Posts Tagged ‘PASSEIOS LONDRES

12
mar
11

Spring time …

Quando eu era pequena, aprendi que havia 4 estações no ano. No colégio, o auge da modernidade era o tal Desenhocop, uma espécie de caderno em espiral, com vários temas ( ciências, geografia, aminais, etc) onde se encontrava todo tipo de ilustrações prontas em papel vegetal. Era só passar o lápis por cima e o desenho era transferido para o trabalho da escola. O que eu mais adorava era o que ilustrava as estações… Uma menina de biquini na praia, folhas ao vento num parqueonde crianças brincavam, uma menina com um casaco, luvas e um cachecol e uns montinhos de neve, crianças num jardim cheio de flores. Eu achava isso o máximo! Ver o tempo passar, vendo a paisagem mudar! E aqui, as estações mudam mesmo. A gente vê e sente. No Rio é mais ou menos assim… insuportvelmente quente, quente à beça, menos quente e fresquinho.

Mas por aqui a gente vê a mudança… Sente …

Daffodils (narcisos) e mini-margaridinhas começam a brotar nos gramados, jardins e nos parques (os parques reais então!!! comemoram! e o site do casamento real dá destaque às flores que brotarma essa semana em Green Park em frente ao Castelo de Bukingham) . As árvores começam a despertar, e algumas mais apressadas se exibem mesmo!

Regent´s Park

Eu a-d-o-r-o!

PS = ainda estou organizando as fotos, que estão em duas câmeras e 2 cartões de memõria… os posts sobre a viagem precisam de muuuuuita calma. É meu jeito de reviajar!

Até!

 

Anúncios
10
fev
11

Central London, é tudo pertO, mas vale a pena se perder!

ESTE BLOG MUDOU DE ENDEREÇO:

www.maladerodinhaenecessaire.com

Espero sua visita!

Então vamos nos localizar.  Bem no meio do mapa está Trafalgar Square, onde paramos no último post (na festa do Ano Novo Chinês). Eu nasci com sérios problemas de localização e direção, e além do mapa, em certas situações (quase todas) preciso de uma bússola, pois não sei se estou indo para o sul ou para o norte, o que é a diferença entre encontrar o lugar que estou procurando ou me perder por um dia inteiro!  Direita e esquerda ainda são um mistério para mim. E aqui em Londres, por via das  dúvidas, mesmo estando escrito em letras garrrafais,  LOOK RIGHT , LOOK LEFT, incluindo um seta gigantesca, em cada faixa de pedestres, eu olho mesmo para os dois lados.

Exatamente por isso, prefiro andar de ônibus e quando a distância permite, a pé mesmo.

De metrô, eu até acerto a estação que tenho que de

descer, mas não faço a menor conexão com o que está logo alí a alguns metros e sou capaz de tomar um outro metrô para chegar a 200 mentros de onde estava. No mapa do metrô a gente (eu) não tem a menor idéia do quanto  uma estação é perto ou londe da outra.

Levei um certo tempo para “realizar´´que Leicester Square (onde rola a vida noturna, é  ponto de encontro, há vários pubs, cinemas, restaurantes e todas as premiéres de filmes, etc) fica a  alguns passos da National Gallery, e praticamente grudada a Picadilly Circus ( letreiros luminosos, a estátua de Eros), uma praça movimentadíssima e  outro ponto de encontro e  turístico de Londres.

Trafalgar Square

Picadilly Circus

Então, os super localizados que me perdoem, mas por pura cumplicidade (aos que como eu, são meio desligados) ,  escrevo e descrevo do ponto de vista pessoal.

O fato é que dá para conhecer vários pontos turísiticos do centro a pé mesmo. Mais para o norte, vale a pena pegar um transporte público. E dá para fazer um passeio combinado. Camden Town, é uma delícia e tem um dos mercados mais interessantes daqui, com todo tipo de coisas para vender. Logo ao lado, o parque real, o Regent´s Park e lá em cima Primrose Hill!

