Posts Tagged ‘Miradouro de Sta Luzia

16
fev
12

Lisboa – como se locomover, onde ir e ter vontade de ficar…

                                           ESTE BLOG MUDOU DE ENDEREÇO:

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Depois de ver um “compacto”, pesseando no ônibus turístico, é hora de  percorrer com mais calma  os cantos e recantos encantados da cidade.

E então como se locomover em Lisboa?  E fácil. Há 2 opções: O Lisboa Card que além do transporte público, inclui museus e monumentos e o trem para Sintra e Cacais. O problema é que tem validade. Ou seja, tem que ser ninja para conseguir ir à todos os lugares no tempo estipulado. 24h custa 17,50 por pessoa, e o de 72 horas por 36 euros.

O transporte publico é amigável e apesar do metrô ter poucas linhas, o récem chegado não encontra dificuldade em subir e descer ou zigue-zaguear pela cidade, e além dos ônibus, há os “elevadores” e os elétricos (bondes) que fazem a ligação entre a Baixa e o Bairro Alto e também levam à região do Castelo.

A primeira coisa a  fazer é comprar o cartão de transporte, ou melhor o cartão de suporte.

Nas estações de metrô, é só encontrar as máquinas de auto-atendimento, comprar seu cartão e carregar com o  Título de  Transporte,  conforme a necessidade. Vale para ônibus, metrô, elétricos e ascensores, como o da Glória por exemplo. Se adquirir o passe viagem a viagem, já a bordo será mais caro.

As linhas de metrô são diferenciadas pelas cores e por ícones fofinhos.

Com esse cartão, pegamos todos os tipos de transporte: metrô para ir à estação rodoviária Sete Rios de onde partem os ônibus para Fátima (O Comandante Riq Freire entrega tudo explicadinho aqui) , e onde se pega o ônibus para Óbidos, ou ainda para ir à Estação de trem  (ops, comboios!) de onde pegamos o trem para Sintra, a Estação Ferroviária do Rossio.

No metrô/ônibus/elétrico é só encostar o cartão no leitor na hora de entrar.

Vale também para os trens suburbanos, mas neste caso, o cartão não deve ter nenhuma outra viagem carregada .

Os principais “tenho que ir, não posso deixar de ver em Lisboa”, são acessíveis de transporte público, como o Miradouro de Santa Luzia.

Para ir ao  Miradouro de Santa Luzia e ao Castelo, é só pegar o elétrico 12, que sai da Praça da Figueira, pertinho da Praça do Rossio ou o  28 na Praça Martin Muniz. Tem o ônibus 37 também, mas de bondinho é mais legal, né?

Lá em cima, o Castelo de São Jorge,  visto da Praça da Fiqueira, enquanto a gente espera o elétrico.

A “viagem” já é turística, pois o elétrico é uma gracinha e o mais importante, bem conservado.

 E lá em cima, é um xxxpetáculo!

 Em alguns ângulos me lembrou Praga…

Em outros Barcelona…

Mas Lisboa é única!

O Castelo de São Jorge exige um pouco mais de canelas, panturrilhas e fôlego, já que o elétrico nos deixa no Miradouro de Sta Luzia (assim como o ônibus turístico), que é uma das vistas mais lindas da cidade.

De lá, é uma bela e íngrime “caminhada” colina acima. Para descer, também há ônibus, mas a descida a pé, é recheada de pit stops. Além de lojinhas fofas, com todo o tipo de lembrança da cidade e de Portugal,  tem a  Sé Catedral de Lisboa

E a Igreja e Museu de Sto Antônio (no exato lugar onde ele nasceu) ficam no caminho colina abaixo, pertinho uma da outra.

Quase em frente à Igreja, tem um café desses bem “locais”, e aproveitamos para repor as energias, com um belo pastel e um travesseiro de Sintra (recheado de creme de amêndoas), perdição!!!

E assim nessa descida, estamos  no bairro de Alfama, o mais antigo bairro de Lisboa. Um labirinto ruelas estreitas dos tempos medievais, entre o Castelo e o Tejo. Ao lado da Casa dos Bicos, comemos um bacalhau dos deuses!

Depois, é só continuar, chegar à Praça do Comércio e estamos de novo na Baixa. Mas é claro que a gente queria mais, e voltando à Praça dos Restauradores, pegamos o elevador da Glória.

A gente entra, encosta o cartão se senta e fica esperando entrar mais gente.

A subida é daquelas! mas tem gente que faz a pé, já devem estar para lá de acostumados.

E aí é outro momento pleno! O dia lindo, temperatura perfeita, e um ventinho gostoso, desses de fazer carinho. A vista?

A vista é um abuso!

Tem as muralhas do  Castelo rodeado pelas árvores, a Igreja da Penha, a Sé de Lisboa, o Rio Tejo, uma profusão de telhados…

E o passeio não termina por aí. Depois de se fartar da vista, é só ir andando e subindo só mais um pouquinho a colina e a gente tem um Jardim para descansar : O Jardim do Principe Real, onde há um cedro com um copa gigantesca e banquinhos para se sentar e admirar a obra da natureza, cuidada pelo homem.

É ou não é uma obra de arte?

 E o jardim inteiro é uma delícia. Outra boa desculpa para mais um café…

É um desses momentos em que relaxar é igual a contemplar.

E depois? Daqui, estamos pertinho do Chiado.

Lá ao fundo a ponte 25 de Março . Uma descida a pé, ou direto no ponto de ônibus que fica em frente à Casa das Pombas, como me informou uma sorridente senhora, ao me ver fotografando a construção. Em menos de dois minutos trocamos rasgados elogios ao Rio e à Lisboa.

Adorei os ônibus de Lisboa!

Um ônibus para o Chiado e… Bom o Chiado é assunto para os  próximos posts.

Até!

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