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29
dez
09

carnaby street

Ontem Carol acordou tarde, ficou saracoteando com Daniel e foram dormir às 7 da manhã, hora que eu sempre acordo, sei lá porque. Coisas da idade…

Então fiquei no computer fuçando coisas para fazer…Eu tô a fim de conhecer bairros nada a ver de Londres, quero dizer, sair do turistão. Mas acabamos abrindo o guia e resolvemos ir na tal Carnaby Street. Famosa por ser a rua de descolados e fashionistas, onde são clicados transeuntes com modelitos transados, etc, etc… qual não foi minha surpresa, já tínhamos passado por lá mil vezes e eu nem tchum. É simplesmente uma rua pararela a Regent Street e perpendicular a Oxford Street Nada de mais na minha humilde opinião, a não ser lojas pra lá de caras, mesmo em época de liquidação selvagem. Essa coisa griffada, que não faz muito a minha cabeça.  Até curto roupa, acessórios, essas coisas mulherzinha, mas griffe, nunca foi uma necessidade na minha vida. Então… Só por curiosidade demos uma olhada nos preços e na tal moda internacionalmente conhecida. Numa lojinha descoladinha, por exemplo, camisetas que mais pareciam ter saido de um container de doações para desabrigados de enchentes, estavam em sale por 10 a 30 pounds. Calças dessas de amarrar, que eu não usaria nem para dormir depois de uma faxina, também 20 pounds.

É claro que tem Diesel, American Apparel, Black Pearl e por ai vai….

Entramos na Liberty, um loja linda, que tem uma sessão de cosméticos com toooodas as marcas mais famosas e outra de perfumes de enlouquecer! Perfume, sim, me tira totalmente do sério, principalmente aqui. A gente borrifa o perfume de manhã e fica cheirosa até de noite.

Mas de compra mesmo só o curvex Shu Uemura que Carol paquerava há tempos… To louca pra saber qual é o milagre que ele faz com os c í l i o s.

Muita gente de vários paises, comprando alucinadamente, tirando fotos para mostrar que comprou na rua, sacolas com o nome da loja devidamente fotografadas. De resto, uma decoração meio carnavalesca meio gay, com balões escrito Peace, Love e Veadinhos cor-de-rosa e…cabides gigantescos.

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05
set
09

SAMPA 1


Há muito não apareço por aqui. Faltaram assuntos, disciplina, e principalmente viagens.
Mas setembro chegou com um calor absurdo e uma viagem que embora de pequena duração, foi extensa em prazer e gargalhadas.
Minha prima querida, minha irmã quase siamesa, é o elemento responsável por estes dias em São Paulo. Já é quase um ritual essa viagem e nos tornamos meio crianças, como quando passávamos os fins de semana na casa de Itacoatiara. Queremos nos divertir, rir e aproveitar a vida.
Tínhamos dois dias, livres, leves e soltas…Nosso único compromisso, seria um encontro de primas, que há muito não se viam.
Antes de partirmos, Patrícia me encumbiu de pensar em algo para fazermos. Ela já morou em São Paulo e eu não imaginava o que poderia ser novidade. Como sempre, debrucei-me na internet, pesquisando o que poderia ser, digamos, inusitado ou no mínimo,diferente. Optei por um destino que apesar de conhecido, eu tinha certeza que ela ainda não tinha ido. Com um calor insuportável batendo às portas, eu estava precisando de algumas peças de roupa adequadas à sauna que vem por aí. No aeroporto, sugeri à Patrícia que fossemos à tal Rua José Paulino, famosa por preços imbatíveis. Eu sinceramente não pensei que ela quisesse comprar nada, sugeri mesmo por achar que era algo novo para conhecer.
Sugetão aceita, chegamos ao hotel, nos instalamos e partimos para a tal rua. Após alguns minutos de viagem, imploramos à motorista que ligasse o ar condicionado. Em São Paulo, não se usa ar condicionado, mesmo depois dos trinta graus.
Chegando ao nosso alvo, percebemos que se tratava de uma aventura. Centenas de roupas de todos os tipos, expostas em centenas de vitrines. Ao contrário do que a descrição possa sugerir, não é um mercadão e, pelo menos nesse dia, não estava lotada. Começamos logo na primeira loja, que na realidade era uma sucessão de boxes, cada qual, com um tipo de roupa. Primeiro momento de emoção. Patrícia pergunta o preço de um blusa verde estampada de flores brancas que segundo nosso conhecimento, poderia custar uns 150 reais…Patricia, boquiaberta com o valor, lançou-me um olhar, meio em pânico, meio incrédulo. Percebi que ela tinha entrado em alfa naquele instante. Arrematou então, uma blusa linda, com brilhos, de festa mesmo, pela bagatela de 25 reais. Euzinha, mais calma, comprei uma bata por 20. Voltamos à calçada um pouco perturbadas. Patrícia parecia tomada por uma ausência, transitava por um limbo…
Continuamos entrando e saindo de lojas, cada vez mais incrédulas com os preços,nos dando ao luxo inclusive, de achar algumas peças muito caras! Até que entramos numa loja onde se lia uma frase decisiva. TUDO A PRECO DE ATACADO. Camisas de shantung, chiquérrimas, a 16 reais. Tudo mais ou menos nessa faixa de preço, até que Patricia se interessou por um casaquinho. Preço? 13 reais. Como assim 13 reais, murmurou Patricia, prestes a convulsionar alí mesmo, diante das vendedoras. Realizada a compra, partimos para as banquinhas de bijuterias, onde adquiri um colar de pérolas por cinco, assim como algumas puseiras, última tendência. Nesta barraca, Patricia em completo estado apoplético, me confidenciou que havia comprado algo parecido por uns 200!!! Para finalizar, comprei duas blusas pretas, por 5 reais cada.
O final da rua, é mais dedicado ao atacado, onde coreanos vendem vestidos maravilhosos de festa por 45 reais.

Patricia resumiu nossa passagem pela José Paulino. É uma experiência.
E a nossa experiência foi o máximo.
No próximo post… nossa aventura indiana.




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