Ontem por exemplo, amanheceu um dia desses encantados. Azul! Na hora que abri a janela, pensei em um lugar onde pudesse capturar esse dia! Fui, totalmente no controle. Destino= Primrose Hill No meio do trajeto sugerido pelo referido site (TFL), tentei inovar e catedrática, peguei um outro ônibus. E fui parar no extremo oposto de onde realmente queria ir ( o que não me causou prejuizo algum, a não ser o fato de tomar o mesmo ônibus em sentidos opostos por duas vezes) .

Eu rodei esse parque várias vezes, algumas em torno do meu prórpio eixo (não havia nenhum cartaz amigo do tipo YOU ARE HERE!, entao eu nao conseguia mesmo saber em que parte do parque eu estava).  Enquanto eu não sabia para onde ir, estar perdida, me fez encontrar esses momentos…

E lógico, até o cantinho do banheir0 é lindo!

E eu lá andando…

Cruzei  o parque e adorei me perder! Tentei algumas fotos à la Rafael, mas me faltou o braço mais comprido…

E saí com cara de ovo mesmo!

E finalmente me encontrei no lado completamente oposto ao que eu inicialmente queria ir, até que me lembrei que tinha uma bússola na bolsa! Peguei um outro Ônibus e fui para Hyde Park de onde saia o ônibus que eu deveria ter pego desde o início.

E finalmente cheguei às 4 da tarde ao meu destino inicial!

O bus 274 é o único que te deixa na cara do gol! Na Prince Albert Road. Exatamente no ponto vermelho aí do mapa acima, onde até que enfim eu encontrei um enorme YOU ARE HERE!!!

Esse cotoco de morrinho! Mas tem um vista louca da cidade…

E  eu quase finquei uma bandeira! O sol ali, num angulo de fazer inveja a trapezista do Cirque de Soleil.  E entendi, que como nas metáforas,  se perder é só demorar mais  um pouquinho para se encontrar!

E o impossível é só porquê demora mais um pouco a chegar.

Até!

25
jan
11

Richmond Upon Thames

Semana passada tínhamos programado um cineminha. Semana chuvosa… mas de repente abriu um dia lindo, desses que merecem ser aproveitados mesmo por poucos momentos. Abri meu mapinha e partimos para Richmond.  Para entender, Greater London tem 32 bouroughs, que são áreas administrativas, 12 estão em Inner London e os outros 20 são em Outer London.

Quando a gente sai de Richmond Station (Trem e Metro), a sensação é que estamos numa outra cidade.  Parece uma cidadezinha de brinquedo, com tudo que tem a cidade de verdade, mas parece de brinquedo. Eu já tinha programado um dia em Richmond, mas o sol resolveu aparecer e eu resolvi ir só para um aperitivo, pois é passeio para se sair de manhã e voltar à tardinha.

A impressão é que estamos no interior, num lugar a kilômetros de Londres, numa mini-cidade. A rua principal tem a maioria das lojas  que encontramos na cidade, mas é tudo mais calmo. Mas o Thames… aqui é completamente diferente, e  vem de mansinho pertinho da gente… No verão, deve ficar parecido com Búzios, pois a margem é lotada de barzinhos com guarda-sóis…

O lugar foi sempre muito bem frequentado. De Henrique VIII a Mick Jagger, ricos e famosos, todos fãs do pequeno paraíso (nem tão pequeno, Richmond Park é enorme).

Esse pedaço enorme de calma e beleza, a vinte minutos de Central London!

E flagramos Papai Noel num cochilo ao  sol…

Eu queria que o tempo parasse um pouquinho.  Tínhamos que escolher ver tudo isso correndo e correr mais ainda para Hampton Court Palace e Kew Gardens, ou nos deixar levar pelo momento. Me dei de presente não ter pressa. Nem o Palácio, nem Kew vão sai andando, mas saber quando a gente está num momento  de felicidade, tem! Decidi aproveitar uma coisa de cada vez (em Londres, eu posso!)

E nos demos o direito de simplesmente estar ali. Um prazer desses inesquecíveis.

E a tarde foi chegando …

O Thames mais íntimo do que nunca, quase molhando nossos pés… Cachorros felizes e seus donos (deu saudade de Marie!)  e a gente foi assim, absorvendo o lugar, com calma que o lugar deu para a gente.

Bateu vontade de ir ao toalete? É só seguir as placas. Todo e qualquer parque no Reino Unido, tem banheiro limpo, e eu não sei porque sempre me surpreendo, tem papel!!!

Depois desse hiato no  tempo, vale uma caminhada na cidade, para um café amigo e esquentante.

Por uma subidinha, voltamos à cidade, que é uma gracinha, tudo pertinho.

 

Lá em cima, tem o vai e vem dos ônibus, carros, gente fazendo compras e aqui em baixo, essa paz.

E mesmo perto de um mega parque desses, tem …. um pracinha para quem se estressou ao se afastar do verde!

E depois de andar pelas ruinhas

e fazer uma boquinha na rua principal, a noite caiu, lindinha, com uma lua louca, gorda e redonda. O pontinho branco aí na foto de baixo.

Bom, né?

Para ir a Richmond – Em Westminster Station, pegar a District Line em direção Richmond Station ou em Waterloo Station + South West Trains para Richmond Rail Station (de metro é mais fácil).

See you!

 

07
jan
11

Temple Church e o Templo dos Viajantes

Pois é… quem disse que um dia de chuva é puro tédio? vou sair daqui a pouco, mas para completar o post de ontem…

Inner Temple é uma sociedade de Barristers, advogados especiais dos paises com a tradição da Common Law.

Offices in King's Bench Walk  - The medieval Inns of Court, which included Lincoln's Inn and Gray's Inn as well as the Inner Temple and Middle Temple, were organised on the same basis as the colleges at Oxford and Cambridge Universities, offering accommodation to practitioners of the law and their students and facilities for educa...

No meio dos prédios do Inner Temple, um labirinto de construções, vielas e passagens, está Temple Church, tão escondida, que mesmo vendo no Google Maps é difícil encontrá-la.

Mas hoje finalmente consegui matar a charada. Depois dessa passagem, a gente vai dar num largo, et voilà!

É uma caixinha de música! Pequenininha! Mas com tanta história! 8 mil anos, que tal? Desde as Cruzadas. Sei lá porquê, sou apaixonada pela Idade Média, então bateu logo uma emoção (obviamente impossível de viver no Brasil).

Construída pelos Cavaleiros Templários (cuja missão era proteger os peregrinos que viajavam de e para a Terra Sagrada),  Temple Church, com sua nave redonda, foi consagrada à Virgem Maria em 1185.

Os Templários, eram na verdade, Monges Soldados. Só que ,  depois que Jerusalem foi retomada pelos sarracenos, perderam sua principal função. Mas  tinham tantos bens acumulados (a origem d o sistema bancário), que tinham uma enorme influencia no continente.

Muitas lendas cercam os Templários

Saí de lá com a sensação de um peregrino. Consegui encontrar Temple Church! Daí, continuei batendo perna pelas imediações. Voltei pela Fleet Street, a rua do Tribunal de Justiça, com a intenção de ir a Covent Garden, mas no meio do caminho, tinha uma livraria. Não  uma simples livraria. Era a  Stanfords!!!

Em SALE!!!! Senti meu cartão de crédito se mexendo na bolsa. Euzinha, diante de uma livraria, especializada em V I A G E M!!!! A  boca secou, as mãos tremiam (nem foto direito eu conseguia tirar). Meu treinamento budista me fez pensar em não entrar. – Entrei! = Pensei então em só olhar, como faço na maioria das lojas. Mas como resistir? Todo o tipo de informação sobre viagem, a qualquer destino, em qualquer época do ano, por qualquer meio de transporte, está lá! Três andares (ai meu Deus!). Um inteiro só de Europa, com mapas e guias de todos os tipos! Pronto, pirei completamente e como uma criança em loja de brinquedo, me vi atracada com cinco livros (Itália, Roma, Veneza, Toscana, e França) e alguns mapas de bolso. Esse é o tipo de loja que deveria ter um psiquiatra de plantão com um kit de primeiros socorros para surto especializado.  Passei umas duas horas me desapegando…  Consegui só comprar um mapa de saquinho de Roma e um outro impermeável de Veneza. Mas eu sei que vou voltar lá! Além de todos os guias e mapas, tem molesquines para anotações, todo o tipo de apetrechos para viagens e meu Deus, é o Templo do Viajante Compulsivo.

Stanfords     -Long Acre, 12 (entre as estações de Leicester Square e Covent Garden)

mapa de saquinho, não tem que dobrar!

Se todos os dias chuvosos fossem assim!

07
jan
11

Chove lá fora…

Ontem amanheceu um dia lindo! De cara, imaginei passeios pelos parques. Hampstead Heath seria a escolha do dia.

Mas em questão de segundos, gritei para Carol – Pega os guarda-chuvas!!! Aliás, deve ser um apetrecho indispensável na bolsa, aqui em Londres. Mesmo quando o astro-rei parece feliz e altivo lá no céu. Então, o jeito foi mudar o programa. Caímos num busum e só por curiosidade fomos ao Westfield Shopping Center. Para dias de chuva, e se a intenção é mesmo o consumismo, pode ser uma boa alternativa.

Tem as lojas de departamentos Marks & Spencer, Next, Deberhams, e House of Frasier, muitos restaurantes, livrarias, Boots (isso sim é farmácia!) e para quem curte, Prada, Miu Miu, Gucci, Dior… Mas eu gosto mesmo é da Regent e Oxford . E o que eu curto mais ainda é o passeio de ónibus.

Regent Street

Selfridges – Oxford Street

Holland Avenue

E como o dia acaba de repente, já era noite quando decidimos dar uma checada nas liquidações de Knightsbridge. Uma rua top de Central London, onde além de Zara, Topshop, fica a famosa Harrods, que nessa época do ano está toda trabalhada na liquidação e vale uma visita mesmo que você não vá comprar absolutamente nada (mas dê uma atençãozinha à liquidação de perfumes!).

Hoje, tinha traçado um roteiro dedicado à arte. Em Londres, posso me fartar de museus, centros culturais, exposições sem medo de perder um tempo precioso para conhecer a cidade. E comecei bem! Horas na National Galery… A chuva torrencial que caia, operou um milagre. Estava praticamente vazia, se comparada à multidão que sempre se acotovela em frente às obras como Dimanche l´après midi (Seurat), Os Girassois (Van Gogh), e zilhões de outras tantas maravilhosas obras de arte. Lavei a alma!

E este quadro de Canaletto

ao vivo, é impressionante!!! Parece que ele pintou com agulha, tamanha a riqueza de detalhes. Ah!Veneza que me aguarde!

Como hoje eu estava sola, sola… e as ruas tranquilas por causa da chuva, resolvi andar pela cidade… e fui andando pela margem do Thames… até chegar na Temple Church. Aquela mesma do Código da Vinci. E andar assim, sem pressa é tão bom!

Victoria Embankment Gardens

Cleópatra´s Neddle

Na margem norte do Tâmisa, é um dos três obeliscos egípicios antigos. O par deste, está no Central Park em Nova York, e o outro na Place de La Concorde em Paris. De granito vermelho, com mais de 20 metros de altura, foi presenteado ao Reino Unido em 1819 pelo vice-rei do Egito, em comemoração à vitória de Lord Nelson na batalha do Nilo. Mas como o governo não quis custear seu transporte, só chegou por aqui em 1877. E euzinha lá… andando.

