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22
nov
10

Paris… minha emoção no último dia

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Sim… chegando ao final dessa viagem deliciosa.  E ao escrever, quase sinto o vento gelado daquela tarde de primavera. Nesse dia, eu literalmente divaguei… Tínhamos chegado até ali, depois de dias e dias juntos e misturados, dormindo e acordando, correndo para pegar nossos vôos, nos horários mais loucos. Zigue-zagueamos pela Europa, indo no sul para o norte, dá península ibérica para a uma ilha e depois para a Escandinávia, e Paris seria nossa última cidade. A chegada de nossa maratona.

O dia foi um presente. Um céu azul de doer, a temperatura ainda pedindo um casaco e um cachecol… Cometemos um único erro! Não compramos nenhuma garrafa de vinho para um brinde, enquanto nos esparramávamos na grama. O sol se pondo e nós alí, num momento desses tão mágicos que a gente mal consegue respirar.

Me lembrei do dia em que, numa esquina, perto da Aliança Francesa, eu, Rafael e Clarrice, combinamos viajar juntos.

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Naquela época eu ainda nem tinha colocado meus pés na Europa.  Era só um sonho, um desejo lapidado durante anos e anos.

 

E lá estávamos nós…

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Mas o dia ainda tinha muita luz.

E eu não queria mesmo que ele acabasse.  Nosso destino? Ver as luzes da cidade luz se acenderem lá do alto. Do alto da  Tour Montparnasse! (Cá entre nós, eu curti mais do que a subida ao  Empire State,

embora o prédio não seja tão bonito).




Construído entre 1969 e 1972. Com 210 metros e 56 andares, é o edifício mais alto da França.

Tour Montparnasse Closeup.JPG

E ver o sol indo embora, a noite chegando, as luzes e a Torre Eiffel começando a “glingnoter” é mesmo indescritível.

Por 11 euros, você pode ver Paris inteirinha…

E lentamente as luzes começam a piscar…

E nós lá em cima, como crianças no fim do recreio. O sorriso nem cabia no rosto da gente.

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Como se fosse um balé, o sol cai, o céu fica rosa,  as luzinhas vão pipocando aqui e alí, e num gran finale, a Torre se ilumina e começa a piscar.

É Paris … A cidade luz se iluminando.

E eu que viajo mesmo, fui tomada de uma felicidade completamente infantil.

Daí, um liláz tomou conta da paisagem e a cidade inteira acendeu.

Lá em cima, o vento é de bater o queixo. Mas vale cada tremelique…

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O céu ainda estava azul “noite” quando descemos. Estávamos a dois passos do hotel, mas ainda queríamos mais.

Mais um busum, e chegamos ao Louvre, que nem precisa de todas as obras de arte para ser lindo!!

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E assim, minha câmera (já quase sem bateria) encerrou esse meu último dia com esses amigos queridos. Em Paris. Ultimo dia da primeira viagem. A próxima já está desejada…

Até!!!


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18
nov
10

Paris! Um dia ou um mês, é para sempre

Vista do Arco do Triunfo

Dessa última vez, foi pouco mais que  um dia… E agradeço a insistência de Rafael. Foram horas inesquecíveis… Paris, como ele mesmo diz, tem que estar no meio, no início ou no fim de qualquer viagem à Europa, mesmo que seja por poucas horas  ou com poucos euros no bolso, respirar um pouquinho em Paris, e ainda por cima com amigos, faz a vida mais feliz!

Nesse mapa ( do meu mais querido e fiel guia de bolso) está todo o must see da cidade.  Então um hotelzinho em alguma dessas áreas, já facilita  o mais importante que há para fazer: andar! É andando que a gente absorve os cheiros, sons e visuais de Paris. Então por onde começar? Eu sempre começo do miolo  ou para ser mais poética, pelo coração:

ÎLE DE LA CITÉ E ÎLE ST LOUIS

São ilhas naturais do Rio Sena.

 

Eu vou sempre à Catedral de Notre Dame, agradecer por estar lá mais uma vez uma vez.  É meu milagre particular!

É linda por dentro e por fora. E se puder assista a uma apresentação de um dos coros http://www.musique-sacree-notredamedeparis.fr/spip.php?article14.

O parque que fica atrás da Catedral, além de ser uma delícia para um momento de relax, vale pela ver (na minha opinião) melhor vista dessa construção. É de onde dá para ver os arcos butantes, que caracterizam o estilo gótico (eu adooooro!).

De Notre Dame você pode ir para qualquer direção. Se tiver tempo, uma caminhada pela Île de Saint Louis, mais residencial, onde estão construções de cair o queixo.

Quai d´Orléans

fonte: Wilkimedia

Mas pode também, percorrer ir no sentido contrário, em direção ao Quai de l´Horloge e ver La Conciergerie e o Palais de Justice.

foto de 2008

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Se for se entregar às compras, a Rue de Rivoli está logo ali. É só seguir a Rue D´Acord, e de quebra passar em frente ao Hôtel de Ville (a prefeitura da cidade).

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É uma enorme rua de comércio. Zara, C&A (no inverno, tem um andar enorme inteirinho de casacos e mantôs) H&M, Pomme de Pain (rede de lanchonetes com sanduiches deliciosos), BHV (Bazar Hotel de l´Hôtel de Ville, uma imensa loja de departamentos) e mais uma infinidade de lojas. Ainda pela Rue de Rivoli, você pode andar toda a vida e chegar ao Louvre, ao Jardin de Tuileries e à Place de la Concorde. Se for no sentido contrário, vai chegar à Bastille.

 

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foto 2008

 

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26 PLACE DE LA CONCORDE

Place de la Concorde

Nesta área, ainda estão a Saint Chapelle (imperdível) e a Pont Neuf, que apesar do nome é a ponte mais antiga que cruza o Sena. E é linda!!!

Pont Neuf

Ou seja, começando por Notre Dame, é só escolher o tema e a direção.

Nesse dia glorioso, antes de chegarmos à Notre Dame, passamos a manhã no Jardin de Luxembourg (perto do nosso hotel em Montparnasse).

Ai, ai…. fico feliz, só de escrever e relembrar esse dia mágico. A primavera estava começando a se mostrar, e o jardim estava sendo preparado para ela.  As flores recém plantadas, as árvores recortadas. Parecia um bordado, no início do trabalho.

Se existe uma coisa boa em revisitar uma  cidade como Paris é ser livre para respirar o momento, sem aquela obrigação de ticar todos os pontos turísticos.

E se espalhar na grama, é um luxo desses que a gente pode se dar!Como se fosse absolutamente normal e fizéssemos isso todos os dias por aqui.

 

Depois desse momento sublime, nos embrenhamos pela cidade e caímos na urbanidade.

E depois de Notre Dame, caímos num Bâteau, desses para turista mesmo. Uma delícia!

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Vale a pena??? Claro que vale! Ver as margens do Sena, no Sena é um ângulo lindo e nesse dia de primavera, porque não chegar à Tour Eiffel, de barco? É reinventar o caminho.

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E ver a Pont Neuf de outro ângulo.

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E chegar de outro jeito lá na torre.

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Próximo post conto mais!

Até!

15
out
10

Chegando a Paris… “foto-resumo informativo”

E lá fomos nós e nossas malinhas… Andamos até a Central Station,

Central Station Stockholm

onde pegamos o Flygbussarna para o aeroporto de Skavsta,

Voamos mais uma vez Ryanair…

e aterrissamos no até então, desconhecido aeroporto de Paris Beauvais.

Onde pegamos o Ket bus, por 14 euros para chegar à Paris , em Porte Maillot, no final da Av. de la Grande Armée, continuação da Champs Elisées,  noroeste da cidade (direção La Défanse).



Na estação de Porte Maillot, como íamos ficar menos de uma semana, compramos o melhor custo benefício, em termos de transporte: o Paris-Visite, que dá acesso a ilimitadas viagens tanto nos ônibus, como no metrô, nas zonas escolhidas, sendo 1-3 perfeita para turistar.

ParisVisite – ADULT
1 DAY
Euros
2 DAYS
Euros
3 DAYS
Euros
5 DAYS
Euros
zones 1 – 3 9,00 14,70 20,00 28,90
zones 1 – 6 18,90 28,90 40,50 49,40

Também há a opção de comprar um carnet de 10 tickets

Tarifs en euros
1 ticket t+ 1,70
Book of 10 t+ tickets (standard fare) 12,00
Book of 10 t+ tickets (reduced fare) 6,00
Single-use ticket purchased onboard buses 1,80

Daí, foi só chegar à estação de Montparnasse, e andar até o nosso hotel. O Hotel Mistral.  Ponto para a malinha! De táxi, essa brincadeira, não ficaria por menos de 100 ou 120 euros, dependendo do horário. Ao chegar ao hotel, mais um ponto. 4 andares sem elevador! Imagina, carregar 20 kilos??? E hotel sem elevador em Paris é o que mais tem!

Nosso hotel, ainda tinha um charme a mais! Simone de Bouvoir e Jean Paul Sartre moraram nele!

 

Além disso, cama gostosa, rua calma, banheiro limpo e staff educado e gentil. Em Paris, hotel barato e limpo, é difícil!

Felizes e saltitantes, fomos bater perna.

Av des Champs Élisees Paris

Essa avenida é linda, com sol ou chuva, de noite ou de dia, primavera ou inverno.  Av des Champs Élisées, com 71 metros de largura, e quase dois Km de extensão, vai da Place de La Concorde ao Arc du Trionphe, na Place Charles de Gaulle. Andando em linha reta, até o final, chega-se ao Arc de la Défanse.

Nós fomos flanando pela Avenida, entrando e saindo de lojas , até chegarmos ao Arc du Triomphe, e subimos ao terraço.

Subir ao terraço custa 9 euros. É na base da canela mesmo! Euzinha, descolei direito ao elevador, por causa de Marguerite (minha legendária artrite reumatóide). A vista lá de cima vale a pena. Parece que a gente pode pegar a torre com as mãos.

E lá no alto, la Butte de Montmartre e a Basilique du Sacré Coeur!

E lá no final, l´Arc de la Défanse, na parte mais moderna da cidade. E à direita, La Tour Montparnasse.

No térreo, nossas pegadas. Apesar da tarde ainda clara, já eram quase 9 horas ou mais precisamente, 21 hs.

Jantar em Paris, sentadinho bonitinho, pode sair caro. Já nos supermercados, um refeição toda trabalhada no chiquê francês, sai uma bagatela.  Acredite, é tudo muito barato.  A começar pelos queijos e vinhos nacionais. Caviar?? 2 euros. Chèvre fresco?? 0,80 centimes de euro. Baguete? 0,90.  Macarron (gigante)? 1,50.  Na própria Champs Elysées, entramos na Monoprix (uma megastore que tem absolutamente de tudo, inclusive um supermercado tudo de bom no subsolo), e providenciamos nosso jantar.  Vinho de caixinha( Côte du Rhone)  com torneirnha, baguete, queijos (gruyère, chèvre, camembert e ), geléias, macarrons… (Água na boca enquanto escrevo!!!).

Toda essa extravagância, não chegou a dez euros por pessoa!

Ooh lá lá!

Gente, vou até a cozinha catar um polenguinho! Fazer o quê? O chèvre no mercado aqui perto, custa 28 reais!!!

Até

11
out
10

Os franceses e as greves

O post de hoje, seria sobre Paris. Mas diante das manchetes dos jornais que acompanho e do Twitter explodindo de mensagens, lembrei da expectativa que eu passei às vésperas da minha primeira viagem à Paris,  em Novembro de 2007, logo depois que Sarcozy assumiu (contei aqui ).  Uma greve geral dos transportes havia sido deflagrada dois dias antes da minha chegada e eu já tinha me imaginado acampada no aeroporto Roissy Charles De Gaulle, o CDG.  Em se tratando da França, esse é um risco que a gente sempre corre.  Uma curiosidade: hoje, isso seria, talvez um pouco menos caótico, já que recentemente foram instaladas as Sleep Boxes, no CDG.

São caixas para dormir, em pleno aeroporto.  E se bater uma insônia, tem Wi Fi para uma navegada na internet, televisão …

Uma ótima solução para quem tem um vôo cedíssimo ou para descansar entre conexões.

Mas que atire o primeiro euro quem ia ficar feliz de passar sua primeira noite em Paris, numa cápsula?

Infelizmente,  chegar a  Paris, quando estoura ou durante uma greve com a que está prevista para amanhã, o caos é total e as previsões nada boas.  Para os franceses, greve é quase uma instituição.  E as manifestações e passeatas, um ritual. Durante os dois meses que passei em Paris, volta e meia eu dava de cara com uma galera, cartatazes em punho, reinvidicando alguma coisa e gritando – Tous ensemble! Tous ensemble! (Todos juntos!)

E tudo muito organizado, com a polícia por perto, mas sem interferir.  Os franceses não admitem que se mexa nos direitos adquiridos.

Quando eu perguntava, para Michel ou Vicky (minha vizinha) qual a opinião deles sobre a greve e todos os transtornos que ela trazia, a resposta era sempre a mesma: -Não gosto da greve, mas respeito o direito de fazê-la! E de uma maneira ou de outra, todo mundo acaba se envolvendo.  Os taxistas por exemplo, que aqui no Brasil se esbaldam quando tem alguma paralização, fazendo lotadas, cobrando bandeira 2 ou fazendo o preço que bem entendem, lá, eles se solidarizam e no caso da greve de transportes, também não rodam pois, segundo um deles me respondeu,  se é greve, não tem transporte, n´est ce pas?

Amanhã, então, está prevista uma greve geral. Motivo? O governo quer aumentar em dois anos, a idade mínima para aposentadoria.  Então, todo os setores se mobilizaram. Mesmo. Transportes, portos, cias aéreas,  saúde, hospitais, ensino, creches, escolas e universidades,  correio, combustível, tudo! Greve geral.  O que mais me impressiona, é que, de uma maneira ou de outra, eles lutam pelo que eles acham ser o direito deles, fazem greve, mesmo sem remuneração pelos dias parados.  Mas no que toca ao assunto turismo é o pior dos momentos para aterrissar por lá. Nos sites dos aeroportos, já estão anunciando o cancelamento de vários voos.  O problema mesmo é chegar na cidade. Sem transporte, não dá para sair do aeroporto. Do Charles de Gaulle ao centro de Paris, são 30 Km e de Orly, 15km.  Então vale tentar esse site: Airport Shuttle , onde pode-se reservar um carro ou mini-van e talvez, por ser particular, não seja atingido pela  a greve.  E é  melhor que ficar entalada no aeroporto, sabendo que Paris está logo alí.

07
jun
10

do início ao resumo

Para quem acompanha o blog, talvez seja mais fácil entender essa aventura.  Essa maravilhosa aventura em que eu e meus amigos queridos (dos quais falei aqui), embarcamos como se fosse um grande parque de diversão.  E foi mesmo!

Chegada de Rafael e Juliana a Barcelona

Desde de o dia 1 de abril, que eu estou em estado de viagem. Viagem adiada, primeiro por causa de um probleminha (dentista e todos os problemas que este ser descobre para depois resolver), depois por causa do vulcão e suas cinzas que paralizaram o espaço aéreo europeu. Benditos adiamentos, pois nesse meio tempo, Rafael e Juliana, cogitaram uma mochilada pela Europa, e euzinha, International Vagabond de carteirinha (organização fundada e presidida por minha prima querida), fui convocada para acompanhá-los ou melhor, para organizar o roteiro, fuçar passagens e hotéis, albergues  e etcras, que coubessem em nossos bolsos. Serviço que eu adoro executar. Clarrice (assim mesmo),  foi imediatamente chamada para a aventura, mas devido ao recém conseguido estágio, não pode nos acompanhar. Mas esteve conosco em cada Km percorrido. Então desde o dia 24 de abril, enquanto curava a ressaca adquirida em nosso encontro no Cocoon (casa do Casal Rafael e Juliana),  rodei a Europa inteira, chequei todas as promoções, e de tarde já tinha umas 4 possiblidades para ziguezaguear pela Europa.

Barcelona

Desde então, foram zilhões de emails, telefonemas, confirmação das férias de Juliana, contas, e principalamente a decisão do roteiro final, cuja a única exigência, era terminar em Paris. Daí, a loucura da compra de passagens, troca de cartões de crédito, documentos, e como embarquei uns vinte dias antes deles, os detalhes finais foram acertados enquanto eu já perambulava por aqui.

Dublin

Já sou ansiosa por natureza, e uma enredo desses, com tudo apertado no laço, datas e horários justos, do tipo atrasou perdeu, me fizeram entrar em estado de permanente agitação. Mas na mesma proporção da ansiedade, sou uma otimista quase profissional. Enquanto o vulcão ainda cuspia lavas e cinzas (que por um dia, não nos deixou, eu e Carol, entaladas em Dublin), eu mentalizava positivo. E nossa viagem fluiu como um filme! Deu tudo absolutamente certo, em meio a malinhas,  gargalhadas, guaraná em pó (que deixaram Rafael ligadíssimo), antiinflamatório e relaxante muscular (marquerite, minha artrite reumatóide, não poderia me acompanhar um só minuto!),  sangrias gigantes (o íntem mais caro de toda a trip), vinhos (um bom supermercado…), e capucinos (o mais fiel companheiro dos viajantes) e quase cinco mil fotos!

Sangria – Las Ramblas – Barcelona

Terraço Casa Batlló  Gaudí

Elevador The Ousbourne Hotel Edinburgh

Ice Bar Stockkholm

Jardin du Luxembourg Paris

Fizemos um trio perfeito, a coroa boladíssima e o casal. Rafael afinado nos mapas, eu me atrevendo a fazer perguntas complexas em qualquer idioma, e Juliana a mais centrada. Enquanto eu e Rafael nos enrolávamos, surtados em várias situações, dando voltas em torno dos próprios eixos, Juliana dizia por exemplo… eu acho que vi o tal ônibus passar nessa rua! Pimba! Estava certa!

