Posts Tagged ‘RYANAIR

26
jun
11

Re-viajando Milão – Roma

ESTE BLOG MUDOU DE ENDEREÇO:

http://www.maladerodinhaenecessaire.com

Passamos só um dia em Milão. Dia intenso e inesquecível. No final da tarde, ainda pegamos um desfile do Milano fashion week em plena Galleria Vittorio Emanuelle.

Galleria Vittorio Emanuelle

Roma nos aguardava no dia seguinte e eu mal podia controlar tanta ansiedade. Ser blasé não é meu forte. Decidimos fazer um delicioso jantar de supermercado e aproveitar o resto da noite para um bom descanso, coisa rara numa viagem dessas.

Na manhã seguinte: metrô de volta a Milano Centrale, e busum até Orio Al Serio.

Estação Milano Centrale  Orio Bus

Da Milano (Bergamo) (BGY) a Roma (Ciampino) (CIA)

Thu, 24Feb11 Volo FR9464 Partenza BGY alle 14:15 e Arrivo CIA alle 15:20

itinerary@ryanair.com

2 PASSEGGERI

DETTAGLI DI PAGAMENTO

********15.00 EUR Tariffa totale

*********1.60 EUR Tasse, tariffe e spese

Menos de 25 euros por pessoa  (contando com a tarifa do ônibus até o aeroporto), pela Ryanair e em menos de duas horas estaríamos em Roma.

Já nem me surpreendo mais. Os ônibus que fazem a o traslado entre o centro das cidades e os aeroportos (usados pela Ryanair) são super confortáveis e pontuais. Em menos de 40 minutos estávamos no

Nós e nossas malinhas, chegamos sempre com antecedência. Curtir o aeroporto com calma, também faz parte da viagem.

E às 14:20 já tínhamos deixado Milão rumo a Roma.

Vôo curtíssimo, dia maravilhoso, paisagens enlouquecedoras.

E lá estava Roma!

E eu, já completamente surtada!

Desembarcamos no aerorporto de Roma Ciampino. Busum para Termini… Um lanchinho rápido na estação, para restabelecer as energias. Em Termini tem de tudo, lanchonete, Mc Donald´s, cafés,  e um Fastfood de massas, moooointo bom.

Roma Termini

 Rome map - Rome roadmap - Mapsharing - All maps of the world - all Europe citymaps

Olhando no mapa, é só encontrar no canto direito a estação, e na segunda rua para baixo, estava nosso B&B Casa dell´ Arte. Não fosse nossa experiência, e não o teríamos encontrado tão fácil. Assim como em Barcelona e Madri, o hostel ocupa um andar num edifício. No caso do dell´ Arte, um edifício residencial mesmo.

O mais engraçado nesses edifícios, é que são antigos, e os elevadores, foram  colocados depois, no vão entre as escadas. A gente entra no elvador, fecha a primeira porta, fecha a segunda… e reza pro bicho subir.

Roberta, uma italianona gorducha, com uns óculos enormes, nos recebeu com um sorriso. Nos mostrou nosso quarto (simples, limpo, com banheiro privativo, televisão e café da manhã -no quarto) e logo cobrou a taxa de turismo. Em Roma, há uma taxa de 2 euros por pessoa, por dia.

Perguntei a senha do WI-fi e ela respondeu com o mesmo sorriso: We don rrrrrrrrrave! Como assim??? Deixei escapar esse detalhe? Detalhe não, eu sempre vejo se tem internet antes mesmo de ver se tem cama! Não tinha e ponto! Mas para salvar as pesquisas e pelo menos postar no blog que estava em Roma, virando a esquina, uma lanhouse de um indiano também simpático quebrou o galho. Largamos as malinhas e fomos fazer o reconhecimento da área.

Piazza de la República.

Sem andar quase nada, pertinho do hotel, chegamos à lindíssima Piazza de la República.

Sim, estávamos em Roma! mas era tanta emoção, que percebi neste exato instante, que minha câmera, estava a beira de um ataque! Era muita informação, e a coitada, não estava dando conta.

Roma é um abuso! Próximo post Vaticano!