E Temple Church? bom, tem que estar muito a fim de encontrar. Fica literalmente  escondida entre Embankment e Fleet Street, no meio das construções de Inner Temple, The Honourable Society of the Inner Temple, que por si só já vale a visita.

Conto tudo no próximo post! See you!

06
jun
10

Londres e seus cantinhos secretos…

St Katharine Dock

Confesso que esses dias aqui em Londres, antes da reentrada na  atmosfera tupiniquim, e depois da odisséia Barcelona – Edimburgo – Estocolmo – Paris – Londres, estão sendo um misto de emoçòes. Primeiro, descansei tudo que pude. Mas meu metabolismo meio que se acostumou a andar umas 11, 12 horas por dia. Posso ver minha malinha e meus sapatos andando sozinhos… Hoje, fez um dia mais fresquinho, e meu filhote, que já criou raiz na cadeira do computer, topou perambular comigo. Eu simplesmente adoro aquela região de Tower Bridge. Adoro a atmosfera do Thames. E mesmo morando aqui ha um bom tempo, o Dani não teve tanto tempo livre para fuçar a cidade.

É um cantinho que pode perfeitamente passar despercebido, pois está ao lado de  enormes cartões postais. Tower Bridge e Tower of London.

Saindo do mais caótico engarrafamento de carros e ônibus, muita gente fotografando a ponte e tal… a gente adentra um pequeno paraíso. Uma marina que mais parece de brinquedo.

Mas sua história remonta ao século X, quando o Rei Edgard deu a 13 cavaleiros, 13 acres de terra com o direito de usá-los para comércio. E até 1930, St Katharine Dock era um ponto importante de comércio de chá, açúcar, especiarias… Hoje, a chamam de paraiso de tranquilidade, e a gente custa a acreditar que está no meio de Central London!

Passamos uns momentos meio mágicos aí.

Taças de vinho, salmão… ventinho, e um papo delicioso com meu filhote.

17
maio
10

do paraíso à urbanidade

Em Londres é assim. Alguns metros e tcharan!

A gente sai do lugar mais lindo e encantado e mergulha num mar de turistas, compradores selvagens, todos ávidos por uma foto histórica.

Gente de todos os cantos se acotovelando.  Intercalando, momentos meigos…

Por toda a cidade, estão espostos enormes elefantes, cada um com a interferência de um artista. Nós vimos o atelier onde esses elefantes foram pintados em Elephant&Castle, em janeiro.

Estáo por toda a cidade.

E caímos em Tafalgar Square, lotada!

Com mais elefantes simpáticos e dezenas tentando um foto exclusiva.

E depois dessa pint deliciosa, nos rendemos e fomos tirar fotos…

Fiquei pensando, como meu olhar mudou. Antes eu queria demais estar nos lugares.  Agora, quero esses lugares em mim. Quero o meu olhar dessas visões.

O que fica na memória, de um dia delicioso como este.

E acabamos dando num evento super local, de uma televisçao local, com locais se divertindo.

E como o dia não acaba nunca mais…. ficamos um bom tempo, vendo criancinhas se divertindo, parrudos entornando cerveja, amigas se encontrando…

E no caminho para casa…

Um entardecer, às 9 da noite.

Um dia básico em Londres. bom demais!




Enter your email address to subscribe to this blog and receive notifications of new posts by email.

Junte-se a 9 outros seguidores

setembro 2017
S T Q Q S S D
« abr    
 123
45678910
11121314151617
18192021222324
252627282930  

Digite seu endereço de email para acompanhar esse blog e receber notificações de novos posts por email.

Junte-se a 9 outros seguidores

viagens
free counters

Atualizações Twitter


%d blogueiros gostam disto: