Archive for the 'London eye' Category

20
mar
12

Primavera em Londres

ESTE BLOG MUDOU DE ENDEREÇO:  www.maladerodinhaenecessaire.com

primeiro dia de primavera no hemisfério norte

Hoje o dia se enfeitou todo para estrear a Primavera. E foi uma festa.

primavera em Londres 2012

Parecia desenho animado, estória para contar antes de dormir. Todo mundo saiu para festejar.

primeiro dia de primavera Londres 2012

Pato, pombo, meus queridos  esquilos,

primavera 2012 em LondresGente fazendo fotossíntese na grama

image

Minha sombra intrometida e o esquilo bisbilhoteiro…

chegada da Primavera em Londres 2012

Narcisos que se amam porque são lindos mesmo , né?


As flores todas se esforçando para uma foto de “red carpet”…

Primavera em Londres

Um fusuê de cores,  luzes, sombras,

Admiralty Arch

Sombras enoooooormes, passeando pelas cores

E Londres na preparação para o grande feito, parecia dizer: Olá,  veja como sou linda!

Jubille Bridge

Reflexos dourados na água, no céu

Festa de rosas e azuis

E assim chegou a primavera! Panoramicamente linda!

16
maio
10

London London

Com essa estória de o dia não acabar nunca mais, temos chegado em casa tarde, e acabo não postando nada. Batemos perna o dia inteiro… Ontem, depois de realizar que realmente tinha perdido a minha câmera com todas as fotos de Dublin (só ficaram as dos celulares), acabei fazendo uma pesquisa de mercado.  Minha câmera era velhusca, mas eu tinha um apego emocional. Ela me acompanhou em todas as viagens. Éramos companheiras… E eu sem uma câmera, fico meio, mão abanando. Mas já estou apaixonada pela nova, que comprei depois de muito pesquisar.

Hoje saímos em busca de cores e contrastes para estrear o novo device e esquecer minha perda.

Começamos por Russel Square, minha velha conhecida. Mais precisamente Tavistock Place. Foi lá que fiquei hospedada, na primeira vez que vim para Londres. Em uma ruinha cheia de hotéis + baratos.

Para quem não quer ou não pode gastar muito, é uma opção. Mas prepare-se…o quarto single é a mais pura expressão da palavra simplicidade. Uma cama, uma pia e um armário. Praticamente um quarto de carmelita descalça (freira que faz voto de probreza). Para compensar, o breackfast é um almoço de churrascaria. Outra opção é o The Generator. Um hostel animado, onde hoje, fomos tentar bookar um passeio que estamos querendo fazer.

Acabamos não reservando nada, mas gostei de conhecer o albergue, até para poder recomendar.

O dia tinha começado lindo, sol forte e até calor. Mas pela minha experiência, eu nunca, jamais saio sem um guarda chuva. Armou um estrondoso temporal, que acabou não acontecendo.  E o sol abriu de novo. Russel Square estava cheia de gente sedenta de sol e de flores. Sentamos para um glorioso capucino, cercadas de muito verde.

No meio da cidade, um lugar lindo, assim… Bateu um tédio??? Praça, flores, sol…

Mas hoje era sábado, tinha muito dia pela frente. Que tal uma almoço baratinho, da culinária que te der na telha? Camden Town! Já falei sobre Camden, mas eu sempre me impressiono. É uma babel enlouquecedora!

Um labirinto de barracas, tendas, lojas, de tudo que pode ser comercializado. Um vai e vem de gente de todas as nacionalidades. Aromas de todas as culinárias.

O difícil é escolher. Um prato com tudo o que você quiser, 4 pounds. E que delícia! O pessoal come em pé mesmo ou

confraterniza nesse monte de mesas.

Dá para passar fácil, muito tempo por lá. Mas queríamos mais verde e fomos a pé para Regent´s Park. Post que vai ficar para amanhã, pois o sono chegou. Foram dez horas batendo perna…

Até!

12
fev
09

O QUE SE VÊ DE LONDON EYE





02
jan
09

HAPPY NEW YEAR !!!!!

Chegamos em Trafalgar Square por volta das 3 e meia da tarde. Muitos turistas disputando espaço para uma foto, muita gente, muitos idiomas e muito frio!

Me dei conta que tínhamos chegado muito cedo e que teríamos que preencher esse tempo com alguma atividade. Guardas por toda a parte, grades, e os luminosos mostrando como voltar pra casa e desejando um 2009 maravilhoso.


