Archive for the 'DUBLIN' Category

19
jul
11

#Blogagem Coletiva

ESTE BLOG MUDOU DE ENDEREÇO:

http://www.maladerodinhaenecessaire.com

Hoje, meio sem querer, “pesquei” um movimento interessante no Twitter. Eu não sou uma twiteira assídua, mas fuço de vez em quando, o que há de novidade no mundo dos viajantes.

Semanas atrás, numa tweeting conversation entre a CláudiaNatalieCarina,PatriciaCarmem e Marcie, surgiu a ideia de listar os lugares que cada uma considerava “viu-tá-visto”. Aí a conversa evoluiu e decidiram fazer também uma segunda lista – com cidades ou países para onde voltariam sempre. Como a idéia parecia boa, uma comentou aqui, outra comentou ali… no fim, a notícia se espalhou e conquistou dezenas de adeptos. Diante disso, decidiu-se fazer uma blogagem coletiva.

Texto retirado do blog Drieverywhere

Eu fiquei pensando, pensando e sinceramente não consegui identificar um lugar que eu não voltaria. Será que eu sou tão empolgada assim?  Tá certo que eu ainda tenho muito que viajar, então de uma forma geral, procuro não repetir destinos, mas esse ano voltei à Barcelona e não me arrependi, pois sempre há um novo olhar.

Minha lista de cidades que eu voltaria sempre? Fácil!!

Londres

BACK TO LONDON 279

É minha segunda casa, né? Amo cada centímetro dessa cidade! Tem Londres para 365 dias do ano, e não tem como dizer que viu tudo! Mal posso esperar minha próxima temporada.

Paris!

Fiquei dois mêses e ficaria por toda a vida! Volto todo ano e sempre tenho vontade de ficar mais. Eu digo que foi o filme que deu origem à série.

NoelCE28 copy

Amsterdam

Imagem 849

Não só voltaria como está na minha lista para a próxima temporada londrina. É uma das cidades que fincaram bandeira no meu coração!

Bruges

Voltaria, mas não é uma cidade. É um conto de fadas e sendo assim é para ficar pouco tempo.

LDN09 026

Praga

Acho que ficaria mais uns 15 dias em Praga. Além da cidade ser linda, deve ser completamente diferente em outra estação. Ainda tem muita vida cultural, a comida é ótima, a cerveja um escândalo, e tudo mais barato em relação ao resto da Europa

Barcelona

SAM 1173

Amo Barcelona! Confesso que na primavera é mais bonita por causa do azul do céu. Mas… eu moraria em Barcelona!

Edimburgo

SAM 1803

Voltaria e vou voltar! E outra cidade meio conto de fadas, duendes e gnomos!

Estocolmo

SAM 2116

Gostaria de conhecer a cidade no inverno, coberta de neve! Adorei na primavera!

Madrid

Adorei Madrid. É uma cidade pulsante e de lá dá para fazer vários bate e voltas. Volto até para aproveitar as rebajas (liquidações)… É fácil de se locomover e a gente se sente fácil, um local!

Roma

Roma é um abuso, eu não canso de repetir. Volto assim que puder. Sempre deixo alguma coisa para fazer “da próxima vez”.

Veneza

Voltaria com certeza. Assim como Bruges, não é para ficar um mês. É muito surreal! Mas para ficar uns dias fora da real, é perfeita!

NewYork

Voltaria sim. Aliás já fui 2 vezes . É uma cidade que sempre guarda surpresas e se reinventa de uma maneira inacreditável. Mas atualmente está meio fora da minha rota.

Montpellier

Montpellier é tudo de bom.  E dá para fazer tudo a pé! Além disso, tem zilhões de passeios, por perto! E a recepção do casal Haize foi o máximo!

Cidades que eu voltaria, mas de uma certa maneira… viu, tá visto!

Innsbruck

Salzbourg

Dublin

Milão

Rouen

Versailles

York

Buenos Aires

Clique nos links para ir a aos posts de cada cidade.

