Archive for the 'LOUCURAS & APERTOS' Category



17
set
10

Ainda nos entretantos!

Estava separando as fotos de Estocolmo, mas meu estado de humor, me impediu de prosseguir.

Hoje eu decidi que vou dar um tempo na saga Pintando meu apartamento (parte 1).  Faltam 1 quarto e o hall de entrada, e pequenos detalhes mas definitivamente eu preciso de um tempo! Mais uma semana e eu vou acabar chamando Cleber e Everaldo para o amigo oculto do Natal ou pior! posso sentir saudades quando estiver viajando! Até porque, eles são bonzinhos e fazem tudo que eu peço. Acho que rolou um apego e eles não querem ir embora.

Além do quê,  estou completamente intoxicada pelo cheiro de tinta, tenho dores de cabeça ininterruptas e me peguei rangendo os dentes! Ok! Pode ser o ápice da minha abstinência de nicotina e cafeína, aliada a uma dieta de coelho da Alice (quilos de alface de todos os tipos) na tentativa de evitar engordar 300 kilos.  Ah  sim, tem o tratamento dental… Sem falar na campanha eleitoral que por si só, já deixa qualquer brasileiro de estômago embrulhado. E por que justamente agora eu entrei numas de pintar um apartamento deste tamanho? Não tenho a menor idéia. Eu sei é que essa combinação de fatores, está me deixando histérica e qualquer desculpa me faz sair de casa. Ontem por exemplo, estava fresquinho, e eu adorei ir ao centro da cidade comprar —- canaletas!  Voltei a pé! Também estou apelando para fila de banco, fila de self service, consultórios em geral. Tudo no ar condicionado.

Para me distrair, resolvi entender o Twitter. A princípio, é em desconexo. É uma psicanálise de grupo, sem psiquiatra, intercalada de anúncios de empresas que demonstram uma intimidade louca com todo mundo. Mas serve por exemplo, para fazer uma pergunta e receber uma resposta rápida. Então   @maladerodinha está twitando, e seguindo tudo que diz respeito a viagens e viajantes.

Enquanto escrevo, Cleber, dono de uma voz grave e alta, (poderia ser um cantor de funk, fácil, fácil!)  me diz que não tem jeito, seu primo terá que voltar amanhã, para instalar o ventilador, pois falta uma peça. (?) E ele, claro, virá junto.

Estou a ponto de texturizar a parede do  corredor com os dentes.

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13
set
10

“It´s raining men”

Traduzindo : ” tá cheio de homi” aqui em casa, todos respingados de tinta, falando alto e transitando já com intimidade. E a pintura do ap, entra em sua terceira semana. A sala já esteve no quarto, agora os quartos estão na sala,

e para piorar, minha geladeira pifou.  Trata-se de uma geladeira dessas que tem computador, chip, e deveria degelar sozinha e … o que eu mais detesto: apita quando há algum problema (um alarme que toca, junto com pequenas luzes piscando)  e estala como se fosse explodir. É uma Brastemp, e só me deu despesa e chateação. Já teria comprado uma nova, com tudo que já gastei consertando. Desta vez, 15 dias para o seu  Coisinho descobrir o “defeito”, mais uma semana para chegar a peça e hoje, se tudo der certo e o inferno astral que antecede meu aniversário contribuir, devem vir mais dois homens, consertar a criatura. E vejam bem, chamei uma autorizada!  Depois vem mais um (homem) consertar as portas de correr que se transformaram em portas de arrastar, e talvez, se houver um alinhamento favorável de planetas, mais um homem para reinstalar os ventiladores de teto (indispensáveis).  Pois é, I`m a single lady, e estou toda trabalhada na testosterona. Depois disso, vou exigir que os possíveis futuros inquilinos usem luvas cirúrgicas e cabos de vassoura encapados em tafetá, para que as paredes permaneçam imaculadas. Crianças? Nem pensar.

Enquanto isso, os ítens para vender ou doar, estão se acumulando na copa e talvez venham mais brucutus para levá-los embora.

Juro que até amanhã faço os posts que faltam sobre Estocolmo, muito mais agradáveis de escrever do que este pequeno desabafo (desesperado)  .  Mas fazer o quê? Sinceridade? Pegar minha malinha e sair sem destino…

Até!

02
jun
10

Adivinhe onde estou?

Isso mesmo! Paris!!!! não tem jeito, quanto mais conheço o mundo mais adoro Paris (e Londres). Pouquíssimo tempo, mas qualquer minuto em Paris é maravilhoso.

Chegamos no aeroporto de Paris Beauvais, longe à beça, mas voo low cost é assim mesmo. Mais uma vez, um ônibus tudo de bom, faz a ligação com a cidade.