Parece mesmo que foi para lá de um mês, tal a intensidade desse convivência, o sufoco para arrumar as malas (depois conto os detalhes), dos horários dos vôos, da urgência em respirar cada detalhe de todos os cantos que visitamos. Foi mesmo tuuuuuuuuuuuuuuudo de bom!

Até!

05
jun
10

paris je t´aime!

Nossa última parada foi na cidade que nós três amamos. A gente sai de Paris, mas Paris não sai da gente.  Chegamos no aeroporto de Paris Beauvais, e de novo um ônibus ( que custa mais do que a passagem), nos deixou em Porte Maillot. O aeroporto é pequeno e é fácil achar o ônibus, pois ele fica esperando o vôo da Ryanair chegar.

Desta vez o dedinho de ouro foi de Rafael, que descolou um hotel bem legal, perto da Gare Montparnasse.  E para dar mais charme à nossa estada em Paris, o hotel foi moradia de Simone de Beauvoir e de Jean Paul Sartre durante a guerra.  Nosso quarto tudo de bom, era perfeito, inclusive para perder as calorias ingeridas nas boulangeries de Paris. Quarto andar sem elevador. No início parece assustador, mas vale a pena. Até a vista do banheiro (dentro do quarto) é encantadora. O Hotel Mistral vale a escada.  Para nos locomover, optamos pelo Paris Visite, aquela cartão que dá direito a todos os  transportes, quantas vezes você quiser, durante o tempo que você escolher (um, dois ou três dias), nas zonas que você vai andar. Apesar de ter o Navigo Decouverte, e de ser segunda-feira, não valia a pena carregá-lo para uma semana.

Paris mexe com a gente. Não importa quantas vezes e nem quanto tempo se fique.  É sempre bom deixar alguma coisa para fazer da próxima vez que você vier…

Depois do nosso delicioso jantar, todo trabalhado em queijos e vinhos, e de quebra um caviar esperto, caímos no mais profundo sono.

No dia seguinte, nos entregamos ao sabor do vento e fomos dar no Jardin de Luxemburg. Confesso, que ver as árvores, esbanjando verde, cortadas em retângulos, e flores e mais flores, me fez dar o braço a torcer. Durante anos só tenho viajado no mais alto inverno, e adoro, mas a primavera por aqui é de tirar o fôlego.

E continuamos a turistar, devorando pains au chocolat, chuassons aux pommes, pains aux amendes…


Me controlei muito para não comprar uma dúzia de bolsas e cachecóis no Boulevard St Michel, entramos e saímos de lojas, e como não podia deixar de ser, fui me conectar em Notre Dame. Nunca deixo de ir quando estou em Paris.

Lotada de turistas, sem árvore de natal, sem me contorcer de frio…

Nos jogamos então num bâteau…. E aí, são dezenas de fotos, que ficam para depois, no post especial sobre Paris.

Chegar à Tour Eiffel de barco,  num dia como esse, é tudo de bom!!!

E depois de nos estirarmos na grama, fazer uma boquinha, e presenciado um cair do sol inesquecível…

Nos jogamos nos ônibus e fomos ver a cidade luz s iluminar na Tour Montparnasse!

E como se fosse perto, e cedo, fomos tirar fotos na pirãmide do Louvre, só para completar o dia mega turistão delicioso.

Rescostei na cama do hotel uma meia hora, pois às 4 da manhã tinha que sair, pegar dois busuns, para chegar ao Charles de Gaule, onde o nascer do sol me esperava, como que dizendo, volte logo!!! Meu vôo Easyjet para Londres, me esperava, láaaaa no terminal 2B, no portão B25. Para quem não conhece, é mais de meia hora andando dentro do aeroporto.

Hoje, meus fiéis e queridos companheiros de viagem, já devem estar descansando em seu lindo COCOON. E  eu já estou aqui em Londres, às voltas com as malinhas… Uma saudade louca bateu desses meus amigos. Mas já, já vou encontrá-los… meus queridos Rafael e Juliana.

Até

02
jun
10

Adivinhe onde estou?

Isso mesmo! Paris!!!! não tem jeito, quanto mais conheço o mundo mais adoro Paris (e Londres). Pouquíssimo tempo, mas qualquer minuto em Paris é maravilhoso.

Chegamos no aeroporto de Paris Beauvais, longe à beça, mas voo low cost é assim mesmo. Mais uma vez, um ônibus tudo de bom, faz a ligação com a cidade.

Ontem turistamos pela Champs Elysées, fizemos comprichas para o nosso jantar (no quarto do hotel) queijos e vinhos…. E como nenhum dos três tinha subido ainda no Arco do Triunfo, lá fomos nós!

Post só para atualizar, rapidinho, estamos saindo!

Até!




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