Nossa, só de escrever esse post, meu passaporte ficou nervoso e minha malinha já deu sinais de vida inteligente! E acho que esqueci algo… Esse mundo é muito grande, tem tanto ainda pra conhecer!

E destinos  que eu não voltaria? Raposo! hahahaha!

E vocês? Manda aí nos comentários a sua  listinha!

Até!

PS: Faltou colocar quem está blogando (tirei da do blog do comandante Riq Freire, o (mais que necessário)  Viaje na Viagem

Abrinco o Bico (a lista da Carina Ditrich)

Abrindo o Bico (a lista da Lena Máximo)

Abrindo o Bico (a lista da Marcie Pellicano)

Aprendiz de Viajante (a lista da Claudia Beatriz)

Básico e Necessário (a lista da Helô Righetto)

Big Trip (a lista da Paula Bicudo)

Cadernos da Tia Helô (a lista da Kaká)

Colagem (a lista da Luciana Misura)

Cozinheiros de Primeira Viagem (a lista do Fred Marvila)

Cozinheiros de Primeira Viagem (a lista da Natalie Marvila)

Cozinheiros de Primeira Viagem (a lista da Sylvia Lemos)

De uns tempos pra cá (a lista da Carmem Silvia)

Dicas e roteiros de viagens (a lista da Carolmay)

Donde ando por aí (a lista da Clarissa Donda)

Dri Everywhere (a lista da Adriana Miller)

Guardando memórias (a lista da Celinha)

Inquietos (a lista da Priscila e do Vinicius)

J.R. Viajando (a lista do Júnior)

Mala de Rodinha e Nécessaire (a lista da Celina)

MauOscar (a lista do Oscar Risch)

Mikix (a lista da Mirella Mathiessen)

Olhando o Mundo (a lista da Denise Mustafa)

O que eu fiz nas férias (a lista do Gabe Britto)

Pelo mundo (a lista da Mari Campos)

Psiulândia (a lista da Ana Maria)

Rosmarino e outros temperos (a lista da Lu Bettenson)

Sambalelê (a lista da Sambalelê)

Turomaquia (a lista da Carlinha Z.)

Turomaquia (a lista da Patricia de Camargo)

Uma Malla pelo Mundo (a lista da Lucia Malla)

Viagem pelo Mundo (a lista da Deise de Oliveira)

Viaggiando (a lista da Camila Navarro)

Viajar e Pensar (a lista do Gustavo Belli)

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07
nov
10

mala de rodinha para voar low cost!

ESTE BLOG MUDOU DE ENDEREÇO:

http://www.maladerodinhaenecessaire.com

Pois é. Volta e meia tem um leitor ou conhecido me perguntando ou procurando pela mala perfeita para as companhias aéreas de baixo custo. Ou simplesmente me perguntando sobre o quê e quanto se pode levar para a cabine do avião e principalmente: onde encontrar  A MALA!

Para quem está procurando uma malinha nas medidas exatas (e quase impossíveis) exigidas pelas  low cost, principalmente pela Ryanair, aí está uma boa opção:

Sansonite Spinner Earth (P)

A dificuldade de encontrar uma mala que se enquadre nessa  exigência (a de ser uma mala de bordo, bagagem de mão ou  cabin bag aceita)   é que a maioria das companhias aéreas falam em um volume de 115cm, sem especificar as dimensões exatas. Além disso, a franquia de bagagem de cabine, varia de companhia para companhia, de vôo para vôo, e de classe para classe e de país para país, e isso, numa viagem à Europa por exemplo, pode dar muita dor de cabeça (e de bolso também) por causa de alguns míseros centímetros. Além disso, o número de malas extraviadas e/ou danificadas, e como a moda de cobrar uma taxa para despachar mala de porão está invadindo cada vez mais companhias aéreas, os passageiros estão caprichando na bagagem de mão, levando cada vez mais e mais para dentro das cabines,  e isso acaba causando atrasos e verdadeiros engarrafamentos na hora do embarque.  Daí as regras para a bagagem de bordo, estão  ficando cada vez mais restritas (para gerar mais receita para as companhias).

