Posts Tagged ‘Suécia

14
set
10

Ice Bar Stockholm

Entrada do Ice Bar

O Absolut Ice Bar, fica no saguão do Nordic Sea Hotel. Compradas as entradas pela internet, é só chegar, e dar o código. Eles até pedem o “papel”, mas é frescura.

Aí, a gente entra numa espécie de vestuário futurístico, e nos dão um “poncho” super pesado, almofadado com capuz. E todos se transformam e esquimós azuis e fofinhos, sem medo de pagar mico. Ao contrário, todos pagaram para pagar esse mico, a -5 de temperatura ambiente. Mas!!! A entrada vale um drink, feito no balcão de gelo, servido no copo de… gelo. Drinks feitos, óbvio, com Absolut (aí eu gostei).

E é líquido e certo, que um só não basta.  Pois além de tirar fotos, beber e rir muito, não há muito mais o que fazer. O lugar é pequeno, tem umas três mesinhas “de centro”  e mais algumas tipo bar, altas, para poder apoiar seu copo enquanto clica e fotografa tudo que estiver em volta.

Esse casaco-capa, até que esquenta, mas não muito. O Ice Bar é para isso mesmo, uma “experience”.  Tipo  -Vai ser bom, não foi?

O problema é que ela (a capa) só cobre o tronco e os braços. Donde se conclui, que em alguns minutos, seus pés, suas pernas e os  entretantos, ficam congelados e o sorriso começa a se desfazer. Então vale dar pulinhos,  se saculejar, fazer a dança da foca doida, qualquer coisa para se esquentar um pouco e lógico, pagar mais micos gelados.

Vale lembrar que nem tudo é gelo. Rola muito acrílico!  Mas tudo bem. Vale a brincadeira, as fotos e os drinks que são bem gostosinhos.

Na saída, mais um miquinho…

Passado o momento urso polar, caminhamos de volta para o Hostel. E a noite ainda estava chegando.

parecendo uma pintura de Van Gogh.

E pimba, já estávamos nos na cidade antiga, repleta de pubs. Nos jogamos logo no primeiro, onde convidei Rafael para uma Guiness, mas ele gostou mesmo foi da Leffe. Finesse é finesse.


Bom eu adooooro um pub.

E um pub em Estocolmo, tem um outro clima, né? Bom, aí a gente se empolgou e fomos a outro bar e assim por diante.

Olha a cor do céu, às 11 e 45 da noite!

O fato é que a cidade nesta época do ano é uma festa de dia e de noite. Por isso mesmo, logo cedo, no dia seguinte, fomos explorar a cidade nova. Conto tudo no próximo post.

Té!

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06
set
10

Estocolmo 2 Djurgarden

fonte: Wilkicomons

Nessa foto de Djurgarden, que é ao mesmo tempo parque e ilha

Chega-se a ilha (parque) de Djungarden, de barco. Nesta ilha, em primeiro plano e atrás de mim o Museu Nórdico, e atrás do Museu, o teto marrom do Vasamuseet.

Parece um lugar encantado, com tudo arrumadinho. Eu adoro museus e por isso mesmo, em algumas viagens eu me controlo e não entro. Nesse dia, ensolarado, com a cidade se mostrando como uma criança que recebe visita, eu queria mesmo era ver tudo isso, e comemorar.

Chegamos então ao Josefina. O Restaurang Josefina não é só mais um dos zilhões de bares de Estocolmo. De Maio a Setembro, o terraço, com capacidade para mil pessoas, é decorado com enormes sofás, poltronas e almofadas. Um bar ao ar livre,  palmeiras (como sobrevivem ao inverno é um mistério) um som tranquilo  e uma taça de vinho, se encarregam do ótimo clima do lugar.

Famílias inteiras com bebês cor de rosa, grupos de amigos, casais. Todo mundo esparramado, em plena segunda feira, tomando sol e curtindo com tudo, no Josefina.

Todo mundo numa boa…

Vista para o Royal Palace.

Como eu disse, são salas de estar, ao ar livre. A gente vai ao bar, pede e paga o que quer, e fica onde quiser, quanto tempo quiser.

Bebericamos  umas taças de vinho … mas a viagem, low cost, não dá para arroubos em restaurantes. Fomos de cachorro quente, que em Estocolmo, é invariavelmente indescente e invariavelmente servido por uma loura linda e sorridente.

Neste jardim dá para ser feliz!!

Mas seguimos andando…por Djurgarden

E descobrimos jardins secretos dentro do jardim.

Skansen também ficou para a próxima vez. É um museu a céu aberto, junto com um zoológico. Ou seja, essa ilha é a area de lazer da cidade.

Incluindo o tal Hot Dog obsceno. Reparem nas “tetas” . Mustarda e ketchup, são literalmente ordenhados, por cima da linguiça que está sempre assada para fora do pão.

Pausa para um café e para mais um visual.

E voltamos por Strandvagen, a “rua da praia”.

Mais uma ponte e voltamos a Gamla Stam, cidade antiga.

Onde o charme substitui o verde.  E o Royal Palace aparece.

A essa hora a cidade antiga, está animadíssima e os pubs começam a se acender.

Mas nosso destino era outro. Previamente agendados e comprados pela internet, nossos tickets para o Ice Bar nos esperavam.

O Absolut Ice Bar, fica no Nordic Sea Hotel, Vasaplan 4, no Centro de Estocolmo na cidade nova.

A entrada, comprada pela internet é mais barata, SEK 170, por pessoa, algo em torno de 18 euros ou 40 reais. É bom não perder seu copo (de gelo), pois o primeiro drink é grátis, mas os demais custam SEK 95, uns 10 euros ou 22 reais. É caro, eu sei. Mas é dessas coisas que se a gente não fizer, vai ficar faltando e quando você se lembrar que não foi, vai ficar p da vida. É bom ir logo e ficar livre. Vale a pena, mas em grupo. Sozinho, deve dar  tédio em 5 minutos.

