Archive for the 'STANSTED AIRPORT' Category

17
jan
11

Londres, informações úteis 1 (aeroportos e transportes)

Chegar  a Central  London vindo dos aeroportos não é difícil.

São 5  aeroportos. Heathrow, City, Gatwick, Luton e  Stanstead. Já parti ou cheguei de todos eles e todos tem uma maneira econômica de se chegar ao Centro de Londres.

Heathrow

É o aeroporto que suporta um dos maiores tráfegos de vôos internacionais do mundo. E normalmente os vôos que vem (sem escalas) do Brasil, chegam em Heathrow.

Opcões para chegar a Londres

Ônibus

National Express 6,20  GBP  (só ida)

Partida -todos os teminais de Heathrow

Chegada – Victoria Coach Station (daí pode haver uma ligação para outros pontos de Londres, mas precisa mudar de ônibus)

Bagagem – até 2 malas médias

Duração – 1h 15 (média)

Venda de tickets – central de viagens do aeroporto, pelo site, direto com o motorista

Tickets for all coaches can be bought from the travel centre at Heathrow central bus station or booked in advance with the operator. You may also be able to buy a ticket from the bus driver, subject to availability. Passengers using Terminal 5 will find a National Express ticket office inside the terminal, in the international arrivals area.

Trem

Heathrow Express

É sem dúvida a maneira mais rápida de chegar no Centro de Londres. Os trens circulam de 15 em 15 minutos.

16,50  GBP (só ida)

32,00 (ida e volta, vale por um mês)

Partida – Heathrow Central (terminais 1 a 3 e 5), terminal 4 – pegar um shuttle (grátis) para a central

Chegada – Paddington Station (é uma estação de metrô  bem central, perto do Hyde Park e Oxford Street) e de lá pode-se pegar o metrô para qualquer canto da cidade.

Venda de tickets – pela internet Heathrow Express, na estação em máquinas automáticas, que aceitam notas, moedas e cartão de crédito.

Metrô

Há três estações de metrô em Heathrow – uma na área central –  terminais 1 e3 , uma no terminal 4 e outra no terminal 5 (fácil de achar)

Picadilly line (duração +- 1 hora)

só ida aproximadamente 5,00 GBP

Venda de tickets –  em todas as estações nos guichês e nas máquinas automáticas.   Se comprar um Travel Card ou o Oister (cartão de transporte), já pode usá-los nos outros meios de transporte.

TFL Ótimo site para planejar suas viagens em Londres, Journay Planner – é só digitar de onde e para onde e o site indica os meios de transportes que você escolher, tempo de duração da viagem e as estções e paradas de ônibus relacionadas.

Táxi uma facada no orçamento, dependendo da hora umas 70 GPB. Há varias empresas on-line que oferecem o transfer.

City Airport

É o mais central. Normalmente é para vôos para cidades da Europa. Quando venho do aeroporto de Orly, é sempre lá que aterrissamos.

E de longe eu prefiro o DLR (Docklands Light Railway), o terminal para pegar o DLR é bem na saída do aeroporto.

Partida – na saída do aeroporto

Duração – 22 minutos

Chegada – Monument ou Bank Station ( de onde pode-se pegar outro trem (metrô) ou ônibus para o seu destino.

Preço – 4,00 GBP   (em dinheiro)

entre 2,50 e 2,90 (Oister)

Docklands Light Railway Train

Shuttle Express Service

É um ônibus especial que liga o City ao centro de Londres.

Mas os 28,00 GBP  são uma facada desnecessária.

Táxi

Depende muito de qual ponto de Londres será seu destino. Para uma estimativa – Oxford Street 30,00 GBP

Gatwick Airport

Alguns vôos da lowcost Easyjet  partem desse aeroporto.

Trem

Gatwick Express

Partida – Gatwick Airport

Chegada – London Victoria Station ( a estação de ônibus e praticamente do lado)

Duração 30  min

Sem paradas

First Capital Connect

Mais em conta.

preço – de 7,50 GBP  a 9,50 GBP (válido para o dia todo)

PArtida – Gatwick Airport (é fácil de achar)

Chegada – London Bridge Station (bem no centro de Londres)

Duração  40 min

Venda de tickets – on line (http://www.buytickets.firstcapitalconnect.co.uk/)  ou  no  próprio aeroporto (guichê ou máquinas)

Ònibus

Easybus

Luton to London Bus and Coach

O mais em conta de todos, a partir de 2, 00 para os dois terminais do aeroporto. Para reservar on line – http://www.easybus.co.uk/

Mesmo para passageiros de outras companhias.

Partida- Terminal Sul e Norte

duração – 1 h e 15 minutos

Chegada – West Brompton Underground alguns minutos a pé de Earl´s Court Undergound Station

National Express

Preço – 5,50 GBP

Partida – Terminal Norte e Sul

duração 85 min

Chegada – Victoria coach station

http://www.nationalexpress.com

Stanstead Airport

As companhias lowcost utilisam muito esse aeroporto, que fica a mais ou menos 40 km ao  norte do centro de Londres.