Arrivederci

20
maio
11

Re-viajando Barcelona – Madri

 De Barcelona a Girona, de onde partem os vôos da Ryanair, é simples. É só ir até a Estacion Nord, uma espécie de terminal rodoviário, comprar as passagens do Barcelona Bus, (21 euros ida e volta) em pouco mais de uma hora, chaga-se ao aeroporto.
 Eu simplesmente adoro essa hora. Minutos antes de pegar um vôo para conhecer um novo lugar, quando no quadro aparece o número do portão de embarque. É hora de voar! E de toda a expectativa de chegar a uma nova cidade.
Desta vez, Madrid! Mesmo voando pela Ryanair, que normalmente utiliza aeroportos alternativos, aterrisamos em Barajas, o aeroporto principal da cidade de Madri. Há tempos eu queria conhecer a capital da Espanha, mas sempre acabava adiando. Tantas notícias sobre brasileiros sendo barrados e passando por situações constrangedoras, ao chegar em Madrid, me faziam sempre pensar duas vezes e escolher outros destinos. Mas dessa vez, com nossos passaportes lotados de carimbos, tomei coragem e devo dizer que a pechincha da passagem (10 euros mais 5 de taxas) foi o empurrão que eu precisava.  Acabou que não houve imigração alguma! Saímos diretamente no saguão do aeroporto! Acho que o vôo vindo de Barcelona, é considerado doméstico. Et voilá! Estávamos em solo madrilenho, sem nenhum problema. O aeroporto de Barajas é moderníssimo e enorme, mas muito bem sinalizado e com um quiosque de informações eficiente.
E a forma mais econômica e rápida de chegar ao centro da cidade, é de metrô que tem uma estação dentro do aeroporto.
Dois euros (1 euro de taxa do aeroporto) e você chega rapidinho ao seu destino. É o transporte mais barato ever! Considerando todos os transportes entre aeroportos e o centro das cidades que já peguei.
É facílimo comprar os tíckets nas máquinas de auto atendimento. A estação é limpa, moderna  e praticamente vazia. E andar facilmente por todos os meios de transporte é uma das vantagens de  viajar leve, com pouca bagagem! O hostal havia me mandado por e-mail, as direções e conexões que deveria tomar e lá fomos nós.
Mas a emoção que não tivemos na hora da imigração, tivemos na segunda conexão do metrô, na estação de Nuevos Ministérios.
Não fosse eu uma psicótica, que anda com tudo acorrentado dentro da bolsa, teria ficado sem minha carteira. Contei tudo nesse post aqui.
Aliás, atenção quando for à Espanha, principalmente nas cidades turísticas. Nunca, ninguém vai te apontar uma arma. Mas os golpistas, pickpokcets, batedores de carteira, etc. são treinadíssimos, feras mesmo e famosos por melar a estadia de muitos turistas.  Há várias maneiras de surrupiar sua bolsa, câmera ou carteira. Eu mesma nem senti quando enfiaram a mão na minha bolsa. Felizmente tudo que levaram foi um maço de cigarro de menta. Mas a regra geral é nunca deixar sua bolsa nas costas de alguma cadeira, evitar bololôs de gente, não se distrair com nada e ter sua bolsa sempre à sua frente. Não é a toa que a última moda é bolsa a tiracolo.
Passado o susto,  chegamos finalmente ao Stad Madrid.  Saltamos na estação Gran Via, em plena “shopping area”, movimentadíssima, com prédios deslumbrantes!
Por fora, a localização do hostal era meio tosca. Na realidade o Stad Madrid fica no segundo andar de um edifício comercial e  nosso quarto parecia uma pequeno paraíso, depois do susto do metrô e da chuva torrencial que despencava.
No mapa acima, estão os principais “must see” da cidade. E a Gran Via é um excelente ponto de partida, pois fica bem central. Além disso, se locomover em Madri é facílimo. O metrô é barato e fácil de entender as conexões. O bilhete unitário custa 1 euro, mas nós optamos pelo bilhete de 10 viajens (9,30 euros), que pode ser usado por várias pessoas, e é mais do que suficiente para ir aos pontos turísticos. Há também os bilhetes de abono turístico, que valem para todos os meios de transportes. Mas sinceramente, andar é a melhor maneira de respirar Madri.
Passear pela Gran Via é passear por diversos estilos arquitetônicos.  Começando na Plaza de Cibeles, as construções parecem saídas de Paris  do século XIX.
Edifício Metrópolis
Palácio de la Prensa
Mas é na Plaza Mayor que a gente sente que está em Madri.
Situada bem no centro da cidade, esta praça foi inaugurada em 1620 durante o reinado de Felipe III. Foi palco de muitos eventos, incluindo execuções públicas durante a Inquisição Espanhola.
Placa em homenagem aos mortos do mais grave atentado terrorista da Espanha.
Bem perto, o Mercado San Miguel, é o ponto certo para reabastecer.
Dá água na boca, passear por entre as guloseimas expostas nos stands. Imperdível!
Ande mais um pouquinho pela Calle Mayor e tcharam… Puerta del Sol! É uma outra enorme praça, não menos famosa, linda e  movimentadíssima também.
Pronto! Já estávamos apaixonadas por Madrid!
Tem mais no próximo post! Até!
26
fev
11

Roma, preciso de um ansiolítico já!

Chegar à Roma, assim como se fosse normal, definitivamente está  fora de questão.  Já no aeroporto de Milão eu estava tão nervrética, que não conseguia respirar. Roma sempre esteve na minha wish list, mas fora da minha carteira.  Mas no meio do ziguezague que eu faço quando monto minhas viagens de malinha, uma luzinha no fim do túnel piscou!

DETTAGLI DI PAGAMENTO

********15.98 EUR Tariffa totale

*********1.60 EUR Tasse, tariffe e spese

Por isso, fui a Milão (como se não bastasse o Duomo!) A passagem de Milão para Roma foi mais barata que um lanchinho furreca no Mac Donald!!! E aqui estou eu! Ainda sem respirar normalmente. Nosso hotel é do lado da estação de trem, Roma Termini, onde o ônibus  que vem do aeroporto Roma Ciampino nos deixou. E tem muitos hoteis, albergues, restaurantes etc. E bem no centro da cidade!  A cidade, com todos os pontos turisticos sempre lotados,  parece uma experiencia de viagem no tempo! Ontem fomos ao Vaticano. E com o day ticket (3 euros) andamos de onibus normal por toda a cidade para compreender as distancias e nos localizarmos. Foi tudo rapidinho, mais para ficarmos acostumadas ao que vamos explorar. Descer do  onibus e dar de cara com o Coliseu, Arco do Constantino, poder causar um ataque a qualquer um. Mas ir andando devagarinho por ruas estreitas, ouvir o barulho de agua e tchum!!!!  Fontana di Trevi! Roma tinha que ter uma ambualancia para turistas!

