Archive for the 'EASYJET' Category



07
nov
10

mala de rodinha para voar low cost!

ESTE BLOG MUDOU DE ENDEREÇO:

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Pois é. Volta e meia tem um leitor ou conhecido me perguntando ou procurando pela mala perfeita para as companhias aéreas de baixo custo. Ou simplesmente me perguntando sobre o quê e quanto se pode levar para a cabine do avião e principalmente: onde encontrar  A MALA!

Para quem está procurando uma malinha nas medidas exatas (e quase impossíveis) exigidas pelas  low cost, principalmente pela Ryanair, aí está uma boa opção:

Sansonite Spinner Earth (P)

A dificuldade de encontrar uma mala que se enquadre nessa  exigência (a de ser uma mala de bordo, bagagem de mão ou  cabin bag aceita)   é que a maioria das companhias aéreas falam em um volume de 115cm, sem especificar as dimensões exatas. Além disso, a franquia de bagagem de cabine, varia de companhia para companhia, de vôo para vôo, e de classe para classe e de país para país, e isso, numa viagem à Europa por exemplo, pode dar muita dor de cabeça (e de bolso também) por causa de alguns míseros centímetros. Além disso, o número de malas extraviadas e/ou danificadas, e como a moda de cobrar uma taxa para despachar mala de porão está invadindo cada vez mais companhias aéreas, os passageiros estão caprichando na bagagem de mão, levando cada vez mais e mais para dentro das cabines,  e isso acaba causando atrasos e verdadeiros engarrafamentos na hora do embarque.  Daí as regras para a bagagem de bordo, estão  ficando cada vez mais restritas (para gerar mais receita para as companhias).

Europa: Vôos dentro da Europa usam o sistema de peso, variando o peso de acordo com a classe da passagem (super econômica, econômica normal, executiva básica, executiva normal). A classe econômica costuma ser 20kgs.
Se você comprou uma passagem de Vôo dentro da Europa, separada de sua passagem internacional Brasil-Europa, valerão as regras de cada país e companhia aérea. Se comprou junto com sua passagem internacional Brasil-Europa, valerão as regras da passagem internacional.

Ao comprar a passagem, leia antes as regras de bagagem, para saber o peso, quantidade e valor da multa.

A EUROPA usa, na maioria dos países, o conceito de PESO, ou seja, paga-se o valor por kilograma excedido, variando de 10 a 30 euros por kilo. As companhias low-cost cobram não apenas por peso, mas também por volumes extras. Se viajar com mais pessoas, é permitido somar a quantidade de franquias.

Multa: as multas são por WEIGHT CONCEPT – veja no site da companhia aérea quanto custa o kilo excedido.

As variações são tão grandes que podem afetar o preço final da passagem, por isso certifique-se antes de viajar ou leve pouca bagagemSwiss | | Iberia cobra por peça a mais: 2 mala: 50 euros (via site); Excesso de peso: 60 euros | KLM cobra por peso extra | Swiss: por peso |Tap: por peso (mais barato se comprar pelo site), variando de 5 euros a 20 euros dentro da Europa por kilo. | Lufthansa: por peso, de 5 a 10 euros.

VOLUME – DIMENSÕES DA MALA
Além da restrição de peso (no Brasil o máximo permitido pela legislação é de 32 kg, mas a aviação internacional e companhias aéreas tem outros padrões e limites), há restrição no tamanho das bagagens (dimensão:(A + B + C) = 158 cm), por isso há uma atenção especial em relação a grandes eletrodomésticos e eletrônicos, equipamentos de esporte, etc…
Mala de Mão (Bordo): 115 cm total.

British: 56cmx45cmx25cm (imagem).
Iberia: 55cm x 40cm x 20cm, 10kg.
Tap: 55cm/40cm/20cm, 6kgs.
Jal: 55cm(L)x40cm(A)x25cm(P), 10kgs.
Lan Chile: 55x35x25, 8kgs.
United Airlines: 23 x 35 x 56 cm.
Lufthansa: 55 x 40 x 20 cm, 8kgs.
Alitalia: 55cm x 35cm x 25cm, 8kg (NOVO PESO)
Bagagem despachada: 158cm. Jal: cada 158, mas as duas não podem passar de 273cm. Máximo para excesso de volume: 292cm. Acima disso, provavelmente não será embarcado.
*Fonte: desenho pela British Airways.

fonte: http://viagem.decaonline.com/

Na prática, o difícil é encontrar a mala perfeita para tudo: para o bolso, para as cias lowcost, para bagagem de mão de voos internacionais e principalmente que não desmaie se abrindo inteira, quando alguém do security resolve revolver a sua malinha (a minha é mais ou menos assim, dividida em dois compartimentos, quando preciso abrir por qualquer motivo no aeroporto ou na rua, ela se multiplica em duas partes).

