Posts Tagged ‘PASSEIOS LONDRES



16
maio
10

Regent´s Park

São 197 hectares de área verde. A maior área de esporte em Central London. E é lindo!  Aliás, os parques de Londres me atraem como ímã. Agora então, na  primavera, é um espetáculo à parte. Eu adoro a preguiça das árvores no inverno, o dia que cai cedo. Mas a primavera traz cores!

E a cada passo nesse parque encantado, essas cores vão sendo reveladas.  Londres está absolutamente verde! Ontem, em pleno sábado, a luz do sol, coloria ainda mais os tons das plantas e flores.  Esse parque, uma das  jóias da coroa, era conhecido como Marylebone Park, e foi até 1646, destinado às caçadas reais.  O arquiteto John Nash,  amigo do então  Príncipe Regent, planejou o parque como é hoje.  Já no século XX, foi criado o Queen Mary´s  Garden.

Com a chegada da primavera,  os canteiros, vão sendo cuidadosamente revisitados , flores plantadas… um renascimento!

Tulipas, amores perfeitos, minhas flores preferidas… De todas as cores!!! É um surto total! Alice no pais da maravilhas…Cadê o coelho?

Famílias inteiras, grupos de amigos estendidos na grama, fazendo piquenique ou simplesmente conversando e se estirando ao sol.  O bebê cor de rosa, aí de cima, queria loucamente se jogar na água.

É para deliciar o olhar. Nos mínimos detalhes! Será que o Brasil teria parques assim se continuasse monarquia???

Dá mesmo vontade de se esparramar  no chão e contemplar.

Ou simplesmente sentar num banquinho.

Abaixo, coisas que podem te acontecer…

O cara bojou completamente. De longe só se via a boca aberta. Parecia um boneco do Mme Toussaud!

Uma festa para o olhar…

Um sábado de festa.

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12
fev
09

O QUE SE VÊ DE LONDON EYE





09
fev
09

CONTINUANDO A AVENTURA


Saímos do ônibus, já de noitinha, em frente ao Hyde Park e ao Marble Arch. Pegamos o metrô para Leicester Square e fomos para Coven Garden. Bares,pubs, teatros, restaurantes, lojas e mais lojas, barraquinhas, música, gente cantando street enterteiners…Isso é Coven Graden. Um antigo mercado de flores e frutas, agora um must see para turistas e local de encontros e happy hours para os londrinos.
É lógico que não resistimos e acabamos a noite num pub. Tomamos nossa pint e ficamos conversando como se fosse absolutamente corriqueiro, aquele astral delicioso.

05
fev
09

THE BIG BUS EXPERIENCE LONDRES




Pode parecer muito óbvio, mas quem vai pela primeira vez a Londres, é uma boa opção para começar a se apaixonar pela cidade. Não era exatamento o nosso caso, mas fomos mesmo assim.Compramos nossos tickets pela internet.   BIGBUS

Mas é muito fácil comprá-los em um dos vários pontos espalhados pela cidade. Na baixa temporada, talvez por causa da crise, pudemos curtir 2 dias de “tour” pelo preço de 1. O mais legal é que você pode pegar o ônibus em qualquer uma das paradas, andar pelo local, tirar fotos, fazer um lanchinho, e depois com o mesmo ticket voltar ao ônibus em qualquer stop que quiser. É um passeio que vale a pena. Além disso, ganhamos um tour no City Cruise, um passeio de barco pelo Thames. Um luxo! No primeiro dia começamos nosso tour em St Paul´s Cathedral. Mesmo estando muito frio, decidimos ir no segundo andar, ao ar livre, ou seja, com o vento bombando em nossos rostinhos congelados. Mesmo assim, no segundo andar é mais legal, pois você tem uma visão privilegiada. Enquanto ônibus percorre os as ruas, podemos escutar em 8 línguas, uma narração bem feita, contando a história de Londres e referências importantes ao que estamos vendo. Saltamos em frente à London Tower, e como o dia estava lindo, resolvemos fazer o passeio de barco que tínhamos direito. Mais uma vez, resolvemos encarar o frio, e fomos no segundo andar. É um momento maravilhoso, pois ver tudo desse ponto de vista, passar embaixo das pontes, tudo devidamente narrado por um “gato” com uma voz deliciosa e aquele sotaque britânico.