Estou numa lan house, quase ao lado do hotel que sem internet, me deixou desconectada.

Por enquanto ….

Arrivederci!

20
fev
11

De Barcelona a Madri, fortes emoções!

Barcelona ontem se desculpou pelo dia de chuva torrencial que tivemos.

Interior da Sagrada Família (pavimentada, com o altar terminado!)

Sagrada Família (entrada)

Cinzenta, Barcelona perde muito do contraste de suas construções e do mar Mediterrâneo!

Mas quando acontece de ficar azul…

Barcelona se mostra em todos os tons!

Teleferic de Monjuic

Castelo de Montjuic

O Mediterrâneo… E o Hotel W, inspirado na forma de uma vela, desenhado pelo catalão Ricardo Bofill (assim como a Torre de Agbar, a construção até hoje é polêmica)

Fonte (sol.sapo.pt)

E nós lá…

Barceloneta

Deixamos Barcelona depois de um dia intenso, com direito a fim de tarde no Parc Guell e fim de noite num pub ao lado no nosso Hostal;

E eu senti como se estivesse saindo de casa para viajar.  Tanto que resolvi ir andando do HostalCentral até a Estació del Nord (que todo mundo chama de Norte mesmo), de onde parte o Barcelona Bus para Girona (aeroporto lowcost). 20 minutos de caminhada, levando as malinhas, e para despedida…

O Arco do Triunfo de  Barcelona! E quase 15 graus de temperatura! E eu suando…

Madrid estava na fila há muito tempo, mas o estímulo lowcost veio quando vi as promoções da Ryanair de Barcelona para cá. 1o euros! O próximo passo (desafio) era encontrar um hostal, albergue ou algo parecido que coubesse  no orçamento.

Fila para entrar no avião.

Depois de muita pesquisa, reservei o hostal e recebi, junto com o e-mail confirmando a reserva, instruções (também lowcost) de como chegar. Diferente de todos os vôos da Ryanair, em Madrid, o vôo chega em Madrid- Barajas mesmo. Em vez do tradicional ônibus (lá do aeroporto nos cafundós do Judas até o centro da cidade) as instruções eram todas pelo metrô, que sai diretamente do aeroporto. Três conexões e estaríamos no Hostal Stadmadrid.  Simples assim. Preço do bilhete? 2  euros, já incluindo o adcional do aeroporto que é um euro. Uma pechincha! Por que a emoção??? Porquê  aqui tem o golpe do bololô do metrô.

Funciona da maneira mais imbecil. Quando  abre a porta do trem do metro, um cara se finge de perdido, ou que está procurando alguém, e atrapalha a sua entranda no trem.   Você se distrai, ele abra a sua bolsa e byebye sua carteira! Ou pior!!! Passaporte e cartão ou dinheiro ou tudo junto!

Carol entrou no trem… o tal cara alto e feio  ficou embarreirando a minha entrada até que um outro rapaz gritou –   la carteira! Quando me virei, o cara ja tinha saido correndo,  a porta do trem tinha fechado e eu quase desmaiei!   Em dois segundos, imaginei tudo o que iria acontecer… nós duas sem uma moeda, sentadas no chão do mesmo metro, pedindo esmolas!

Carol, num tom de lilás no rosto, olhou para mim sem acreditar, até que eu me sentasse num banco e conseguisse realizar o tamanho do prejuizo!Depois que consegui parar de tremer e abri minha bolsa, constatei que estava tudo lá! Câmera, a carteira, dinheiro e os passaportes.  Pois o imbecil só conseguiu levar um maço de cigarro de menta!!! HAHAHAHAHAHA! que deve ter sido, o quê o rapaz viu o tal elemento levando na mão. Minha carteira que continha simplesmente todas as  passagens e os passaportes e é enorme!) estava presa por uma correntinha ao fecho da bolsa, e o cara não conseguiu nem abrir o ziper da minha bolsa o suficiente para completar a tarefa. O pior é que eu e Carol lemos todos esses golpes num blog de uma moça que mora em Barcelona, e que dias antes de viajar tinha tido sua bolsa roubada com todos os cartões de crédito, detalhe… pela terceira vez  ( depois eu encontro o blog). Quando chegamos no alberque, a moça da recepção nos deu uma lista do que não fazer, incluindo nunca deixar sua bolsa nas costas, ou pendurada na cadeira.  Então,  em Barcelona (como no Rio),  eu parecia uma louca apegadíssima à bolsa, com ela sempre na minha barriga, e nunca, jamais deixava em lugar algum que não fosse o meu colinho. Nunca mesmo, principalmente em lojas, supermercados e lugares em que naturalmente a gente se distrai.   Mas aqui, na hora do metro, esqueci e agarrar a bolsa, pois  estava carregando a mala e lógico, devia estar estampado no meu olhar, sou turista! Mas no geral, eu estou sempre com uma bolsa a tiracolo, e pareço um daqueles numeros de mágicos, cheios de correntes, tudo agarrado e conectado, tanto para não esquecer como para dificultar esses ladrôes que podem melar uma viagem em um segundo. E Madrid? bom, conheci a linha circular, pois depois do incidente, perdemos a estação e como o nome da linha diz, é circular, demos a volta inteira! As instruções estavam certíssimas e chegamos ao Stadmadrid sem dificuldades (e graças a Deus, com todos os meus pertences)  embora sob a mesma chuva que caiu em Barcelona. Mas como sempre tem uma compensação, o Hostal que eu não daria nada por fora, fica a incríveis 2 minutos a pé da Gran Via, a maior rua de comércio, lotada de lojas conhecidas, e  oferece um quarto bem decorado, cheiroso, cama confortável, com armário espelhado, televisão  e banheiro !!! Pelo mesmo preço que eu pagaria por duaas camas em um quarto compartilhado, com banheiro idem.