Ou são pesadas demais, largas demais ou só tem 2 rodinhas ou pior, caras demais!

E eu  estava procurando mais uma vez,uma mala que cumpra todos os requisitos,  procura esta que começou na viagem de volta de Dublin, quando a malinha de Carol foi congada pela Ryanair, e nos custou 35 euros de multa e castigo, fora  a possibilidade de perder o Easybus, previamente agendado e pago (outro pejú), que nos levaria do aeroporto de Stanstead para Baker Street (central London). Por perder o ônibus, leia-se ficar esperando a mala nas esteiras do aeroporto. E por congada, leia-se não entrou na gaiolinha que mede a bagagem. Essa aí da foto.

Para entrar, deslizando nesse engradado, não basta ter 115 cms no total. E o principal problema é encontrar uma malinha de cabine que tenha só 20 cms de largura.

A grande maioria das malas tem 24, 25 ou 26 cms, mesmo sendo menores no total. Meus amigos acabaram comprando malas de porão em todos os vôos, o que custou 30 dinheiros por trecho = 90 no total!

Então a única maneira de se ter certeza que a mala vai entrar em qualquer lugar, é levando a velha e boa fita métricapara a loja de malas, pois mesmo pesquisando na internet, as medidas não batem com a realidade.

As medidas da  Sansonite Earth, que estão no site por exemplo, são 55.00 x 35.00 x 24.00, sendo assim já estaria reprovada, mas na realidade, tem exatos 20 cms. É lógico que tem que ser na base do saquinho a vácuo e nem pensar em usar o bolso. Mas para viajar de trem por exemplo, pode-se usar o expansor e o bolso.

Não é barata (299,00), mas pense na economia de pular de país para país por menos de 10 libras ou euros. Vale muito a pena. E se passa na mais rigorosa e mão de vaca das cias low cost, entra em qualquer outra cabine de qualquer outra cia.

Essa abertura frontal  facilita muito o interminável  tira e põe no security (raio x ). Lembre-se que se você estiver levando algo eletrônico (câmera, notebook, celular, etc) e líquidos (aquele saquinho com ítens de higiene pessoal) tem que mostrar tudo fora da mala e depois colocar tudo dentro de novo para passar pelo portão de embarque.

PS: Novembro vai ser um mês daqueles bem bombados, se eu demorar a aparecer, é por pura falta de tempo!

Até!!!

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14
jun
10

Viagem pela Europa – compartilhando os detalhes…

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Aeroporto Tom Jobim – Rio de Janeiro

A intenção desse blog no início, era tão somente compartilhar com os amigos a emoção de cada viagem, postar algumas fotos (muitas aliás), e dar notícias e depois falar o que eu tivesse vontade no dia a dia. Com o tempo e depois de muitas horas na internet, fui mesmo querendo registrar e compartilhar o que deu certo, as roubadas (Merci Dieu, muito poucas), e se puder ajudar alguém, que como eu, já ficou muito perdida e ansiosa, a chegar mais rápido às respostas que a gente sempre procura na hora de viajar, eu já fico feliz!! Sei que ninguém encontra euros,  libras ou dólares dando sopa, e que  em uma viagem desse porte, quanto mais  informação melhor, e  menos tempo e dinheiro a gente vai desperdiçar. A maioria dos termos de busca aqui no blog, são exatamente sobre os detalhes.

