Posts Tagged ‘Ice Bar Stocholm

06
set
10

Estocolmo 2 Djurgarden

fonte: Wilkicomons

Nessa foto de Djurgarden, que é ao mesmo tempo parque e ilha

Chega-se a ilha (parque) de Djungarden, de barco. Nesta ilha, em primeiro plano e atrás de mim o Museu Nórdico, e atrás do Museu, o teto marrom do Vasamuseet.

Parece um lugar encantado, com tudo arrumadinho. Eu adoro museus e por isso mesmo, em algumas viagens eu me controlo e não entro. Nesse dia, ensolarado, com a cidade se mostrando como uma criança que recebe visita, eu queria mesmo era ver tudo isso, e comemorar.

Chegamos então ao Josefina. O Restaurang Josefina não é só mais um dos zilhões de bares de Estocolmo. De Maio a Setembro, o terraço, com capacidade para mil pessoas, é decorado com enormes sofás, poltronas e almofadas. Um bar ao ar livre,  palmeiras (como sobrevivem ao inverno é um mistério) um som tranquilo  e uma taça de vinho, se encarregam do ótimo clima do lugar.

Famílias inteiras com bebês cor de rosa, grupos de amigos, casais. Todo mundo esparramado, em plena segunda feira, tomando sol e curtindo com tudo, no Josefina.

Todo mundo numa boa…

Vista para o Royal Palace.

Como eu disse, são salas de estar, ao ar livre. A gente vai ao bar, pede e paga o que quer, e fica onde quiser, quanto tempo quiser.

Bebericamos  umas taças de vinho … mas a viagem, low cost, não dá para arroubos em restaurantes. Fomos de cachorro quente, que em Estocolmo, é invariavelmente indescente e invariavelmente servido por uma loura linda e sorridente.

Neste jardim dá para ser feliz!!

Mas seguimos andando…por Djurgarden

E descobrimos jardins secretos dentro do jardim.

Skansen também ficou para a próxima vez. É um museu a céu aberto, junto com um zoológico. Ou seja, essa ilha é a area de lazer da cidade.

Incluindo o tal Hot Dog obsceno. Reparem nas “tetas” . Mustarda e ketchup, são literalmente ordenhados, por cima da linguiça que está sempre assada para fora do pão.

Pausa para um café e para mais um visual.

E voltamos por Strandvagen, a “rua da praia”.

Mais uma ponte e voltamos a Gamla Stam, cidade antiga.

Onde o charme substitui o verde.  E o Royal Palace aparece.

A essa hora a cidade antiga, está animadíssima e os pubs começam a se acender.

Mas nosso destino era outro. Previamente agendados e comprados pela internet, nossos tickets para o Ice Bar nos esperavam.

O Absolut Ice Bar, fica no Nordic Sea Hotel, Vasaplan 4, no Centro de Estocolmo na cidade nova.

A entrada, comprada pela internet é mais barata, SEK 170, por pessoa, algo em torno de 18 euros ou 40 reais. É bom não perder seu copo (de gelo), pois o primeiro drink é grátis, mas os demais custam SEK 95, uns 10 euros ou 22 reais. É caro, eu sei. Mas é dessas coisas que se a gente não fizer, vai ficar faltando e quando você se lembrar que não foi, vai ficar p da vida. É bom ir logo e ficar livre. Vale a pena, mas em grupo. Sozinho, deve dar  tédio em 5 minutos.

Conto mais no próximo post.

Até!

07
jun
10

do início ao resumo

Para quem acompanha o blog, talvez seja mais fácil entender essa aventura.  Essa maravilhosa aventura em que eu e meus amigos queridos (dos quais falei aqui), embarcamos como se fosse um grande parque de diversão.  E foi mesmo!

Chegada de Rafael e Juliana a Barcelona

Desde de o dia 1 de abril, que eu estou em estado de viagem. Viagem adiada, primeiro por causa de um probleminha (dentista e todos os problemas que este ser descobre para depois resolver), depois por causa do vulcão e suas cinzas que paralizaram o espaço aéreo europeu. Benditos adiamentos, pois nesse meio tempo, Rafael e Juliana, cogitaram uma mochilada pela Europa, e euzinha, International Vagabond de carteirinha (organização fundada e presidida por minha prima querida), fui convocada para acompanhá-los ou melhor, para organizar o roteiro, fuçar passagens e hotéis, albergues  e etcras, que coubessem em nossos bolsos. Serviço que eu adoro executar. Clarrice (assim mesmo),  foi imediatamente chamada para a aventura, mas devido ao recém conseguido estágio, não pode nos acompanhar. Mas esteve conosco em cada Km percorrido. Então desde o dia 24 de abril, enquanto curava a ressaca adquirida em nosso encontro no Cocoon (casa do Casal Rafael e Juliana),  rodei a Europa inteira, chequei todas as promoções, e de tarde já tinha umas 4 possiblidades para ziguezaguear pela Europa.

Barcelona

Desde então, foram zilhões de emails, telefonemas, confirmação das férias de Juliana, contas, e principalamente a decisão do roteiro final, cuja a única exigência, era terminar em Paris. Daí, a loucura da compra de passagens, troca de cartões de crédito, documentos, e como embarquei uns vinte dias antes deles, os detalhes finais foram acertados enquanto eu já perambulava por aqui.

Dublin

Já sou ansiosa por natureza, e uma enredo desses, com tudo apertado no laço, datas e horários justos, do tipo atrasou perdeu, me fizeram entrar em estado de permanente agitação. Mas na mesma proporção da ansiedade, sou uma otimista quase profissional. Enquanto o vulcão ainda cuspia lavas e cinzas (que por um dia, não nos deixou, eu e Carol, entaladas em Dublin), eu mentalizava positivo. E nossa viagem fluiu como um filme! Deu tudo absolutamente certo, em meio a malinhas,  gargalhadas, guaraná em pó (que deixaram Rafael ligadíssimo), antiinflamatório e relaxante muscular (marquerite, minha artrite reumatóide, não poderia me acompanhar um só minuto!),  sangrias gigantes (o íntem mais caro de toda a trip), vinhos (um bom supermercado…), e capucinos (o mais fiel companheiro dos viajantes) e quase cinco mil fotos!

Sangria – Las Ramblas – Barcelona

Terraço Casa Batlló  Gaudí

Elevador The Ousbourne Hotel Edinburgh

Ice Bar Stockkholm

Jardin du Luxembourg Paris

Fizemos um trio perfeito, a coroa boladíssima e o casal. Rafael afinado nos mapas, eu me atrevendo a fazer perguntas complexas em qualquer idioma, e Juliana a mais centrada. Enquanto eu e Rafael nos enrolávamos, surtados em várias situações, dando voltas em torno dos próprios eixos, Juliana dizia por exemplo… eu acho que vi o tal ônibus passar nessa rua! Pimba! Estava certa!

Parece mesmo que foi para lá de um mês, tal a intensidade desse convivência, o sufoco para arrumar as malas (depois conto os detalhes), dos horários dos vôos, da urgência em respirar cada detalhe de todos os cantos que visitamos. Foi mesmo tuuuuuuuuuuuuuuudo de bom!

Até!




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