel

Plaza de la Villa (prédios mais históricos da cidade)

E aí descontrolei de vez!

Catedral de Almudena!

Nesse ponto, exatamente eu descompensei total!!!  E o vem pra frente, fica para o próximo post! Amanhã é nosso último dia e temos que aproveitar!!!

Até!

20
fev
11

De Barcelona a Madri, fortes emoções!

Barcelona ontem se desculpou pelo dia de chuva torrencial que tivemos.

Interior da Sagrada Família (pavimentada, com o altar terminado!)

Sagrada Família (entrada)

Cinzenta, Barcelona perde muito do contraste de suas construções e do mar Mediterrâneo!

Mas quando acontece de ficar azul…

Barcelona se mostra em todos os tons!

Teleferic de Monjuic

Castelo de Montjuic

O Mediterrâneo… E o Hotel W, inspirado na forma de uma vela, desenhado pelo catalão Ricardo Bofill (assim como a Torre de Agbar, a construção até hoje é polêmica)

Fonte (sol.sapo.pt)

E nós lá…

Barceloneta

Deixamos Barcelona depois de um dia intenso, com direito a fim de tarde no Parc Guell e fim de noite num pub ao lado no nosso Hostal;

E eu senti como se estivesse saindo de casa para viajar.  Tanto que resolvi ir andando do HostalCentral até a Estació del Nord (que todo mundo chama de Norte mesmo), de onde parte o Barcelona Bus para Girona (aeroporto lowcost). 20 minutos de caminhada, levando as malinhas, e para despedida…

O Arco do Triunfo de  Barcelona! E quase 15 graus de temperatura! E eu suando…

Madrid estava na fila há muito tempo, mas o estímulo lowcost veio quando vi as promoções da Ryanair de Barcelona para cá. 1o euros! O próximo passo (desafio) era encontrar um hostal, albergue ou algo parecido que coubesse  no orçamento.

Fila para entrar no avião.

Depois de muita pesquisa, reservei o hostal e recebi, junto com o e-mail confirmando a reserva, instruções (também lowcost) de como chegar. Diferente de todos os vôos da Ryanair, em Madrid, o vôo chega em Madrid- Barajas mesmo. Em vez do tradicional ônibus (lá do aeroporto nos cafundós do Judas até o centro da cidade) as instruções eram todas pelo metrô, que sai diretamente do aeroporto. Três conexões e estaríamos no Hostal Stadmadrid.  Simples assim. Preço do bilhete? 2  euros, já incluindo o adcional do aeroporto que é um euro. Uma pechincha! Por que a emoção??? Porquê  aqui tem o golpe do bololô do metrô.

Funciona da maneira mais imbecil. Quando  abre a porta do trem do metro, um cara se finge de perdido, ou que está procurando alguém, e atrapalha a sua entranda no trem.   Você se distrai, ele abra a sua bolsa e byebye sua carteira! Ou pior!!! Passaporte e cartão ou dinheiro ou tudo junto!

Carol entrou no trem… o tal cara alto e feio  ficou embarreirando a minha entrada até que um outro rapaz gritou –   la carteira! Quando me virei, o cara ja tinha saido correndo,  a porta do trem tinha fechado e eu quase desmaiei!   Em dois segundos, imaginei tudo o que iria acontecer… nós duas sem uma moeda, sentadas no chão do mesmo metro, pedindo esmolas!

Carol, num tom de lilás no rosto, olhou para mim sem acreditar, até que eu me sentasse num banco e conseguisse realizar o tamanho do prejuizo!Depois que consegui parar de tremer e abri minha bolsa, constatei que estava tudo lá! Câmera, a carteira, dinheiro e os passaportes.  Pois o imbecil só conseguiu levar um maço de cigarro de menta!!! HAHAHAHAHAHA! que deve ter sido, o quê o rapaz viu o tal elemento levando na mão. Minha carteira que continha simplesmente todas as  passagens e os passaportes e é enorme!) estava presa por uma correntinha ao fecho da bolsa, e o cara não conseguiu nem abrir o ziper da minha bolsa o suficiente para completar a tarefa. O pior é que eu e Carol lemos todos esses golpes num blog de uma moça que mora em Barcelona, e que dias antes de viajar tinha tido sua bolsa roubada com todos os cartões de crédito, detalhe… pela terceira vez  ( depois eu encontro o blog). Quando chegamos no alberque, a moça da recepção nos deu uma lista do que não fazer, incluindo nunca deixar sua bolsa nas costas, ou pendurada na cadeira.  Então,  em Barcelona (como no Rio),  eu parecia uma louca apegadíssima à bolsa, com ela sempre na minha barriga, e nunca, jamais deixava em lugar algum que não fosse o meu colinho. Nunca mesmo, principalmente em lojas, supermercados e lugares em que naturalmente a gente se distrai.   Mas aqui, na hora do metro, esqueci e agarrar a bolsa, pois  estava carregando a mala e lógico, devia estar estampado no meu olhar, sou turista! Mas no geral, eu estou sempre com uma bolsa a tiracolo, e pareço um daqueles numeros de mágicos, cheios de correntes, tudo agarrado e conectado, tanto para não esquecer como para dificultar esses ladrôes que podem melar uma viagem em um segundo. E Madrid? bom, conheci a linha circular, pois depois do incidente, perdemos a estação e como o nome da linha diz, é circular, demos a volta inteira! As instruções estavam certíssimas e chegamos ao Stadmadrid sem dificuldades (e graças a Deus, com todos os meus pertences)  embora sob a mesma chuva que caiu em Barcelona. Mas como sempre tem uma compensação, o Hostal que eu não daria nada por fora, fica a incríveis 2 minutos a pé da Gran Via, a maior rua de comércio, lotada de lojas conhecidas, e  oferece um quarto bem decorado, cheiroso, cama confortável, com armário espelhado, televisão  e banheiro !!! Pelo mesmo preço que eu pagaria por duaas camas em um quarto compartilhado, com banheiro idem.

E esses simpáticos touros (são as toalhas, hehehe!).

Amanhã, sim… Madrid! E um Free tour oferecido pelo Stad Madrid!

Olé!

Atualizando… O blog que mencionei é o Achados, da Dri Setti e é o primeiro na lista do blogroll.




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