Stanstead Express

Preço – 20,00 GBP (on line)

Partida – Stanstead airport

duração 45 min

Chegada – London Liverpool Street  (Circle, Metropolitan and Hammersmith & City line)

https://www.stanstedexpress.com

Easybus

Assim como para Gatwick e Luton

Preço 9,00

Luton airport

Trem

First Capital Connect (ver  site acima)

Ônibus

Easybus (ver site acima)

Green Line

Preço – 15,00 GBP (só ida)

Duração – 80 min

Saída – em frente ao Luton Airport

Chegada – No site eles não especificam, mas quando peguei esse ônibus ele nos deixou em Marble Arch Station (Oxford Street/Hyde Park)

 

 

Minha experiência com todos esses meios de transsporte foi sempre a melhor. Lógico, com pouca bagagem, fica tudo muito mais fácil e barato.

Próximo post – como se locomover em Londres ( e algumas das minhas últimas aventuras)

Até!



 

 

 

 

Anúncios
21
jun
10

LONDRES – DUBLIN – LONDRES

Sei que estamos em plena Copa do Mundo, e IUIHUUU! O Brasil ontem foi tudo de bom. Mas vou continuar nas viagens, enquanto as emoções estão fresquinhas.

Nosso vôo para Dublin saia do Aeroporto de  Stansted, Londres, às 9:50 da manhã e a maneira mais rápida de chegar ao aeroporto é o Easybus (mesmo para quem vai voar Ryanair). E dependendo do horário é bom comprar o assento pela internet. Já contei nesse post, o trancetê que foi para pegarmos nosso transporte.

Obs: as cias aéreas, aconselham, chegar ao aeroporto, com pelo menos 2 horas de antecedência. Se o vôo sai às 9, o legal é chegar às 7. Como os aeroportos ficam longe, reserve mais umas 2 horas. Ou seja, 4, 5 horas antes do seu vôo, tem que estar tudo pronto para partir.

Mas existem outras opções além do Easybus, como o National Express ou o Stansted Express (trem, que parte de,  e chega a Liverpool Street).

Embora estivéssemos exaustas quando chegamos à cidade, eu senti logo que ia gostar! E eu simplesmente adorei Dublin!!! A cidade tem um clima, um astral gostoso, e sentimos isso,  assim que desembarcamos no aeroporto. Não é uma coisa concreta. É mais uma energia. Chegamos à cidade rasoavelmente cedo.  O único aeroporto da cidade fica perto do centro, a 10 km. Vários ônibus fazem a ligação com a cidade: Dublin Bus, Air Link, Aircoach, Urbus, Flybus. E é só sair do aeroporto para encontrá-los. Paga-se 6 euros, diretamente ao motorista.  Pegamos o Airlink, que durante o percurso, mostra um vídeo sobre a cidade. Pura excitação!

É só perguntar ao motorista qual o ponto mais próximo do seu hotel. Nosso hotel, suuuuuuuuuper bem localizado, na Talbot Street,  a menos de 5 mins a pé da estação central de ônibus de Dublin. E como viajar é a melhor maneira de aprender um pouco de história e geografia…

A Irlanda é o sucessor do Estado Livre Irlandês. Este domínio foi  constituído quando toda a ilha da Irlanda se separou do Reino Unido da Grã-Bretanha e Irlanda em 6 de Dezembro de 1922. O que é agora Irlanda tem sido conhecida por uma série de outros nomes, de todos os que ainda são utilizados, por vezes, de forma oficiosa. Toda a ilha da Irlanda foi, unilateralmente, proclamada uma república independente pelos rebeldes em 1916, e denominada como o República da Irlanda (em irlandês: Poblacht na hÉireann, posteriormente Saorstát Éireann). Na sequência daeleição geral de 1918, a proclamação foi ratificada pelos deputados do seu primeiro Parlamento. Entre 1921 e 1922, quando o governo britânico legislou estabelecer o que é hoje a Irlanda, como uma região autónoma do Reino Unido, foi chamado Irlanda do Sul. Na sequência do Tratado Anglo-Irlandês, a partir de 1922 e até 1937, como um domínio da Comunidade Britânica das Nações, que foi denominado como Estado Livre Irlandês (em irlandês: Saorstát Éireann). Esse nome foi abolido com a aprovação da actual Constituição irlandesa. Outros nomes, tais como o Estado LivreVinte e seis condados do SulO Sul (um nome frequentemente usado por pessoas da Irlanda do Norte) também são frequentemente utilizados.

