Posts Tagged ‘Archipelago Hostel

05
set
10

Estocolmo

O bom de ter um blog, é que em meio a uma bagunça, móveis empoeirados, tudo de pernas para o ar, eu posso reviajar!  Amanhã começa tudo outra vez! E só para matar a curiosidade, a tal granada, é uma antiguidade. Meu pai, acreditem, lutou na Revolução de 32, que tinha como objetivo separar São Paulo do resto do país. Como recordação, ficaram uma granada e dois capacetes. Meu filho queria ficar com tudo, mas imginei, o Dani entrando no Reino Unido com uma granada! Definitivamente, não ia dar certo.

Então voltando ao mágico mundo , sim, estávamos os três em Estcolmo, cidade fundada em 1252, capital da Suécia, país todo trabalhado na monarquia. São 14 ilhas, ligadas por pontes, linhas de metro, barcos. O mapa aí de cima, dá uma idéia. Nosso albergue, localizado em Gamla Stam, essa pequena ilha central. Nossa rua, a Stora Nygatan, que em sueco quer dizer A Nova Grande Rua, corta a ilha de ponta a ponta. Pode parecer difícil, mas é fácil se locomover a pé. A gente pula de uma ilha para a outra sem nem sentir. Nosso albergue, fica examente no meio da Stora Nygatan, e podíamos ouvir os sinos da catedral de Estocolmo.

Depois de prepararmos nosso café da manhã na cozinha do Archipelago Hostel (tínhamos nos abastecido num mercadinho), partimos para explorar a cidade.

Posso estar errada, mas foi a maior concentração de bares e restaurantes que eu já vi em um curto espaço. E é cada um mais convidativo que o outro.  No caminho para o porto, estação dos ferrys, eu realmente perdi a conta.

A impressão que dá, é que eles colocam a sala de estar na varanda, para aproveitar a luz e o calor do sol. Luz que vai tranquilamente até 10, 11 horas da noite.

Esses e mais uns vinte, no caminho entre o hostel e o porto.

Aí, com licença da palavra, é um desbunde. A gente aqui do Rio, que está acostumada com as Barcas Rio-Niterói-Paquetá, etc. tem vontade de chorar. Porque além dos barcos hop-on hop-off (a gente entra e sai aonde quiser, quantas vezes quiser), há os barcos normais, que transportam os cidadãos de uma ilha para outra. O porto é chic, não fede, não tem ninguém te cutucando e  te pedindo para pagar um pão. Tem… mais bares lindos!

Por sek 220 (coroas suecas), cerca de 23 euros, a gente entra nesse barco e passeia por todas as a ilhas, descendo onde quiser.  Uma coisa importante, foi ter conhecido esta cidade na primavera. Primeiro não teríamos o mesmo tempo para curtir a cidade, se fosse inverno,pois quanto mais ao norte, menos tempo de luz no inverno e mais no verão. Imagino esse passeio a -5!

Mas o dia estava perfeito, ensolarado mas fresquinho, e nós em clima de jardim de infância. Fizemos o tour todo, passando por  Sodermalm, ilha ao sul de Gamla Stam, onde as construções são do século

18, pela área chamada Slussen, que é a ligação das duas ilhas…

O tour de barco nos leva até Satrdsgarden, que é um dos portos de Estocolmo… onde os navios de cruzeiros costumam atracar.

Até o Parque Grona Lund

Por Strandvagen (Rua da Praia), cujas construções são lindas!

E decidimos saltar em Djurgarden, que é ao mesmo tempo um parque e uma ilha, onde está o Museu Vasa dedicado a um único barco Vicking. Mas o dia estava lindo, e com tres dias para conhecer a cidade, os museus ficam para a próxima. Fomos andando e chegamos ao delicioso Josefina. Um open bar delicioso. Mas como este post está enorme, as fotos também ficam para o próximo post!

Até!

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29
ago
10

e agora? De Edimburgo a Estocolmo, lá na Suécia!

Este post é totalmente em homenagem ao meu querido amigo Rafael que está dodói.  Então meu querido, este e os próximos posts,  serão para revivermos nossos dias ensolarados, engraçados e deliciosos nessa cidade (em que você estreou tantas coisas!)

Este ônibus nos levou ao aeroporto de Edimburgo. Nosso destino, Stockholm! Devo confessar que  tanto Edimburgo como Estocolmo entraram no nosso roteiro, meio por acaso. O acaso das passagens estarem muito baratas (em relação a outras, para outras cidades). Mas é lógico que pesquisei antes, e sabia que era uma cidade linda. E apesar de Estocolmo não estar normalmente no topo de uma wishlist (inicial) , esta cidade está no top0 da minha wishlist de cidades que eu quero voltar.

Nosso vôo era de manhã e estávamos mesmo, os três, muito cansados. Barcelona já tinha sido intensa, e em Edimburgo, com apenas um dia para conhecer uma cidade tão linda, nós nos acabamos de andar. Mas mesmo calados e meio caídos, a excitação de conhecer Estocolmo, tremulava no ar.

O que está em verde – Boarding – era nosso vôo, Skavsta o nosso destino, a uma hora e pouco de Estocolmo.

EDI Aeroporto de Edinburgh

São 4 horas de viagem de avião, mais uma hora e meia no Flybussarna.

Um ônibus maravilhoso, comfortável (aliás, mais confortável que muitos ônibus que eu já peguei na Europa) e no qual a gente consegue dormir quase todo o trajeto, embora a paisagem lá fora, seja deslumbrante. Compra-se o ticket para o ônibus no próprio aeroporto, onde aliás, não se pode esquecer de comprar corôas suecas, no Banco Forex. Não tem erro. Mesmo  na cidade, é só procurar o Forex, e trocar seus euros por corôas.

Imigração em Skavsta

NYO Aeroporto Skavsta

Amei chegar à Suécia. Até porque era um país que eu pouco tinha cogitado antes, e de repente, me sentir na Escandinávia, prestes a ver o Mar Báltico, passeando pela Suécia, mexeu com a minha geografia interior e com a criança também. Eu estava empolgadíssima.

O ônibus chega na Central Station (estação de metrô e ônibus). Chiquérrima!

E levamos muito tempo para descobrir como comprar os tickets do metrô.

Tentamos de tudo, máquinas, procurar por um guichê,  e por fim conseguimos comprar os tickets numa espécie de loja de conveniência.

Mas só o passeio pela estação já vale a pena. Moderna,  chic, limpíssima e o banheiro???  parecia saído de uma exposição tipo Casa Cor. Inacreditável! Mas que esta estação nos deu um baile, isso deu.

Nossa estação era exatamente a próxima, Gamla Stam Depois descobrimos que poderíamos ter ido andando, o que teria sido realmente muito mais simples, pois a gente não conseguia nem sair da estação para a rua. Subimos e descemos duas vezes de elevador mas a gente não conseguia sair da estação de Gamla Stam.

Enfim chegamos ao nosso Hostel. Mais precisamente ao Archipelago Hostel, na cidade antiga, numa rua animada, cheia de lojinhas e bares, chamada Stora Nygatan. Perfeita localização, pois a cidade antiga é charmosíssima e tem bares, restaurantes, lojas, e até supermercado. Bingo!

Já era umas 6 horas da tarde quando finalmente adentramos o nosso quarto, com dois beliches. Tivemos que rachar a quarta cama, pois nos albergues, a gente paga pelas camas, mas nesse caso, como ficamos com três das quatro, pagamos pelo quarto todo. Mesmo assim, valeu super a pena, pois o Archipelago é mais legal que muito hotel. Ah! que vir o filminho no site, esquece o que vir sobre o banheiro. Está tudo reformado, e o banheiro coletivo é bem legal, e boxes separados por blindex. Eu sei que o nome albergue pode sugerir uma bagunça, mas neste, era tudo organizado, limpo e bonito.

Fomos então fazer o reconhecimento da cidade. Só para nos localizarmos, pois tínhamos que dormir para poder, no dia seguinte, aproveitar cada centímetro desta cidade formada por 14 ilhas e cercada de mares por todos os lados.

Vista da nossa janela.

Então, já chegamos a Estocolmo. Próximo post… vamos passear, e muito!

Até!

31
maio
10

chegando em Stockholm

Nossa chegada à capital da Suécia foi no aeroporto de Skavsta. O traslado para Estocolmo é no Flybussarna, por 219 SKE. Isso mesmo. Coroa Sueca, dá um susto! Antes do ônibus, fomos no guichê da FOREX  e trocamos dinheiros…

1 euro =  9,25 krones suecos.   no dia de nossa chegada).  Esse ônibus,  tudo de bom, percorre 100 Km até Stockholm, atravessando florestas… todos a bordo, sem exceção, cochilam, dormem e babam em algum momento.

Chegamos na Central Station, pausa para café e afins. Depois fomos tentar descobrir como comprar tickets de metro para ir para nosso albergue.  Achar a estação de metrô até que foi fácil (benditos ícones). O problema eram exatamente os tickets. Máquina? guichê?…  depois de algumas tentativas modernas, tipo, fazer perguntas  para um computador  e esperar em vão pela resposta, resolvi apelar para a coisa mais antiga e prática que eu conheço! PEDIR INFORMÇÕES.

Resumindo, perguntar é a maneira mais fácil que se tem de conseguir uma informação. No máximo fica-se tão perdido quanto já se está. Tickets comprados (depois descobrimos que era mole ter ido a pé!!!), chegamos então ao Archipelago Hostel. É albergue mesmo! Numa rua cheia de cafés, comércio e pubs.  Quarto coletivo, com beliches. Banheiro, impecável, tudo organizado.

Esta foto é tudo junto, ao mesmo tempo, a recepção, a sala de internet e … à direita, lá no cantinho, a porta do nosso quarto.  O mais bem localizado, diga-se de passagem. Helena, a recepcionista, foi uma simpatia, e nem nos cobrou pelas toalhas que deveriam ter sido alugadas, assim como a roupa de cama.

Devido ao estado adiantado de exaustão, fizemos um reconhecimento da área, achamos um supermercadinho, fizemos umas comprichas e resolvemos descansar!

Hoje, acordamos bem mais felizes e descansados, e fomos alegres e saltitantes, passear.  Passear de barco! E fomos dar num restaurante encantado, onde beber e comer e depois descansar, podem conviver juntos. tudo num sofá.  Open bars por toda a parte.

Sol, domingo, parque em Estocolmo… Depois conto mais…





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