E esses simpáticos touros (são as toalhas, hehehe!).

Amanhã, sim… Madrid! E um Free tour oferecido pelo Stad Madrid!

Olé!

Atualizando… O blog que mencionei é o Achados, da Dri Setti e é o primeiro na lista do blogroll.

15
out
10

Chegando a Paris… “foto-resumo informativo”

E lá fomos nós e nossas malinhas… Andamos até a Central Station,

Central Station Stockholm

onde pegamos o Flygbussarna para o aeroporto de Skavsta,

Voamos mais uma vez Ryanair…

e aterrissamos no até então, desconhecido aeroporto de Paris Beauvais.

Onde pegamos o Ket bus, por 14 euros para chegar à Paris , em Porte Maillot, no final da Av. de la Grande Armée, continuação da Champs Elisées,  noroeste da cidade (direção La Défanse).



Na estação de Porte Maillot, como íamos ficar menos de uma semana, compramos o melhor custo benefício, em termos de transporte: o Paris-Visite, que dá acesso a ilimitadas viagens tanto nos ônibus, como no metrô, nas zonas escolhidas, sendo 1-3 perfeita para turistar.

ParisVisite – ADULT
1 DAY
Euros
2 DAYS
Euros
3 DAYS
Euros
5 DAYS
Euros
zones 1 – 3 9,00 14,70 20,00 28,90
zones 1 – 6 18,90 28,90 40,50 49,40

Também há a opção de comprar um carnet de 10 tickets

Tarifs en euros
1 ticket t+ 1,70
Book of 10 t+ tickets (standard fare) 12,00
Book of 10 t+ tickets (reduced fare) 6,00
Single-use ticket purchased onboard buses 1,80

Daí, foi só chegar à estação de Montparnasse, e andar até o nosso hotel. O Hotel Mistral.  Ponto para a malinha! De táxi, essa brincadeira, não ficaria por menos de 100 ou 120 euros, dependendo do horário. Ao chegar ao hotel, mais um ponto. 4 andares sem elevador! Imagina, carregar 20 kilos??? E hotel sem elevador em Paris é o que mais tem!

Nosso hotel, ainda tinha um charme a mais! Simone de Bouvoir e Jean Paul Sartre moraram nele!

 

Além disso, cama gostosa, rua calma, banheiro limpo e staff educado e gentil. Em Paris, hotel barato e limpo, é difícil!

Felizes e saltitantes, fomos bater perna.

Av des Champs Élisees Paris

Essa avenida é linda, com sol ou chuva, de noite ou de dia, primavera ou inverno.  Av des Champs Élisées, com 71 metros de largura, e quase dois Km de extensão, vai da Place de La Concorde ao Arc du Trionphe, na Place Charles de Gaulle. Andando em linha reta, até o final, chega-se ao Arc de la Défanse.

Nós fomos flanando pela Avenida, entrando e saindo de lojas , até chegarmos ao Arc du Triomphe, e subimos ao terraço.

Subir ao terraço custa 9 euros. É na base da canela mesmo! Euzinha, descolei direito ao elevador, por causa de Marguerite (minha legendária artrite reumatóide). A vista lá de cima vale a pena. Parece que a gente pode pegar a torre com as mãos.

E lá no alto, la Butte de Montmartre e a Basilique du Sacré Coeur!

E lá no final, l´Arc de la Défanse, na parte mais moderna da cidade. E à direita, La Tour Montparnasse.

No térreo, nossas pegadas. Apesar da tarde ainda clara, já eram quase 9 horas ou mais precisamente, 21 hs.

Jantar em Paris, sentadinho bonitinho, pode sair caro. Já nos supermercados, um refeição toda trabalhada no chiquê francês, sai uma bagatela.  Acredite, é tudo muito barato.  A começar pelos queijos e vinhos nacionais. Caviar?? 2 euros. Chèvre fresco?? 0,80 centimes de euro. Baguete? 0,90.  Macarron (gigante)? 1,50.  Na própria Champs Elysées, entramos na Monoprix (uma megastore que tem absolutamente de tudo, inclusive um supermercado tudo de bom no subsolo), e providenciamos nosso jantar.  Vinho de caixinha( Côte du Rhone)  com torneirnha, baguete, queijos (gruyère, chèvre, camembert e ), geléias, macarrons… (Água na boca enquanto escrevo!!!).

Toda essa extravagância, não chegou a dez euros por pessoa!

Ooh lá lá!

Gente, vou até a cozinha catar um polenguinho! Fazer o quê? O chèvre no mercado aqui perto, custa 28 reais!!!

Até

13
ago
10

Ainda Barcelona…

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Se a gente fica deslumbrado com a vista do teleférico de Montjuic, espere até chegar a Tibidabo.

Tibidabo, é uma montanha que se eleva a 512 metros do nível do mar, de onde se tem uma vista panorâmica da cidade, inclusive de Montjuic. No topo, encontramos um parque de diversões que segundo consta é do início do século XX. E impressionante mesmo é o Templo do Sacrat Cor. Como alguém pode imaginar a construção de uma igreja nesse lugar?

No templo a gente pega um mini elevador (2 euros) e sobe para ter acesso à vista (2 euros).  Outra coisa que me chamou a atenção foi a quase completa ausência de turistas. Como minha câmera já tinha se retirado por falta de bateria, pequei algumas fotos, só para se ter uma idéia.

É lindo. Normalmente se chega a Tibidabo por funicular, mas neste dia fomos avisados por uma turista que  só os ônibus estavam rodando.

E como nosso último “compromisso”, fomos à Torre Agbar. Com seus 144 metros de altura, projetada pelo arquiteto francês Jean Nouvel, tem na iluminação noturna, seu grande diferencial. Conhecida como El supor (0 supositório, por que será?), dizem que a população de Barcelona, não foi lá muito favorável a sua construção.  Rafael, arquiteto de mão cheia, nos levou de metrô, (na maior correria, pois embarcaríamos às 2 para Edinburgh, para conhecermos a protuberância de perto.

(fonte: Corselet.net)

Fomos num pé e no outro já estávamos no metrô. Nosso vôo, partiria do Aeroporto de Girona, que fica a 1hora de Barcelona. Pegamos as malinhas que estavam na recepção do Hotel Benidorm, e em Las Ramblas,

onde está o La Boqueria, que merece uma visita.

Numa das barraquinhas, comprei meu tradicional íma de geladeira e perguntei o preço do táxi para a Estació  Nord, de onde parte o Barcelona Bus para Girona.  Por 6 euros, nem piscamos e entramos num táxi, cujo motorista era apaixonado pelo Rio.

Preço de ticket: 12 euros. Eu adorei o aeroporto de Girona. É um dos poucos que depois que se transpassa aquele ritual coletivo e individual do security, além de lojas, e cafés, tem uma área aberta, onde fumantes inveterados, podem se aliviar, além de ser um ponto antistrees…o povo estava confraternizando neste espaço, com várias taças de vinho.

Ainda bem…pois nosso vôo atrasou muito.  Tempo suficiente para chegar a conclusão que Barcelona foi uma das cidades mais impressionantes que eu conheci.

11
jul
10

em pé e de mala nova

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Esses dias, andei vendo as fotos da viagem e realizei que tenho muito o que falar sobre cada uma das cidades, e estou preparando um post com bastante informação sobre cada uma delas. Por hoje, algumas novidades no mundo, sempre surpreendente, das companhias low cost.  A primeira, seria uma piada, se não tivesse sido noticiada pela BBC, e eu mesma li, que uma pesquisa estava sendo feita entre os consumidores, quando eu estava  em Londres.

É isso mesmo. A próxima da Ryanair é a venda de passagens aéreas………….. em  pé!

A irlandesa Ryanair, que recentemente gerou polêmica ao anunciar que pretendia cobrar 1 libra (cerca de R$ 2,70) pelo uso dos banheiros a bordo dos aviões, afirmou que pretende oferecer as passagens para viagens em pé justamente com os recursos arrecadados na utilização dos sanitários.

O plano é remover as últimas dez fileiras de assentos dos 250 aviões da companhia e substitui-los por 15 fileiras de assentos verticais. Dois banheiros da parte de trás também poderiam ser removidos.

De acordo com o presidente-executivo da Ryanair, Michael O’Leary, testes para avaliar a segurança dos assentos verticais serão realizados no ano que vem.

As mudanças ajudariam a incluir entre 40 e 50 passageiros a mais em cada voo.

Os passageiros continuariam usando cintos de segurança, que passariam por cima do ombro, assim como os utilizados atualmente pela tripulação durante os voos.

Pode?

Eu me lembro dessa pesquisa, enquanto eu estava em Londres.  Você voaria em pé para pagar menos num vôo curto?

E a resposta foi sim! A maoria respondeu que viajaria em pé para economizar.

A questão, é que a companhia é mesmo irreverente e inovadora. E se a gente pensar que alguns vôos, duram 1 hora,  mais ou menos, entre algumas cidades da Europa… O fato é que a Ryanair foi reduzindo cada vez mais, tudo que representa gasto para a empresa e aumentando tudo o que pode resultar em dinheiro extra, tendo sempre como chamariz o valor irrisório das passagens, principalmente se compradas na vigência das promoções.

Para os brasileiros, acostumados a enormes engarrafamentos, e a horas  entuchados dentro de um ônibus, tentando se equilibrar…  Viajar em pé, dentro de um avião é pinto.

Outra novidade, desta vez anunciada no próprio site da companhia, é uma coisa que eu já tinha antenado, e imaginado (com cérebro de camelô) que poderia ser um ótimo produto.  A MALINHA RYANAIR!


Aspire V83

THE APPROVED RYANAIR CABIN BAG

  • Ryanair maximum cabin bag size 55cm x 40cm x 20cm
  • Ryanair maximum cabin bag weight 10 kilos (22 lbs)
  • Case has a functional interior, with elasticated cross ribbons
  • Locakable zip sliders
  • Document/Passport pocket
  • Padded top carry handle for extra comfort
  • Luggage tag for personalization
  • Made from 900 x 600 denier durable polyester

Uma parceria com a Sansonite.

Cria- se a necessidade, e depois o produto para suprir a demanda. Ou seja, agora que existe uma mala oficial, cada centímetro extra na sua bagagem de mão, pode custar muito caro, na hora de passar no portão de embarque. Quanto mais gente for barrada por causa da mala, e tiver que pagar extra charge, mais gente vai querer comprar a mala com as cores da companhia, para ter certeza que não vai haver problema. De quebra, vai fazendo propaganda da companhia, enquanto leva sua malinha para viajar.   Custa 69 libras ou euros, e só se pode adquirir a belezura, durante o booking de um vôo, no site da companhia, com entrega gratuita na Europa.

Já a EasyJet, está turbinando o Easybus, com promoções. O Easybus, é um transporte low cost (de baixo custo) que liga (por enquanto) Central London aos aeroportos Luton, Stansted e Gatwick e vice-versa a partir de 2 libras , e só pode ser reservado on line. Existem ônibus e microònibus. As restrições de bagagem, são as mesmas das companhias, ou seja, você tem que ser capaz de carregar suas próprias malas, e se tiver algo a mais, tem que reservar um assento extra para acomodar esse volume dentro do próprio ônibus. Eu utilizei esse serviço e gostei. Mesmo que seu vôo atrase, e você perca o horário do seu  ônibus, tendo o tícket em mãos, você pode pegar o próximo.

Eu sei que muita gente torce o nariz para as cias low cost. Mas a verdade, é que você tem que conhecer as regras. Antes de reservar seu vôo, ler atentamente os termos e condições e na hora da viagem, seguir à risca, tudo que está previamente acordado. O fato é que essas companhias, permitem um fluxo de turistas e todos os serviços que dele derivam, muito valioso na Europa.Praticamente todos os vôos que fiz estavam lotados. Fico imaginando uma companhia assim aqui no Brasil, o quanto o turismo interno seria incrementado. Já imaginaram passagens a 10 ou 20 reais, ônibus que ligassem os aeroportos ( que fossem construidos, para essa finalidade) às cidades!!! Passar um fim de semana em Salvador e outro em Gramado?

O guru Riq Freire,  em transmissão pela Band FM, falou sobre como deveríamos nos preparar para a enorme invasão de turistas que virão para a Copa e Olimpíadas. Seremos os anfitriões e quem sabe alguém por aqui, não tem essa ousadia de cobrar pelo café e pelo sanduíche durante o vôo, mas te leve de norte a sul, por um preço pagável. E todo o resto seria consequência de um gigantesco ir e vir de turistas.

21
jun
10

LONDRES – DUBLIN – LONDRES

Sei que estamos em plena Copa do Mundo, e IUIHUUU! O Brasil ontem foi tudo de bom. Mas vou continuar nas viagens, enquanto as emoções estão fresquinhas.

Nosso vôo para Dublin saia do Aeroporto de  Stansted, Londres, às 9:50 da manhã e a maneira mais rápida de chegar ao aeroporto é o Easybus (mesmo para quem vai voar Ryanair). E dependendo do horário é bom comprar o assento pela internet. Já contei nesse post, o trancetê que foi para pegarmos nosso transporte.

Obs: as cias aéreas, aconselham, chegar ao aeroporto, com pelo menos 2 horas de antecedência. Se o vôo sai às 9, o legal é chegar às 7. Como os aeroportos ficam longe, reserve mais umas 2 horas. Ou seja, 4, 5 horas antes do seu vôo, tem que estar tudo pronto para partir.

Mas existem outras opções além do Easybus, como o National Express ou o Stansted Express (trem, que parte de,  e chega a Liverpool Street).

Embora estivéssemos exaustas quando chegamos à cidade, eu senti logo que ia gostar! E eu simplesmente adorei Dublin!!! A cidade tem um clima, um astral gostoso, e sentimos isso,  assim que desembarcamos no aeroporto. Não é uma coisa concreta. É mais uma energia. Chegamos à cidade rasoavelmente cedo.  O único aeroporto da cidade fica perto do centro, a 10 km. Vários ônibus fazem a ligação com a cidade: Dublin Bus, Air Link, Aircoach, Urbus, Flybus. E é só sair do aeroporto para encontrá-los. Paga-se 6 euros, diretamente ao motorista.  Pegamos o Airlink, que durante o percurso, mostra um vídeo sobre a cidade. Pura excitação!

É só perguntar ao motorista qual o ponto mais próximo do seu hotel. Nosso hotel, suuuuuuuuuper bem localizado, na Talbot Street,  a menos de 5 mins a pé da estação central de ônibus de Dublin. E como viajar é a melhor maneira de aprender um pouco de história e geografia…

A Irlanda é o sucessor do Estado Livre Irlandês. Este domínio foi  constituído quando toda a ilha da Irlanda se separou do Reino Unido da Grã-Bretanha e Irlanda em 6 de Dezembro de 1922. O que é agora Irlanda tem sido conhecida por uma série de outros nomes, de todos os que ainda são utilizados, por vezes, de forma oficiosa. Toda a ilha da Irlanda foi, unilateralmente, proclamada uma república independente pelos rebeldes em 1916, e denominada como o República da Irlanda (em irlandês: Poblacht na hÉireann, posteriormente Saorstát Éireann). Na sequência daeleição geral de 1918, a proclamação foi ratificada pelos deputados do seu primeiro Parlamento. Entre 1921 e 1922, quando o governo britânico legislou estabelecer o que é hoje a Irlanda, como uma região autónoma do Reino Unido, foi chamado Irlanda do Sul. Na sequência do Tratado Anglo-Irlandês, a partir de 1922 e até 1937, como um domínio da Comunidade Britânica das Nações, que foi denominado como Estado Livre Irlandês (em irlandês: Saorstát Éireann). Esse nome foi abolido com a aprovação da actual Constituição irlandesa. Outros nomes, tais como o Estado LivreVinte e seis condados do SulO Sul (um nome frequentemente usado por pessoas da Irlanda do Norte) também são frequentemente utilizados.

(fonte: Wilkpedia)

Não, não vou negar que eu fazia uma certa confusão.  Afinal, para entender as definições de  Reino Unido ( United Kingdom of Great Britain and Northern Ireland) e Irlanda, só dando uma pesquisada. No mapa acima, só o que está em branco, faz parte do Reino Unido, é a Irlando do Norte. A Irlanda, já fez parte do Reino Unido, mas agora chama-se República da Irlanda, e é totalmente independente. E Dublin?

As primeiras menções sobre Dublin, datam do século X, quando vickings e celtas co-existiam na cidade. Na idade média foi tomada pelos ingleses… Uma história e tanto.

Já na chegada ao nosso hotel, a música tradicional irlandesa ecoava em alto e bom som. Uma loja de cds tocava uma música atrás da outra, bem embaixo da varando de nosso quarto.  Nosso hotel, o DAYS INN TALBOT, não poderia ser melhor localizado. É um hotel sem frescura e barato. O quarto é pequeno mas funcional, e tem tudo que a gente precisa.

A rua, animada desde as primeiras horas da manhã, com um Tesco (supermercado) bem em frente, a Carroll´s Gifts, a loja oficial de lemranças da cidade, quase ao lado, outra loja de bujigangas (tudo a 1 euro) , e a 200 m da Spire of Dublin, um monumento em forma de agulha, com 120m de altura, considerado a maior escultura do mundo. Foi erguida em 2003 para comemorar a entrada do terceiro milênio.

The Spire of Dublin


Carroll´s Gifts of Ireland

Mesmo exaustas, largamos as malinhas e fomos bater perna. A cidade é cortada pelo Rio Liffey, e muitas pontes ligam uma margem à outra.  Em plena primavera, uma das margens é praticamente um deck, todo enfeitado por flores e floreiras, bancos de madeira, por onde a gente pode passear, se estirar e pegar sol ou tomar um pint nos quisques.  Ao longo do rio, várias bandeiras coloridas. Dublin estava sediando um evento Gay.

(Infelizmente, todas as fotos desse dia se foram, junto com minha querida e velha câmera, que perdi provavelmente no vôo de volta a Londres.  Só ficaram as que tirei com meu celular. Então, peguei algumas imagens na net, ok? e lógico, vou citar a fonte.)

Fomos andando  sem destino e fomos dar no outro lado do rio, na região de Temple Bar, o quarteirão cultural da cidade. Essa área tem uma identidade alternativa, ligada às artes.

Rio Liffey

(fonte: cidadesmundo.home.sapo.pt)

Temple Bar

(fonte: tripadvisor. com)

A essa altura, já estávamos completamente tomadas pela atmosfera da cidade. Como a proposta da visita à cidade era econômica, tudo o que fizemos no primeiro dia, foi andar…. E andamos muito.

Dublin Castle

Foram três dias de farra. Não vou dizer que Dublin é a cidade mais turística que já visitei.  A cidade é relativamente pequena.  Não compramos o Dublin Pass, mas fizemos um programa turistão no Dublin Bus Tour, naquele esquema de Hop on Hop off.

Assim a gente tem uma idéia geral da cidade, e do quê a gente quer ver com mais calma. E acabamos só saltando do ônibus na St Patrick Cathedral ( o parque parecia um lugar encantado!) e na Guinnes Factory.  Mas o Phoenix Park vale uma parada.

Mas o que eu mais gostei,  em Dublin, foi simplesmente estar lá. Talvez a gentileza das pessoas, a simpatia, as floreiras espalhadas por toda a cidade. Ah, sim…os pubs, o rio, as pontes…

Mary St ( a rua de comércio super simpática do centro da cidade ), onde, devo dizer, passamos várias vezes.  Fosse para tomar o café da manhã (acho que todo mundo na cidade, come fora!), fosse para comprar algo na Penney´s (hehehe! é a Primark de Dublin!). Eu iria a Dublin, só pelo prazer de fazer compras nessa rua, toda enfeitada de flores… Ou só para tomar Guiness no último andar da Guiness Factory ( é caro, mas vale a experiência).

Ou no THE CELT PUB, bem ao lado do nosso hotel…

 Para passear  nas margens do rio Liffey.

Ou em Dublin Docklands em total processo de modernização.

fonte: archiseek.com

Mesmo concordando com Helena, a recepcionista do nosso albergue em Estocolmo, que não há milhões de coisas para se ver e fazer em Dublin, gostei muito de ter conhecido a cidade.

Voltamos para Londres, graças ao recesso do vulcão, que no dia anterior, havia feito das suas e o aeroporto de Dublin estava fechado.

Aeroporto de Dublin



13
jun
10

fazendo as contas… europa, orçamento low cost mesmo!