(fonte: Wilkpedia)

Não, não vou negar que eu fazia uma certa confusão.  Afinal, para entender as definições de  Reino Unido ( United Kingdom of Great Britain and Northern Ireland) e Irlanda, só dando uma pesquisada. No mapa acima, só o que está em branco, faz parte do Reino Unido, é a Irlando do Norte. A Irlanda, já fez parte do Reino Unido, mas agora chama-se República da Irlanda, e é totalmente independente. E Dublin?

As primeiras menções sobre Dublin, datam do século X, quando vickings e celtas co-existiam na cidade. Na idade média foi tomada pelos ingleses… Uma história e tanto.

Já na chegada ao nosso hotel, a música tradicional irlandesa ecoava em alto e bom som. Uma loja de cds tocava uma música atrás da outra, bem embaixo da varando de nosso quarto.  Nosso hotel, o DAYS INN TALBOT, não poderia ser melhor localizado. É um hotel sem frescura e barato. O quarto é pequeno mas funcional, e tem tudo que a gente precisa.

A rua, animada desde as primeiras horas da manhã, com um Tesco (supermercado) bem em frente, a Carroll´s Gifts, a loja oficial de lemranças da cidade, quase ao lado, outra loja de bujigangas (tudo a 1 euro) , e a 200 m da Spire of Dublin, um monumento em forma de agulha, com 120m de altura, considerado a maior escultura do mundo. Foi erguida em 2003 para comemorar a entrada do terceiro milênio.

The Spire of Dublin


Carroll´s Gifts of Ireland

Mesmo exaustas, largamos as malinhas e fomos bater perna. A cidade é cortada pelo Rio Liffey, e muitas pontes ligam uma margem à outra.  Em plena primavera, uma das margens é praticamente um deck, todo enfeitado por flores e floreiras, bancos de madeira, por onde a gente pode passear, se estirar e pegar sol ou tomar um pint nos quisques.  Ao longo do rio, várias bandeiras coloridas. Dublin estava sediando um evento Gay.

(Infelizmente, todas as fotos desse dia se foram, junto com minha querida e velha câmera, que perdi provavelmente no vôo de volta a Londres.  Só ficaram as que tirei com meu celular. Então, peguei algumas imagens na net, ok? e lógico, vou citar a fonte.)

Fomos andando  sem destino e fomos dar no outro lado do rio, na região de Temple Bar, o quarteirão cultural da cidade. Essa área tem uma identidade alternativa, ligada às artes.

Rio Liffey

(fonte: cidadesmundo.home.sapo.pt)

Temple Bar

(fonte: tripadvisor. com)

A essa altura, já estávamos completamente tomadas pela atmosfera da cidade. Como a proposta da visita à cidade era econômica, tudo o que fizemos no primeiro dia, foi andar…. E andamos muito.

Dublin Castle

Foram três dias de farra. Não vou dizer que Dublin é a cidade mais turística que já visitei.  A cidade é relativamente pequena.  Não compramos o Dublin Pass, mas fizemos um programa turistão no Dublin Bus Tour, naquele esquema de Hop on Hop off.

Assim a gente tem uma idéia geral da cidade, e do quê a gente quer ver com mais calma. E acabamos só saltando do ônibus na St Patrick Cathedral ( o parque parecia um lugar encantado!) e na Guinnes Factory.  Mas o Phoenix Park vale uma parada.

Mas o que eu mais gostei,  em Dublin, foi simplesmente estar lá. Talvez a gentileza das pessoas, a simpatia, as floreiras espalhadas por toda a cidade. Ah, sim…os pubs, o rio, as pontes…

Mary St ( a rua de comércio super simpática do centro da cidade ), onde, devo dizer, passamos várias vezes.  Fosse para tomar o café da manhã (acho que todo mundo na cidade, come fora!), fosse para comprar algo na Penney´s (hehehe! é a Primark de Dublin!). Eu iria a Dublin, só pelo prazer de fazer compras nessa rua, toda enfeitada de flores… Ou só para tomar Guiness no último andar da Guiness Factory ( é caro, mas vale a experiência).

Ou no THE CELT PUB, bem ao lado do nosso hotel…

 Para passear  nas margens do rio Liffey.

Ou em Dublin Docklands em total processo de modernização.

fonte: archiseek.com

Mesmo concordando com Helena, a recepcionista do nosso albergue em Estocolmo, que não há milhões de coisas para se ver e fazer em Dublin, gostei muito de ter conhecido a cidade.

Voltamos para Londres, graças ao recesso do vulcão, que no dia anterior, havia feito das suas e o aeroporto de Dublin estava fechado.

Aeroporto de Dublin






Enter your email address to subscribe to this blog and receive notifications of new posts by email.

Junte-se a 9 outros seguidores

outubro 2017
S T Q Q S S D
« abr    
 1
2345678
9101112131415
16171819202122
23242526272829
3031  

Digite seu endereço de email para acompanhar esse blog e receber notificações de novos posts por email.

Junte-se a 9 outros seguidores

viagens
free counters

Atualizações Twitter


%d blogueiros gostam disto: