Posts Tagged ‘Itália

30
mar
12

Pádua – como chegar à Basílica de Sto Antônio de Pádua – Itália

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A Basílica de Santo Antônio de Pádua, fica a uns 300 metros de Prato della Valle. Estando de frente para a Basílica de Santa Giustina, a Via Beato Luca Belludi está à sua esquerda e há placas indicando a direção para a Piazza del Santo. No caminho, há algumas lojinhas de lembranças, onde comprei meu troféu de viagem, um singelo ímã! Mas há aquela tradicional infinidade de souvenirs, dos artigos religiosos a regadores de planta e bolsas reutilizáveis!

No percurso, a gente atravessa o Canale Piavego, uma divisão do Fiume Bachiglione.  As ruas estavam quase desertas e eu conseguia ouvir minha própria respiração. Estava imersa, naquele estado de emoção que “se apossa” de mim quando estou prestes e a ver com meus próprios olhos, algo que morava apenas nos mapas e nos desejos.

Enfim, a visão da  Basílica de Sto Antônio de Pádua, da qual escuto falar, antes mesmo de saber o que era Europa.  Iluminada pelo sol…

Lá estava eu, em frente à Basílica que começou a ser construída em 1232, apenas um ano depois da morte de Santo Antônio. Sempre tenho um certo arrepio, quase uma vertigem, quando leio ou escrevo essas datas… 1232!!! A construção não tem um estilo arquitetônico, assim, super definido. Mas o  românico está lá sem dúvida: é gigantesca e parece plantada no solo. Em alguns ângulos me lembrou a Basílica de San Marco em Veneza.

Não se paga absolutamente nada para entrar na basílica, nem nos prédios adjacentes.  Apenas para entrar no museu. Seguindo à esquerda de quem entra, há banheiros (uff! mais que benvindos!) limpos e organizados, a entrada para o museu e esse pátio interno, emoldurado de arcadas.

E num dos jardins internos esta escultura de Sto Antônio.

É uma paz meio desconcertante. E fiquei um bom tempo “realizando” onde estava.

E de lá a visão das cúpulas, ainda mais impressionante.

Entrando pela porta principal, me veio aquela emoção. Sim, eu estava lá!

E sinceramente, não importa como ou em quê você acredita. Um templo é sempre um templo. Foi construido com fé, por mãos humanas. E isso já basta para impressionar e carregar cada passo de emoção.

E na lateral esquerda da Basílica está o Túmulo de Sto Antônio de Pádua.  Forma-se uma fila, e as pessoas vão passando… visivelmente emocionadas. No final da basílica, estão as relíquias de Sto Antônio.

Deixei aqui, muito da minha gratidão. E com certeza uma enorme emoção. O entardecer foi mais um presente desse dia, que por si só já poderia ser visto com um milagre.

Voltei para a praça, e como tinha demorado mais do que eu tinha previsto, precisei comprar um bilhete de transporte público para voltar à estação. Onde? Num tabacchi, onde se encontra quase de tudo. Voltei de tram, em plena hora do rush! Mas bem a tempo de esperar mais uma vez, o anúncio da plataforma onde eu deveria esperar meu trem para Florença.

Florença? Em detalhes nos próximos posts!

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14
mar
12

Viagem à Itália – compartilhando os detalhes 2 – o vôo

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Ir de Londres a Veneza pelo ar, ou seja, de avião, foi um prêmio merecido. Talvez pela persistência e teimosia de quem não se intimida por uma “roubada” durante uma viagem.

Londres-Veneza

Eu  assim, meio distraída, quando…  Serão os Alpes?   e sim, claro! os Alpes! E o dia estava tão lindo, e a paisagem tão incrivelmente bela, que até mesmo  o comandante recomendou um olhada pela janela.

E eu, sentadinha como uma menina, na janelinha do avião, tecia um diálogo com a senhora atrás de mim, numa linguagem que só olhares conseguem decifrar. Estávamos ambas sorrindo com o olhos. Felizes da vida!

 E aí, quando a gente está começando a recuperar o fôlego…

Sim é Veneza, ali, ó!

 Londres Venea - Vôo Easyjet

Sim, na forma de um peixe, Veneza é assim pequenininha, como se a gente pudesse colocá-la no colo. E assim, eu consegui estrear Veneza outra vez.  E mais uma vez me permiti chorar de tão lindo que foi.

Mudar o percurso  para um mesmo lugar. Teimosia e persistência. E uma nova estória para contar.

06
mar
12

Pisa

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Estou tão exausta que a visão da Torre mais me pareceu uma alucinação!

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A cidade é super simpática, o Hotel Roseto é “fofo”, e a 50 metros da estação, de onde parte o ônibus (urbano) para o Campo dei Miracoli, onde estão o Duomo,
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o Campanille (sim, é ela, a famosa Torre di Pisa),
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o Batistério,
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e o Camposanto.
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Todos os monumentos de Pisa juntos!
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Ipactante… Imaginar que tudo por aqui começou a ser construído por volta de 1152 (Batistério) e a Torre em 1173! É muita história!
Depois conto mais! Depois conto tudo!
Arrivederci!

29
fev
12

Veneza, aqui me “trens” de regresso!

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Não, eu não escrevi errado… Foi só um trocadilho infame, por causa da primeira vez que cheguei a Veneza de trem (foi um sufoco).

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Como eu sou teimosa, cá estou eu de novo, dessa vez pelos céus! E que vôo!!!
Chegar a Veneza pelo ar é um desbunde! Há uma hora que parece que não haverá solo para pousar!

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Lá depois da ponte, a gente vê Veneza, como se desse para pegar com as mãos! Assim, como vemos no Google Maps. Escândalo!

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E Veneza me recebe cheia de azul, como uma amiga que enfeita a casa para receber.

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E como eu sou teimosa mesmo, vou andar muito de trem…

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Como essa viagem é totalmente solo, dessa vez pratiquei todo meu desapego e estou acompanhada somente de uma mochila (com 2 rodinhas) e 2 smartfones. Sem netbook, e sem câmera! Então, esse é um post inaugural da edição do blog pelo pequeno gadget, num momento digamos assim, budista hightech!

Por hoje é só…

Buona Notte a tutti!

16
out
11

Veneza Eu amo!

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Veneza é realmente uma cidade improvável. As construções brotam das águas.  Algumas parecem literalmente emergir.

E durante a  aqua-alta, a cidade e os transeuntes, imergem mesmo. A aqua alta é um fenômeno natural e frequente em Veneza.  As águas literalmente invadem a cidade o local mais atingido é a Piazza San Marco, justamente por ser a parte mais baixa da cidade.

  Em 2008, enquanto eu planejava a viagem do fim de ano, Veneza estava assim, como na foto ao lado.

E não só a Piazza fica inundada. É só digitar “aqua alta” no YouTube euma infinidade de vídeos mostrando o perrengue de moraradores e turistas durante as enchentes .

Há inclusive um que mostra um cara esquiando na praça. A prefeitura tem esquema e ergue passagens elevadas para que as pessoas possam se locomover. Isso sem falar nos hotéis que distribuem botas de borracha que vão até acima do joelho para seus hóspedes, o que definitivamente está fora da minha zona de conforto numa viagem, principalmente durante o inverno.

Confesso que um medinho invadiu meu ser quando no terceiro dia, chegamos à Piazza e uma “aquinha alta” começava a surgir bem em frente à Basílica.

E para minha surpresa, a água brota de pequenos orifícios no chão.

aqua alta veneza

Mas ficou por isso mesmo. Entramos na Basílica, já com a água empapando os tapetes.

e nesse dia andamos como loucas, em meio a rajadas de vento e chuviscos, que deixaram a cidade ainda mais bucólica.

E  no terceiro dia a gente já sente “totalmente local”, anda com calma. Absorve mais cada segundo.

E se entrega a momentos quase infantis, com nessa foto, lutando contra o vento …

E como eu disse, em Veneza,  ou você está na muvuca, ou dá de cara com lugares e momentos que parecem saídos de filme, completamente vasios.

E as pontes que se multiplicam pela cidade ficam ainda mais poéticas.

Em alguns instantes é puro silêncio e o barulho das águas.

Nas praças ou nas mínimas vielas, éramos só nós. E aquela sensação totalmente mágica de estar num tempo diferente.

Num lugar para lá de diferente.

E daí para o burburinho é um pulo. A região de Rialto é um ninho de gente andando, fotografando, comendo e comprando.

Andamos tanto que conseguimos literalmente nos perder em Veneza. Ao cair da noite, nos vimos, digamos na zona portuária.

Conseguimos virar numa ruela, e voilà; vida inteligente de novo! Uma oficina de máscaras!

E de novo em Rialto…

Eu tive certeza: amo Veneza!

Até!

16
set
11

Veneza – um pouco de magia

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A noite foi realmente um terror! No post anterior tem toda a estória, lembra?  O trem foi parando a noite inteira.  Mais ou menos às 5:00 da manhã, minha filha me cutucou e falou: -Mãe eu vi água, pode ser mar, devemos estar chegando em Veneza. De novo, por adivinhação e pelo horário, assim que o trem parou, pegamos as malinhas, passamos por cima dos que estavam dormindo e saltamos. Nenhum aviso, nehuma placa, nem sequer um sininho! Se por acaso estivéssemos dormindo…

Saltamos em uma estação completamente deserta e escura. Sentamos num banco de metal gelado. Um frio de fazer pinguim pular miudinho. Nós, um enorme relógio (5:37) e um senhor com seu carrinho de limpeza. Tudo, absolutamente tudo fechado, inclusive o banheiro.  Esperaríamos amanhecer para sair e procurar nosso hotel, que era bem perto da estação. Às seis horas, uma luz atrás de nós acendeu. Era uma lanchonete que, graças aos céus, exalava um cheiro delicioso de café. Fomos as primeiras da fila. Depois de um café reanimador, fui ao “toalette” , desses que só abrem quando a gente col0ca moedas. Um euro ou você fica &¨*&*#. (Tenha sempre moedas na Europa! às vezes é a diferença entre um delicioso xixi e ficar apertado numa estação). Quando voltei, o dia finalmente começava a aparecer.

Venezia Sta Lucia (tremendo de frio às 6 da manhã, depois de uma noite tenebrosa no trem)

Ainda assim, esperamos até às sete, e meio que nos arrastando, saímos da estação. A visão foi como um curativo! Desses remédios que a gente toma e a dor passa como se fosse milagre.  Em segundos eu realizei: estava em Veneza!

Veneza para mim sempre foi uma inequação de 2° grau… Eu nunca entendi Veneza. Desde sempre no meu imaginário, desde 2008 tentando encaixá-la nos meus roteiros, Veneza era uma espécie de musa inatingível.

Para  começar a entender: É isso mesmo, a cidade (a parte histórica) é no formato de um peixe. Lá em cima, à esquerda (em preto), é a estação de trem St Lucia (onde chegamos), que é a estação que fica na ilha. Mestre é a estação de trem que fica no continente. Nosso hotel, sinalizado pela bolota vermelha, estava a 500 metros de Sta Lucia. Mas (tem sempre um mas…) antes teríamos que reunir forças e escalar a Ponte della Costituzione, que não é nada demais, só que tem pequenos degraus, para subir e descer. Um tanto incômodo quando se está exausta e carregando malinhas (ainda bem que eram mínimas!).

Ponte della Costituzione Veneza( fonte : Trivago)

Essa parte estava  em obras e meio (completamente) perdidas, perguntei a uma senhora onde ficava a tal rua do nosso hotel. Sorrindo (às 7 horas da manhâ), ela pegou o papel da minha mão, e disse para segui-la. Ela desviou do seu próprio caminho e nos levou até a porta de nosso hotel. Uma gentileza inacreditável, que encheu meu coração já aliviado, de uma alegria quase infantil. Às 7:15 chegávamos ao nosso hotel: Casa Sant´ Andrea.

Roberta, a senhora da recepção, nos disse gentilmente que nosso quarto só estaria livre bem mais tarde, lá pelas onze horas, enquanto olhava para Carol (que estava em estado lastimável). Achei que ela estava a beira de pegar Carol no colo e pessoalmente levá-la para casa.  Sentamos e senti que se esperássemos naquelas poltronas fofas, dormiríamos até o dia seguinte, babando e roncando em italiano arcaico!  Num rompante de espírito viajante, levantei e perguntei como chegaríamos a Praça São Marcos. Arrastei Carol até o “ponto do vaporeto” e lá fomos nós.

Embora completamente depauperada, meu habitual deslumbre começou a se manifestar. Veneza começava a se mostrar num dia lindo! Não fosse o frio e o vento gelado…

A essa altura, eu já estava totalmente empolgada, e tentava animar Carol, que de tão cansada, não conseguia nem sorrir diante da paisagem que passava diante de nós.

vista de dentro do Vaporeto

 Em alguns minutos, estávamos desembarcando.

A cidade ainda vazia. Mesmo assim, pontos coloridos de destacavam ao longe. Era Carnaval… em Veneza! E as fantasias e máscaras apareciam aqui e alí…

E o prazer de cada mascarado era exatamente ser admirado e devidamente fotografado.  Pronto! Já estava definitivamente apaixonada por Veneza…

Por toda a orla e na praça, inúmeras barracas de máscaras, lembranças e postais. Um colorido estonteante, que perduraria por todos os dias que estivemos em Veneza.

Imagine-se passeando numa cidade medieval, onde não há carros, com o som do mar e da água dos canais batendo de mansinho, e personagens vestidos de fantasias belíssimas aparecendo ao longe nas ruelas ou bem ao seu lado!

E para cada ângulo que eu olhava, era uma cena, uma paisagem, um clima. Estava começando a tentar entender Veneza.

Carnaval em Veneza

A Piazza San Marco, os mascarados, e um cansaço absurdo! Tudo isso misturado. Chorei! Era muita informação para processar. Muita emoção…

E a Basílica de San Marco alí na minha frente! E para comemorarmos, nos embrenhamos pelas ruelas e encontramos “alimento”  num café, desses, assim… inesquecível.

Piazza San Marco Veneza

Piazza San Marco (completamente vazia!)

Basílica de San Marco

Basílica de San Marco - Veneza

Esse passeio – aperitivo,  foi um bálsamo!  Ainda tinha muita Veneza pela frente!

Nos próximos posts tem muuuuuito mais! Até

02
set
11

Roma

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É… nosso dias em Roma estavam quaaaaaaaase no fim. Domingo, nosso programa começava pela Piazza S. Pietro.

Sim, fomos à bênção do Papa, que acontece todos os domingos ao meio dia.

A Praça de São Pedro, surgiu da necessidade de criar um espaço digno para anteceder ou anunciar a Basílica de São Pedro, cuja fachada ficou pronta em 1614. O projeto foi entregue a Gian Lorenzo Bernini. Quem leu Dan Brown, certamente vai imaginar e procurar todos os “sinais” deixados por ele em suas obras espalhadas por Roma. A praça, dois semi-círculos e duzentos e oitenta e quatro colunas, formam uma elipse grandiosa. No lado direito, forma-se uma fila para entrar na Basílica, e não há necessidade de comprar ingresso.

Chegando à Basílica, há duas entradas. Uma para ela mesma e outro para os túmulos dos papas. Erramos e entramos na dos túmulos. Tá, mesmo não sendo meu passeio preferido, fui até o fim. Finalmente entramos na Basílica: enorme, emocionante.

A maior igreja do mundo.

E os guardas??? A famosa guarda suiça, da qual só podem fazer parte homens fortões entre os 18 e os 30 anos e com reputação criminal e social absolutamente imaculada. Mas a guarda é toda trabalhada nos uniformes (dizem que foi Michelangelo que desenhou, mas há controvésias) e cá entre nós, os guardas…..são lindos! Páreo duro com os pompiers (bombeiros) de Paris.

E a pessoas começam a se aglomerar na praça, perto do meio dia.

E ao meio dia em ponto, um ponto lá no alto,  atrai a atenção. A janela se abre e o papa aparece.

É mesmo emocionante ver tanta gente em paz…

Terminada a bêncão, vamos em direção ao Castelo de Sant´Angelo, e da ponte (dos Anjos) que tem o mesmo nome, construída entre 134 e 199 pelo imperador Adriano.

Linda né?

Na noite anterior, voltando para casa, saltamos na estação Colosseo para vê-lo iluminado.

Já nos preparando para a visita ao seu interior.

De dia ou de noite, é mesmo impactante.

É quase origatório. Entrar no Coliseu, é sem dúvida uma experiência. Imaginar como era e tudo que aconteceu aqui, é de perder a respiração.  Chegamos cedo para não pegar a fila monstruosa que se forma todos os dias. Milagrosamente, não tinha quase ninguém na nossa frente.  Por 18 euros, pela internet e 15 no guichê, adquirimos o direito de entrar, passear e fotografar o Colosseum, Monte Palatino e Forum Romano.

Com mais de 12 metros de profundidade, 187,5 metros de comprimento por 155,5 metros de largura, e ostentando um perímetro de mais de 540 metros, é uma das maiores construções do Império Romano, contruído por ordem do Imperador Vespasiano (70 d. C.).

Só dois terços da construção resistiram ao tempo, aos vândalos, terremotos e aos construtores medievais que retiravam materiais para suas próprias construções.

Monte Palatino

Confesso que visitar o Coliseu foi impactante. Mas depois dessa visita, precisávamos de algo “leve”. Partimos em direção ao “paraíso” romano.

Vila Borguese

Ao norte de Roma, um parque em forma de coração! Naquele fim de tarde chuvoso, com aquelas árvores que só vi em Roma, o parque estava praticamente particular.

Optamos então por passear nessa geringonça. Uma mistura meio maluca de bicicleta com carro.

Essa coisa parece fácil de conduzir, mas acabou sendo responsável por inúmeras gargalhadas, freadas inesperadas e alguns pequenos hematomas. Tem pedais de bicicleta, direção de carro, e um freio em forma de alavanca. O problema é que ao pedalar, rola um impulso automático que faz a geringonça atingir uma velocidade que a gente não espera.

O parque é simplesmente lindo! Depois de viver Roma intensamente, cheio de turistas, trânsito caótico, ritmo intenso, passar um tempo aqui é puro deleite.

Daqui, fomos para o sul, onde está a Piramide de Caio Testino e a Porta São Paulo, no começo da rua Ostiense no bairro Testacchio.

Porta São Paulo

É uma das portas meriodionais da Muralha Aureliana em Roma. Corresponde à Porta Ostiense, a porta de onde iniciava, e ainda inicia, a Via Oistiense, o caminho que liga Roma à Ostia. A porta está separada da Muralha Aureliana, e tem o aspecto de um castelo com suas duas torres: por isto é chamada algumas vezes de Castelletto,

Já a Pirâmide, foi construída para ser um monumento fúnebre, coberta em mámore de Carrara. Como chegar até aqui? Os ônibus 60, 280, 30, 719 passam todos neste caminho.

   Voltando ao centro, mais precisamente à Piazza Venezia, caímos no gelato mais delicioso, ever!!! Terminávamos assim, nosso primeiro encontro com Roma. Uma cidade para se visitar muitas vezes…

É uma cidade acolhedora, rica e massiva ao mesmo tempo. Acho que a segunda visita será ainda melhor, pois é quando a gente já está mais local e tem mais tempo para viver a cidade.

Nosso problema agora, era resolver a questão: como chegar ao aeroporto Fiumincino???  Nosso vôo para Veneza partiria às 7 da manhã, e teríamos que sair de Roma às 4 da manhã. O problema é que não havia nenhum meio de transporte no meio da madrugada, nenhum suttle (ônibus) e o primeiro  trem que faz a ligação Termini-Fiumincino, só à 5 e meia. Ok … um taxi então? Roberta, a gerente do B&B, fez uma cara de “não sei não”. Segundo ela, não é lá muito confiável marcar um táxi por telefone para às 4 da manhã. Marcar até marca. Se o táxi vai aparecer é uma outra estória, provavelmente de suspense. Foi assim que, “achando” ser o mais seguro e confiável, optamos ( eu optei, aff!) por abortar o vôo, e irmos de trem para Veneza. Uma opção que nos levou a passar  uma noite tenebrosa!!!! Dessas inesquecíveis, de total sufoco mesmo! Mas isso, é assumto para o próximo post!

Até!!!!




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