Europa: Vôos dentro da Europa usam o sistema de peso, variando o peso de acordo com a classe da passagem (super econômica, econômica normal, executiva básica, executiva normal). A classe econômica costuma ser 20kgs.
Se você comprou uma passagem de Vôo dentro da Europa, separada de sua passagem internacional Brasil-Europa, valerão as regras de cada país e companhia aérea. Se comprou junto com sua passagem internacional Brasil-Europa, valerão as regras da passagem internacional.

Ao comprar a passagem, leia antes as regras de bagagem, para saber o peso, quantidade e valor da multa.

A EUROPA usa, na maioria dos países, o conceito de PESO, ou seja, paga-se o valor por kilograma excedido, variando de 10 a 30 euros por kilo. As companhias low-cost cobram não apenas por peso, mas também por volumes extras. Se viajar com mais pessoas, é permitido somar a quantidade de franquias.

Multa: as multas são por WEIGHT CONCEPT – veja no site da companhia aérea quanto custa o kilo excedido.

As variações são tão grandes que podem afetar o preço final da passagem, por isso certifique-se antes de viajar ou leve pouca bagagemSwiss | | Iberia cobra por peça a mais: 2 mala: 50 euros (via site); Excesso de peso: 60 euros | KLM cobra por peso extra | Swiss: por peso |Tap: por peso (mais barato se comprar pelo site), variando de 5 euros a 20 euros dentro da Europa por kilo. | Lufthansa: por peso, de 5 a 10 euros.

VOLUME – DIMENSÕES DA MALA
Além da restrição de peso (no Brasil o máximo permitido pela legislação é de 32 kg, mas a aviação internacional e companhias aéreas tem outros padrões e limites), há restrição no tamanho das bagagens (dimensão:(A + B + C) = 158 cm), por isso há uma atenção especial em relação a grandes eletrodomésticos e eletrônicos, equipamentos de esporte, etc…
Mala de Mão (Bordo): 115 cm total.

British: 56cmx45cmx25cm (imagem).
Iberia: 55cm x 40cm x 20cm, 10kg.
Tap: 55cm/40cm/20cm, 6kgs.
Jal: 55cm(L)x40cm(A)x25cm(P), 10kgs.
Lan Chile: 55x35x25, 8kgs.
United Airlines: 23 x 35 x 56 cm.
Lufthansa: 55 x 40 x 20 cm, 8kgs.
Alitalia: 55cm x 35cm x 25cm, 8kg (NOVO PESO)
Bagagem despachada: 158cm. Jal: cada 158, mas as duas não podem passar de 273cm. Máximo para excesso de volume: 292cm. Acima disso, provavelmente não será embarcado.
*Fonte: desenho pela British Airways.

fonte: http://viagem.decaonline.com/

Na prática, o difícil é encontrar a mala perfeita para tudo: para o bolso, para as cias lowcost, para bagagem de mão de voos internacionais e principalmente que não desmaie se abrindo inteira, quando alguém do security resolve revolver a sua malinha (a minha é mais ou menos assim, dividida em dois compartimentos, quando preciso abrir por qualquer motivo no aeroporto ou na rua, ela se multiplica em duas partes).

Ou são pesadas demais, largas demais ou só tem 2 rodinhas ou pior, caras demais!

E eu  estava procurando mais uma vez,uma mala que cumpra todos os requisitos,  procura esta que começou na viagem de volta de Dublin, quando a malinha de Carol foi congada pela Ryanair, e nos custou 35 euros de multa e castigo, fora  a possibilidade de perder o Easybus, previamente agendado e pago (outro pejú), que nos levaria do aeroporto de Stanstead para Baker Street (central London). Por perder o ônibus, leia-se ficar esperando a mala nas esteiras do aeroporto. E por congada, leia-se não entrou na gaiolinha que mede a bagagem. Essa aí da foto.

Para entrar, deslizando nesse engradado, não basta ter 115 cms no total. E o principal problema é encontrar uma malinha de cabine que tenha só 20 cms de largura.