Começando do começo, preciso falar sobre a Air France. Eu, particularmente nunca tive problemas.  A passagem do vôo cancelado por causa das cinzas do vulcão, já me foi reembolsada, sem nenhum stress. Mas meus amigos, passaram  um domingo inteiro (dia do embarque) de stress e  expectativa de perder o vôo para Barcelona, pois a AF simplesmente mudou o horário do vôo, que saiu 3 horas depois. Tempo suficiente para perder a conexão da Vueling que os levaria a Barcelona. Não conseguiam falar com o atentimento ao cliente( imagine! domingo não funciona!),  e quando conseguiram algum contato,  a companhia simplesmente não se responsabilizou por nada. Eles acabaram comprando novas passagens para Barcelona. Nisso, foram muitos telefonemas internacionais, prejuízo em dinheiro e tempo! Coisa importantíssima, quando se tem três dias numa cidade.  Outro detalhe: não sei se por causa dos prejuízos incalculáveis que todas as cias aéreas tiveram por causa das cinzas, o menu a bordo (ponto alto da Air France, falei sobre isso aqui), não foi aquela fartura… Nada de vinho à vontade, Hagen Dazz, sanduíches, Heinekens etc. Isso tudo sempre foi oferecido no meio do avião, no meio do vôo. Não que eu seja uma comilona contumaz, mas um vinhozinho, sempre ajuda na hora da insônia… Foram 6 vôos assim. Os meus,  os da minha filha e os dos meus amigos. Apesar de ter a tarifa mais barata, já estou pensando duas vezes .  Como vou sempre para Londres, desta vez o mais barato, não sai tão mais barato assim, já que cheguei no Charles de Gaulle,  e a conexão para Londres (minha e da minha filha), partia de Orly, no extremo oposto de Paris. Tivemos que pagar o ônibus da própria AF, 19 euros cada uma, para o translado. Ou seja, foram mais quase 80 euros, fora todo o tempo gasto, ter que tirar as malas da esteira, embarcá-las no ônibus, e fazer tudo ao contrário. Enfim… fica aqui o depoimento. A outra opção, seria a British Airways. Mas desde o fim do ano passado, tem havido várias greves do pessoal de bordo. Então, da próxima vez, vou ter que pesquisar bastante, para me decidir.

Imigração:  Pois é. Não sou a pessoa mais indicada para contar sobre esse momento que tira o sono. Nunca tive problema nenhum, talvez pela faixa etária.  Em Paris, nunca perguntam nada. Já para entrar no Reino Unido, a coisa muda de figura. Para começar os não europeus (the rest of the world  ou all passports), tem que preencher o Landing Card, com seu nome e sobrenome, sexo, número do passaporte, tempo de duração de sua estadia no Reino Unido, endereço de contato, de onde você está chegando, núnero do vôo, trem, ou navio, e sua assinatura. (Só falta pedirem fotos da família!). E sempre perguntam qual o motivo da viagem, quanto tempo pretende ficar. Dependendo da idade, vão te pedir a passagem de volta, perguntar quanto dinheiro você tem, se conhece alguém em UK, e daí tudo pode acontecer… Os brasileiros não precisam de visto prévio para entrar em UK, mas o  Immigration Officer é que vai definir se você entra ou não.  Então é bom que esteja com tudo à mão e saiba responder essas perguntas, porque mesmo com o passaporte todo carimbado, eles perguntam mesmo. Na primeira vez que imigrei, eu não tinha a menor noção de onde estava e o que era aquilo. Estávamos vindo de Amsterdam, de ônibus, paramos em Calais, antes do ferryboat, fazia um frio louco às onze da noite, e euzinha estava com uma febre de 40!!! A oficial me perguntou um monte de coisas e eu fui respondendo, assim super a vontade, como se ela fosse só alguém muito curiosa!!!! Só depois caiu a ficha!

Nos outros países, é quase a mesma coisa com exceção do Landing Card. Sapecam o carimbo e pronto!

A malinha (de cabine). Item indispensável e de suma importância, se quiser viajar low cost mesmo. Vi de tudo nos aeroportos, inclusive dentro dos aviões, mas nunca se sabe como vai estar o humor do funcionário. Se ele te mandar pesar, ou pior, testar a mala no tal engradado, e ela fracassar no teste… 35 dinheiros (digo dinheiros, pois podem ser libras, euros, coroas checas ou suecas…depende do país que você estiver embarcando). E acredite! Dói mesmo se você pagou míseros 8 dinheiros, pela passagem! E aí tem mais um pegadinha. O engradado da Easyjet é na horizontal, ou seja, as rodinhas podem atrapalhar. Já na Ryanair, é na vertical, e a largura é o problema. São 20 cms. A textura da mala, também pode danar tudo.   A minha (da marca Tonin) é rígida, não tem expansor, não tem bolso (não dá para cair em tentação), e a alça é embutida. Entra linda nos engradados, que nem uma modelo em roupa de desfile de griffe. Um porta-passaporte ou uma minibolsinha, que a gente possa disfarçar na hora do embarque, também ajudam.