Fomos passear um pouco, e testar nossas roupas térmicas. Continuavamos nos gabando de estarmos aquecidas e preparadas para o evento. Chegando ao Big Ben, checamos os melhores lugares, a melhor vista, e nos decidimos por ficar na margem em frente, pois na Westminster Bridge, o vento era de cortar orelhas e gangrenar as mãos, muito antes do ano chegar.


Um pulinho em County Hall, banheiro no Mac Donalds (o ultimo xixi do ano!) e as 5 horas da tarde, nos posicionamos em primeiro lugar, junto a grade em frente ao Thames, como se fosse absolutamente normal, esperar em pé, por sete horas!!! um evento que temos em frente à nossa casa no Brasil.
Tudo muito calmo, organizado, sem empurra-empurra, centenas de guardas, crowd safetys, motociclistas, banheiros quimicos, e muita gente chegando. Sortudos que teriam a oportunidade de estar ali, pois assim que estivesse rasoavelmente lotado, os guardas fechariam a chamada “viewing area” e absolutamente ninguém poderia entrar.

As 6 da tarde, que aqui ja é noite fechada, pensei em comprar um café, mas desisti vendo a aglomeração na Westmisnter Bridge e imaginei minnha filhota perdida sem mim. Voltei imediatamente ao meu posto, e mesmo faltando 6 horas para o grande momento, continuei achando que era normal.
Uma moça ao nosso lado, animadíssima, se apresentou. Uma brasileira que reside fora de  Londres desde 2003, nos contou com os olhos brilhando que todos os anos está la sem falta. Este ano, nenhum amigo quis ir, e ela, mesmo sozinha, estava lá. Nos disse que seriam 10 minutos de puro êxtase, e que estávamos no melhor lugar, pois dalí poderimos ver o show de luzes durante a contagem regressiva.
Não posso descrever com riqueza de detalhes, 6 horas de espera, vendo a multidão chegar, debaixo de um frio de 0 grau, sensação térmica de – 5 devido ao vento gelado do Tâmisa. Cada badalada do Big Ben eu dizia: Faltam menos 15 minutos…  para quê mesmo?


Devo confessar que foi a animacão e o papo descontraído e encorajador com a moça que nos envolveu numa espécie de torpor e fez o tempo passar sem que desistíssimos.  O total congelamento do cérebro,  impossibilita que voce tome a decisão mais lógica (sair correndoooo)  e permaneça durante 6 horas vendo London Eye trocar de cor, numa especie de aquecimento para o grande momento. É lindo mesmo, mas pensando bem, é uma loucura, aquela gente toda, congelando, durante horas pra ver dez minutos de foguetório. Pura lobotomia!!!

às oito da noite, começou a música com uma seleção comandada pelo DJ da BBC.

-Hello London!!!!! Guess what? Let’s Have some fun!!!!

A moça ao nosso lado, disse que este ano estava muito mais legal, pois agora tinha música. Imagina sem???

A esta altura, meus pés se despediram do meu corpo e o patch que deveria aquecer em contato com o ar, virou uma pedra gelada entre a bota e as três meias que desapareceram com o frio, que até mesmo a BBC classificou de “freezing”. Eu…. portava um gorro do meu genro, o que me transformou numa espécie de mano, desses que cantam RAP em São Paulo. Nos sacudíamos ao som da música, pra retomar a circulação perdida. Inventei uma danca meio aborígene, com passos desconexos, mas eficaz contra o total congelamento e uma possivel tragédia. No pouco espaço que tínhamos, era tudo que podíamos fazer.

10 horas da noite. Neste momento, voce não pode fazer mais nada. Não há como desistir. É melhor se animar, sendo a primeira da fila de camadas de pessoas, que terá a melhor visão do espetáculo e continuar a se sacudir. Afinal só faltam duas horas. Para quê  mesmo???
Comemos nosso sanduiche de salmão, que apesar da aparência assustadora, estava geladinho e uma delícia! Revigorante. Mas nada de liquidos. Apenas uma leve umedecida nos lábios…  se não, pode ocorrer o maior terror da festa: vontade de ir ao banheiro.

Enfim 11 horas. A multidão ja estava toda lá. Italianos, búlgaros, holandeses, portugueses, dinamarqueses,  a europa inteira. E lógico!!! Brasileiros cantando o hino do Flamengo. Ninguém merece!
11:50
Finalmente, começa algum movimento, e uma música hipnótica começa a tocar sincronizada com um show de luzes que deslizam pela roda. Numa espécie de catalepsia coletiva, comeca a contagem regressiva e todas a vozes chegam ao zero. As doze badaladas do Big Ben soam…
Um show maravilhoso de fogos espoca e durante 10 minutos sucumbimos ao êxtase. A roda se transforma numa visão, num olho luminoso e incandescente.