A grande maioria das malas tem 24, 25 ou 26 cms, mesmo sendo menores no total. Meus amigos acabaram comprando malas de porão em todos os vôos, o que custou 30 dinheiros por trecho = 90 no total!

Então a única maneira de se ter certeza que a mala vai entrar em qualquer lugar, é levando a velha e boa fita métricapara a loja de malas, pois mesmo pesquisando na internet, as medidas não batem com a realidade.

As medidas da  Sansonite Earth, que estão no site por exemplo, são 55.00 x 35.00 x 24.00, sendo assim já estaria reprovada, mas na realidade, tem exatos 20 cms. É lógico que tem que ser na base do saquinho a vácuo e nem pensar em usar o bolso. Mas para viajar de trem por exemplo, pode-se usar o expansor e o bolso.

Não é barata (299,00), mas pense na economia de pular de país para país por menos de 10 libras ou euros. Vale muito a pena. E se passa na mais rigorosa e mão de vaca das cias low cost, entra em qualquer outra cabine de qualquer outra cia.

Essa abertura frontal  facilita muito o interminável  tira e põe no security (raio x ). Lembre-se que se você estiver levando algo eletrônico (câmera, notebook, celular, etc) e líquidos (aquele saquinho com ítens de higiene pessoal) tem que mostrar tudo fora da mala e depois colocar tudo dentro de novo para passar pelo portão de embarque.

PS: Novembro vai ser um mês daqueles bem bombados, se eu demorar a aparecer, é por pura falta de tempo!

Até!!!

21
jun
10

LONDRES – DUBLIN – LONDRES

Sei que estamos em plena Copa do Mundo, e IUIHUUU! O Brasil ontem foi tudo de bom. Mas vou continuar nas viagens, enquanto as emoções estão fresquinhas.

Nosso vôo para Dublin saia do Aeroporto de  Stansted, Londres, às 9:50 da manhã e a maneira mais rápida de chegar ao aeroporto é o Easybus (mesmo para quem vai voar Ryanair). E dependendo do horário é bom comprar o assento pela internet. Já contei nesse post, o trancetê que foi para pegarmos nosso transporte.

Obs: as cias aéreas, aconselham, chegar ao aeroporto, com pelo menos 2 horas de antecedência. Se o vôo sai às 9, o legal é chegar às 7. Como os aeroportos ficam longe, reserve mais umas 2 horas. Ou seja, 4, 5 horas antes do seu vôo, tem que estar tudo pronto para partir.

Mas existem outras opções além do Easybus, como o National Express ou o Stansted Express (trem, que parte de,  e chega a Liverpool Street).

Embora estivéssemos exaustas quando chegamos à cidade, eu senti logo que ia gostar! E eu simplesmente adorei Dublin!!! A cidade tem um clima, um astral gostoso, e sentimos isso,  assim que desembarcamos no aeroporto. Não é uma coisa concreta. É mais uma energia. Chegamos à cidade rasoavelmente cedo.  O único aeroporto da cidade fica perto do centro, a 10 km. Vários ônibus fazem a ligação com a cidade: Dublin Bus, Air Link, Aircoach, Urbus, Flybus. E é só sair do aeroporto para encontrá-los. Paga-se 6 euros, diretamente ao motorista.  Pegamos o Airlink, que durante o percurso, mostra um vídeo sobre a cidade. Pura excitação!

É só perguntar ao motorista qual o ponto mais próximo do seu hotel. Nosso hotel, suuuuuuuuuper bem localizado, na Talbot Street,  a menos de 5 mins a pé da estação central de ônibus de Dublin. E como viajar é a melhor maneira de aprender um pouco de história e geografia…