Outro detalhe que pode parecer de menor importância, (mas na hora do entucha tudo na malinha, é muito importante), foram os tais saquinhos que falei aqui. Chamo-os de saquinhos mexups. O Espacebag, não cumpriu sua tarefa. Já em Dublin, (segunda parada), ele até “chupava”, mas em algum lugar, devia estar danificado, e voltava a encher (já dentro da malinha). Resultado: se a gente está contando com aquele super, mega,  ultra, importante espaço extra na malinha, na hora de recolocar o que foi mostrado fora da mala no security, tipo, notebook, líquidos etc (lembrando que nas cias lowcost, a gente só pode embarcar com 1 (UM) único volume!), pode dar problema.  Porém, meu amigo Rafael descolou um outro, que se chama Vacuumbag, mais barato (11,40)  e que se comportou melhor. Foi aberto e fechado váaaaaarias vezes, e continuou cumprindo a sua missão. Há que se ter um certo cuidado. E cá entre nós, esse negócio de enrolar é muito chic. O que faz vácuo mesmo é uma boa sentada com o busanfam (com calma, para não estourar!). Primeiro lacra, abre um pouquinho o zíper de silicone, busanfa em cima, e passa o lacre de novo! Aí sim, fica totalmente me xups! Para mim, é a alma da malinha para as cias lowcost. Fica tudo preso dentro do saquinho e não desmonta na hora de abrir a malinha, se algum pentelho no security quiser examinar o que tem dentro. Como só encontrei com eles (meus amigos) em Barcelona, me virei com o grande mesmo, vindo de Londres, que faz o mesmo trabalho, só que tem um enorme bocal para ser chupado com o aspirador (ou fazer o ar ser expulso na base da busanfa mesmo).

Companhias aéras low cost e aeroportos (também low cost).

Vale muito à pena!!! Para nós, acostumados a passagens caríssimas, pode até parecer roubada. Mas não é. São simplesmente companhias aéreas que cortam tudo o que não é o vôo em si. E cobram por tudo que não é o seu assento e um único volume a que o passageiro tem direito.  As regras são claras e você tem, obrigatoriamente que concordar com elas antes mesmo de reservar seu vôo. Tudo o mais, além  do seu corpicho e dessa única bagagem de mão é  cobrado. É tudo feito pela internet, pelo passageiro, inclusive o check in. Todo o resto é pago.  Embarque prioritário (fila especial para quem pagou para embarcar na frente dos outros), mala de porão, água, café, sanduíche, batata frita…tudo! O avião mais parece uma loja de conveniência que voa. Os comissários ficam anunciando o próximo item a venda, com alegria e emoção. Começa com o lanchinho, depois cartões com prêmios (raspadinha, pode?), perfumes, maquiagem, cigarros que não acendem, relógios, bijuterias, mascote da empresa, uma feira! Ah! ainda tem o fato de que qualquer mudança, hora ou dia do  vôo, alteração de nome, etc, são taxadas em 100 dinheiros. Mas tive uma experiência positiva. Na hora de reservar dois vôos, digitei o sobrenome do Rafael errado. Quase infartei quando vi, que para alterar uma letra, on line, teria que pagar quase o custo de toda a viagem 2 vezes! Dei uma pesquisada e vi que existem até fóruns de discussão sobre a companhia. Num deles achei a solução: ligar para o atendimento. Como não era alteração de passageiro, e sim correção do nome, foi simples, rápido e o melhor! Grátis, hehehe!

E todas tem o tal engradado na frente do portão de embarque, no qual, teoricamente, sua bagagem de tem que entrar facilmente, quase escorregando. Falei sobre isso aqui.

Easyjet:  quanto maior a antecedência, mais barata fica a passagem;  na hora de reservar, o próprio site mostra as opcões mais baratas, em torno da data escolhida; se achar que sua bagagem excede o permitido, é melhor pagar pela internet, uma mala de porão, pois é muito mais barato que no aeroporto (pode-se fazer isso na hora da compra da passagem ou um tempo antes do vôo); para chegar a aeronave, anda-se a céu aberto, chova, neve ou faça sol; a bagagem de mão a que se tem direito, dizem eles, não tem limite de peso, mas você mesmo tem que colocar no compartimento sem ajuda e não pode ultrapassar 55X20X40; pelo menos nos vários vôos que fiz, os aeroportos eram os centrais mesmo (CDG em Paris, Barcelona, Innsbruck, etc) mas o portão é sempre longe à beça.

Obs: na easyJet, você chega no aeroporto e vai direto para o security. Não precisa passar no balcão da empresa.

Ryanair: a companhia está sempre fazendo promoções; passagens a 3, 5, 8 e 10 libras ou euros, estão sempre em destaque no site; algumas não tem mais nenhuma tarifa, ou seja, é só isso mesmo; outras passagens são acrescidas de taxa de administração, web check in, pagamento via cartão, etc; essas promoções tem um período determinado para serem reservadas, e outro período determinado para o vôo em si;  a bagagem de mão só pode ter 10 quilos e 50X20X40; e se tiver dúvida se sua bagagem cumpre as regras, também é melhor pagar pela internet, uma mala de porão; a companhia se orgulha tanto de sua pontualidade, que toca uma corneta em alto e bom som quando aterrissa na hora certa (uma comédia!)

Obs: nessa companhia, os não europeus, precisam passar no balcão da companhia, para checar a passagem e seu passaporte antes de seguir para o security.

Existem outras low cost, como a Vueling, Airberlin, Germanwings etc. Mas como minha base é Londres, acabo sempre nessas duas das quais falei.

Um outro detalhe que pode interessar ou mesmo desesperar a gente  é errar o grafia do nome na hora de digitar o passageiro para fazer a reserva. Isso aconteceu comigo e é quase um terror quando a gente tenta consertar on line. Na página da Ryanair (manage your trip), você pode fazer de tudo. Acionar malas, comprar o direito de embarcar primeiro (priority ), etc. Mas mudar o horário do vôo ou o nome do passageiro, custa a bagatela de 100 dinheiros!  Mas se o problema for uma única letra ou uma sílaba errada, calma! Vá para a página de tefefones de contato, anote o número e no primeiro país europeu que você estiver, ligue e peça para fazerem a correção. A mocinha é atenciosa e conserta o nome. Rápido e de graça. Acredite!

Embarque: é bom passar pelo security, com alguma antecedência. os portões de embarque, pelo menos nos aeroportos de maior porte, são sempre muito, muito longe! Outra dica, é ter sempre a passagem de saída do país para onde você está indo. Se você está indo para Barcelona e de lá para Madrid, tenha a passagem para Madrid à mão. Quase sempre pedem.

Aeroportos:

Os aeroportos utilizados pelas cias low cost, em algumas cidades, são na realidade, fora da cidade. Então criou-se um exelente negócio, que são os ônibus, que ligam esses aeroportos ao centro da cidade. E na maioria das vezes, estão sempre a disposição da chegada dos vôos low cost.  As passagens variam de cidade para cidade. O mais caro que eu paguei foi em Estocolmo, talvez devido à distância, pois o avião pousa em Skavsta, que fica mais ou menos a 100 kms de Estocolmo. Em Paris, aterrissamos em Paris-Beauvais (eu juro que nunca tinha ouvido falar desse aeroporto), também longinho, e também servido por um ônibus que deixa os passageiros em Porte de Maillot  em Paris.

Então, mesmo que se perca uma hora ou mais, ainda vale a pena, pois os ônibus são confortáveis e confiáveis. E…. Estarão lá quando você chegar.

O que mais importa nos aeroportos não é o tamanho (normalmente menores que os centrais), pois todos tem tudo que um aeroporto precisa ter. E sim, como a companhia vai avaliar sua bagagem. E como regra geral, o mais incrível é que não há regra que valha para todos eles. A imigração, na chegada, e na hora de embarcar, o security, também  é diferente em cada um deles e em Londres e Paris, nem imigração teve.  Assim como é diferente, na hora de encontrar seu portão de embarque, e principalmente, os critérios para avaliar sua malinha. Depois da experiência de Carol no aeroporto de Dublin, Rafael e Juliana, que apesar de serem leitores assíduos do blog, derraparam na escolha da mala, resolveram não arriscar, e pagaram bagagem de porão. Mas vimos muitas, várias malas bem mais gordas, altas, ou mesmo mochilas, dessas que tem vários compartimentos , passarem tranquilamente, no portão de embarque. Mas em Estocolmo por exemplo, ninguém estava preocupado com o formato. Porém, estavam pesando as malas!!! Ou seja, se eles não estivessem comigo, eu talvez tivesse que pagar excesso ou despachar, pagando a tarifa mais alta, pois minha malinha, já no fim da viagem, estava com 12 quilos! (Cometi alguns pecados mortais, comprando algumas lembranças, e cada grama pode fazer a diferença). O que eu posso dizer e aconselhar é: siga à risca o que está escrito no seu bilhete. Assim não tem tensão, o que estraga o prazer de estar indo embarcar para uma nova experiência. Ou então, relaxe, compre a bagagem de porão por 15 dinheiros, e se permita alguns pequenos excessos.