ESTE BLOG MUDOU DE ENDEREÇO:

http://www.maladerodinhaenecessaire.com

Na sexta feira, tivemos nosso encontro no Cocoon. Fizemos de tudo, menos acertar as contas da viagem.  Então, ontem resolvi encarar a dura realidade. Que acabou, nem sendo tão dura assim!!! Eu sabia que não tinha dilapidado a fortuna da família, mas o total foi simplesmente ridículo.  Num post a parte, ou nos posts sobre cada cidade, vou  detalhar tudo. Mas dá para acreditar que para visitar 4 países da Europa, saindo de Londres e voltando, foi menos de 1.100 reais???? De passagens de avião (Easyjet e Ryanair) e os ônibus entre os aeroportos (na maioria, longe do centro) e as cidades que visitamos, foram exatos 510 reais.  Um pouco mais que uma passagem só de ida para São Paulo (aqui do lado).  E para 13 noites, 565 reais de hospedagem. Pode???

Ok. Para nós, que moramos no Brasil, tem a facada para cruzar o Atlântico. E antes, outra facada para chegar ao aeroporto, no caso do Rio de Janeiro, o Tom Jobim ( no site do aeroporto, é meio difícil encontrar a companhia de ônibus que faz a ligação com o centro da cidade, dão apenas o telefone. O que quer dizer que  a maioria usa mesmo o táxi, principalmente quem vem de fora). Enfim, não há termos de comparação.  Ao contrário, em todos os aeroportos que já pousei por lá, existe um transporte, seguro, econômico e confiável, entre o aeroporto (seja central ou afastado) e o centro da cidade, em questão, com lugar seguro para a bagagem, alguns com câmeras (para os mais desconfiados), tomarem conta de seus pertences.

Quanto às companhias low cost, pode parecer pegadinha, mas não é. Desde que se cumpra à risca o que está escrito no seu bilhete. No próximo post, falo mais sobre isso.

Até!

07
jun
10

do início ao resumo

Para quem acompanha o blog, talvez seja mais fácil entender essa aventura.  Essa maravilhosa aventura em que eu e meus amigos queridos (dos quais falei aqui), embarcamos como se fosse um grande parque de diversão.  E foi mesmo!

Chegada de Rafael e Juliana a Barcelona

Desde de o dia 1 de abril, que eu estou em estado de viagem. Viagem adiada, primeiro por causa de um probleminha (dentista e todos os problemas que este ser descobre para depois resolver), depois por causa do vulcão e suas cinzas que paralizaram o espaço aéreo europeu. Benditos adiamentos, pois nesse meio tempo, Rafael e Juliana, cogitaram uma mochilada pela Europa, e euzinha, International Vagabond de carteirinha (organização fundada e presidida por minha prima querida), fui convocada para acompanhá-los ou melhor, para organizar o roteiro, fuçar passagens e hotéis, albergues  e etcras, que coubessem em nossos bolsos. Serviço que eu adoro executar. Clarrice (assim mesmo),  foi imediatamente chamada para a aventura, mas devido ao recém conseguido estágio, não pode nos acompanhar. Mas esteve conosco em cada Km percorrido. Então desde o dia 24 de abril, enquanto curava a ressaca adquirida em nosso encontro no Cocoon (casa do Casal Rafael e Juliana),  rodei a Europa inteira, chequei todas as promoções, e de tarde já tinha umas 4 possiblidades para ziguezaguear pela Europa.

Barcelona

Desde então, foram zilhões de emails, telefonemas, confirmação das férias de Juliana, contas, e principalamente a decisão do roteiro final, cuja a única exigência, era terminar em Paris. Daí, a loucura da compra de passagens, troca de cartões de crédito, documentos, e como embarquei uns vinte dias antes deles, os detalhes finais foram acertados enquanto eu já perambulava por aqui.

Dublin

Já sou ansiosa por natureza, e uma enredo desses, com tudo apertado no laço, datas e horários justos, do tipo atrasou perdeu, me fizeram entrar em estado de permanente agitação. Mas na mesma proporção da ansiedade, sou uma otimista quase profissional. Enquanto o vulcão ainda cuspia lavas e cinzas (que por um dia, não nos deixou, eu e Carol, entaladas em Dublin), eu mentalizava positivo. E nossa viagem fluiu como um filme! Deu tudo absolutamente certo, em meio a malinhas,  gargalhadas, guaraná em pó (que deixaram Rafael ligadíssimo), antiinflamatório e relaxante muscular (marquerite, minha artrite reumatóide, não poderia me acompanhar um só minuto!),  sangrias gigantes (o íntem mais caro de toda a trip), vinhos (um bom supermercado…), e capucinos (o mais fiel companheiro dos viajantes) e quase cinco mil fotos!

Sangria – Las Ramblas – Barcelona

Terraço Casa Batlló  Gaudí

Elevador The Ousbourne Hotel Edinburgh

Ice Bar Stockkholm

Jardin du Luxembourg Paris

Fizemos um trio perfeito, a coroa boladíssima e o casal. Rafael afinado nos mapas, eu me atrevendo a fazer perguntas complexas em qualquer idioma, e Juliana a mais centrada. Enquanto eu e Rafael nos enrolávamos, surtados em várias situações, dando voltas em torno dos próprios eixos, Juliana dizia por exemplo… eu acho que vi o tal ônibus passar nessa rua! Pimba! Estava certa!

Parece mesmo que foi para lá de um mês, tal a intensidade desse convivência, o sufoco para arrumar as malas (depois conto os detalhes), dos horários dos vôos, da urgência em respirar cada detalhe de todos os cantos que visitamos. Foi mesmo tuuuuuuuuuuuuuuudo de bom!

Até!




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