Quando tudo termina, me surpreendo comigo mesma. Ainda existe vida inteligente, e finalmente quando começamos a nos movimentar para ir embora, me dou conta que estou estranhamente viva. A circulacão volta e preciso andar, encontrar forcas e um meio de transporte para voltar para casa. Restos de todo o tipo de alimentação e bebida alcoólica pelo chão. Pessoas em estado lastimável deitadas ou amparadas por amigos igualmente bêbados. Guardas sorridentes indicando o caminho para um possível retorno ao lar. E você deseja ardentemente que um dispositivo de teletransporte opere um milagre. Quilômetros a frente, descobrimos um ponto de ônibus que vai para algum lugar. Pura ilusão, desce do ônibus e anda mais um pouco…  só mais um pouco. Metrô finalmente!!! Mais duas conexões e mais um ônibus estamos em casa!!!

LONDON EYE NEW YEAR’S EVE!
Um ritual tribal coletivo de superaçâo e persistência.
Uma experiência inesquecivel. Valeu a pena? Valeu!!!!
Para quê mesmo????

01
jan
09

NEW YEAR´S EVE AT LONDON EYE

Sao 2 e vinte e quatro da manhã, portanto mais de vinte e quatro horas depois dessa experiencia, que certamente contarei pros meus netos e para todo o mundo que me perguntar.

Quando penso em Reveillon, penso em fogos de artificio. Assim, quando comecamos a pensar no que fazer na virada, veio a idéia de ir ver os fogos em London Eye. Nada mais natural, estando em Londres.
Meu filho imediamente pulou da cadeira, e bradou: Mamae! Voce é maluca?
A resposta  foi curta. Objetiva. E simples: SOU!
Sou completamente maluca.

A idéia comecou a tomar forma ainda no Brasil. Como estar em Londres no Réveillon e não ver os fogos em London Eye?
No dia 30, fomos eu minha filhota, a Trafalgar Square e vimos os cartazes de Happy New Year!!!  Num frio de fazer inveja a esquimó, ao anoitecer, tomamos um café e entramos numa das mil lojas de souvenirs de Londres. Comprei umas besteiras e um termômetro, tipo ímã de geladeira, minha lembranca favorita das cidades que conheço. (Ok, é brega, mas turista tem que ter seu lado cafona).
Voltamos à praça, cuja fonte já estava cercada, e equanto tirávamos fotos, verifiquei a temperatura. O grau. Termômetro não informa a sensação térmica. Ainda bem! O vento gelado de Londres faz você achar que seus neurônios vão congelar.
Na volta pra casa, minha filha perguntou:  Mamãe, voce tem certeza?
Mais um resposta curta: Tenho.
Começaamos então a preparar nossa aventura.
Ontem pela manha acordamos cedo e fomos para Elephant & Castle. Um shopping que fica na estacão de metro do mesmo nome, que digamos assim, é bem popular. Bem popular mesmo, mas tem um monte de barraquinhas com coisas esquentantes, de ceroulas a tapa orelhas.
Eu tinha perdido a minha luva mais quentinha, que carinhosamente chamava de Zinslaine (pronuncia- se : sinslaine (o nome certo e Thinsulate), e precisava imediatamente repor a minha perda, pois sem luvas a gente perde contato com a mãos e a coordenacao motora fica extremamente prejudicada, senão ausente.
Chegamos e eu mal pude conter minha alegria quando vi uma alegre feirinha na frente do shopping, com varias barraquinhas de arabes, vendendo todo tipo que coisa para se aquecer, incluisive luvas Thinsulate!
Compramos ceroulas, tapa orelhas, pacths que se aquecem ao entrarem em contato com o ar, protetores de lábios, nos preparando para o momento London Eye à meia noite. Encontramos uma bota mega fashion, numa loja chamada “SHU STORE”… Eu, minha filha e duas mulheres das quais so podíamos ver os olhos, eram as únicas pessoas na loja. Um luxo!
Voltamos para casa, e enquanto nos embalávamos em camadas de roupas térmicas, numa verdadeira operação de guerra, meu filho olhava incrédulo.
-Mamãe, voce  não tem noção, é muita gente! Aquilo deve ser  uma lucura! Vocês vão mesmo?

FOMOS.

Como eu e Carol estamos num momento de total antecedencia, saimos de casa as 3 horas (da tarde).
E fomos animadíssimas pra nossa aventura londrina, nos gabando de não estarmos sentinhdo frio algum!

Mas… (Continua aqui)




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