Próximos posts… mais detalhes.

Até!

13
jun
10

fazendo as contas… europa, orçamento low cost mesmo!

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Na sexta feira, tivemos nosso encontro no Cocoon. Fizemos de tudo, menos acertar as contas da viagem.  Então, ontem resolvi encarar a dura realidade. Que acabou, nem sendo tão dura assim!!! Eu sabia que não tinha dilapidado a fortuna da família, mas o total foi simplesmente ridículo.  Num post a parte, ou nos posts sobre cada cidade, vou  detalhar tudo. Mas dá para acreditar que para visitar 4 países da Europa, saindo de Londres e voltando, foi menos de 1.100 reais???? De passagens de avião (Easyjet e Ryanair) e os ônibus entre os aeroportos (na maioria, longe do centro) e as cidades que visitamos, foram exatos 510 reais.  Um pouco mais que uma passagem só de ida para São Paulo (aqui do lado).  E para 13 noites, 565 reais de hospedagem. Pode???

Ok. Para nós, que moramos no Brasil, tem a facada para cruzar o Atlântico. E antes, outra facada para chegar ao aeroporto, no caso do Rio de Janeiro, o Tom Jobim ( no site do aeroporto, é meio difícil encontrar a companhia de ônibus que faz a ligação com o centro da cidade, dão apenas o telefone. O que quer dizer que  a maioria usa mesmo o táxi, principalmente quem vem de fora). Enfim, não há termos de comparação.  Ao contrário, em todos os aeroportos que já pousei por lá, existe um transporte, seguro, econômico e confiável, entre o aeroporto (seja central ou afastado) e o centro da cidade, em questão, com lugar seguro para a bagagem, alguns com câmeras (para os mais desconfiados), tomarem conta de seus pertences.

Quanto às companhias low cost, pode parecer pegadinha, mas não é. Desde que se cumpra à risca o que está escrito no seu bilhete. No próximo post, falo mais sobre isso.

Até!

05
jun
10

paris je t´aime!

Nossa última parada foi na cidade que nós três amamos. A gente sai de Paris, mas Paris não sai da gente.  Chegamos no aeroporto de Paris Beauvais, e de novo um ônibus ( que custa mais do que a passagem), nos deixou em Porte Maillot. O aeroporto é pequeno e é fácil achar o ônibus, pois ele fica esperando o vôo da Ryanair chegar.

Desta vez o dedinho de ouro foi de Rafael, que descolou um hotel bem legal, perto da Gare Montparnasse.  E para dar mais charme à nossa estada em Paris, o hotel foi moradia de Simone de Beauvoir e de Jean Paul Sartre durante a guerra.  Nosso quarto tudo de bom, era perfeito, inclusive para perder as calorias ingeridas nas boulangeries de Paris. Quarto andar sem elevador. No início parece assustador, mas vale a pena. Até a vista do banheiro (dentro do quarto) é encantadora. O Hotel Mistral vale a escada.  Para nos locomover, optamos pelo Paris Visite, aquela cartão que dá direito a todos os  transportes, quantas vezes você quiser, durante o tempo que você escolher (um, dois ou três dias), nas zonas que você vai andar. Apesar de ter o Navigo Decouverte, e de ser segunda-feira, não valia a pena carregá-lo para uma semana.

Paris mexe com a gente. Não importa quantas vezes e nem quanto tempo se fique.  É sempre bom deixar alguma coisa para fazer da próxima vez que você vier…

Depois do nosso delicioso jantar, todo trabalhado em queijos e vinhos, e de quebra um caviar esperto, caímos no mais profundo sono.

No dia seguinte, nos entregamos ao sabor do vento e fomos dar no Jardin de Luxemburg. Confesso, que ver as árvores, esbanjando verde, cortadas em retângulos, e flores e mais flores, me fez dar o braço a torcer. Durante anos só tenho viajado no mais alto inverno, e adoro, mas a primavera por aqui é de tirar o fôlego.

E continuamos a turistar, devorando pains au chocolat, chuassons aux pommes, pains aux amendes…


Me controlei muito para não comprar uma dúzia de bolsas e cachecóis no Boulevard St Michel, entramos e saímos de lojas, e como não podia deixar de ser, fui me conectar em Notre Dame. Nunca deixo de ir quando estou em Paris.

Lotada de turistas, sem árvore de natal, sem me contorcer de frio…

Nos jogamos então num bâteau…. E aí, são dezenas de fotos, que ficam para depois, no post especial sobre Paris.

Chegar à Tour Eiffel de barco,  num dia como esse, é tudo de bom!!!

E depois de nos estirarmos na grama, fazer uma boquinha, e presenciado um cair do sol inesquecível…

Nos jogamos nos ônibus e fomos ver a cidade luz s iluminar na Tour Montparnasse!

E como se fosse perto, e cedo, fomos tirar fotos na pirãmide do Louvre, só para completar o dia mega turistão delicioso.

Rescostei na cama do hotel uma meia hora, pois às 4 da manhã tinha que sair, pegar dois busuns, para chegar ao Charles de Gaule, onde o nascer do sol me esperava, como que dizendo, volte logo!!! Meu vôo Easyjet para Londres, me esperava, láaaaa no terminal 2B, no portão B25. Para quem não conhece, é mais de meia hora andando dentro do aeroporto.

Hoje, meus fiéis e queridos companheiros de viagem, já devem estar descansando em seu lindo COCOON. E  eu já estou aqui em Londres, às voltas com as malinhas… Uma saudade louca bateu desses meus amigos. Mas já, já vou encontrá-los… meus queridos Rafael e Juliana.

Até

23
maio
10

Hola! Barcelona!

Que calor!!!(comparado à minha memória de viagens).  E lógico que bateu saudade da minha companheira, minha filhota que desta vez não está comigo.  De Central London para Gatwick, é relativamente simples.  Eu fui para London Bridge Station, comprei um ticket do First Capital Connect (o mais bartato), aquele que vai parando… e tchum, chega-se a Gatwick. Dessa vez meu vôo saia do terminal sul, onde o trem chega. Se não, pega-se o shuttle para o terminal norte (grátis, é só entrar) e pronto. Bom, aquela parte ´´europorto´´,  mala,  security… conto depois, pois já saquei mais algumas dicas ( e é sempre exaustivo).

Chegando ao aeroporto de Barcelona, é só andar para a frente toda a vida, e a gente encontra o Aerobus. 5 euros, e thanran, estamos na Praça Catalunya.  Eu sabia que meu hostel era na badalada Las Ramblas, a dez minutos a pé da praça,  mas treino é treino, jogo é jogo. Fui pedir informações no centro de turismo. Peguei um mapa, e seguindo a direção que o dedo da moça me apontou, lá fui eu, toda me sentindo, quando dei de cara com a Casa Batlló.

Assim, bem na minha frente!!! Super normal, quase tropecei.  Como assim? Passada a emoção, me dei conta que tinha andado muito na direção contrária a do meu hostel. Mas mesmo assim, não é todo o dia que a gente erra o caminho e dá de cara com uma obra de Gaudí. Eu, e meu maravilhoso senso de direção, fomos no caminho oposto. O dia estava lindo, o ventinho da tarde já estava no ar, e eu e minha malinha (que a esta altura já estava começando a ficar pesada), voltamos quase saltitando por todo o caminho até a praça, para então descobrir a direção certa e finalmente adentrar Las Ramblas.

Acho que vou começar a alugar meu dedinho de ouro para escolher hotéis, hostels, etc! Para variar, local tudo de bom! Las Ramblas é uma enorme avenida de pedetres, que vai da Praça Catalunya até o Porto de Barcelona, com uma rua de carros de cada lado. Essa avenida de pedestres é para os turistas andarem, comprarem lembrancinhas e mapas, para os artistas fazerem suas performances, é um grande trottoir. As duas ruas que ladeiam essa passagem de gente, são entrecortadas de ruinhas estreitas, cada qual com seu encanto. Nestas ruas de carros, estão inúmeros restaurantes, que tem sua filial, no calçadão. Então é corriqueiro, ver um garçon, atravessando a rua, para servir os clientes, no meio do buxixo. Neste buxixo, está localizado o Hostal Benidorm. Simpléeeeeeeeeeeeeerimo, mas com um banho quentinho, cama dormível e na cara do gol.

