Posts Tagged ‘INNSBRUCK

17
abr
10

espaço aéreo europeu fechado até domingo…oh lá lá!

É assim que está a situação da nuvem de cinzas do vulcão Eyjafjallajokull…. Se o nome é difícil, a situação é ainda pior.

Até agora, só um e-mail genérico da Air France dizendo para acompanhar os informes no site da companhia. O call center é atendido por um robô e sobre o meu voo, só dizem que “está previsto”, como todos os outros que foram sendo cancelados…

Stand by… fazer  quê?

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06
fev
10

reeditando viagens 3 -innsbruck-

Voltamos das montanhas meio “ETS”. Embasbacados! No cable car, vimos criancinhas de 5 anos ou menos, com suas roupas e equipamentos de ski. Acho que nós três e um outro casal, eram os únicos sem equipamentos.

Chegando na estação, minha câmera sem bateria…Já era quase hora do “anoitecer”. Tentamos aproveitar o Innsbruck Card para pegar o SightSeeing Bus, mas como não sabíamos a hora em que ele passaria, desistimos e optamos por bater perna mesmo. Tomamos um café para recuperar forças e para tentar acordar daquele sonho que tínhamos acabado de viver. Volamos para o hotel para trocar os casacos. Bem em frente ao nosso hotel, tem um centro comercial e uma pista de patinação. Com 3 euros, pode-se patinar até a pista fechar. Euzinha não me arrisco, nem mesmo com os pinquins que server de apoio para as criancinhas. Mas os dois se acabaram!

Depois pequei minha câmera e fui bater fotos das vitrines e placas da cidade a título de curiosidade.

Começando pelo supermercado…

Loja de roupas para ski…

Não se poupa etiquetas…

Depois a gente começou literalmente a morrer de rir, tentando imaginar como seria falar o que se lia…

Esse deve um banco para quem tem hipotiroidismo, hehehe!

No dia seguinte, fomos explorar a cidade histórica.

Muito nevoeiro, mas as montanhas estão logo alí atrás.

Nos prédios, muito tromp l´oeil!

Os cucos são pelo jeito, marca registrada da cidade. Assim como os chapéus de tirolês, e roupas típicas.

Saindo da parte histórica, chega-se à margem do rio Inn. Do outro lado, na margem direita, construções coloridas, e um passeio de sonho ao longo do rio.

Passamos muuuito tempo contemplando , só contemplando…

voltando à parte histórica…entendemos porque Innsbruck é chamada de Tesouro dos Alpes.

03
fev
10

reeditando viagens 2 -innsbruck-

Sempre quis conhecer Innsbruck. Aliás, desde “A Noviça Rebelde”, que eu sonho em ver montanhas cobertas de neve.

Desta vez, quando dei de cara com uma passagem de avião por 30 libras de Londres para Innsbruck, não tive dúvidas. O mais incrível foi achar um hotel, no centro da cidade, que cabia no orçamento.

Innsbruck é uma das cidades mais antigas da Europa. Fundada como colônia romana, com o nome de  Veldidena,  passou para os bávaros, no século VI e torna-se capital do Tirol em 1429. E bem como eu gosto, é cortada pelo rio INN. O nome vem daí.:brücke é ponte…Innsbruck, ponte sobre o rio Inn.

Essa é a saída do aeroporto. Não há nada mais fácil do que chegar ao centro da cidade. Um ônibus passa logo na saída, e por 1,50 euros, e 8 minutos, você está na Maria Theressian Strassenn que é a rua central e também onde fica o hotel em que ficamos. Demoramos um pouco para encontrar o Hotel Brënoissil, porque o nome estava meio escondido.  No hotel, obtivemos as confirmações de tudo que eu já tinha pesquisado. Era tudo perto mesmo!

Como já estava anoitecento, não deu para ver as montanhas. Minhas expectativas eram enormes, assim como nosso casacos que tivemos que espremer para fecharmos as malinhas. Afinal, a temperatura nas montanhas oscilava entre -8 e-24.

Dá para imaginar???? aproveitamos a liquidação da Mountainwearehouse e nos equipamos para um tour pelas montanhas geladas dos Alpes austríacos.

Nessa primeira noite, demos uma volta por essa rua central, as paralelas e perpendicualares. Conseguimos achar o supermercado salvador, responsável pelas cervejas e por nosso “jantar”. Mas deu também para perceber que é uma cidade cara, no que diz respeito à roupas. A maioria acima dos 3 dígitos. Também chegamos à conclusão, que, pelo menos no inverno, a cidade some às 6 e meia da noite. Quase ninguém na rua.

A não ser nós, batendo perna, para nos localizarmos.  Exaustos, mas curiosíssimos, fizemos nossas comprinhas no supermercado. Tudinho em alemão. Mas quem precisa de tradução para descobrir uma lata de cerveja, indetificar queijos maravilhosos, pão de enlouquecer, batatas fritas apimentadas e outras guloseimas mais. Ah sim, não foi tão caro assim…

Ainda tínhamos disposição para um pub, mas acabamos mesmo fazendo a festa no quarto do hotel. O hotel aliás, um ótimo custo benefício com um excelente café  da manhã.

No dia seguinte eu mal podia esperar para ir logo para as montanhas. Aconselho o Innsbruck card. Mesmo que não dê tempo de ver tudo que ele dá direito, só a subida e descida às três estações, já saem bem mais caro que o cartão. Compramos o de 24 horas. 36 euros cada.

No mapa abaixo dá para ver como é pequena a cidade, pelo menos o centro, onde tudo acontece. O quadrado vermelho, é diagmos assim o buxixo. Estão marcados o nosso hotel e a estação onde se pega o bondinho para a primeira estação.

Nordkettenbahnen, a funicular (transporte que leva montanha acima), leva o visitante do centro da cidade, na Congrees Station às estações.

caminho para a estação

No caminho para a estação, descobrimos a entrada para o centro histórico. Mas a nossa meta, era outra.

Atenção para o detalhe das botas, hehehe!

Na subida para a primeria estação, estávamos sozinhos no trem. E começa a subida…

A primeira estação chama-se Hungerburg.

Projetada por Zaha Hadid, é um arraso! futurística, espacial, ao mesmo tempo parecida com uma geleira, é linda! Estamos aí, a 860 m acima.

Ficamos pouco tempo. A gente queria mesmo, era ir na mais alta!!!

Os bancos do restaurante são forrados com pele! E lá fomos nós para Seegrube, a segunda estação, onde rola o total buxixo, com um super restaurante, onde as famílias se reúnem, “se esquentam do lado de dentro” , e os skiadores se encontram para um social.

Notem as cadeiras…é sentar e olhar para as nuvens ou para o nada!!! Estamos a 1905 m acima!

Olha o trio calafrio aí!!!

Mas Hafelekar nos esperava…a 2256 m acima do nível do mar!!!

Hafelekar Alpes Austríacos


Uma loucura!!!! E nem senti tanto frio assim. Mas o visual é de enlouquecer. É lógico que não esquiamos. Quase surtei quando vi um cara simplesmente desaparecer na minha frente esquiando. Ele subiu num desses picos, e pluft, sumiu no nada.

Uma das experiências mais loucas da minha vida.

Nesta estação, não há uma grande construção. Uma casinha de madeira ali, outra acolá, neve, muuuuita neve e nuvens abaixo de nós, fazendo parecer um mar branquinho.

Voltamos então à Seegrube para comemorarmos à altura e a altura! Brindar a essa aventura maluca que eu planejei e os “filhotes” adoraram.

Muuuuuuuuuuito frio, aliás, mais frio do que lá em cima!!! Tomamos todas, enquanto víamos o pessoal, chegar coberto de neve, depois de esquiar a manhã inteira.

Na volta é que se pode perceber a beleza do caminho.

17
jan
10

16 dejaneiro, back to london

Quase meia noite! O que posso dizer dessa aventura? Maravilhosa, estonteante, extasiante. Além, é claro, de ter visto, sentido e experimentado neve por todos os lados e em todos os estágios.

Hafelekar a 2256 m! Alpes Austríacos


Innsbruck, ponte sobre o rio Inn

River Walk  Rio Vltava, Praga

Chegamos a Londres nem sei direito que horas eram. Mas o voo de Praga até aqui não dura mais que uma hora e meia. Contando com táxi para o aeroporto, check in, security, aquele ritual de tirar casaco, cachecol, computador, bolsa e malinha e, passar tudo pelo raio x ( que em Praga foi bem mais tranquilo), imigração (tranquilíssima, pois agora nossos passaportes estão mega carimbados), deu umas 5 horas mais ou menos.

Esse é o aeroporto de Praga. Para um sábado de manhã, tranquilissimo…

Assim como tudo em Praga. Estávamos exaustos, pois contando com o dia em que não embarcamos, foram 9 dias de total loucura, andando de 9 a 10 horas por dia, conhecendo cidades, meio que esquiando em vez de andar normalmente, correndo para pegar trens, fazendo e desfazendo malas…Mas é o cansaço mais gratificante do mundo. Hoje, desculpem a expressão, até minha bunda está dolorida…

É preciso ter disposição. Viajar assim, on budget, economizando mesmo, exige, como  já disse, um certo desapego. Isso quer dizer, duas mudas de roupa, não comprar quase nada pois não há espaço na mala, fazer compras de supermercado ou comer en qualquer biroska, barraca de rua, em vez de almoçar ou jantar em restaurantes, lavar as roupas térmicas no banho e secar no aquecedor e esquecer um pouco da vaidade nossa de cada dia. O nécessaire também é reduzido, até porque não pode entrar líquidos com mais 100ml no avião e não cabe messsssmo tudo o que a gente usa no dia a dia. Esqueça as unhas, e prepare-se para um cabelo meio esculhambado. Sapatos? Escolha um mega confortável! Eu até levei uma bota extra, mas até que era magrinha. Andei mesmo com a bota para neve. Casaco…Meu conselho para o inverno é o impermeável forrado. A gente fica parecendo um saco de dormir, mas ele aguenta tudo! Frio, neve e chuva, sem deixar você na mão. Aqui, esse casaco tem vários nomes como anourak, doudoune, filled coat, etc.

No mais, a total alegria de viver e conhecer uma cidade nova, uma língua nova (depois de 4 dias na Austria descobri que austung! é atenção! Mas a placa aí ao lado, continua um completo mistério para nós!!!

Não ter medo de não entender uma palavra do que o povo fala e se virar na mímica mesmo. Pedir uma batata frita e levar um haburguer é normal.

Se deixar levar pelo inusitado e morrer de rir dos perrengues.   Mudar planos na maior tranquilidade quando se perdeu do itinerário original e aproveitar o que se mostra à sua frente. Em resumo, flexibilidade.  Isso é fundamental!

Amigos brasileiros que conhecemos em Salzburg!

Se contentar em comprar um pin ou um ímã de recordação…Isso é um exercício minuto a minuto pois a oferta de quinquilharias sem as quais você não pode viver é um absurdo! Mas como não cabe no seu orçamento nem na bagagem, olha o desapego aí gente!!  Eu pessoalmente gosto de olhar tudo! Mas não viajo para compras. É logico que tem liquidações que você pensa em abandonar o budismo e cair na gastança, comprar mais duas malas e se entregar ao mais puro e desenfreado consumismo. Dependendo da duração da sua viagem, do seu orçamento e de quantos lugares você ainda pretende ir, isso pode significar uma outra viagem que você não vai fazer ou um inferno astral provocado por malas.

A d o r a r o hotel que você pode pagar!!! Uma regra de ouro! Eu até hoje, sempre escolhi os hotéis pelo preço mais barato e pela localização.  Adorei todos, uns mais do que os outros, mas no geral, tinham tudo que eu precisava. Cama, aquecedor, chuveiro quentinho. Alguns, como o de Amsterdam, tinha até frigobar, alem de uma cafeteira, o que tornou mais atraente o fato de comprar comida (e bebidassss) em supermercado e fazer um sanduiche para bater perna… Se não, a gente come em qualquer KFC da vida ou equivalente. Com exceção de Praga, onde ainda se come mega bem em restaurantes por uns míseros euros e a cerveja custa menos que um euro. Praga é um paraíso!!!

Pub em Praga. Caneca de cerveja…40 Korunas Checas, menos de 2 euros.

Palácio Mirabell Salzburg (cenário da Noviça Rebelde)

É um mochilão… só que com mala de rodinha. Por falar nisso, a minha foi super aprovada. Foi submetida a todo o tipo de terreno e condições climáticas (chuva braba e neve) e nas ruas e estações de trem e aeroportos, é muito mais fácil andar com ela ao seu lado do que puxar, sem falar que ela cabe em ônibus da cidade, escorrega por corredores apertados e não cai para frente, por ter 4 rodinhas. Companheiraça de aventuras, andou pela cidade, onibus normal, escadas rolantes, escadas normais, elevadores lotados, aeroportos superlotados, passou no teste das lowcost, entrou em trens em movimento, transitou por estações de trens e seus obstáculos, entrou em táxis, hotéis e B&B, e fez tudo ao contrário de novo, terminando hoje, debaixo de uma chuva torrencial sem se abater…lógico que está um pouco suja…

Festung. A fortaleza de Salzburg.

Além disso tudo, muita disposição para andar, andar, andar. Ah! Ter sempre um mapa da cidade! Marcar o que se quer ver, um ponto de partida e se perder e se achar a partir daí. O acaso é um ótimo amigo, mas o mapa ajuda muito. Um bom relaxante muscular, também!

Nada se compara com a sensação de morar aonde estão os seus sapatos e saber que tudo o que você precisa para ser feliz cabe num recipiente de 50x40x20.

Eu com minha malinha e meu cartão (magro) de crédito e meu net book, vou a MARTE!!!

Amanhã , começo a organizar as fotos e prometo contar tudo em detalhes maravilhosos.

boa noite.

15
jan
10

15 de janeiro, arrumando as malas

Nem sei por onde começar…Desde Innsbruck, estamos surtando cada dia mais e sei que vou ter que escrever muito mais sobre cada momento dessa maratona maravilhosa.

Innsbruck e Salzburg, merecem cada uma vários posts.

Descida dos Alpes, Innsbruck.

Festung, Salzburg.

Mas, estamos em Praga. Não digo que foi nosso último dia, pois é certo que voltaremos a esta cidade. Adjetivos?

Se você puder venha a Praga, se não puder, venha de qualquer jeito!!!!

Praga é intensa, massiva, estonteante, emocionante, acolhedora e simples ao mesmo tempo.

Cada uma das construções e monumentos (delicadamente bordados pela neve), tem uma tal quantidade de detalhes, que pode-se dedicar um bom tempo a admirar. Para onde você se voltar, vai ficar boquiaberto, seja de dia ou de noite, quando a cidade se enfeita e revela contornos que passaram despercebidos de dia.

Imagino que pelas fotos a cidade possa parecer cinzenta. Mas ao vivo, ela é colorida, cada prédio de uma cor ou tom distinto.

Passaria muito mais tempo aqui. Iria a concertos, veria o Lago dos Cisnes, uma apresentação de marionetes, veria todas as exposições e me aprofundaria na história de cada rua, de cada período dessa pérola chamada PRAHA!

Ponte Carlos

Cidade Nova

Abaixo, Daniel e ao fundo o Castelo de Praga e Ponte Carlos

10
jan
10

10 de janeiro, the day before

Continuando …peraí, deixa eu me entender…ainda é dia 10, chegamos dia 8, então a narrativa é do dia 9…ok, vamos lá!

Acordamos no centro de Innsbruck. Digite webcam Innsbruck no  Google, vai aparecer Maria Theresianstrasse. É aí mesmo!

Com um pouquinho de pesquisa, meu dedinho de ouro, sempre descobriu hotéis pagáveis, confortáveis e perto do queremos ver e aproveitar da cidade. Meu record foi em Brugges. Mas em Innsbruck, mandei bem, também.  Essa rua, só de pedestres, é o centro nervoso da cidade Centro nervoso, é bondade minha, porque a cidade morre às 6.  E duvido, quem consiga fazer compras mirabolantes… não vi nada, mesmo em meio a sales, com menos de tres digitos.  Nem tchum, pois não cabe mais nada nas nossas malinhas ( e isso é uma das vantagens, hahahahha!).

Bom, acordar em uma cidade diferente é umas das coisas que me deixa mais feliz… Mesmo, como criança que se esconde atrás do babador e descobre que quando tira,  surpresa…

Não consigo descrever a sensação, mas é uma coisa alucianante. Ou alucinógina.

Depois do café da manhã ( que em situação normal, dava para depois de amanhã também!), fomos ao Info, onde constatamos o que eu já tinha deduzido. Muito mais barato comprar o tal ICard, que da direito a fazer tudo de turistico na cidade. Mas você nunca consegue fazer…mesmo assim vale a pena. Tem um chip, você passa e pronto. Super aconselho!!!

Voltamos para o hotel, para nos prepararmos para a mais alta aventura de nossas vidas até o momento! Fazer o quê??? Montes de roupas, super casacos poderosos e lá fomos nós. Eu fui. Sem medo de ser feliz.

Aí é o seguinte…você entra numa estação meio futuristica, passa o cartão e, já tem um bondinho, que nesse primeiro estágio, nem é bondinho, ainda é trenzinho.

P A U S A>>>> TODOS OS DEVICES SEM BATERIA!!!
incluindo meus filhotes, minha camera e este computer que vos fala, apitando…té mais!!!!!!!!!!!

10
jan
10

9 de janeiro, Innsbruck, surreal!

Chegamos ontem, finalmente a Innsbruck. Anteontem foi um enasaio geral, tipo escola de samba (blah!) . Depois conto detalhes do voo da Easyjet, que parece uma feira, assim que você decola. Até raspadinha eles vendem, depois de venderem o lanche, o perfume, o ursinho mascote da companhia….

Mas o importante é chegar e, a chegada a Innbruck é inexplicável, pois literalmente ao lado do avião estão as montanhas, com os picos cobertos de neve. Ao aterrissar, eles ainda estão lá, pertinho.  Aterrissar é fácil. Depois, é que mil pessoas louras se acotovelam entre equipamentos de ski, malas etc. Mas antes, passamos pela imigração, surpresa, já que nunca, depois de imigrarmos em Paris ou em Londres, tivemos que passar por imigração alguma. O pior, imigramos em alemão!!! Eu simplesmente não tinha a menor idéia nem de como sorrir em alemão!!! Numa tarde cuja a temperatura beirava os 4 negativos… Nossos passaportes, meu e de Carol, eram uma coisa meio desconhecida…Eles folhearam…Acho, que, como tinha um monte de vistos, pensaram…ah…vamoshem deixarrremmm ezers serrrres enttttrrrarrrem !

Entramos.

Daí para a frente, foi puro êxtase…Eu sei que eu me empolgo fácil, mas Innsbruck é algo a parte, meio indescritível.

Innsbruck, capital do Tirol, na Austria é a unica cidade do mundo, onde as montanhas (leia-se Alpes) ficam a apenas 20 minutos do centro. Bem no centro da cidadde ao lado de nosso hotel, peaga-se um bondinho. São tres estações. Na última você encontra Deus!

Lá atrás, são montanhas, logo atrás de mim, nuvens! É surreal! Maravilhoso!

essa é  primeira estação

essa é a segunda e a mais fria porque fica literalmente dentro de uma nuvem

e depois na terceira,

Na última, você perde a respiração, não sabe se ri ou se chora.

È a coisa mais linda que eu já vi, já senti ….Mais de 2000 m do nível do mar, acima das nuvens. Não fòssemos nós e alguns skiadores, seria silêncio, nós e os Alpes.

Estou postando rapidinho na hora do café, pois além da programação intensa, só tem conexão no loby do hotel.

Hoje deixamos Innsbruck e vamos para Salzburg. A família Von TRAPO, vai cantar The  hills are alive!!!! Junto com a noviça rebelde.




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