Ontem turistamos pela Champs Elysées, fizemos comprichas para o nosso jantar (no quarto do hotel) queijos e vinhos…. E como nenhum dos três tinha subido ainda no Arco do Triunfo, lá fomos nós!

Post só para atualizar, rapidinho, estamos saindo!

Até!

13
maio
10

back to london – ryanair experience

Nossa volta até que foi tranquila, considerando tudo que poderia ter acontecido. A tal nuvem do vulcão, continua atrapalhando e muito, todo o transporte aéreo na Europa. Nosso vôo de volta era as 11 30. Acordamos cedo, entuchamos tudo nas malinhas, mas deixamos separados os líquidos, o netbook, os celulares,

os passaportes, as passagens, o guarda chuva e algum dinheiro. Com exceção dos 2 últimos ítens, a gente tem que ter tudo isso à mão, para passar no security, além de ter que colocar na bandeja que vai passar pelo raio x, a malinha, a bolsa, o  seu casaco, botas ou tênis, e o cachecol, se tiver com um. Ou seja, isso tudo já é um volume a mais, além da malinha permitida pela companhia.

Não tem como não rolar uma certa tensão.

Funciona asssim =

Os passageiros que não são da comunidade européia, mesmo fazendo o check in online, tem que se apresentar no   balcçao BAG DROPP-VISA CHECK  da companhia, para conferir a passagem e o passaporte.  A atendente sapeca um carimbo e pronto.  Só que essa simples ação pode demorar, dependendo da fila que se tem pela frente. Como vários vôos tinham sido cancelados, por causa do vulcão,  imaginamos que haveria uma multidão. Para nossa surpresa, não havia ninguém, talvez pela antecedência com que chegamos ao aeroporto de Dublin.

Depois do balcão,  segue o security. Outra fila se forma, e começa o streap tease.  Na sua bagagem de mão,  assim como  no seu corpicho,  não pode haver nenhum objeto cortante (nem a mais inocente tesourinha de unha, alicate de cutícula, até pinça muito fina é confiscada).  No quesito líquidos, nenhuma embalagem com mais de 100 ml, e tudo deve estar dentro de um recipiente plástico selável, tipo Ziplock. Além disso, temos que tirar os calçados, o casaco, a bolsa, o netbook, o celular. Ou seja, tudo que não seja você, tem que estar nestas bandejas, enquanto você  passa por um detector de metais. Dependendo do aeroporto, uma fiscal ainda faz uma revista táctil…apalpando por cima da  sua roupa. Até aí,  é igual para todo o mundo. Da primeira classe de companhias tradicionais até às lowcosts.

Só depois de passar no security é que se sabe qual será o portão de embarque do seu vôo lowcost.  Geralmente, os quadros, onde estão os vôos e seus respectivos portões de embarque estão bem visíveis. Descubra qual é seu portão e prepare-se para andar…

Para quem vai viajar de lowcost,  começa a tensão.  Normalmente o portão de embarque é super longe. Anda-se muito!!! Então aconselho a passar pelo security com uma certa antecedência. Por exemplo, se o portão de embarque fecha às 11 00,  faça seu security com uma hora +- de antecedência, para não ter que sair correndo,  catando os líquidos e colocando sapato no meio do caminho, com o passaporte e cartão de embarque ocupando uma das mãos!

Chegando no portão,  tem gente de todo o jeito. No vôo de Londres para Dublin, achei que eu era a única neurótica com as regras da companhia. Muita gente com mala e mochila, mãe com filha, carrinho, comprinhas no free shop, e ainda por cima, fazendo um lanchinho,  outro com uma mala visívelmente maior do que a permitida + uma mochila.  Pois todo mundo embarcou!!! Nós e a torcida do Flamengo. No stress!

Já no voo de Dublin para Londres, a tensão estava no ar. Cinco, isso mesmo, 5 funcionários da Ryanair estavam no portão de embarque. Dois, checavam o boarding pass, duas regulavam com o olhar a bagagem, e a outra, bem, a outra, conto já, já.

À nossa frente, vários pessoas começavam a se transforamar em seres mutantes. Todo mundo tentando camuflar o segundo volume, em seu próprio corpo, disfarçado debaixo do casaco, dentro das calças, por dentro do sweter.  Os muito gordos levam uma certa vantagem… mas na fila, tinha homem com peito pontudo (podia ser a câmera), mulheres com ligeiros defeitos nos quadris (a bolsa), outra magrela com uma cintura avantajada (uma pochete) e euzinha, absolutamente grávida de trigêmeos ( era o netbook, a carteira e putz!!! um guarda chuva!) Ninguém merece!  Tudo isso disfarçado   Pois bem, a fila foi andando e pessoas foram sendo colocadas num espaço ao lado do balcão. A tal quinta elementa, era a megera que pegava as malinhas e mandava colocar no engradado. Não entrou??? Extra charge!!!

O veredito era dado rapidamente. Se a mala não escorregasse facilmente engradado adentro, era recolhida e o infeliz passageiro, deveria pagar ali mesmo, à vista, a quantia de 35 euros.  Eu já estava a caminho do avião, quando vi Carol, minha filhota, cair na malha fina (ou seria mala fina?). Apavorada, “grávida´´ de um computador e de um guarda chuva, com o cachecol por cima, fui ver o que estava acontecendo. Pois a mesma malinha que viajou de Londres para Dublin pela mesma Ryanair, foi confiscada e só embarcaria, com o pagamento da módica quantia. Não entrou escorregando no tal engradado… E eu, com tudo errado, passei livre, (pouco) leve e solta. Minha malinha, nem sequer foi testada! A alça da malinha de Carol e o tecido não ajudaram na hora da descida triunfal no engradado e pimba!!!

Não adianta argumentar. Foram vários passageiros na mesma situação.  Todos desconfiados que o engradado estava menor, que tudo é completamente aleatório, que um dia eles decidem ganhar dinheiro com quem pagou míseros 3 euros pela passagem.  O fato é que além do tamanho exato da mala, a textura tem uma importância fatal. Um tantinho assim a mais, se você tiver que empurrar a tal mala, vai  custar 35 euros ou libras. Sem choro, nem vela. Então, meu consellho é = se não tiver certeza, é melhor bookar uma mala de porão, e despachar, antes de embarcar, no site da companhia.  É muito mais barato e menos estressante.

Depois disso, entubado o prejuízo, percorre-se um caminho alegre e feliz rumo ao avião.  Ao ar livre, mesmo (eis aí  o porquê do guarda-chuva). Nesse lindo dia, choveu graniso, enquanto esperávamos para subir as escadas que nos levariam a aeronave.

Uma vez lá dentro, você coloca sua mala no compartimento, senta em qualquer poltrona liivre, e ou se diverte, ou corta os pulsos com a faquinha que roubou do avião da companhia que serve refeições a bordo. É uma feira! Mal decolamos e os comissários começam a anunciar e vender revista,  lanche,  refrigerante, perfumes, raspadinha, prêmio relâmpago. Num vôo de uma hora, você nem percebe o tempo passar.

Lowcost um caso de amor e ódio! VOCÊ ama porque pode viajar e atravessar países baratinho. E odeia…porque a companhia tira dinheiro de onde pode.

Na chegada a Londres, encontramos na esteira, a espera de suas malinhas reprovadas, vários passageiros irados! Uma chinesa que estava rodando a Europa, outraa que como Carol já tinha viajado váaaaaarias vezes com a mesma mala…

Mas, como sou otimista de carteirinha, pensei… foi só a mala! poderia ter sido o vulcão! kabum!!!!

Falo mais de Dublin nos próximos posts.

Até!

10
maio
10

last minute deal Dublin!!!

Aventura total!!

Foi uma correria! mas estamos aqui. Post rapidinho, só para atualizar.

Passagem + hotel batatérrimos, se você puder embarcar no dia seguinte (ontem).  Nem pestanejamos, jutamos as malinhas, não dormimos pois tínhamos que pegar um onibus, para chagar ao outro ônibus, para Stansted (aeroporto, muito longe de Londres!) de onde partia o voo para Dublin. Mas no meio do caminho fui pegar as passagens impressas e quase infartei! tinha pego as passagens do meu filho que ia para Lisboa encontrar o tio, e na hora H o vulcão resolveu mandar cinzas para o sul da Europa!! Nós duas às 5 e pouco da manhã, num frio alucianante, andando em círculos em Glowcester Place, sem saber onde o onibus pegava os passageiros. Bendito celular, ligamos para o Dani, e no último minuto conseguimos correr e pegar (pagando de novo), o Easybus! Restava o problemas das passagens. Eu achava que se tivéssemos que reimprimir o boarding pass, pagaríamos uma multa e toda a economia da viagem, iria por água abaixo. Mas como eu agradeço com antecedência, imprimimos no aeroporto mesmo e foi tudo bem. Chegamos em pleno domingo, exaustas. A cidade e tudo de bom. Um ónibus super lindo para na frente do aeroporto e nos deixa no centro da cidade por 6 euros. Na estação de ônibus pedimos informação e o senhor, quase nos trouxe até o hotel, super gentil.

07
jan
10

6 de janeiro, muita neve!

Hoje foi um dia atípico.  Acordei mais uma vez com o locutor da LBC falando com os ouvintes sobre os problemas que a nevasca de ontem acarretou ao ingleses. Escolas fechadas, aeroportos e estações de trem com passageiros que ali pernoitaram na esperança de embarcar, gente que não conseguiu ir trabalhar e por ai vai. Tentamos falar com a Easyjet, mas como só estamos no celular, não deu. A espera era de 30 a 60 minutos para tentar uma resposta. E a neve só apertando… Então, até o fim da tarde, que aqui é por volta das 4 horas, tínhamos quase certeza que nossa viagem tinha dançado.

Fomos então passear na neve….Fazer o quê? Nossa intenção era ir ao parque, nos acabarmos de brincar de boladas de neve e quem sabe até fazer um boneco.

O parque estava deslumbrante, mas fechado. Acho que o homem que abre o parque pela manhã, não apareceu. Nos contentamos em curtir do lado de fora mesmo.

Mesmo sem entrar, foi um passeio revigorante. Desses meio inesquecíveis, imagens que parecem saídas de um filme.

Já voltando para casa, parou de nevar. E não nevou mais. Daí, a dúvida, vai ter voo ou não vai? As malas de bordo prontinhas. Na Easyjet, só se pode embarcar com uma malinha de 50x40x25, que tem que entrar numa espécie de engradado. Se não, a mala tem que ser despachada para o porão, e obviamente há uma taxa extra.  Lá vamos nós e as malinhas… Será que vamos conseguir embarcar?

Só saberemos amanhã no aeroporto.

01
jan
09

NEW YEAR´S EVE AT LONDON EYE

Sao 2 e vinte e quatro da manhã, portanto mais de vinte e quatro horas depois dessa experiencia, que certamente contarei pros meus netos e para todo o mundo que me perguntar.

Quando penso em Reveillon, penso em fogos de artificio. Assim, quando comecamos a pensar no que fazer na virada, veio a idéia de ir ver os fogos em London Eye. Nada mais natural, estando em Londres.
Meu filho imediamente pulou da cadeira, e bradou: Mamae! Voce é maluca?
A resposta  foi curta. Objetiva. E simples: SOU!
Sou completamente maluca.

A idéia comecou a tomar forma ainda no Brasil. Como estar em Londres no Réveillon e não ver os fogos em London Eye?
No dia 30, fomos eu minha filhota, a Trafalgar Square e vimos os cartazes de Happy New Year!!!  Num frio de fazer inveja a esquimó, ao anoitecer, tomamos um café e entramos numa das mil lojas de souvenirs de Londres. Comprei umas besteiras e um termômetro, tipo ímã de geladeira, minha lembranca favorita das cidades que conheço. (Ok, é brega, mas turista tem que ter seu lado cafona).
Voltamos à praça, cuja fonte já estava cercada, e equanto tirávamos fotos, verifiquei a temperatura. O grau. Termômetro não informa a sensação térmica. Ainda bem! O vento gelado de Londres faz você achar que seus neurônios vão congelar.
Na volta pra casa, minha filha perguntou:  Mamãe, voce tem certeza?
Mais um resposta curta: Tenho.
Começaamos então a preparar nossa aventura.
Ontem pela manha acordamos cedo e fomos para Elephant & Castle. Um shopping que fica na estacão de metro do mesmo nome, que digamos assim, é bem popular. Bem popular mesmo, mas tem um monte de barraquinhas com coisas esquentantes, de ceroulas a tapa orelhas.
Eu tinha perdido a minha luva mais quentinha, que carinhosamente chamava de Zinslaine (pronuncia- se : sinslaine (o nome certo e Thinsulate), e precisava imediatamente repor a minha perda, pois sem luvas a gente perde contato com a mãos e a coordenacao motora fica extremamente prejudicada, senão ausente.
Chegamos e eu mal pude conter minha alegria quando vi uma alegre feirinha na frente do shopping, com varias barraquinhas de arabes, vendendo todo tipo que coisa para se aquecer, incluisive luvas Thinsulate!
Compramos ceroulas, tapa orelhas, pacths que se aquecem ao entrarem em contato com o ar, protetores de lábios, nos preparando para o momento London Eye à meia noite. Encontramos uma bota mega fashion, numa loja chamada “SHU STORE”… Eu, minha filha e duas mulheres das quais so podíamos ver os olhos, eram as únicas pessoas na loja. Um luxo!
Voltamos para casa, e enquanto nos embalávamos em camadas de roupas térmicas, numa verdadeira operação de guerra, meu filho olhava incrédulo.
-Mamãe, voce  não tem noção, é muita gente! Aquilo deve ser  uma lucura! Vocês vão mesmo?

FOMOS.

Como eu e Carol estamos num momento de total antecedencia, saimos de casa as 3 horas (da tarde).
E fomos animadíssimas pra nossa aventura londrina, nos gabando de não estarmos sentinhdo frio algum!

Mas… (Continua aqui)




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