Acabamos nosso passeio de barco e descemos em Westminster, em frente ao Big Ben, com a tarde caindo. Uma visão mágica.

12
jan
09

Mme ToUSSAUD

Estamos curtindo essa cidade com tudo que ela nos da direito. Sem muito luxo, porque essa nao era mesmo a proposta. Estamos meio que morando em Londres, pegando onibus e metro, fazendo compras de supermercado (maravilhoso, alias)e …visitando as atrações.
Fomos entao ao Mme Tussaud, que deixamos de visitar quando estivemos em Amsterdam.

Adorei conhecer a história de Mme Toussaud: Nos idos de 1770, aprendeu a esculpir tornando-se, aos 17 anos, professora de arte da irma do Rei Luis XVI, em Verssailles. Durante a Revolução Francesa, foi então forçada a esculpir as máscaras dos nobres que eram executados. No século 19, foi para a Inglaterra, com uma exposição itinerante.

Confesso que adoreeeeeeeeeei! E eu que nem sou tao tiete assim de nenhum artista, me senti num parque de diversoes, e soltei a franga, fazendo poses, caras e bocas, ao lado das quase pessoas famosas. Afinal, nao e todo dia que voce da de cara com Fred Mercury se acabando de cantar, ou da beijinhos em Sarcosy.
Alias, todos acabam meio que perdendo a linha, e uma fila nervosa se forma em volta dos personagens mais disputados, para tirar aquela foto inesquecivel.
Tem tambem um trenzinho, que faz uma especie de passeio pelo que eles chamam de London Spirit.
Ate agora, toda vez que vejo uma pessoa parada, acho que e um boneco. Ou vice versa.
Aqui, tem boneco em tudo que e atraçao turistica.
Vou levar um tempo ate perder essa mania…

algumas celebridades sao imprssionantes!

Isaac Newton


02
jan
09

HAPPY NEW YEAR !!!!!

Chegamos em Trafalgar Square por volta das 3 e meia da tarde. Muitos turistas disputando espaço para uma foto, muita gente, muitos idiomas e muito frio!

Me dei conta que tínhamos chegado muito cedo e que teríamos que preencher esse tempo com alguma atividade. Guardas por toda a parte, grades, e os luminosos mostrando como voltar pra casa e desejando um 2009 maravilhoso.


Fomos passear um pouco, e testar nossas roupas térmicas. Continuavamos nos gabando de estarmos aquecidas e preparadas para o evento. Chegando ao Big Ben, checamos os melhores lugares, a melhor vista, e nos decidimos por ficar na margem em frente, pois na Westminster Bridge, o vento era de cortar orelhas e gangrenar as mãos, muito antes do ano chegar.


Um pulinho em County Hall, banheiro no Mac Donalds (o ultimo xixi do ano!) e as 5 horas da tarde, nos posicionamos em primeiro lugar, junto a grade em frente ao Thames, como se fosse absolutamente normal, esperar em pé, por sete horas!!! um evento que temos em frente à nossa casa no Brasil.
Tudo muito calmo, organizado, sem empurra-empurra, centenas de guardas, crowd safetys, motociclistas, banheiros quimicos, e muita gente chegando. Sortudos que teriam a oportunidade de estar ali, pois assim que estivesse rasoavelmente lotado, os guardas fechariam a chamada “viewing area” e absolutamente ninguém poderia entrar.

As 6 da tarde, que aqui ja é noite fechada, pensei em comprar um café, mas desisti vendo a aglomeração na Westmisnter Bridge e imaginei minnha filhota perdida sem mim. Voltei imediatamente ao meu posto, e mesmo faltando 6 horas para o grande momento, continuei achando que era normal.
Uma moça ao nosso lado, animadíssima, se apresentou. Uma brasileira que reside fora de  Londres desde 2003, nos contou com os olhos brilhando que todos os anos está la sem falta. Este ano, nenhum amigo quis ir, e ela, mesmo sozinha, estava lá. Nos disse que seriam 10 minutos de puro êxtase, e que estávamos no melhor lugar, pois dalí poderimos ver o show de luzes durante a contagem regressiva.
Não posso descrever com riqueza de detalhes, 6 horas de espera, vendo a multidão chegar, debaixo de um frio de 0 grau, sensação térmica de – 5 devido ao vento gelado do Tâmisa. Cada badalada do Big Ben eu dizia: Faltam menos 15 minutos…  para quê mesmo?


Devo confessar que foi a animacão e o papo descontraído e encorajador com a moça que nos envolveu numa espécie de torpor e fez o tempo passar sem que desistíssimos.  O total congelamento do cérebro,  impossibilita que voce tome a decisão mais lógica (sair correndoooo)  e permaneça durante 6 horas vendo London Eye trocar de cor, numa especie de aquecimento para o grande momento. É lindo mesmo, mas pensando bem, é uma loucura, aquela gente toda, congelando, durante horas pra ver dez minutos de foguetório. Pura lobotomia!!!

às oito da noite, começou a música com uma seleção comandada pelo DJ da BBC.

-Hello London!!!!! Guess what? Let’s Have some fun!!!!

A moça ao nosso lado, disse que este ano estava muito mais legal, pois agora tinha música. Imagina sem???

A esta altura, meus pés se despediram do meu corpo e o patch que deveria aquecer em contato com o ar, virou uma pedra gelada entre a bota e as três meias que desapareceram com o frio, que até mesmo a BBC classificou de “freezing”. Eu…. portava um gorro do meu genro, o que me transformou numa espécie de mano, desses que cantam RAP em São Paulo. Nos sacudíamos ao som da música, pra retomar a circulação perdida. Inventei uma danca meio aborígene, com passos desconexos, mas eficaz contra o total congelamento e uma possivel tragédia. No pouco espaço que tínhamos, era tudo que podíamos fazer.

10 horas da noite. Neste momento, voce não pode fazer mais nada. Não há como desistir. É melhor se animar, sendo a primeira da fila de camadas de pessoas, que terá a melhor visão do espetáculo e continuar a se sacudir. Afinal só faltam duas horas. Para quê  mesmo???
Comemos nosso sanduiche de salmão, que apesar da aparência assustadora, estava geladinho e uma delícia! Revigorante. Mas nada de liquidos. Apenas uma leve umedecida nos lábios…  se não, pode ocorrer o maior terror da festa: vontade de ir ao banheiro.

Enfim 11 horas. A multidão ja estava toda lá. Italianos, búlgaros, holandeses, portugueses, dinamarqueses,  a europa inteira. E lógico!!! Brasileiros cantando o hino do Flamengo. Ninguém merece!
11:50
Finalmente, começa algum movimento, e uma música hipnótica começa a tocar sincronizada com um show de luzes que deslizam pela roda. Numa espécie de catalepsia coletiva, comeca a contagem regressiva e todas a vozes chegam ao zero. As doze badaladas do Big Ben soam…
Um show maravilhoso de fogos espoca e durante 10 minutos sucumbimos ao êxtase. A roda se transforma numa visão, num olho luminoso e incandescente.

Quando tudo termina, me surpreendo comigo mesma. Ainda existe vida inteligente, e finalmente quando começamos a nos movimentar para ir embora, me dou conta que estou estranhamente viva. A circulacão volta e preciso andar, encontrar forcas e um meio de transporte para voltar para casa. Restos de todo o tipo de alimentação e bebida alcoólica pelo chão. Pessoas em estado lastimável deitadas ou amparadas por amigos igualmente bêbados. Guardas sorridentes indicando o caminho para um possível retorno ao lar. E você deseja ardentemente que um dispositivo de teletransporte opere um milagre. Quilômetros a frente, descobrimos um ponto de ônibus que vai para algum lugar. Pura ilusão, desce do ônibus e anda mais um pouco…  só mais um pouco. Metrô finalmente!!! Mais duas conexões e mais um ônibus estamos em casa!!!

LONDON EYE NEW YEAR’S EVE!
Um ritual tribal coletivo de superaçâo e persistência.
Uma experiência inesquecivel. Valeu a pena? Valeu!!!!
Para quê mesmo????




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