Posts Tagged ‘ANTES DE VIAJAR



29
mar
10

economizando espaço na mala

Já, já, volto a Paris… Mas preciso compartilhar essa dica, já que me pediram o post sobre as low cost. Bom, que uma mala mínima é a melhor opção, acho que não há mais dúvidas! Também devo confessar que mesmo viajando com a pequerrucha, eu não sou de ferro e como o frio desse inverno em terras européias, não foi bolinho, comprei alguns casacos,  cacheóis e pashiminas.  Lógico que não dava para trazer, primeiro porque não há como usar nada disso nesse calor senegalês e depois por falta de espaço mesmo! Então resolvi deixar lá, no pequeno quarto do meu filho. Solução?

VacuumBag! Não é novidade, eu sei. Em Londres, encontrei esses sacos à vácuo, nas lojas 99p. Acredite, 3 sacos por menos de uma libra.  Dá para armazenar 4, 5 ou mais casacos e fica da espessura de menos de um e guardar em qualquer lugar.

E depois:

Pensamos seriamente em usar esse recurso para levar os casacos dentro das malinhas, quando partimos para uma viagem mais longa à Innsbruck, Salzburg e Praga (diga-se de passagem, -12 em Praga). Mas fiquei me imaginando correndo atrás das cmareiras para pedir emprestado o aspirador de pó (e o pior! em checo!, ahahah). Então, o jeito era sentar em cima para tirar o ar dos casacões que usamos nas montanhas.

Fuçando na internet, achei os tais sacos, aqui no Brasil, mas para viagem!!! Sem precisar do aspirador e no tamanho certo para malinhas ou mochilas.

O Space Bag® é muito fácil de usar!
Passo1 1. Coloque as roupas ou objetos que você deseja armazenar no interior do Space Bag®.
Space Bag – Vacuum Seal Storage Bags 2. Feche e vede o Space Bag deslocando o zíper Sure-Zip™ para uma das extremidades do saco e repita o movimento no sentido contrário.
Space Bag – Vacuum Seal Storage Bags 3. Enrole o saco comprimindo-o com as mãos até retirar todo o ar de seu interior.
Space Bag – Vacuum Seal Storage Bags 4. Desenrole o saco já comprimido e está pronto para você guardar em sua mala ou mochila.

Comprei, é lógico!!! Já testei e dá certo. Lógico que rola uma forcinha, mas economiza mointo espaço! Infelizmente, não é tão barato como em Londres…R$ 49,00 por três saquinhos. Mesmo assim vale a pena. Qualquer espaço a mais numa mala de 50X40X20, vale a pena.

Além disso, mantém as roupas secas e protegidas. O “saco” também toma a forma da mala, preenchendo os espaços.

Nesse site também vende o organizador de bolsa, que eu adooooro! É uma espécie de bolsa dentro da bolsa. O meu eu comprei na Bélgica, e só tinha visto isso nas comprinhas do vôo da Air France. Em viagens é uma mão na roda, pois fica tudo arrumadinho dentro da bolsa.

Esse aí é o meu.

Gostei também do porta maquiagem.

Não é bonito, mas é prático para viajar. Tudo separadinho,  protegido e fácil de visualizar e pegar o que se quer. Dá até para levar a escova e pasta de dente, ótimo para avião. Na malinha, pode ir enroladinho ou assim, aberto, dependendo do espaço. Comprei tudo  aqui.

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29
mar
10

malão, mochila ou malinha??? de olho nas low cost!

Esse assunto não é novo aqui no blog, afinal a tal malinha, é praticamente uma regra em todas as minhas viagens. Seja para dois dias ou dois meses, minha pequena notável é a escolhida.

Exemplo de uma mala “média” e de uma mala de bordo.

Já falei sobre as inúmeras vantagens de se viajar com uma mala pequena (dessas que vão com a gente na cabine do avião). É a diferença entre a liberdade e a limitação. Uma coisa é ir para um só destino, quando você vai para uma cidade e vai ficar “sediado” num determinado hotel e depois vai voltar para casa. Outra coisa é viajar para vários lugares, se deslocando muito e economizando nos detalhes. A diferença de uma simples  passagem de ônibus para uma corrida de táxi, pode significar mais um dia de hotel, mais um passeio, mais um ingresso ou refeição.

Aprendi isso na prática na primeira viagem à Europa.  Minha mala nem era uma aberração, afinal eu iria ficar dois meses em Paris, em pleno inverno e uma mala média, me pareceu mais do que normal.  Mas nesses dois meses eu iria à outros lugares na Holanda e Inglaterra. Nessa hora, eu constatei! Menos é mais!!!!  Essa mala média, foi um estorvo na chegada a Londres por exemplo. Imagine-se subindo e descendo escadas de metrô, com 20 quilos!!! Ou correndo nas plataformas das estações de trem!!! Ou ainda, entrando num ônibus urbano, normalmente lotado…Isso sem falar no prejuízo que uma mala representa nas companhias low cost. A sua passagem pode chegar a custar míseras 5 libras mas a da mala, se você quiser despachar pode chegar a 10, 20 ou 30!!!! Então, dependendo do seu estilo, vai de malinha ou  mochila. Essa última é pratica ao subir e descer escadas, mas é cansativa ao transpor os looooongos percursos dos aeroportos e estações.  No trem, a mochila tem a vantagem de ficar com você. Já a malinha, em alguns trens como o Eurostar e Thalys,  fica num compartimento no próprio  vagão,  mas longe de você, junto e misturada com todas as outras… Além disso, é você que tem que subir e desce sua bagagem do vagão. E se alguém pegar, digamos, por engano??? Levar uma correntinha para “atracar” sua malinha, pode ser uma boa idéia. Já nos trens da Áustria, a bagagem fica em um compartimento acima dos bancos, ou seja, é você que ergue o peso lá para cima.

Ryanair Cada passageiro (excluindo bebés) pode transportar um objecto de bagagem de mão a bordo (gratuitamente). Apenas é permitido um objecto de bagagem de mão por passageiro (excluindo bebés). As bolsas, pastas, computadores portáteis, compras em lojas, máquinas fotográficas, etc. têm de ser transportados consigo dentro da sua bagagem de mão permitida. Esta não deve pesar mais do que 10 kg, não devendo igualmente exceder as dimensões máximas de 55 cm x 40 cm x 20 cm. Devido a restrições de segurança, determinados artigos não podem ser transportados na bagagem de mão. Para segurança e comodidade de todos os passageiros, a bagagem de mão deve caber por baixo da cadeira ou no compartimento superior. Reservamo-nos o direito de cancelar a sua reserva sem direito a reembolso e negar-lhe o embarque se chegar ao portão de embarque com mais do que uma bagagem de mão ou se esse item exceder as dimensões máximas.

Easyjet –i nformamos o regulamento de bagagem de mão da easyJet especifica que os passageiros podem levar para bordouma peça de bagagem de mão. Apesar de em alguns aeroportos do Reino Unido as restrições terem diminuído, a easyJet não pondera alterar a sua política sobre a bagagem de mão enquanto as regras e os procedimentos na maioria dos aeroportos do Reino Unido não se tornarem mais claros e consistentes.
Os passageiros podem transportar uma peça normal de bagagem de mão limitada às medidas 55x40x20 cm não existindo, dentro de limites razoáveis, restrições de peso, ou seja, o passageiro deve conseguir colocar, em segurança e sem ajuda, a peça de bagagem no cacifo.

Nos ônibus, vai depender do tamanho da mochila/malinha. Existem compartimentos acima dos bancos, mas se sua mochila for muito gorda, não entra e também não é boa idéia colocar entre você e o banco da frente. Os ônibus europeus não são parecidos com os daqui, é meio apertado mesmo.  Eu particularmente, prefiro a malinha. Já fiquei 6 horas entre o check out do hotel e a hora do ônibus, andando pela cidade (York, em UK), entrando e saindo de lojas, Starbucks, batendo perna mesmo… se estivesse com uma mochila nas costas, não ia rolar!!! No entanto, eu sempre levo ou uma bolsa de nylon, dessas que ficam dobradinhas dentro da bolsa. Ou um saco tipo mochila para coisas intermediárias que não cabem na bolsa, mas que precisam ficar à mão e não na mala.

Dá só uma olhada na reportagem do thelegrafh. co.uk:

Passengers may have to load their own bags onto the Ryanair Flights.

Hahahaha!!! isso quer dizer, que se você quiser que sua mala seja despachada, você mesmo que vai colocar a mala dentro do compartimento de carga!!! Segundo a reportagem, estão cogitando a cobrança de 1 pound para usar o banheiro durante o vôo. Ah!! O saquinho (aquele, para quando dá aquele argh) também pode custar 1 pound. Ou seja, nesses vôos, tudo que não for o assento, será cobrado. Em breve, teremos que pagar para respirar.

Low cost é assim  mesmo. Para cobrar bem barato por uma passagem, o negócio é cortar todos os custos com empregados e cobrar por absolutamente tudo. Na Ryanair, por exemplo, se você quiser pagar somente pela viagem e levar sua bagagem com você, é tudo ou nada. Você tem direito a a p e n a s e tão somente um único volume de dez quilos. Bolsa de mão, câmeras, necessaires, tudo tem que estar dentro desse volume.

Na Easyjet, pude viajar com a minha mala e minha bolsa. Mas já aconteceu de pedirem para colocá-la dentro da mala cujas medidas não podem passar de 50X40x20.

Medidor de bagagem de bordo da Easyjet.

Esse “engradado” serve para medir sua mala. Coloca-se a mala alí dentro. Se entrar sem dificuldade, ok!

Guichês da Easyjet

Fora isso, quase todas as cidades que visitei, tem um ônibus ou trem (no caso de Londres), que ligam o aeroporto ou estação de trem/õnibus, ao centro da cidade. Uma economia e tanto! Desde quê, óbvio você consiga carregar sua malinha…

10
mar
10

o primeiro vôo internacional a gente nunca esquece

Eu sei que pode parecer impossível, mas não é. Muita gente nunca entrou num avião, ou nunca chegou perto de um vôo internacional.  Atendendo a pedidos, esse post ” descreve” como tudo acontece. Assim, dá para ter uma idéia do que você vai encontrar e fica mais fácil lidar com aquele frio na barriga que dá diante do desconhecido (já passei por isso), principalmente, quando a gente está viajando por conta própria e sozinha. Meu primeiro vôo internacional foi um espetáculo. O (você sabe o nome) ainda não tinha derrubado as Torres Gêmeas e os procedimentos antes de entrar no avião, propriamente dito, eram beeem mais traquilos. Mas me lembro do completo mistério que era para mim, fazer chek in, entrar na sala de embarque, o que fazer durante o vôo, que lingua os comissários falariam, como era a comida. Tudo era absoluta e deliciosamente novo. Eu estava com uma amiga, e nossa viagem para Nova York, era um tipo de excursão da falecida Soletur. Então as coisas foram fáceis, tinha um guia no Galeão para nos informar tudo, entregar as passagens, vouchers etc. Na segunda vez que visitei NY, em 99 já estava bem descolada. Já quando fui para Paris, anos mais tarde, eu me senti tipo marinheira de primeira viagem. Principalmente porque tinha passado anos pensando nessa viagem, o que fez  minha habitual ansiedade, atingir um nível absurdo! Comprei a passagem pela internet no site da Air France  (ainda tem os melhores preços para a Eur0pa). Tudo muito “muderno”, recebi o email de confirmação e o VoyageMemo, dizendo que poderia fazer o chek in pela internet. Chek in é básicamente a confirmação da sua viagem, e do seu acento no avião. Mas eu acabei fazendo lá mesmo no aeroporto Tom Jobim. Funciona assim: se for pela internet, 30 horas antes do seu vôo, a gente acessa o site, e com o código fornecido no e-mail, faz o chek in e imprime o comprovante. Eu gosto de antecedência e chego sempre antes. Eles recomendam três horas antes do vôo. Se você fez o chek in pela internet, entra na fila do guichê ” e – chek in”, e diante da atendente da sua companhia aérea, mostra seu passaporte e o comprovante impresso. A ou o atendente confirma no sistema, pergunta se há bagagem para despachar, e equanto você coloca as malas na balança, ela imprime seu cartão de embarque e coloca uma etiqueta na sua bagagem de mão. Aí você pode perambular pelo aeroporto, mas tenha o cuidado de saber exatamente aonde é o portão de embarque. Normalmente, o embarque começa uns quarenta minutos antes da hora do vôo.

Na sua bagagem de mão não pode ter, (de jeito nenhum) nenhum recipiente com líquido com mais de 100ml, nada cortante, nada combustível. Pasta de dente, colírio, e tudo que for líquido ou pastoso, tem que estar num plástico, tipo ziploc. Chegou a hora! O portão de embarque normalmente é misterioso. No Tom Jobim, o portão é um portinha, entre vidros fumê. Você apresenta seu cartão de embarque e entra. Depois de um fila tipo de banco, você chega ao guichê da polícia federal, mostra seu passaporte e de novo o cartão de embarque. Pronto, tecnicamente, você já saiu do Brasil e entrou num salão enorme.

Mas antes, tem o raio X. Tem que tirar casaco, computador e a bolsa e colocar tudo em bandejas que vão passar por um esteira para serem analisados. Nosso corpicho também passa por uma máquina para detectar metais (em Londres, agora tem um raio x que deixa a gente nuinha da silva). Daí a gente fica esperando a voz no alto falante anunciar seu vôo e então sim, a gente se dirige ao portão indicado. Pronto, você já está num tubo, que liga o avião ao portão de embarque e finalmente, dentro do avião, onde comissárias de bordo sorriem e dizem Bonjour!!! Daí, é procurar seu assento, e se acomodar.

Na sua porltrona, você vai encontrar um cobertor e uma almofadinha. Leve sua escova e pasta de dente, pois pelo menos na Air France, esse kit não rola!

Por experiência própria, prefiro os assentos perto da janela. E bem atrás. De preferência, os últimos que só tem duas poltronas a partir do número 52. Tá bom, fica perto do banheiro, pode até parecer que fica meio zoneado, mas se você sentar na janela só vai ter que ultrapassar uma pessoa para se locomover,esticar as pernas, ir pegar os lanchinhos durante o vôo, ou ir ao banheiro mesmo. Nesse lugar, a gente sempre sabe se “tá rolando” uma fila, ou se “tá liberado”. Outra maravilha, é que quase sempre são os primeiros assentos a serem chanados para o  embarque, e também os primeiros a receberem as refeições, já que os carrinhos saem dos fundos do avião.

Nesses mapas, os azuis claros, são os assentos da categoria econômica, onde nós, simples mortais, viajamos.

Na primeira vez que fui à Paris, sozinha, fiquei horas escolhendo meu lugar. E consegui sentar, exatamente sobre a asa! Ou seja, toda a vista que eu tinha romanticamente imaginado, quando chegasse a Paris, se resumiu ao céu nublado. Para piorar a situação, eu fiquei na janela e ao meu lado sentou-se  um casal esquisitíssimo. Assim que se acomodaram, enfiaram as máscaras para dormir, e não se mexeram nem quando o avião decolou, nem quando chegaram as refeições. Resumo: eu tinha que dar uma sacudida, quase um ataque epilético, cada vez que queria sair do confinamento. Na Air France, a categoria econômica, é isso mesmo. Um espaço mínimo entre o seu ser e a poltrona da frente e a do seu lado.

Eu não sou nem um pouco grande, e meus joelhos, em posição ereta, quase tocam o encosto da poltrona da frente. Quando o ocupante resolve reclinar ( reclinar é força de expressão), é claustrofobia total. Mas sorria!!!! Você está a caminho da Europa! Apenas 11 horas de vôo e pronto!

Se você tiver uma malinha, acomode-a no espaço em cima dos bancos. Se só tiver uma bolsa, coloque-a embaixo do banco à sua frente.

Et voilà!. Agora é só esperar todo o mundo se acomodar.

Antes de decolar, os comissários de bordo dão uma “sprayada” com uma espécie de desinfetante sem cheiro, checam se está todo mundo com cinto de segurança, se os compartimentos estão fechados, etc. Aí você escuta as turbinas, e a” a voz” anuncia o tempo de vôo, a que horas está previsto aterrissar e a temperatura do seu destino.

Spray desinfetante

Eu adoro a hora da decolagem. Escuto feliz da vida o vídeo sobre os procedimentos em caso de emergência, mentalizo uma viagem tudo de bom e pronto.

Uns quarenta minutos depois de decolar, o povo todo se mexe, desata os cintos, se espalha se tiver assentos vagos, e alguns até trocam de roupa e calçam pantufas. Eu não arrisco, pois se os pés incharem durante a viagem, o sapato simplesmente não entra mais. Os comissários distribuem os fones de ouvido, máscaras para dormir, tampões para os ouvidos, e lencinhos umedecidos refrescantes. Depois, passam com um bloquinho, anotando qual refeição você vai querer. Frango ou massa??? Carne ou massa?


Em francês: Poulet ou pâte? Boeuf ou pâte?

Logo, logo, a gente começa a ouvir o barulho dos carrinhos com as bebidas e refeições. Nesse quesito, tenho que dizer que a Air France é bem legal.

“Vista” do assento da Air France (classe econômica- Voyageur)

Champagne (antes da refeição) e um biscoitinho de erva-doce. Delícia.

Até a salada de chuchu é gostosa. Pão (delicioso, incrivelmente fresco) à vontade. E o vinho então? E no tocante às bebidas, não tem mão de vaquice não!

Pão, manteiga, água mineral, vinho branco, lasanha ou carne, salada de chuchu, frango, queijo brie, e de sobremesa, torta de chocolate e bombom.

Dá para ver que a mesinha fica realmente ao alcance das mãos…

Acabada a função do almoço/jantar, os comissários servem café, recolhem os pratos e copos, e tudo se acalma. Logo em seguida, começa a fila na porta do  banheiro e as luzes diminuem (mesmo quando o vôo é diurno). Normalmente passam o jornal (em francês) nas telas espalhadas pela cabine, e depois tem um filminho.

Nessa hora, já tem gente babando! Mas eu, que tenho insônia mesmo tomando um parangolé para dormir, fico tentando um posição para relaxar. Tiro um cochilos, mas dormir mesmo, nada!

Banheiro minúsculo. Aconselho uma dieta antes de partir….

Durante a noite, normalmente é tudo muito tranquilo. No meio da cabine, fica uma espécie de cozinha, e pelo menos na AF, você pode ir até lá e se fartar de sanduíches, biscoitinhos, água mineral (Perrier), Hagen Däzz, vinho branco, Heineken e champagne. Pra quem tem insônia é tudo de bom! Só de ir e vir, já mata o tédio.

Um cochilo e quando a gente vê, está amanhecendo…

Chegando à Paris…

E começa o boburinho do café da manhã. Eu adoooooro! Além de ser uma delícia, é sinal de que estamos chegando!

Salada de fruta, sanduíche de peito de perú, leite, iogurte, geléia, frios,  pãoe café  à vontade.

Bom, a hora de recolher os finalmentes do café da manhã é meio corrida. Afinal, já estamos chegando, e todo mundo começa a se arrumar, a mulherada lança mão do nécessaire, as mais peruas fazem um make  completo, os friorentos sacam os casacos e ficamos todos esperando o piloto dizer a temperatura local e  que estaremos aterrissando em alguns minutos.

Enfim, Paris!!!!  Da primeira vez, ao sair do avião, não tinha tubo! Tivemos que descer a escada e pegar um õnibus até o terminal. Este momento, para quem saiu do nosso ensolarado país, é uma lufada gelada que adentra seu corpo. Tive vontade de voltar ao útero materno. Portanto, seja qual for a estação, uma pashimina é sempre bem vinda!

Terminal do Roissy-Charles de Gaule (tubo que liga o avião ao terminal)

Chegando ao seu destino, não se preocupe. Não tem como não chegar na imigração. É só seguir a gelera. Se tiver conexão, leve o mapa do aeroporto. Se tiver que trocar de aeroporto (às vezes, pode acontecer de desembarcar no Royssi-Charles de Gaule e o outro vôo partir de Orly), consulte o site da companhia e do aeroporto. Normalmente eles disponibilizam um ônibus entre os dois aeroportos.

Terminal Charles de Gaule

Bom, espero que quem pediu  ou se interessou por esse post, viaje bem rapidinho! Nenhuma descrição consegue realmente mostrar o principal. O maravilhoso frio na barriga.

Até!!!

10
dez
09

MINHA MALA DE RODINHA É TUDO DE BOM OU UM GUIA DAS LOW COST

Nem foi tão difícil, nem tão caro assim.  Devido à enorme importância desta companheira de viagem, vale qualquer sacrifício para encontrar a mala perfeita. Sei que parece uma obseção,  mas uma malinha errada, pode, melar uma viagem, dessas que você se desloca muito, anda de metro, trem, companhias aéreas low cost, etc.   Não que a do ano passado, tenha me atrapalhado muito, mas quanto mais conforto, melhor.  Nunca se sabe, aonde e como, o acaso pode te levar. Acho que encontrei a malinha da minha vida, pelo menos até  o momento ou até inventarem uma que ande por controle remoto ou se movimente pela força do pensamento. Sei que esta importância toda se dá ao fato de viajar meio mochilão, economizando em detalhes, mas que no final, fazem a maior diferença.

Características importantes:

1) Medidas: 55x40x20

Eu sei que é mínima, mas se você quer viajar na Easy Jet ou principalmente na Ryan Air (nessa companhia, só pode um volume de mão, câmera, computador, tudo dentro desse único volume), aproveitando as tarifas às vezes irrisórias, sem pagar a taxa de bagagem que às vezes é mais cara que a própria passagem, a malinha tem que ter essas medidas, entrar numa espécie de engradado, para poder viajar com você no avião. Além disso, não pode exceder a 10 kilos. Tudo isso porque é você que coloca no compartimento acima do banco e não pode pedir ajuda aos comissãrios.

Engradado “medidor” de bagagem de mão da Ryanair

2) Ser leve como uma pluma

Por motivos óbvios. Quanto mais leve a mala, mais você pode colocar coisas dentro até o limite de 10 kilos. Além disso, a gente tem que carregar a bichinha escada acima para embarcar no avião. prefiro a alça de alumínio.

3) Ser impermeável

Nada pior que depois de sair do metrô ou do ônibus ou da estração de trem e encarar uma chuva torrencial e chegar ao seu destino sem uma única peça de roupa seca, principalmente no inverno.

4) Ser discreta

Além de não chamar atenção, uma malinha discreta fica mais, digamos, magrinha aos olhos do pessoal do check in.  Se você pegar pela frente um funcionário mal humorado, ele pode simplesmente implicar com a bagagem e EXIGIR  que se pague a taxa de bagagem, que no aeroporto é o dobro do  tarifado na internet. Um rombo no orçamento.

5) Ter rodinhas

De preferência 4 e que girem 360 graus. Deslizar é muito melhor que arrastar. Conduzir a mala, totalmente apoiada no chão, é muito mais fácil do que puxá-la, sustentando seu peso.

6) Ser bonitinha.

Afinal, a gente vai bater muita perna com ela, visitar cidades lindas, esbarrar em muita gente eslilosa, etc Manter o charme é fundamental.

Bom, acabou que virou um guia para a compra da mala para viajar low cost, low profile, low “preocupation”. Ma se eu tivesse encontrado essas informações, todas juntas, antes da primeira viagem, eu teria economizado muito dinheiro, muita chateação, muito desespero nos metrôs e translados entre Amsterdam, Londres e Paris.

PS: Arrumei um espaço, para os comentários no próprio post. Podem escrever. bjs

10
dez
09

COMPLETAMENTE ENLOUQUECIDA

09
dez
09

PLANOS PARA O NATAL

A internet me possibilita momentos maravilhosos.  Ler sobre tudo, pesquisar e dar uma espiada em cidades que eu nunca fui,  ler sobre a história  e ainda passear, dar uma espiada pelo Google View…aliás, ele, o Google sabe mesmo de tudo que eu faço, planejo e desejo.

Ontem,  falando pela mesma internet com Daniel, nos demos conta que passaríamos o Natal em Londres, juntos. O Dani mora num flatshare, em bom português, um quarto dentro de um apartamento, cuja sala e a cozinha são coletivas.  Nos imaginamos em pleno dia 25, quando não há transporte algum na ciade,  presos em casa ( no quarto) ou compartilhando um almoço natalino. Isso sem falar na véspera.  Christmas eve.  Um arrepio tomou conta do meu ser.  Em questão de segundos, decidimos uma saída pela esquerda, no mais puro estilo Leão da Montanha (um antigo desenho animado dos anos 60). Vamos fugir!!!

Em cinco minutos, pela mesma internet, fucei as possibilidades, incuindo as financeiras e vamos ter o Natal mais tudo de bom de todos os tempos. Vamos fazer um bate-e-volta numa das cidades mais deliciosas da Inglaterra.  York! Pertinho de Londres, uma hora e pouco de trem e como é Natal, hotéis baratos. Totalmente Idade Média, a cidade tem muralhas, ruelas e uma das Catedrais Góticas mais lindas da Europa,  York Minster.

Agora me digam, dá pra ser feliz sem internet??? Eu, sou totalmente addict.

08
dez
09

MALA DE RODINHA – ATIVAR!

Finalmente comecei a me organizar.  Eu adooooro planejar viagens. Sou daquelas que saboreiam cada momento do antes.  Essas semanas foram bem complicadas, estressantes mesmo. Como resolvemos tudo no supetão, não tive a tranquilidade de passar horas no computador, pesquisando possibilidades.  Sou daquelas que gosta de saber tudo sobre o chão em que estou pisando. Em se tratando de Europa, cada esquina tem uma história, que  vale a pena conhecer para saborear aquele momento e não deixar passar nenhuma emoção, por falta de informação.

Brugge Belgica

Parque em Brugges- Bélgica

Ontem, finalmente comecei a focar.  Separei meu sempre fiel kit de viagem.  Tenho umas roupas coringas, que cabem perfeitamente na malinha.  Seja para passar dois meses ou dois dias,  é essa mala pequeninha que me segue como uma boa amiga. Como posso ir parar em qualquer lugar, mobilidade e facilidade de locomoção em aeroportos, estações de trens, escadas de metrô é um item de máxima importância.

Então, minha dica é o mínimo necessário, mesmo para o inverno.

Repito aqui o post do ano passado. Pois ainda tem amigo meu dizendo =

Ai, se eu tivesse te escutado!!!

Sei que para as mulheres é mais complicado,  ainda mais no inverno.  Mas pense bem. Para que mais de uma bota se a gente tem só dois pés? Además, elas mal aparecem nas fotos.  O que já não se aplica ao cachecol, embora só tenhamos um pescoço, mudar o cachecol, muda todo o look! Mas o mais gostoso é comprar lá mesmo. E sair daqui, como se fosse passar um fim de semana, na casa da sua amiga.  Então vamos lá!
1) BAGAGEM: O MÍNIMO. A não ser que você esteja nadando em euros e as libras estejam pulando do seu bolso, pra quem vai viajar “on budget”, ( meio dura, mesmo), o melhor é estar livre pro que der e vier. Trem, metro, avião…tudo fica mais fácil com uma malinha de rodinha, dessas bem pequenas, que se levam dentro da cabine do avião,com pouca roupa. Sai mais barato, comprar uma calça nova, ou tudo novo, até mesmo uma mala nova, do que pegar um táxi toda vez que você se deslocar com a MALA.

2)KIT SOBRRRRRVIVÊNCIA: (no meu caso, kit de inverno, brrrrrr!)

Na malinnha: uma, no máximo 2 calças jeans, tres blusas quentes, 2 calças térmicas, 2 blusas térmicas (esquentam e não ocupam espaço),4 meias de lã, e se der, uma segunda bota. Um roupão, uma toalha, e lógico…cremes, protetor labial e maquiagem, porque no frio a gente pode abusar do rímel, sem parecer um panda.

Em você:

uma bota super confortável, de preferência, forrada e quentinha, que vai no pé mesmo…A indefectível calça jeans, também sobre o corpicho que vai viajar.
O mantô mais pesado vai com você (mesmo que a temperatura ao deixar nosso ensolarado país esteja por volta dos 40. Não esqueça um bom cachecol. Quando digo, bom, quero dizer quente. O frio que adentra seu pescoço, percorre todo o seu corpo e se você tiver que descer do avião ao ar livre e pegar um mini ônibus até o terminal, aquele momento escada abaixo, que você tanto sonhou, pode se transformar na mais intensa vontade de voltar ao útero materno.

Uma câmera digital, se você já tiver uma. Se não, é mais em conta comprar por lá mesmo. Guias das cidades que você quer visitar, só pra degustar o “antes”…


Desta forma, leve e quase budista, é muito mais fácil e prazeroso.

Et voilà!

Pronto! Você está livre pra mudar o itinerário, subir e descer as escadarias de qualquer metro, pegar trem ou andar pela cidade. A “malinha” é quase um cachorrinho atrás de você. Uma alternativa mais estilosa que a mochila e mais prática, já que ela vai deslizando…como uma extensão do seu próprio ser.
No mais, no inverno, não adianta querer variar, até 2 ou 3 graus ainda dá pra ficar chic, (sempre com um casaco pesado em cima de você), abaixo disso: da temperatura e do casaco, a gente vai pondo o que estiver à mão pra se esquentar.
Nunca fui pra Europa no verão, mas acho que deve ser mais simples ainda. Particularmente, planejo com todo cuidado minhas viagens para o inverno. Apesar de ser friorenta, adoro temperaturas baixas. E se é pra VIAJAR, gosto de mudanças radicais. Luvas, cachecóis, botas e gorros…Tudo de bom!

Mais para frente, um ´post ´sobre o meu maior desafio. A bolsa de mão. Porque desafio? Porque há inúmeros ítens ! Pra começar, meu netbook, dois celulares, câmera e seus respectivos carregadores e pelo menos um adaptador universal. Sou totalmente cremilda e viciada em maquiagem…Então, esse é um momento tenso. O desapego fica difícil. Mas vou conseguir…Aguardem!




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