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03
jan
10

2 de janeiro, Camden Town

Camden Town já foi uma zona de comércio repleta de armazéns e estábulos militares mas atualmente é conhecido por seu mercado, pubs e clubes onde nos finais de semana, turistas e descolados em geral disputam as ruas em busca de novidades. Divertimento certo para todos, você ainda pode se deliciar nas inúmeras barracas de alimentação com variedades de várias partes do mundo.

Chegando em  Camden Town, ao norte de Londres, dá pra sentir que existe um fervo diferente,  muita gente, mas o clima é completamente diverso de outras regiões de comércio.

No meio dessa multidão, aparece um punk ou outro, pois o bairro foi berço do movimento. Hoje, é um misto de tudo o que você pode imaginar. Mercadorias de todos os tipos, das  tradicionais luvas e cachecóis, à camisetas de cannabis. É interminável… São ruas com barraquinhas, uma delas parece um labirinto, onde se vende de casacos de inverno, moda descolada, pins, botas. Mas você corre o risco de nunca mais sair de lá.  Saindo dessas muvucas, mais para o fim da rua, você dá de cara com enormes cavalos. É o Stables, uma espécie de galpão, também labiritístico, com tudo que a imaginação humana pode conceber à venda. Muito vintage, casacos de couro, brechós, malas antigas, cristais, roupa de segunda mão.

mas no meio disso tudo, um canal lindo, contrasta com o burburinho…

O cheiro que se sente é indescritível. Todas as comidas do mundo estão ali, a preços baratos. 4 pounds e você pode misturar tudo o que estiver vendo.

O que se ouve, conforme se anda, é uma mistura de salsa, música mexica, gaita irlandesa. Uma Babel com cara de feira hippie.

A impressão que se tem, é que é interninável, inexplicável e absolutamente caótico. Mas é isso que faz de Londres essa delicia.

Alguns exemplos do se pode encontrar….

Pianos e aula de música,

Lenços e pashiminas e uma mulher de mosaico…

Ir a Camden Town é uma experiência…

Mas atravessando a rua, você sai de um ambiente multicultural e multifacetado, do mais absoluto caos cultural à paz de uma ruinha silenciosa, onde só nós estávamos. Exatamente em frente ao Stables. Um contraste delicioso.

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30
dez
09

lewisham…

Não está nos guias turísticos, ninguém vai mandar fotos para a família mostrando que esteve no internacionalmente “nunca ouvi falar´´ de Lewisham.  E não tem nada de mais mesmo É um bairro ao sudeste de Londres, tem uma railstation, uma tube station e comércio. Lojas e mais lojas e um shopping center, onde se resolve praticamente tudo! Num dia de chuva tipicamente londrino como o de ontem, precisávamos de coisas básicas  tipo toalha, palmilhas, shampoo, pilhas…   Carol queria umas roupichas para usar no Brasil, tipo camisetas etc.  O dia estava negro, então pegamos o busum e fomos para Lewisham, dica de Bruna que mora aqui no flat.  Um shopping center, normal, sem muitas pretensões arquitetônicas, mas que tem todo tipo de loja e ainda de quebra poundland store e 99 p, lojas onde você encontra de tudo a 1 libra. Coisas que valem a pena, que a gente super usa no dia a dia. E ainda, Iceland, Marks & Spencer (supermercados), Primark e Boots.

E que eu me lembre, algumas  das lojas de Oxford Street, mas sem turistas em massa, sem ser pisoteada, sem a massiva multidão se acotovelando de Oxford Circus, sem ónibus lotado sem muito ai meu Deus!!!

Então foi uma delicia, resolver pequenos pendengues  num lugar totalmente local, zero turístico, assim tipo fui ali e já volto.

Não, não estou dando uma dica de onde ir, se você tem uma semana em Londres.  Jamais. Está mais para rua de comércio de subúrbio, mas morando aqui, até que vale uma ida para economizar.

27
dez
09

BACK TO LONDON

Voltamos ontem para Londres, de ônibus.  Nosso checkout era às 10 horas e nosso ônibus às 4 da tarde. Então, pegamos nossas malinhas e fomos bater perna na cidade em pleno boxing day. Já falei do boxing day o ano passado mas não custa repetir.  É o dia de mega ultra super liquidações, loucura total mesmo, surto no mais alto nível.  Em Londres, no primeiro ano em que eu testemunhei esse fenômeno, me assustei com o que vi. É o estouro da boiada. Gente de todas as nacionalidades, se amontoando, se espremendo, pisoteando roupas, carregando enooooormes sacolas, com tudo que o dinheiro pode comprar. E lógico, tem o lanchinho básico, cujos restos mortais, ficam pelo chão mesmo. No ano passado já estava acostumada, então até curtimos umas comprinhas básicas. Mas em York, apesar de todo o mundo estar na rua, a coisa é mais tranquila… a população é bem menor. E nós duas + as malinhas rodopiantes,  aproveitamos a liquidação da Superdrug, da Acessorise e Claires.  Maquiagem,  sombras, cremes, bijuterias e, claro minha já tradicional carteira da sorte que compro todos oa anos. Caímos no momento nécessaire completamente enlouquecidas. Para esses ataques, temos nossas bolsinhas de nylon, que moram nas nossas bolsas de mão. Daí, é só desenrolar a bolsinha e carregar as comprinhas.

Tínhamos 6 horas para preencher, então paramos no Starbucks para um capuccino. O primeiro que conseguimos (estava lotado!) Carol deu uma laçarotada (um lindo laço que ela fez com o cahecol), uma peitada mesmo e todo o conteúdo foi derrubado em cima da mesa, fazendo um rio de café pela cidade e nós duas com cara de sala de espera de dentista. Blasé… compramos outro e tiramos mais fotos com o meu marvilhoso tripé que se agarra em tudo.

Mas…ainda era 1 hora da tarde,  então toca a andar.

Ainda bem que não estava nevando, mas o chão estava um sabão,  era um estabaco aqui outro acolá.  Muita gente levando tombo pelas ruas.

Fomos então a outra praça de comércio, onde, pasmem!!! Tem banheiros públicos, cheirosos e limpinhos! fica perto da tal fortaleza, onde param todos os carros que chegam ao centro. Não há como estacionar o carro em York, a não ser nesses estacionamentos enormes. Nas ruas nem pensar.

Decidimos ir para a estação rodo- ferroviária, como sempre com muuuuita antecedência. Ao chegarmos….. tudo, absolutamente tudo fechado! Como assim???

Em plena época de deslocamento de pessoas para as  festas, uma estação de trens e ônibus fechada??? Simples assim… F E C  H A D O! Bateu um pânico. Será que nosso ônibus vem? Ligamos pro Dani e ele confirmou com a National Express, que o ònibus chegaria na hora, sem delays previstos, para aquele dia.  Volamos para a cidade (nós e as malinhas e entramos na primeira porta ainda aberta da cidade). Pedimos e comemos uma pizza ultra express, voltamos para a estação e ônibus chegou britânicamente  pontual, num ponto de ônibus desses básicos de cidade… Andar de ònibus na Europa, é meio bagunçado mesmo, mas super pontual. Chegamos tranquilamente em Londres. É bagunçado, mas viajar é assim…

21
dez
09

NEVE À BEÇA!

Começamos nosso dia, com o intuito de ir a Coven Garden.  Mas super chovia, então fomos fazendo baldeações.  Primeira parada,  Regent Street, numa típica segunda feira londrina antes do Natal.  Uma galera andando com aquela cara de preciso achar um presente para a minha sogra, outro monte de gente com cara de onde vou encontrar o vestido perfeito e mais um monte de gente sem saber mesmo o que diabos fazer para sair dalí, o mais rápido possivel.  Mas nós nem tchum. Nos embrenhamos pelas ruas laterais e tomamos nosso já tradicional capuccino da sorte.  Absolutamente necessário para começar qualquer jornada.

Trrilhões de guarda-chuvas, muita pressa, muita gente. Se a gente morasse aqui, seria programa de índio, mas como em terras tuupiniquins estão bombando os 36 graus, era um spa!

Desde a semana passada que o principal assunto é  = vai nevar ou não? Todas as previsões meteriológicas davam conta que nevaria o fim de semana inteiro. Vivo plugada na BBC e rolaram diversos debates, sobre como Londres enfrentaria a tal neve.  Neve, que ficou todo mundo esperando, discutindo, mas não veio. A verdade é que Londres não é uma cidade preparada para a neve, o que ocorre raramente. Mas devido às mudanças climáticas, tem nevado, cada vez mais cedo e mais forte.  Ontem fez um dia lindo… Lindo no que se refere a sol e céu azul. Hoje acordamos com chuva, que logo se transformou em light snow.  Estávamos em Leicester Square, indo para Coven Garden, quando vimos que já não era mais aquela nevezinha básica.

Mas ainda estavamos tranquilas, entrando em lojas e sales…Pura curtição. Daí o Dani ligou…

– Mãe, tá feliz com a neve? Só que vem rápido para casa, se não, vai ficar difícil……

O transporte em Londres, funciona mega bem.  Mas quando algo sai da rotina ou  dá errado, uma passeata, uma manifestação ou no caso de hoje, neva, a cidade dá um nó.  Como toda cidade grande, vira um caos.

Mas quando saímos da H&M, em Coven Garden, percebemos que tava brabo mesmo.

É lindo de ver!

