Archive for the 'ESTOCOLMO' Category



31
maio
10

stockholm, paxonei!

Não vai dar nem para começar a falar desta cidade, que mais me pareceu uma festa. Vou postar algumas fotos, e lógico, depois coloco os mapas, as dicas etc.

Não sei se é a primavera quase verão, mas Estocolmo me surpreendeu pela quantidade de bares e cafés, esparramados pela cidade. Em cada esquina, cais, rua, praça… há diferenes bares, com caracteríticas distintas.

Nesses dias lindos, céu turquesa, o povo todo na rua, inclusive hoje, em plena segunda feira.

É um cidade verde e azul.

E o fato de ter um inverno rigoroso, faz com essa época seja aproveitada ao máximo. Pubs lotados, ruas cheias, gente pegando sol em qualquer banco de praça. Muitas crianças, bebês em profusão, pois o governo paga aos pais durante um ano para cuidar de seus rebentos, além de assistência médica e dental…Uma beleza, quase inacreditável para nós.

Ah, sim! Tem o Ice Bar, que de ice mesmo só a temperatura e os copos. O resto, paredes, balcão, esculturas, etc… puro acrílico.

(Os narizes vermelhos são de Barcelona)

Vale a pena anyway…

Mas Estocolmo é muito mais.

Moderna, mas com o charme da cidade antiga, que me seduziu, assim, meio sem querer…

bom, aqui já está amanhecendo…

Até!

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31
maio
10

chegando em Stockholm

Nossa chegada à capital da Suécia foi no aeroporto de Skavsta. O traslado para Estocolmo é no Flybussarna, por 219 SKE. Isso mesmo. Coroa Sueca, dá um susto! Antes do ônibus, fomos no guichê da FOREX  e trocamos dinheiros…

1 euro =  9,25 krones suecos.   no dia de nossa chegada).  Esse ônibus,  tudo de bom, percorre 100 Km até Stockholm, atravessando florestas… todos a bordo, sem exceção, cochilam, dormem e babam em algum momento.

Chegamos na Central Station, pausa para café e afins. Depois fomos tentar descobrir como comprar tickets de metro para ir para nosso albergue.  Achar a estação de metrô até que foi fácil (benditos ícones). O problema eram exatamente os tickets. Máquina? guichê?…  depois de algumas tentativas modernas, tipo, fazer perguntas  para um computador  e esperar em vão pela resposta, resolvi apelar para a coisa mais antiga e prática que eu conheço! PEDIR INFORMÇÕES.

Resumindo, perguntar é a maneira mais fácil que se tem de conseguir uma informação. No máximo fica-se tão perdido quanto já se está. Tickets comprados (depois descobrimos que era mole ter ido a pé!!!), chegamos então ao Archipelago Hostel. É albergue mesmo! Numa rua cheia de cafés, comércio e pubs.  Quarto coletivo, com beliches. Banheiro, impecável, tudo organizado.

Esta foto é tudo junto, ao mesmo tempo, a recepção, a sala de internet e … à direita, lá no cantinho, a porta do nosso quarto.  O mais bem localizado, diga-se de passagem. Helena, a recepcionista, foi uma simpatia, e nem nos cobrou pelas toalhas que deveriam ter sido alugadas, assim como a roupa de cama.

Devido ao estado adiantado de exaustão, fizemos um reconhecimento da área, achamos um supermercadinho, fizemos umas comprichas e resolvemos descansar!

Hoje, acordamos bem mais felizes e descansados, e fomos alegres e saltitantes, passear.  Passear de barco! E fomos dar num restaurante encantado, onde beber e comer e depois descansar, podem conviver juntos. tudo num sofá.  Open bars por toda a parte.

Sol, domingo, parque em Estocolmo… Depois conto mais…


29
maio
10

rata de aeroporto

Pois é. Os últimos posts foram truncados, quase em linguagem telegráfica. Nessa maratona que estamos vivendo intensamente, quando finalmente alcanço meu netbook, já estou à beira do estado vegetativo de tanto cansaço.

Edinburgh

Então como sempre faço, vou reeditar todas as cidades com a atenção que cada uma merece, quando voltar.

Em Edinburgh, tínhamos apenas um dia e algumas horas. Chegamos muito tarde por causa de um atraso no vôo. Com tudo organizado no nosso roteiro, pegamos o Airlink 100 no aeroporto de Edimburgh. É esse ônibus, chiquérrimo por sinal, que faz o translado até o centro da cidade por 6 euros.  Andamos até nosso hostel, largamos as malas e fomos em busca de alimento.

E meu dedinho de ouro nos colocou num hostel, bem perto de pubs, comes e bebes, e do melhor e mairo fish&chips que eu comi na minha vida!

Alimentados, voltamos para o quarto para mais uma camada de roupas e uma volta rápida na cidade.   Rafael em total surto, já sonhava com o café da manhã, todo trabalhado na tipicidade escocesa e concedeu à Madona, a tarefa de nos acordar no dia seguinte às 7 da manhã (no alarme do celular), para o café e posterior conhecimento da cidade. Estávamos completamente exaustos. Barcelona foi intensa em todos os sentidos e em Edinburgh, tínhamos um hora a menos.

Essa conjunção de fatores, fez com que eu achasse, que Madona e o celular de Rafael, tinham um projeto secreto para me enlouquecer, já que nem senti que tinha dormido.  O tal do guaraná em pó junto com aquela adreanalina de viajar, deflagaram uma reação complexa  em Rafael que  perambulava pelo quarto em passos largos e pulsantes, enquanto eu e Juliana mal conseguíamos balbuciar bom dia. O tal do continental breakfast, que consiste em feijão ao molho de tomate, uma enorme salcicha, tomate, e pasmem! um ovo para arrematar tudo, também me fizeram achar que pela primeira vez iria precisar aconselhamento…

Nosso hostel não era em pleno buxixo como o de Barcelona, mas era pertinho do centro (0 que não é muito difícil). O centro onde o comércio bomba, fica simplesmente o lado da cidade antiga. Ou seja, a gente pode fazer compras na Topshop com vista para o castelo. É só atravessar a rua e pronto.  Gaita de fole como fundo musical, parques, escoceses desfilando, e nos parques, gnomos e duendes.

Andamos umas 11 horas seguidas pela  cidade. Essa loucura de primavera, que só escurece ás 10 da noite, acaba fazendo a gente não parar nunca. Só quando acaba a bateria de todos os instrumentos de captação de imagens, é que a gente se deu por vencido.

Ontem fomos dormir às 3 com o dia amanhecendo em Edinburgh, depois de um por do sol de cair o queixo (lá pelas 10 da noite).

Hoje às 6 já estávamos de pé (?), com as malinhas arrumadas. Confesso que meus membros inferiores conspiraram contra mim, durante toda a manhã.  Mas enfim chegamos ao aeroporto. Todos meios silenciosos, olhares distantes… Pura exaustão. O guaraná a essa altura, só teria efeito se diretamente aplicado na veia.

E agora? Agora estamos num albergue em Estocolmo.

Amanhã, conto mais…




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