Posts Tagged ‘DICAS DE VIAGEM

13
abr
10

Sites que ajudam a planejar viagens

Uma das coisas que mais gosto é a fase de pesquisa e planejamento de uma viagem.  É o que chamo de viajar antes da viagem, dando total liberdade à curiosidade e à imaginação.

Minha primeira aventura internacional foi, digamos, na seca. A internet estava começando a dar as caras, e euzinha nem tinha computador. Foram meses nas bancas de revista e livrarias, sugando tudo que podia. Agora, podemos “fazer” uma viagem inteira, planejar e reservar tudo com antecedência, sentados ou mesmo recostados no nosso travesseiro, vendo ou antevendo tudo na telinha do netbook (ou para que é top, na telinha do IPAD.

Então, estou preparando o próximo post, com sites nos quais pesquiso muito, onde reservo hotéis, vôos,  etc. Há também vários blogs de onde tirei várias dicas, pois tem sempre um conselho de quem realmente esteve lá. É um “bloroll” todo explicadinho.

Se alguém tiver dicas, por favor enviem. Compartilhar é muito bom. Até!!!

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29
mar
10

economizando espaço na mala

Já, já, volto a Paris… Mas preciso compartilhar essa dica, já que me pediram o post sobre as low cost. Bom, que uma mala mínima é a melhor opção, acho que não há mais dúvidas! Também devo confessar que mesmo viajando com a pequerrucha, eu não sou de ferro e como o frio desse inverno em terras européias, não foi bolinho, comprei alguns casacos,  cacheóis e pashiminas.  Lógico que não dava para trazer, primeiro porque não há como usar nada disso nesse calor senegalês e depois por falta de espaço mesmo! Então resolvi deixar lá, no pequeno quarto do meu filho. Solução?

VacuumBag! Não é novidade, eu sei. Em Londres, encontrei esses sacos à vácuo, nas lojas 99p. Acredite, 3 sacos por menos de uma libra.  Dá para armazenar 4, 5 ou mais casacos e fica da espessura de menos de um e guardar em qualquer lugar.

E depois:

Pensamos seriamente em usar esse recurso para levar os casacos dentro das malinhas, quando partimos para uma viagem mais longa à Innsbruck, Salzburg e Praga (diga-se de passagem, -12 em Praga). Mas fiquei me imaginando correndo atrás das cmareiras para pedir emprestado o aspirador de pó (e o pior! em checo!, ahahah). Então, o jeito era sentar em cima para tirar o ar dos casacões que usamos nas montanhas.

Fuçando na internet, achei os tais sacos, aqui no Brasil, mas para viagem!!! Sem precisar do aspirador e no tamanho certo para malinhas ou mochilas.

O Space Bag® é muito fácil de usar!
Passo1 1. Coloque as roupas ou objetos que você deseja armazenar no interior do Space Bag®.
Space Bag – Vacuum Seal Storage Bags 2. Feche e vede o Space Bag deslocando o zíper Sure-Zip™ para uma das extremidades do saco e repita o movimento no sentido contrário.
Space Bag – Vacuum Seal Storage Bags 3. Enrole o saco comprimindo-o com as mãos até retirar todo o ar de seu interior.
Space Bag – Vacuum Seal Storage Bags 4. Desenrole o saco já comprimido e está pronto para você guardar em sua mala ou mochila.

Comprei, é lógico!!! Já testei e dá certo. Lógico que rola uma forcinha, mas economiza mointo espaço! Infelizmente, não é tão barato como em Londres…R$ 49,00 por três saquinhos. Mesmo assim vale a pena. Qualquer espaço a mais numa mala de 50X40X20, vale a pena.

Além disso, mantém as roupas secas e protegidas. O “saco” também toma a forma da mala, preenchendo os espaços.

Nesse site também vende o organizador de bolsa, que eu adooooro! É uma espécie de bolsa dentro da bolsa. O meu eu comprei na Bélgica, e só tinha visto isso nas comprinhas do vôo da Air France. Em viagens é uma mão na roda, pois fica tudo arrumadinho dentro da bolsa.

Esse aí é o meu.

Gostei também do porta maquiagem.

Não é bonito, mas é prático para viajar. Tudo separadinho,  protegido e fácil de visualizar e pegar o que se quer. Dá até para levar a escova e pasta de dente, ótimo para avião. Na malinha, pode ir enroladinho ou assim, aberto, dependendo do espaço. Comprei tudo  aqui.

29
mar
10

malão, mochila ou malinha??? de olho nas low cost!

Esse assunto não é novo aqui no blog, afinal a tal malinha, é praticamente uma regra em todas as minhas viagens. Seja para dois dias ou dois meses, minha pequena notável é a escolhida.

Exemplo de uma mala “média” e de uma mala de bordo.

Já falei sobre as inúmeras vantagens de se viajar com uma mala pequena (dessas que vão com a gente na cabine do avião). É a diferença entre a liberdade e a limitação. Uma coisa é ir para um só destino, quando você vai para uma cidade e vai ficar “sediado” num determinado hotel e depois vai voltar para casa. Outra coisa é viajar para vários lugares, se deslocando muito e economizando nos detalhes. A diferença de uma simples  passagem de ônibus para uma corrida de táxi, pode significar mais um dia de hotel, mais um passeio, mais um ingresso ou refeição.

Aprendi isso na prática na primeira viagem à Europa.  Minha mala nem era uma aberração, afinal eu iria ficar dois meses em Paris, em pleno inverno e uma mala média, me pareceu mais do que normal.  Mas nesses dois meses eu iria à outros lugares na Holanda e Inglaterra. Nessa hora, eu constatei! Menos é mais!!!!  Essa mala média, foi um estorvo na chegada a Londres por exemplo. Imagine-se subindo e descendo escadas de metrô, com 20 quilos!!! Ou correndo nas plataformas das estações de trem!!! Ou ainda, entrando num ônibus urbano, normalmente lotado…Isso sem falar no prejuízo que uma mala representa nas companhias low cost. A sua passagem pode chegar a custar míseras 5 libras mas a da mala, se você quiser despachar pode chegar a 10, 20 ou 30!!!! Então, dependendo do seu estilo, vai de malinha ou  mochila. Essa última é pratica ao subir e descer escadas, mas é cansativa ao transpor os looooongos percursos dos aeroportos e estações.  No trem, a mochila tem a vantagem de ficar com você. Já a malinha, em alguns trens como o Eurostar e Thalys,  fica num compartimento no próprio  vagão,  mas longe de você, junto e misturada com todas as outras… Além disso, é você que tem que subir e desce sua bagagem do vagão. E se alguém pegar, digamos, por engano??? Levar uma correntinha para “atracar” sua malinha, pode ser uma boa idéia. Já nos trens da Áustria, a bagagem fica em um compartimento acima dos bancos, ou seja, é você que ergue o peso lá para cima.

Ryanair Cada passageiro (excluindo bebés) pode transportar um objecto de bagagem de mão a bordo (gratuitamente). Apenas é permitido um objecto de bagagem de mão por passageiro (excluindo bebés). As bolsas, pastas, computadores portáteis, compras em lojas, máquinas fotográficas, etc. têm de ser transportados consigo dentro da sua bagagem de mão permitida. Esta não deve pesar mais do que 10 kg, não devendo igualmente exceder as dimensões máximas de 55 cm x 40 cm x 20 cm. Devido a restrições de segurança, determinados artigos não podem ser transportados na bagagem de mão. Para segurança e comodidade de todos os passageiros, a bagagem de mão deve caber por baixo da cadeira ou no compartimento superior. Reservamo-nos o direito de cancelar a sua reserva sem direito a reembolso e negar-lhe o embarque se chegar ao portão de embarque com mais do que uma bagagem de mão ou se esse item exceder as dimensões máximas.

Easyjet –i nformamos o regulamento de bagagem de mão da easyJet especifica que os passageiros podem levar para bordouma peça de bagagem de mão. Apesar de em alguns aeroportos do Reino Unido as restrições terem diminuído, a easyJet não pondera alterar a sua política sobre a bagagem de mão enquanto as regras e os procedimentos na maioria dos aeroportos do Reino Unido não se tornarem mais claros e consistentes.
Os passageiros podem transportar uma peça normal de bagagem de mão limitada às medidas 55x40x20 cm não existindo, dentro de limites razoáveis, restrições de peso, ou seja, o passageiro deve conseguir colocar, em segurança e sem ajuda, a peça de bagagem no cacifo.

Nos ônibus, vai depender do tamanho da mochila/malinha. Existem compartimentos acima dos bancos, mas se sua mochila for muito gorda, não entra e também não é boa idéia colocar entre você e o banco da frente. Os ônibus europeus não são parecidos com os daqui, é meio apertado mesmo.  Eu particularmente, prefiro a malinha. Já fiquei 6 horas entre o check out do hotel e a hora do ônibus, andando pela cidade (York, em UK), entrando e saindo de lojas, Starbucks, batendo perna mesmo… se estivesse com uma mochila nas costas, não ia rolar!!! No entanto, eu sempre levo ou uma bolsa de nylon, dessas que ficam dobradinhas dentro da bolsa. Ou um saco tipo mochila para coisas intermediárias que não cabem na bolsa, mas que precisam ficar à mão e não na mala.

Dá só uma olhada na reportagem do thelegrafh. co.uk:

Passengers may have to load their own bags onto the Ryanair Flights.

Hahahaha!!! isso quer dizer, que se você quiser que sua mala seja despachada, você mesmo que vai colocar a mala dentro do compartimento de carga!!! Segundo a reportagem, estão cogitando a cobrança de 1 pound para usar o banheiro durante o vôo. Ah!! O saquinho (aquele, para quando dá aquele argh) também pode custar 1 pound. Ou seja, nesses vôos, tudo que não for o assento, será cobrado. Em breve, teremos que pagar para respirar.

Low cost é assim  mesmo. Para cobrar bem barato por uma passagem, o negócio é cortar todos os custos com empregados e cobrar por absolutamente tudo. Na Ryanair, por exemplo, se você quiser pagar somente pela viagem e levar sua bagagem com você, é tudo ou nada. Você tem direito a a p e n a s e tão somente um único volume de dez quilos. Bolsa de mão, câmeras, necessaires, tudo tem que estar dentro desse volume.

Na Easyjet, pude viajar com a minha mala e minha bolsa. Mas já aconteceu de pedirem para colocá-la dentro da mala cujas medidas não podem passar de 50X40x20.

Medidor de bagagem de bordo da Easyjet.

Esse “engradado” serve para medir sua mala. Coloca-se a mala alí dentro. Se entrar sem dificuldade, ok!

Guichês da Easyjet

Fora isso, quase todas as cidades que visitei, tem um ônibus ou trem (no caso de Londres), que ligam o aeroporto ou estação de trem/õnibus, ao centro da cidade. Uma economia e tanto! Desde quê, óbvio você consiga carregar sua malinha…

25
mar
10

paris, como se locomover

Quando cheguei à Paris, a greve de transportes estava no auge! Eu iria ficar dois meses, mas e se fosse apenas uma semana, como aproveitar esse curto espaço de tempo. A resposta é a pé! Pode parecer loucura, mas dá para conhecer Paris a pé. Aliás é a melhor forma. O sistema de transportes é excelente. Todos os cantos da cidade são servidos por uma estação de metrô. Os pontos de ônibus, mostram não só a trajetória das linhas, como quanto tempo vai demorar para chegar o próximo ônibus. E se, antes de sair de casa você tem uma idéia pré-definida do que quer fazer é só consultar o site da Rapt (http://www.ratp.info). É só dizer de onde você vai partir e aonde quer chegar. O trajeto e os meios de transportes são mostrados. Mas….quando os franceses fazem greve, é para valer. Nada funciona. Nem os táxis rodam. Mas em dias normais, o transporte em Paris é tudo de bom. No metrô, prepare suas permas. É muita escada! E em algumas estações, dependendo de sua conexão, a gente anda, anda, anda, sobe, sobe, sobe, anda mais e desce, desce, desce…

Paris (intramuros) está dividida em 20 arrondissements. Como se fosse um caracol, os bairros vão se “enrolando” em ordem crescente do centro para as extremidades. Dividida em duas partes pelo Sena, a metade sul, Rive Gauche e a outra ao norte, a Rive Droite.

O pontinho vermelho : onde eu fiquei hospedada.

Para chegar à Paris a partir dos aeroportos, tudo depende do seu bolso e da sua bagagem.  Eu prefiro a minha malinha de avião, bem levinha e raramente tenho dinheiro pulando da bolsa. Do aeroporto Roissy-Charles de Gaulle, há várias opções. De táxi, em média 50 euros, dá para chegar ao centro de Paris. Mas se a questão é economizar, vamos aos ônibus:

Roissy Bus: liga o Aéroporto CDG (terminal 1, 2 e 3 ) ao bairro Paris Opera

350 : esse é um ônibus comum. Custa 8 euros e te deixa na Gare du Nord, de onde pode-se pegar um táxi ou o metrô.

351: Paris Nation: acho que é o mesmo preço e também te deixa numa estação de metro e RER (trem)

Á noite circulam o N140 e o N141, ambos indo até a Gare de l´Est. Ou seja, dá para economizar…

Ligne-2-Nation-2.jpg

De Orly, depende do terminal.

Orlybus: liga o aéroporto a Place Danfert Rocherreau no 14eme arrondissement

183 : liga Orly (sul) à Porte de Choisy no 13eme arrondissement

285 : liga Orly (sul e oeste) à Villejuif – Louis Aragon (ao sul de Paris)

À noite circulam o N31 e o N131, que ligam o aeroporto à Gare de Lyon

Para quem vai ficar pouco tempo, o Paris Visite vale a pena.

ParisVisite – ADULTES
1 JOUR
EUROS
2 JOURS
EUROS
3 JOURS
EUROS
5 JOURS
EUROS
zones 1 – 3 9,00 14,70 20,00 28,90
zones 1 – 6 18,90 28,90 40,50 49,40

É um ticket magnético, válido de 1 a 5 dias, para todos os transportes públicos (incluindo barcos) e para viagens ilimitadas. Ou seja, dentro do período que for escolhido, você pode andar quantas vezes quiser em quantos meios de transporte quiser.

Se for ficar mais de uma semana, compre a Carte Navigo Decouverte. Decouverte porque é para quem não mora em Paris. É também um cartão magnético, que você pode carregar por uma semana ou um mês. Mas atenção: a validade começa sempre na segunda feira. Ou seja, se for um sábado ou domingo, você terá que comprar tickets para viagens únicas durante o fim de semana. Na segunda, você já pode viajar quantas vezes quiser de ônibus, metrô etc. Esse cartão é vendido nos guiches das estações de metrô e é preciso ter uma foto.  Você pode carregá-lo por uma semana ou um mês para  as zonas que você vai andar.

Quando comprar esse cartão, peça também seu mapa do metrô de bolso. Todo mundo usa e consulta, inclusive os parisienses. Há também o “carnet de dix“.  Compra-se 10 tickets juntos e o preço unitário fica reduzido. A cada vez que se entra no meio de transporte escolhido, um ticket é gasto.  O metrô costuma fechar a meia noite e nos fins de semana, vai até às duas da manhã. À noite funcionam os “Noctillians”, os ônibus noturnos.  Ou seja, em condições normais, se você tiver um mapa da cidade, com os principais pontos turísticos e um mapa do metrô, você tem Paris nas mãos. Ou ao seus pés!

Mas faça também o download do mapa de Paris com ruas e linhas de ônibus = http://www.ratp.fr/ plan de lignes – bus

10
fev
10

reeditando viagens 4 -salzburg-

Para fazer esse roteiro, pesquisei muitos sites e blogs. Salzburg entrou, porque de Innsbruck à Praga, teríamos que fazer uma escala de qualquer jeito e segundo o site das companhias de trem da Austria e Rep. Checa, a conexão seria ou em uma cidadezinha da Alemanha ou em Salzburg.

Então, devido ao atraso do nosso vôo de Londres para Innsbruck, só pudemos ficar uma noite e dois dias em Innsbruck. No dia 10, acordamos, tomamos um mega café da manhã, fizemos o check out, pegamos nossas malinhas e fomos a pé para a estação de trem. Compramos as passagens para Salzburg. Nosso trem sairia às 12 e 45.

O trem chegou pontualmente. Para nós, pouco acostumados a esse tranceté de trens, rolou uma certa dificuldade para acharmos a segunda classe e uma cabine, em meio às pessoas e respectivas malas. Funciona assim: o trem chega e todo mundo se movimenta  rapidamente, pois o trem sai rápido. Uma vez dentro do trem, a gente procura uma cabine. Pelo menos nos trens que pegamos até hoje, não há lugar marcado. As cabines tem 6 lugares, tres de um lado, tres de outro.

Em cima, o bagageiro. Mais um vez, malas pequenininhas vem bem a calhar.

Achamos uma cabine com só duas moças e nos acomodamos. A cabine é confortável, quem senta nas extremidades, tem até uma mesinha e tomada para carregar celular ou computador.  Pouco tempo depois que o trem sai da estação vem o controlador para verificar os bilhetes. Mais um pouquinho e vem uma moça com um carrinho vendendo comidinhas e bebidas. Mas que é engraçado você viajar com gente que você nunca viu, sentado bem em frente a você, é. Uma das moças, era meio, como direi, entojada. Mas logo depois ela começou a babar na gola… Nosso trem parou em duas estações antes de chegarmos a Salzburg.  Mais ou menos 3 horas de viagem.

Era domingo, e a estação de Salzburg, um pouco confusa por causa de uma obra de modernização. Eu sabia que era muito perto de nosso hotel. Mas um coisa é você olhar no mapa, outra coisa é se localizar e saber que rua pegar. Fizemos uma parada técnica no Mac Donald que fica no shopping center em frente a estação, para um pipizinho.  Carol pediu batatas fritas, na base da mímica e veio um hamburguer. alemão não é o nosso forte. Depois, tentamos achar a tal da rua que supostamente dava no hotel, mas andamos em círculos.  Decidimos pegar um táxi. Rapidinho, estávamos no Hotel Lasserhof.  Meu dedinho de ouro não desapontou. Não é bem no centro histórico, mas dá tranquilamente para ir a pé, que é a melhor maneira de conhecer uma cidade.

Hotel Lasserhof


Fizemos o check in, pegamos o mapa da cidade, largamos as malas e fomos bater perna…

Deu para “notar” que tinha nevado à beça, embora na hora em que chegamos a neve estivesse fraquinha…

O rio Salzach corta a cidade. Do outro lado está a cidade histórica, ornada por Festung, a fortaleza de Salzburg.

Mapa de Salzburg em italiano.

Aliás, tanto em Innsbruck como em Salzburg, muitos italianos!

Atravessando o rio, você está chega à parte histórica da cidade que é linda! A primeira coisa que chama a atenção, é que a cidade é cercada por montanhas. Essas áreas verdes do mapa.

A música é uma constante. Afinal, é a cidade onde nasceu Mozart. Mozart é o “garoto propaganda da cidade”. Ele está em toda a parte, desde bonequinhos simpáticos a camisetas, caixas de bobons, licores em garrafinhas com formatos de instrumentos musicais… Mozart bomba em Salzburg.