Assim que realizamos que estávamos mega longe de casa e que todas as pessoas estavam procurando a mesma coisa que nós. fomos em busca de um transporte para voltarmos para o home sweet and worm home…

Estação de metro ultra super lotada, euzinha e meu poderoso homem das neves coat,  luvas, guarda chuva e Carol, tentando adentrar  e…cadê meu Oister??? Tira tuuuuudo da bolsa, mãos congelando, gente empurrando. Ufa, achei! entramos na estação e já deu para sentir um certo clima de “o mundo todo está aqui´´!????

Mas, mesmo entupido, pegamos o metrô.  Bem, daí em diante, foi mais uma de nossas aventuras.  Anda, anda, sobe, sobe, desce, desce, muda o trajeto. Qual é mesmo a conexão???? quando finalmente descobrimos, ouvimos aquela voz = Delay,,, legendando, uma hora de atraso em todos os trens do metrõ. Fomos espertelecas e  chegamos então a Trafalgar Square, onde teoricamente nosso querido 453 passaria e nos deixaria a dois passos de casa.

Nós, Noé e todos os seres vivos  do planeta.  Todos nós entramos no 453, que não chegaria ao nosso ponto Ok ! pelo menos é perto.  Perto……… Engarrafamento total, ônibus repleto, quando digo repleto, digo sem espaços entre os dedos da mão.  Entre um ponto e outro, 40 minutos.  Num ataque de coragem, decidimos então,  ir ( hahahahahahahahahahahahha!) a pé.  Ou esquiando ou delizando, tombolhando.. .. Mas respirando e rindo.  Melhor do que dentro do ônibus, que enquanto a gente entrou no M&S, comprou uma batata tudo de bom,  ainda estava parado NO MESMO LUGAR. Daí entâo relaxamos.  Fomos andando a passos lentos, deslizando e trumbicando, agarradinhas….andamos léguas.

e léguas, com as botas encharcadas, congeladas, ás gargalhadas…

quase chegando em casa, podíamos ouvir o barulho das botas… chuploft, chuploft…

Nossa aventura até que terminou bem…estamos em casa quentinhas, mas não é tão fácil assim.  Rolou um escalda-pé para voltar a circulação do dedão do pé.

E só hoje que o inverno começou.  Maculelê!

16
dez
09

bota de rodinha é necessária

Parece trocadilho, mas tem sua razão d ser.

Já é dia 16 de dezembro.  Portanto, essa foto foi tirada ontem, mais ou menos às 11 e qualquer coisa.  Hoje (ontem)  foi o típico dia  surtadíssimo, yes we can!  Yes! Podemos sair de casa maquiadas, cheirosas, andar kilômetros, pegar ônibus, metro, entrar e sair de lojas, tomar capuccinos, rir de doer a barriga, atender celulares no meio da rua,  andar mais, tomar outro ônibus, resolver saltar no meio do caminho, entrar em  + 20 lojas, só para dar  uma espiadinha, entar na Primark, passar horas lá dentro, surtar total e voltar para casa, ainda cheirosas e maquiadas.

Apesar de todo o desapego, preciso confessar! Não há a menor hipótese de não se adquirir – algo. Para os mais empolgados, um sábio conselho… tomem um ansiolítico antes de aterrissarem no paraíso das vitrines. Começa em Picadilly Circus, Regent Street e culmina em Oxford Street, precisamente em Marble Arch. (Depois explico, detalhadamente com fotos).

Decoração + canções natalinas + um friozinho + preços inacreditáveis (mesmo para o mercado mais popular de South Big Fild of Nowhere) = surto total.  Sintomas como visão turva, tremor, boca seca e carteiras absolutamente autônomas, que saltam da bolsa independentes da sua vontade – procure imediatamente um mosteiro tibetano.  Mas nunca, em hipótese alguma, gaste um poud sequer, antes de chegar à Primark ou você pode se arrepender amargamente e, o que é pior, em libras. Por que? Porquê é super inacreditavelmente barato! Óbvio, rola um garimpo, mas além de ter de tudo, no meio desse tudo tem coisas mega legais, que entram em qualquer look, do bébé ao sogro, da casa bonitinha ao momento mais tórrido e zenzual. Traduzinhdo, é uma espécie de delírio, onde …...YES WE CAN! Sim, de uma tacada só, dá para comprar uma bota, um casaco, um cachecol, maquiagem, lingerie, roupa de cama, bijuteria, bolsa, roupa para o verâo que vem…. inclusive, uma nova mala, caso você desista total de viajar.  Não é o meu caso.  Mas que é por sua conta e risco.

Mas se no meio desse fuzuê todo, rolar um tédio, existe a opção de se adquirir pela bagatela de 400 libras, uma mini mesa de ping pong ou de bilhar.

Mini mesmo. Agora me conta quem é que tem como sonho de consumo esses games aí? Imagina a emoçâo da partida de pingpong!

Agora bateu exaustão…




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