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08
mar
12

Viagem à Itália, compartilhando os detalhes (parte 1)

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Foi mesmo um périplo!!! Chegar de viagem é sempre um momento em que as emoções se misturam. Cansaço, saudade, e uma espécie de gratidão por ter dado tudo certo! É nessa hora, que a viagem “cresce” dentro de você, e que tudo o que você viu, sentiu, aprendeu, se torna parte de você, para sempre!

É aquela hora em que a gente processa todas as informações, os momentos mais marcantes, e as fotos que foram capturadas pela emoção. Memórias indeléveis que nenhuma imagem consegue mostrar.

 Gatwick Airport

Tudo começou porque eu queria ir a Padova. Então comecei a montar a aventura, que desta vez, eu faria (e fiz), sozinha. Primeiro, como chegar a Padova? Aeroportos mais próximos: Verona e Veneza. E no meio do planejamento, um presente da Ryanair! Recebo por email as promoções da cia low cost: Pisa – Londres estava na lista! £ 10.99!!!  Mais barato que uma compricha de super mercado. Pronto! minha tarefa agora, seria rechear esse percurso.

E na Itália, dificil é escolher como será o “recheio” entre a chegada e a partida. Resolvi chegar por Veneza, já conhecida, e um reencontro do qual eu não vou me cansar nunca, mesmo que seja por poucas horas.

Vôo Easyjet London Gatwick – Venice Marco Polo £36,89 Check!

E para chegar a Gatwick às 6 da manhã, saindo de Central London? Easybus!  É um transfer lowcost, seguro, pontual e confortável, e não precisa estar viajando de Easyjet. Só para se ter uma idéia, uma corrida de táxi até lá está por volta de 69 libras!

Easybus Central London – Gatwick  £ 5.99 Check!

Chegando  em Veneza – Marco Polo, é só comprar o ticket  (no próprio aeroporto à esquerda de quem sai da imigração) do ônibus ATVO ( o ponto é bem em frente à saida) também seguro, pontual e confortável e chegar à Piazzale Roma, atravessando a Ponte de la Libertá.A Piazzale Roma é o único ponto de Veneza (ilha) onde há ônibus e carros

Uma vez em Veneza, um percurso de trem para Padova, que dura menos de uma hora. Não dá nem tempo de se ajeitar no assento.

No site da Trenitália, que agora está muito  mais friendly, comecei a pesquisar os horários e preços. É super fácil de se registrar no site, e depois é so ir passeando… Coloque os nomes da cidades de onde vai partir e vai chegar, a partir de que horas, e na página que se abre, é só escolher seu trem. Mais uma agradável surpresa, passagens em promoção, com a tarifa mini, comprando com antecedência. Escolhendo a opção ticketless, é só imprimir o email, e mostrar ao controlador já no trem durante a viagem, quando ele vem checar os bilhetes dos passageiros. Simples assim!

Daí veio uma dúvida cruel! Dormir em Padova ou ir à noite para Florença, e na manhã seguinte já acordar por lá?

Mega ansiosa, optei pela maratona, é claro!

Train: ES Italia AV 9455; date: 29/02/2012
Departure: Padova (Ore: 19.57);  Arrival: Firenze S. M. Novella (Ore: 21.35)
Carriage: 7;  Place: 31  (Mandatory reservation) ;  Class: 2a;
Fare:  Mini1 Adulti;

Trem Padova – Firenze 9 euros – Check!!

Tudo no mesmo dia, e acreditem, foi super tranquilo. Cansativo, mas tranquilo. Dessa vez, só peguei “trem do bem”! A aquela impressão horrorosa do trem do terror da primeira vez que fui de Roma a Veneza se dissipou totalmente. Mas por via das dúvidas, trem noturno, prefiro não arriscar…

Cheguei à Estação de Firenze Sta Maria Novella,  às 21:35 em ponto! E acompanhada do Google Maps no celular, cheguei sem problemas ao meu albergo, bem pertinho da estação. Quanto tempo em Florença?

Bom, Firenze é algo assim… eu ainda não encontrei adjetivo, mesmo!

Foram 6 dias e ainda acho que foi pouco, porque  Florença (ou Pisa), é uma excelente cidade base para  vários passeios: cidadelas medievais, vinhedos em Chianti, castelos. A Toscana é linda!!!

E foi o que fiz. Ainda em Londres, reservei um passeio, desses de mini-van com chofer e guia, que valeu muito a pena, mesmo que, se comparado com o preço da passagem, seja insanamente caro. Pesquisei vários sites, e esse foi o “momento mais tenso” de toda a montagem da viagem. Decidir quais passeios eu faria, e com que compahias.

Passeios para Siena, San Giamigniano e a região de Chianti – 57 euros  Caf Tour – Check!

Para finalmente chegar ao ponto da volta, ou seja a Pisa, de onde sai o Voo Ryanair Pisa – London Stanstead, foi mais fácil (muito mais!!!) que cruzar a Ponte Rio Niterói. Um ônibus confotável da Terravision, sai a cada meia hora da estação de Sta Maria Novella para o aeroporto de Pisa. A viagem dura 70 minutos cravados.

Transfer Firenze SMN Pisa – Galileu Galilei 4,99 euros Check!

Porém eu não iria embarcar na mesma hora, fiquei uma noite por lá. Pisa é uma gracinha e não foi invadida por turistas, pois o complexo de monumentos (Torre de Pisa, Duomo, Batistério e Camposanto) fica afastado do centro da cidade. Para ir do aeroporto de Pisa até o centro, é quase um susto! O aeroporto fica a um, isso mesmo, um kilômetro do centro da cidade e lócigo que tem um ônibus (LAM Rossa) que faz essa ligação. Tickets? Facil! qualquer tabacchi (onde tem cigarro, jornal, refrigerante),

Menos de cinco minutos e pimba! Estava em Pisa Centrale, a 50 metros do Hotel Roseto, onde consegui descansar um pouquinho, antes de voltar a Londres.

Uma semana intensa, mas sem nenhum stress, pois estava tudo azeitadinho, e tudo funciona do jetio que é descrito nos sites.

Vôo Pisa Londres – Stanstead £ 10.99 Check!

Easybus Stanstead Central London  £ 6.99 Check!

Toda a viagem, da saida da minha casa até a volta, foi pesquisado e resolvido  pela internet. Sabia por exemplo,onde comprar o chip da Tim em Veneza (para ter acesso a Internet no celular), quais estações de trem tinham guarda-volumes, qual a distância/tempo da estação até meu destino, que ônibus pegar, quanto custava o ticket, onde pedir informações nas estações, etc

Próximos posts… mais Itália, prego!

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11
jul
10

em pé e de mala nova

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Esses dias, andei vendo as fotos da viagem e realizei que tenho muito o que falar sobre cada uma das cidades, e estou preparando um post com bastante informação sobre cada uma delas. Por hoje, algumas novidades no mundo, sempre surpreendente, das companhias low cost.  A primeira, seria uma piada, se não tivesse sido noticiada pela BBC, e eu mesma li, que uma pesquisa estava sendo feita entre os consumidores, quando eu estava  em Londres.

É isso mesmo. A próxima da Ryanair é a venda de passagens aéreas………….. em  pé!

A irlandesa Ryanair, que recentemente gerou polêmica ao anunciar que pretendia cobrar 1 libra (cerca de R$ 2,70) pelo uso dos banheiros a bordo dos aviões, afirmou que pretende oferecer as passagens para viagens em pé justamente com os recursos arrecadados na utilização dos sanitários.

O plano é remover as últimas dez fileiras de assentos dos 250 aviões da companhia e substitui-los por 15 fileiras de assentos verticais. Dois banheiros da parte de trás também poderiam ser removidos.

De acordo com o presidente-executivo da Ryanair, Michael O’Leary, testes para avaliar a segurança dos assentos verticais serão realizados no ano que vem.

As mudanças ajudariam a incluir entre 40 e 50 passageiros a mais em cada voo.

Os passageiros continuariam usando cintos de segurança, que passariam por cima do ombro, assim como os utilizados atualmente pela tripulação durante os voos.

Pode?

Eu me lembro dessa pesquisa, enquanto eu estava em Londres.  Você voaria em pé para pagar menos num vôo curto?

E a resposta foi sim! A maoria respondeu que viajaria em pé para economizar.

A questão, é que a companhia é mesmo irreverente e inovadora. E se a gente pensar que alguns vôos, duram 1 hora,  mais ou menos, entre algumas cidades da Europa… O fato é que a Ryanair foi reduzindo cada vez mais, tudo que representa gasto para a empresa e aumentando tudo o que pode resultar em dinheiro extra, tendo sempre como chamariz o valor irrisório das passagens, principalmente se compradas na vigência das promoções.

Para os brasileiros, acostumados a enormes engarrafamentos, e a horas  entuchados dentro de um ônibus, tentando se equilibrar…  Viajar em pé, dentro de um avião é pinto.

Outra novidade, desta vez anunciada no próprio site da companhia, é uma coisa que eu já tinha antenado, e imaginado (com cérebro de camelô) que poderia ser um ótimo produto.  A MALINHA RYANAIR!


Aspire V83

THE APPROVED RYANAIR CABIN BAG

  • Ryanair maximum cabin bag size 55cm x 40cm x 20cm
  • Ryanair maximum cabin bag weight 10 kilos (22 lbs)
  • Case has a functional interior, with elasticated cross ribbons
  • Locakable zip sliders
  • Document/Passport pocket
  • Padded top carry handle for extra comfort
  • Luggage tag for personalization
  • Made from 900 x 600 denier durable polyester

Uma parceria com a Sansonite.

Cria- se a necessidade, e depois o produto para suprir a demanda. Ou seja, agora que existe uma mala oficial, cada centímetro extra na sua bagagem de mão, pode custar muito caro, na hora de passar no portão de embarque. Quanto mais gente for barrada por causa da mala, e tiver que pagar extra charge, mais gente vai querer comprar a mala com as cores da companhia, para ter certeza que não vai haver problema. De quebra, vai fazendo propaganda da companhia, enquanto leva sua malinha para viajar.   Custa 69 libras ou euros, e só se pode adquirir a belezura, durante o booking de um vôo, no site da companhia, com entrega gratuita na Europa.

Já a EasyJet, está turbinando o Easybus, com promoções. O Easybus, é um transporte low cost (de baixo custo) que liga (por enquanto) Central London aos aeroportos Luton, Stansted e Gatwick e vice-versa a partir de 2 libras , e só pode ser reservado on line. Existem ônibus e microònibus. As restrições de bagagem, são as mesmas das companhias, ou seja, você tem que ser capaz de carregar suas próprias malas, e se tiver algo a mais, tem que reservar um assento extra para acomodar esse volume dentro do próprio ônibus. Eu utilizei esse serviço e gostei. Mesmo que seu vôo atrase, e você perca o horário do seu  ônibus, tendo o tícket em mãos, você pode pegar o próximo.

Eu sei que muita gente torce o nariz para as cias low cost. Mas a verdade, é que você tem que conhecer as regras. Antes de reservar seu vôo, ler atentamente os termos e condições e na hora da viagem, seguir à risca, tudo que está previamente acordado. O fato é que essas companhias, permitem um fluxo de turistas e todos os serviços que dele derivam, muito valioso na Europa.Praticamente todos os vôos que fiz estavam lotados. Fico imaginando uma companhia assim aqui no Brasil, o quanto o turismo interno seria incrementado. Já imaginaram passagens a 10 ou 20 reais, ônibus que ligassem os aeroportos ( que fossem construidos, para essa finalidade) às cidades!!! Passar um fim de semana em Salvador e outro em Gramado?

O guru Riq Freire,  em transmissão pela Band FM, falou sobre como deveríamos nos preparar para a enorme invasão de turistas que virão para a Copa e Olimpíadas. Seremos os anfitriões e quem sabe alguém por aqui, não tem essa ousadia de cobrar pelo café e pelo sanduíche durante o vôo, mas te leve de norte a sul, por um preço pagável. E todo o resto seria consequência de um gigantesco ir e vir de turistas.

21
jun
10

LONDRES – DUBLIN – LONDRES

Sei que estamos em plena Copa do Mundo, e IUIHUUU! O Brasil ontem foi tudo de bom. Mas vou continuar nas viagens, enquanto as emoções estão fresquinhas.

Nosso vôo para Dublin saia do Aeroporto de  Stansted, Londres, às 9:50 da manhã e a maneira mais rápida de chegar ao aeroporto é o Easybus (mesmo para quem vai voar Ryanair). E dependendo do horário é bom comprar o assento pela internet. Já contei nesse post, o trancetê que foi para pegarmos nosso transporte.

Obs: as cias aéreas, aconselham, chegar ao aeroporto, com pelo menos 2 horas de antecedência. Se o vôo sai às 9, o legal é chegar às 7. Como os aeroportos ficam longe, reserve mais umas 2 horas. Ou seja, 4, 5 horas antes do seu vôo, tem que estar tudo pronto para partir.

Mas existem outras opções além do Easybus, como o National Express ou o Stansted Express (trem, que parte de,  e chega a Liverpool Street).

Embora estivéssemos exaustas quando chegamos à cidade, eu senti logo que ia gostar! E eu simplesmente adorei Dublin!!! A cidade tem um clima, um astral gostoso, e sentimos isso,  assim que desembarcamos no aeroporto. Não é uma coisa concreta. É mais uma energia. Chegamos à cidade rasoavelmente cedo.  O único aeroporto da cidade fica perto do centro, a 10 km. Vários ônibus fazem a ligação com a cidade: Dublin Bus, Air Link, Aircoach, Urbus, Flybus. E é só sair do aeroporto para encontrá-los. Paga-se 6 euros, diretamente ao motorista.  Pegamos o Airlink, que durante o percurso, mostra um vídeo sobre a cidade. Pura excitação!

É só perguntar ao motorista qual o ponto mais próximo do seu hotel. Nosso hotel, suuuuuuuuuper bem localizado, na Talbot Street,  a menos de 5 mins a pé da estação central de ônibus de Dublin. E como viajar é a melhor maneira de aprender um pouco de história e geografia…

A Irlanda é o sucessor do Estado Livre Irlandês. Este domínio foi  constituído quando toda a ilha da Irlanda se separou do Reino Unido da Grã-Bretanha e Irlanda em 6 de Dezembro de 1922. O que é agora Irlanda tem sido conhecida por uma série de outros nomes, de todos os que ainda são utilizados, por vezes, de forma oficiosa. Toda a ilha da Irlanda foi, unilateralmente, proclamada uma república independente pelos rebeldes em 1916, e denominada como o República da Irlanda (em irlandês: Poblacht na hÉireann, posteriormente Saorstát Éireann). Na sequência daeleição geral de 1918, a proclamação foi ratificada pelos deputados do seu primeiro Parlamento. Entre 1921 e 1922, quando o governo britânico legislou estabelecer o que é hoje a Irlanda, como uma região autónoma do Reino Unido, foi chamado Irlanda do Sul. Na sequência do Tratado Anglo-Irlandês, a partir de 1922 e até 1937, como um domínio da Comunidade Britânica das Nações, que foi denominado como Estado Livre Irlandês (em irlandês: Saorstát Éireann). Esse nome foi abolido com a aprovação da actual Constituição irlandesa. Outros nomes, tais como o Estado LivreVinte e seis condados do SulO Sul (um nome frequentemente usado por pessoas da Irlanda do Norte) também são frequentemente utilizados.

(fonte: Wilkpedia)

Não, não vou negar que eu fazia uma certa confusão.  Afinal, para entender as definições de  Reino Unido ( United Kingdom of Great Britain and Northern Ireland) e Irlanda, só dando uma pesquisada. No mapa acima, só o que está em branco, faz parte do Reino Unido, é a Irlando do Norte. A Irlanda, já fez parte do Reino Unido, mas agora chama-se República da Irlanda, e é totalmente independente. E Dublin?

As primeiras menções sobre Dublin, datam do século X, quando vickings e celtas co-existiam na cidade. Na idade média foi tomada pelos ingleses… Uma história e tanto.

Já na chegada ao nosso hotel, a música tradicional irlandesa ecoava em alto e bom som. Uma loja de cds tocava uma música atrás da outra, bem embaixo da varando de nosso quarto.  Nosso hotel, o DAYS INN TALBOT, não poderia ser melhor localizado. É um hotel sem frescura e barato. O quarto é pequeno mas funcional, e tem tudo que a gente precisa.

A rua, animada desde as primeiras horas da manhã, com um Tesco (supermercado) bem em frente, a Carroll´s Gifts, a loja oficial de lemranças da cidade, quase ao lado, outra loja de bujigangas (tudo a 1 euro) , e a 200 m da Spire of Dublin, um monumento em forma de agulha, com 120m de altura, considerado a maior escultura do mundo. Foi erguida em 2003 para comemorar a entrada do terceiro milênio.

The Spire of Dublin


Carroll´s Gifts of Ireland

Mesmo exaustas, largamos as malinhas e fomos bater perna. A cidade é cortada pelo Rio Liffey, e muitas pontes ligam uma margem à outra.  Em plena primavera, uma das margens é praticamente um deck, todo enfeitado por flores e floreiras, bancos de madeira, por onde a gente pode passear, se estirar e pegar sol ou tomar um pint nos quisques.  Ao longo do rio, várias bandeiras coloridas. Dublin estava sediando um evento Gay.

(Infelizmente, todas as fotos desse dia se foram, junto com minha querida e velha câmera, que perdi provavelmente no vôo de volta a Londres.  Só ficaram as que tirei com meu celular. Então, peguei algumas imagens na net, ok? e lógico, vou citar a fonte.)

Fomos andando  sem destino e fomos dar no outro lado do rio, na região de Temple Bar, o quarteirão cultural da cidade. Essa área tem uma identidade alternativa, ligada às artes.

Rio Liffey

(fonte: cidadesmundo.home.sapo.pt)

Temple Bar

(fonte: tripadvisor. com)

A essa altura, já estávamos completamente tomadas pela atmosfera da cidade. Como a proposta da visita à cidade era econômica, tudo o que fizemos no primeiro dia, foi andar…. E andamos muito.

Dublin Castle

Foram três dias de farra. Não vou dizer que Dublin é a cidade mais turística que já visitei.  A cidade é relativamente pequena.  Não compramos o Dublin Pass, mas fizemos um programa turistão no Dublin Bus Tour, naquele esquema de Hop on Hop off.

Assim a gente tem uma idéia geral da cidade, e do quê a gente quer ver com mais calma. E acabamos só saltando do ônibus na St Patrick Cathedral ( o parque parecia um lugar encantado!) e na Guinnes Factory.  Mas o Phoenix Park vale uma parada.

Mas o que eu mais gostei,  em Dublin, foi simplesmente estar lá. Talvez a gentileza das pessoas, a simpatia, as floreiras espalhadas por toda a cidade. Ah, sim…os pubs, o rio, as pontes…

Mary St ( a rua de comércio super simpática do centro da cidade ), onde, devo dizer, passamos várias vezes.  Fosse para tomar o café da manhã (acho que todo mundo na cidade, come fora!), fosse para comprar algo na Penney´s (hehehe! é a Primark de Dublin!). Eu iria a Dublin, só pelo prazer de fazer compras nessa rua, toda enfeitada de flores… Ou só para tomar Guiness no último andar da Guiness Factory ( é caro, mas vale a experiência).

Ou no THE CELT PUB, bem ao lado do nosso hotel…

 Para passear  nas margens do rio Liffey.

Ou em Dublin Docklands em total processo de modernização.

fonte: archiseek.com

Mesmo concordando com Helena, a recepcionista do nosso albergue em Estocolmo, que não há milhões de coisas para se ver e fazer em Dublin, gostei muito de ter conhecido a cidade.

Voltamos para Londres, graças ao recesso do vulcão, que no dia anterior, havia feito das suas e o aeroporto de Dublin estava fechado.

Aeroporto de Dublin



10
maio
10

last minute deal Dublin!!!

Aventura total!!

Foi uma correria! mas estamos aqui. Post rapidinho, só para atualizar.

Passagem + hotel batatérrimos, se você puder embarcar no dia seguinte (ontem).  Nem pestanejamos, jutamos as malinhas, não dormimos pois tínhamos que pegar um onibus, para chagar ao outro ônibus, para Stansted (aeroporto, muito longe de Londres!) de onde partia o voo para Dublin. Mas no meio do caminho fui pegar as passagens impressas e quase infartei! tinha pego as passagens do meu filho que ia para Lisboa encontrar o tio, e na hora H o vulcão resolveu mandar cinzas para o sul da Europa!! Nós duas às 5 e pouco da manhã, num frio alucianante, andando em círculos em Glowcester Place, sem saber onde o onibus pegava os passageiros. Bendito celular, ligamos para o Dani, e no último minuto conseguimos correr e pegar (pagando de novo), o Easybus! Restava o problemas das passagens. Eu achava que se tivéssemos que reimprimir o boarding pass, pagaríamos uma multa e toda a economia da viagem, iria por água abaixo. Mas como eu agradeço com antecedência, imprimimos no aeroporto mesmo e foi tudo bem. Chegamos em pleno domingo, exaustas. A cidade e tudo de bom. Um ónibus super lindo para na frente do aeroporto e nos deixa no centro da cidade por 6 euros. Na estação de ônibus pedimos informação e o senhor, quase nos trouxe até o hotel, super gentil.




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