Andei tudo  o que tinha por perto, fazendo meu tradicional reconhecimento da área. Fui dar na catedral da cidade, (não, não é a La Sagrada Família de Gaudi), e depois fui até o porto. Amei a cidade! Amanhã posto fotos, pois o soninho tá chegando e eu tenho que aproveitar!

Até!

22
maio
10

tpv (tensão pré viagem), alguém não tem?

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Pronto! Estou ligadaça, não consigo dormir. Diagnóstico = tensáo pré-viagem.

Já fiz e refiz a malinha, que pelo tanto que vai andar e ser carregada, tem que estar bem leve. Mas desta vez eu realmente estou na dúvida. Não sei viajar sem ser com a temperatura beirando O grau. Primavera bombando, calor de dia, de noite rola aquele friozinho.  Já tirei meia, botei casaco, descartei a bota, mandei um tenis, optei pela sapatilha. E depois de ter perdido minha câmera, agora vou com tudo pendurado e amarrado ao meu nervoso ser.

Parti para a violência,  entrei numa Poundland Store, e me acabei na seção de viagem, tudo a 1 pound.

Não é nada chic, mas viajar lowcost está mesmo longe de qualquer glamour. Depois da experiência de ter engravidado de um netbook e de um guarda chuva, tentando disfarçá-los debaixo do cachecol e do casaco, resolvi ir com tudo pendurado, sem bolsa. Sem stress mas com tudo á mão. Notaram o detalhe da linda corrente que segura a linda carteira ao passport holder? Pois é. Vai ser assim mesmo. É muito tira e põe, tem que mostrar passaporte e cartão de embarque a toda hora. Então vou toda trabalhada no penduricalho. Além da malinha, lógico.

E você??? Tem essa tensão maluca antes de viajar? Como ela se manifesta?

25
abr
10

Viajando e pesquisando antes de viajar…

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O dia a dia continua, mas a possibilidade de uma nova viagem existe então, começo a fazer o que eu adoro, que é escolher o que fazer.  No mapa aí de cima, eu viajo antes de viajar.

Dessa vez, com amigos queridos, pode ser uma deliciosa aventura.  Então começo o jogo.

Quantos dias? Onde vamos chegar? De onde vamos partir de volta ao Brasil?  Quantas cidades? Quanto tempo em cada uma? Como ir de uma à outra? Qual o meio de transporte mais barato? Tem transporte barato entre o aeroporto (as cias lowcost sempre te deixam no aeroporto mais longe) e o centro da cidade?

Para montar esse quebra-cabeça, começo pelo mapa. Me debruço no notebook , checo as possibilidades dos vôos lowcost entre as cidades e nas datas em questão.

Flylowcost Ryanair Easyjet Edreams

Daí, pesquiso o aeroporto em que vou chegar e como chegar até a cidade : Flylowcost

Achando o aeroporto, normalmente no próprio site, encontro informações sobre o transporte mais em conta para o centro da cidade.

L’aéroport de Paris-Charles de Gaulle est situé à 25 km au nord est de Paris.

Accéder à Paris-Charles de Gaulle
visu Accéder à Paris-Charles de Gaulle

Vou copiando e colando tudo num arquivo word.

Tendo certeza das cidades e de como me deslocarei entre elas, começo a pesquisar tudo que tem para se ver, visitar, e com mil janelas abertas na tela do computer, descubro no Google Maps onde é melhor se hospedar. Esta é a parte mais divertida. Começo pesquisando em imagens, porque neste tipo de pesquisa, a gente acaba encontrando blogs e reportagens mais fácil.

Barcelona

O hotel ou albergue não pode ser longe dos centros de interesse, pois gasta-se mais de transporte, então às vezes vale gastar um tiquinho a mais, para ficar perto. Até hoje reservei todos os hotéis em que fiquei palo Booking.com. Nunca tive nenhum problema. Todas as reservas estavam sempre em ordem. Caso haja algum imprevisto, se cancelar com certa antecedência, não há taxa alguma.

Outros sites :

Hostelworld são hostels no mundo todo

Eurocheapo dá para encontrar a melhor tarifa e os editores do site, dizem realmente ter estado nos hotéis recomendados.

Venere hotéis, apartamentos e B&B em todo o mundo.

Budget Places o nome já diz… economize no hotel e gaste na diversão.

No mais, no próprio site das cias lowcost, há links para reserva de hotéis.

Hotel Westertoren Amsterdam

Hotel Koffieboontje Brugge

Hotel Breinössl Innsbruck






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