Na parte antiga da cidade, a arquitetura barroca é um colírio para os olhos. Neste primeiro dia, como já estáva anoitendo, vimos as luzes se acenderem. A iluminação deixa ainda mais “dramática” a paisagem.

Essa sensação de estar numa cidade pela primeira vez, é o que eu mais adoro! Cada detalhe é uma descoberta.

Ruinhas, lojinhas, sons e cheiros. Salzburg é encantadora. Me apaixonei logo na primeira noite. Andamos sem compromisso por toda a cidade antiga, degustando os pequenos detalhes.

Casa de Mozart

Voltando para o hotel…

Detalhe da porta do elevador em Tromp l´oeil.

Nosso hotel era meio vintage. Mas bem confortável. Um ótimo café da manhã, (um dos responsáveis pela minha atual forma física).

Festung, fica para a continuação…

06
fev
10

reeditando viagens 3 -innsbruck-

Voltamos das montanhas meio “ETS”. Embasbacados! No cable car, vimos criancinhas de 5 anos ou menos, com suas roupas e equipamentos de ski. Acho que nós três e um outro casal, eram os únicos sem equipamentos.

Chegando na estação, minha câmera sem bateria…Já era quase hora do “anoitecer”. Tentamos aproveitar o Innsbruck Card para pegar o SightSeeing Bus, mas como não sabíamos a hora em que ele passaria, desistimos e optamos por bater perna mesmo. Tomamos um café para recuperar forças e para tentar acordar daquele sonho que tínhamos acabado de viver. Volamos para o hotel para trocar os casacos. Bem em frente ao nosso hotel, tem um centro comercial e uma pista de patinação. Com 3 euros, pode-se patinar até a pista fechar. Euzinha não me arrisco, nem mesmo com os pinquins que server de apoio para as criancinhas. Mas os dois se acabaram!

Depois pequei minha câmera e fui bater fotos das vitrines e placas da cidade a título de curiosidade.

Começando pelo supermercado…

Loja de roupas para ski…

Não se poupa etiquetas…

Depois a gente começou literalmente a morrer de rir, tentando imaginar como seria falar o que se lia…

Esse deve um banco para quem tem hipotiroidismo, hehehe!

No dia seguinte, fomos explorar a cidade histórica.

Muito nevoeiro, mas as montanhas estão logo alí atrás.

Nos prédios, muito tromp l´oeil!

Os cucos são pelo jeito, marca registrada da cidade. Assim como os chapéus de tirolês, e roupas típicas.

Saindo da parte histórica, chega-se à margem do rio Inn. Do outro lado, na margem direita, construções coloridas, e um passeio de sonho ao longo do rio.

Passamos muuuito tempo contemplando , só contemplando…

voltando à parte histórica…entendemos porque Innsbruck é chamada de Tesouro dos Alpes.

31
jan
10

reeditando viagens – York UK – 1

Revendo alguns posts sobre as cidades que conheci, percebi que na maioria delas, eu estava em tal estado de êxtase que mal pude descrever minhas impressões.

Meu objetivo, é, aos poucos, conseguir falar sobre cada uma das cidades que conheci, sendo que algumas merecem vários posts.

Não tenho intenção de fazer um guia, mas sempre é bom saber as impressões que quem já esteve in loco.

Mas por onde começar? Pelas últimas ou pelas primeiras? Paris e Londres, cidades em que fiquei bastante tempo e até rolou uma certa intimidade, ou Amsterdam, Salzburg, etc?

Decidi começar de trás para frente. As impressões estão mais frescas e as fotos também. Aliás, bem fresquinhas, na sua maioria, bordadas pela neve. Eu amo a história de cada lugar, gosto de saber a importância do que estou vendo.

Começo por York, então.

vista aérea de York

De Londres, pode-se ir de carro, avião, trem ou de ônibus, que é mais barato.  Bingo, fomos de ônibus.

Minha prima já tinha me dito. York é o máximo! E é. Imagine uma cidade  fundada pelos romanos em 71 AD, (AD quer dizer Anno Domini. Ou em inglês B.C – Before Christ, em bom português, A.C – antes de Cristo). Só por esta informação, já começa a ficar legal. Depois, em 415 A.C foi dominada pelos Angles (Germanic specking people), e invadida pelo Vickings em 866 A.C quando foi rebatizada com o nome de Jorkick. Jorvick Museum é uma das atrações da cidade. Nos anos 627  D.C uma ingreja de madeira foi construída para batizar Edwin, o rei da Nothunbria, destruída em 714 por um incêndio.

O nome York, veio depois, no século 13. E, como na Idade Média, a moda era competir em catedrais góticas, o arcebispo ordenou a construção de uma, em York, já que Canterbury tinha uma. A construção começou em 1220. Pronto, o cenário histórico, que eu amo!!! Falando do cenário geográfico, tenho paixão por cidades cortadas por um rio, pois isso normalmente quer dizer uma paisagem linda, pontes maravilhosas, gaivotas, etc; York também tem essa característica. E cortada por dois!!

Não é lindo?

Como eu dou uma pesquisada sempre, e costumo checar e reservar as “acomodações” com uma certa antecedência, meu veredito é que as B&B (bed and breakfast, normalmente são como as nossas pousadas, geridas por famílias, que moram ou não no mesmo local) são as mais baratas acomodações em York.

Da estação de ônibus, que também é a de trem, até a rua onde estão várias B&Bs, optamos pelo táxi, mas depois que conhecemos a cidade, deu perfeitamente para ir a pé, tanto que o taxi deu míseras 5 libras. Nessa rua, Botham Crescent, há várias dessas Guest Houses; demos sorte, pois como era Natal, a maioria estava fechada.

(Sei que estou parecendo um esquilo, mas debaixo de zero, abaixo o estilo- desculpem o trocadilho-, quero mesmo é ficar quentinha.)

Ficamos três dias em York. Na minha humilde opinião, não há necessidade de muito mais tempo. Dá para conhecer a cidade a pé, mesmo que, como no nosso caso, você tenha meio que esquiar, e andar meio se equilibrando para não se estabacar e congelar o busanfan.

Passando por esse portal, você está no centro histórico de York. Mais um pouco, chega a York Minster.

É uma visão!

O interior é lindo, e tão cheio de detalhes, que se pode passar duzentos anos numa visita guiada.

Agradeci muito estar alí. Mas a gente fica meio perdida e não sabe aonde rezar direito…

Logo em frente, e não por acaso, começa o centro comercial de York. Depois da prece o  mais puro comsumismo.

Loja de lembranças de York, griffes, Acessorize, etc….

E chega-se a praça…O “baixo York”…

Nesta praça, você se localiza ou se perde.

Nos perdemos um pouco. Mas como se perder é encontrar coisas novas, demos de cara com o mais puro camelódromo de York.

Depois nos encontramos, e passeando fomos dar em Cliffords Tower. http://www.cliffordstower.com/york.htm

Que na minha opinião, foi meio estragada por um gigantesco estacionamento nos seus arredores. E há uma grande discussão, pois está sendo cogitado a construção de um enorme shopping center também.

Seguindo em direção ao rio Ouse, atravessa- se uma rua, um parque…

E chega- se na River Walk. Eu adoro passear ao longo de rios. Peguei essa “mania”, em Paris.

Passamos um bom tempo, vendo essa paisagem.

No dia seguinte, em pleno Natal, fomos andar nas muralhas….

Ao sudoeste da cidade, de onde se observa visuais alucinantes…

E aproveitamos o tripé “aranha” para tiramos fotos juntas, fato impossível sem pedir a alguém.

Em pleno dia 25, éramos só nós…

As muralhas,

e muita neve…

Voltando ao centro histórico, consegui uma foto hitórica. O portal sem ninguém, nem nenhum carro passando!

E logo a noite cai, dando lugar a esses visuais

Bom, ficou enorme! Mas é só uma pincelada nesta cidade linda da Inglaterra. Recomendo!!!




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