A Irlanda é o sucessor do Estado Livre Irlandês. Este domínio foi  constituído quando toda a ilha da Irlanda se separou do Reino Unido da Grã-Bretanha e Irlanda em 6 de Dezembro de 1922. O que é agora Irlanda tem sido conhecida por uma série de outros nomes, de todos os que ainda são utilizados, por vezes, de forma oficiosa. Toda a ilha da Irlanda foi, unilateralmente, proclamada uma república independente pelos rebeldes em 1916, e denominada como o República da Irlanda (em irlandês: Poblacht na hÉireann, posteriormente Saorstát Éireann). Na sequência daeleição geral de 1918, a proclamação foi ratificada pelos deputados do seu primeiro Parlamento. Entre 1921 e 1922, quando o governo britânico legislou estabelecer o que é hoje a Irlanda, como uma região autónoma do Reino Unido, foi chamado Irlanda do Sul. Na sequência do Tratado Anglo-Irlandês, a partir de 1922 e até 1937, como um domínio da Comunidade Britânica das Nações, que foi denominado como Estado Livre Irlandês (em irlandês: Saorstát Éireann). Esse nome foi abolido com a aprovação da actual Constituição irlandesa. Outros nomes, tais como o Estado LivreVinte e seis condados do SulO Sul (um nome frequentemente usado por pessoas da Irlanda do Norte) também são frequentemente utilizados.

(fonte: Wilkpedia)

Não, não vou negar que eu fazia uma certa confusão.  Afinal, para entender as definições de  Reino Unido ( United Kingdom of Great Britain and Northern Ireland) e Irlanda, só dando uma pesquisada. No mapa acima, só o que está em branco, faz parte do Reino Unido, é a Irlando do Norte. A Irlanda, já fez parte do Reino Unido, mas agora chama-se República da Irlanda, e é totalmente independente. E Dublin?

As primeiras menções sobre Dublin, datam do século X, quando vickings e celtas co-existiam na cidade. Na idade média foi tomada pelos ingleses… Uma história e tanto.

Já na chegada ao nosso hotel, a música tradicional irlandesa ecoava em alto e bom som. Uma loja de cds tocava uma música atrás da outra, bem embaixo da varando de nosso quarto.  Nosso hotel, o DAYS INN TALBOT, não poderia ser melhor localizado. É um hotel sem frescura e barato. O quarto é pequeno mas funcional, e tem tudo que a gente precisa.

A rua, animada desde as primeiras horas da manhã, com um Tesco (supermercado) bem em frente, a Carroll´s Gifts, a loja oficial de lemranças da cidade, quase ao lado, outra loja de bujigangas (tudo a 1 euro) , e a 200 m da Spire of Dublin, um monumento em forma de agulha, com 120m de altura, considerado a maior escultura do mundo. Foi erguida em 2003 para comemorar a entrada do terceiro milênio.

The Spire of Dublin


Carroll´s Gifts of Ireland

Mesmo exaustas, largamos as malinhas e fomos bater perna. A cidade é cortada pelo Rio Liffey, e muitas pontes ligam uma margem à outra.  Em plena primavera, uma das margens é praticamente um deck, todo enfeitado por flores e floreiras, bancos de madeira, por onde a gente pode passear, se estirar e pegar sol ou tomar um pint nos quisques.  Ao longo do rio, várias bandeiras coloridas. Dublin estava sediando um evento Gay.

(Infelizmente, todas as fotos desse dia se foram, junto com minha querida e velha câmera, que perdi provavelmente no vôo de volta a Londres.  Só ficaram as que tirei com meu celular. Então, peguei algumas imagens na net, ok? e lógico, vou citar a fonte.)

Fomos andando  sem destino e fomos dar no outro lado do rio, na região de Temple Bar, o quarteirão cultural da cidade. Essa área tem uma identidade alternativa, ligada às artes.

Rio Liffey

(fonte: cidadesmundo.home.sapo.pt)

Temple Bar

(fonte: tripadvisor. com)

A essa altura, já estávamos completamente tomadas pela atmosfera da cidade. Como a proposta da visita à cidade era econômica, tudo o que fizemos no primeiro dia, foi andar…. E andamos muito.

Dublin Castle

Foram três dias de farra. Não vou dizer que Dublin é a cidade mais turística que já visitei.  A cidade é relativamente pequena.  Não compramos o Dublin Pass, mas fizemos um programa turistão no Dublin Bus Tour, naquele esquema de Hop on Hop off.

Assim a gente tem uma idéia geral da cidade, e do quê a gente quer ver com mais calma. E acabamos só saltando do ônibus na St Patrick Cathedral ( o parque parecia um lugar encantado!) e na Guinnes Factory.  Mas o Phoenix Park vale uma parada.

Mas o que eu mais gostei,  em Dublin, foi simplesmente estar lá. Talvez a gentileza das pessoas, a simpatia, as floreiras espalhadas por toda a cidade. Ah, sim…os pubs, o rio, as pontes…

Mary St ( a rua de comércio super simpática do centro da cidade ), onde, devo dizer, passamos várias vezes.  Fosse para tomar o café da manhã (acho que todo mundo na cidade, come fora!), fosse para comprar algo na Penney´s (hehehe! é a Primark de Dublin!). Eu iria a Dublin, só pelo prazer de fazer compras nessa rua, toda enfeitada de flores… Ou só para tomar Guiness no último andar da Guiness Factory ( é caro, mas vale a experiência).

Ou no THE CELT PUB, bem ao lado do nosso hotel…

 Para passear  nas margens do rio Liffey.

Ou em Dublin Docklands em total processo de modernização.

fonte: archiseek.com

Mesmo concordando com Helena, a recepcionista do nosso albergue em Estocolmo, que não há milhões de coisas para se ver e fazer em Dublin, gostei muito de ter conhecido a cidade.

Voltamos para Londres, graças ao recesso do vulcão, que no dia anterior, havia feito das suas e o aeroporto de Dublin estava fechado.

Aeroporto de Dublin



07
jun
10

do início ao resumo

Para quem acompanha o blog, talvez seja mais fácil entender essa aventura.  Essa maravilhosa aventura em que eu e meus amigos queridos (dos quais falei aqui), embarcamos como se fosse um grande parque de diversão.  E foi mesmo!

Chegada de Rafael e Juliana a Barcelona

Desde de o dia 1 de abril, que eu estou em estado de viagem. Viagem adiada, primeiro por causa de um probleminha (dentista e todos os problemas que este ser descobre para depois resolver), depois por causa do vulcão e suas cinzas que paralizaram o espaço aéreo europeu. Benditos adiamentos, pois nesse meio tempo, Rafael e Juliana, cogitaram uma mochilada pela Europa, e euzinha, International Vagabond de carteirinha (organização fundada e presidida por minha prima querida), fui convocada para acompanhá-los ou melhor, para organizar o roteiro, fuçar passagens e hotéis, albergues  e etcras, que coubessem em nossos bolsos. Serviço que eu adoro executar. Clarrice (assim mesmo),  foi imediatamente chamada para a aventura, mas devido ao recém conseguido estágio, não pode nos acompanhar. Mas esteve conosco em cada Km percorrido. Então desde o dia 24 de abril, enquanto curava a ressaca adquirida em nosso encontro no Cocoon (casa do Casal Rafael e Juliana),  rodei a Europa inteira, chequei todas as promoções, e de tarde já tinha umas 4 possiblidades para ziguezaguear pela Europa.

Barcelona

Desde então, foram zilhões de emails, telefonemas, confirmação das férias de Juliana, contas, e principalamente a decisão do roteiro final, cuja a única exigência, era terminar em Paris. Daí, a loucura da compra de passagens, troca de cartões de crédito, documentos, e como embarquei uns vinte dias antes deles, os detalhes finais foram acertados enquanto eu já perambulava por aqui.

Dublin

Já sou ansiosa por natureza, e uma enredo desses, com tudo apertado no laço, datas e horários justos, do tipo atrasou perdeu, me fizeram entrar em estado de permanente agitação. Mas na mesma proporção da ansiedade, sou uma otimista quase profissional. Enquanto o vulcão ainda cuspia lavas e cinzas (que por um dia, não nos deixou, eu e Carol, entaladas em Dublin), eu mentalizava positivo. E nossa viagem fluiu como um filme! Deu tudo absolutamente certo, em meio a malinhas,  gargalhadas, guaraná em pó (que deixaram Rafael ligadíssimo), antiinflamatório e relaxante muscular (marquerite, minha artrite reumatóide, não poderia me acompanhar um só minuto!),  sangrias gigantes (o íntem mais caro de toda a trip), vinhos (um bom supermercado…), e capucinos (o mais fiel companheiro dos viajantes) e quase cinco mil fotos!

Sangria – Las Ramblas – Barcelona

Terraço Casa Batlló  Gaudí

Elevador The Ousbourne Hotel Edinburgh

Ice Bar Stockkholm

Jardin du Luxembourg Paris

Fizemos um trio perfeito, a coroa boladíssima e o casal. Rafael afinado nos mapas, eu me atrevendo a fazer perguntas complexas em qualquer idioma, e Juliana a mais centrada. Enquanto eu e Rafael nos enrolávamos, surtados em várias situações, dando voltas em torno dos próprios eixos, Juliana dizia por exemplo… eu acho que vi o tal ônibus passar nessa rua! Pimba! Estava certa!

Parece mesmo que foi para lá de um mês, tal a intensidade desse convivência, o sufoco para arrumar as malas (depois conto os detalhes), dos horários dos vôos, da urgência em respirar cada detalhe de todos os cantos que visitamos. Foi mesmo tuuuuuuuuuuuuuuudo de bom!

Até!

11
maio
10

dublindublindublin

Essa é a placa do nosso hotel. Meu dedinho de ouro não me decepcionou! Estamos na rua principal de Dublin. Alguns passos, e todo o comércio, transeuntes, pubs, lanchonetes e supermercados estão ao alcance. De manhã cedinho, a gente vê todo mundo andando para lá e para cá, indo para o trabalho.

Ontem, fizemos um passeio turistão, mas que valeu a pena. Pegamos o Dublin Bus Tour (vou resumir, pois já vamos sair. ) Depois de uma chuva braba de manhã, fez bastante frio, e depois abriu o sol. Tivemos todas as sensações.

O passeio começa no centro, e anda por toda a Dublin. Você sai e volta em qualquer ponto. Nós passamos um bom tempo no parque da catedral de Saint Patrick.

Um lugar mágico, onde tulipas encantadas, dançam quando o vento bate! E que ventto! e um bebê cor de rosa com cabelo moicano se deliciava com o colorido..

10
maio
10

last minute deal Dublin!!!

Aventura total!!

Foi uma correria! mas estamos aqui. Post rapidinho, só para atualizar.

Passagem + hotel batatérrimos, se você puder embarcar no dia seguinte (ontem).  Nem pestanejamos, jutamos as malinhas, não dormimos pois tínhamos que pegar um onibus, para chagar ao outro ônibus, para Stansted (aeroporto, muito longe de Londres!) de onde partia o voo para Dublin. Mas no meio do caminho fui pegar as passagens impressas e quase infartei! tinha pego as passagens do meu filho que ia para Lisboa encontrar o tio, e na hora H o vulcão resolveu mandar cinzas para o sul da Europa!! Nós duas às 5 e pouco da manhã, num frio alucianante, andando em círculos em Glowcester Place, sem saber onde o onibus pegava os passageiros. Bendito celular, ligamos para o Dani, e no último minuto conseguimos correr e pegar (pagando de novo), o Easybus! Restava o problemas das passagens. Eu achava que se tivéssemos que reimprimir o boarding pass, pagaríamos uma multa e toda a economia da viagem, iria por água abaixo. Mas como eu agradeço com antecedência, imprimimos no aeroporto mesmo e foi tudo bem. Chegamos em pleno domingo, exaustas. A cidade e tudo de bom. Um ónibus super lindo para na frente do aeroporto e nos deixa no centro da cidade por 6 euros. Na estação de ônibus pedimos informação e o senhor, quase nos trouxe até o hotel, super gentil.




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