Conto mais no próximo post.

Até!

05
set
10

Estocolmo

O bom de ter um blog, é que em meio a uma bagunça, móveis empoeirados, tudo de pernas para o ar, eu posso reviajar!  Amanhã começa tudo outra vez! E só para matar a curiosidade, a tal granada, é uma antiguidade. Meu pai, acreditem, lutou na Revolução de 32, que tinha como objetivo separar São Paulo do resto do país. Como recordação, ficaram uma granada e dois capacetes. Meu filho queria ficar com tudo, mas imginei, o Dani entrando no Reino Unido com uma granada! Definitivamente, não ia dar certo.

Então voltando ao mágico mundo , sim, estávamos os três em Estcolmo, cidade fundada em 1252, capital da Suécia, país todo trabalhado na monarquia. São 14 ilhas, ligadas por pontes, linhas de metro, barcos. O mapa aí de cima, dá uma idéia. Nosso albergue, localizado em Gamla Stam, essa pequena ilha central. Nossa rua, a Stora Nygatan, que em sueco quer dizer A Nova Grande Rua, corta a ilha de ponta a ponta. Pode parecer difícil, mas é fácil se locomover a pé. A gente pula de uma ilha para a outra sem nem sentir. Nosso albergue, fica examente no meio da Stora Nygatan, e podíamos ouvir os sinos da catedral de Estocolmo.

Depois de prepararmos nosso café da manhã na cozinha do Archipelago Hostel (tínhamos nos abastecido num mercadinho), partimos para explorar a cidade.

Posso estar errada, mas foi a maior concentração de bares e restaurantes que eu já vi em um curto espaço. E é cada um mais convidativo que o outro.  No caminho para o porto, estação dos ferrys, eu realmente perdi a conta.

A impressão que dá, é que eles colocam a sala de estar na varanda, para aproveitar a luz e o calor do sol. Luz que vai tranquilamente até 10, 11 horas da noite.

Esses e mais uns vinte, no caminho entre o hostel e o porto.

Aí, com licença da palavra, é um desbunde. A gente aqui do Rio, que está acostumada com as Barcas Rio-Niterói-Paquetá, etc. tem vontade de chorar. Porque além dos barcos hop-on hop-off (a gente entra e sai aonde quiser, quantas vezes quiser), há os barcos normais, que transportam os cidadãos de uma ilha para outra. O porto é chic, não fede, não tem ninguém te cutucando e  te pedindo para pagar um pão. Tem… mais bares lindos!

Por sek 220 (coroas suecas), cerca de 23 euros, a gente entra nesse barco e passeia por todas as a ilhas, descendo onde quiser.  Uma coisa importante, foi ter conhecido esta cidade na primavera. Primeiro não teríamos o mesmo tempo para curtir a cidade, se fosse inverno,pois quanto mais ao norte, menos tempo de luz no inverno e mais no verão. Imagino esse passeio a -5!

Mas o dia estava perfeito, ensolarado mas fresquinho, e nós em clima de jardim de infância. Fizemos o tour todo, passando por  Sodermalm, ilha ao sul de Gamla Stam, onde as construções são do século

18, pela área chamada Slussen, que é a ligação das duas ilhas…

O tour de barco nos leva até Satrdsgarden, que é um dos portos de Estocolmo… onde os navios de cruzeiros costumam atracar.

Até o Parque Grona Lund

Por Strandvagen (Rua da Praia), cujas construções são lindas!

E decidimos saltar em Djurgarden, que é ao mesmo tempo um parque e uma ilha, onde está o Museu Vasa dedicado a um único barco Vicking. Mas o dia estava lindo, e com tres dias para conhecer a cidade, os museus ficam para a próxima. Fomos andando e chegamos ao delicioso Josefina. Um open bar delicioso. Mas como este post está enorme, as fotos também ficam para o próximo post!

Até!

29
ago
10

e agora? De Edimburgo a Estocolmo, lá na Suécia!

Este post é totalmente em homenagem ao meu querido amigo Rafael que está dodói.  Então meu querido, este e os próximos posts,  serão para revivermos nossos dias ensolarados, engraçados e deliciosos nessa cidade (em que você estreou tantas coisas!)

Este ônibus nos levou ao aeroporto de Edimburgo. Nosso destino, Stockholm! Devo confessar que  tanto Edimburgo como Estocolmo entraram no nosso roteiro, meio por acaso. O acaso das passagens estarem muito baratas (em relação a outras, para outras cidades). Mas é lógico que pesquisei antes, e sabia que era uma cidade linda. E apesar de Estocolmo não estar normalmente no topo de uma wishlist (inicial) , esta cidade está no top0 da minha wishlist de cidades que eu quero voltar.

Nosso vôo era de manhã e estávamos mesmo, os três, muito cansados. Barcelona já tinha sido intensa, e em Edimburgo, com apenas um dia para conhecer uma cidade tão linda, nós nos acabamos de andar. Mas mesmo calados e meio caídos, a excitação de conhecer Estocolmo, tremulava no ar.

O que está em verde – Boarding – era nosso vôo, Skavsta o nosso destino, a uma hora e pouco de Estocolmo.

EDI Aeroporto de Edinburgh

São 4 horas de viagem de avião, mais uma hora e meia no Flybussarna.

Um ônibus maravilhoso, comfortável (aliás, mais confortável que muitos ônibus que eu já peguei na Europa) e no qual a gente consegue dormir quase todo o trajeto, embora a paisagem lá fora, seja deslumbrante. Compra-se o ticket para o ônibus no próprio aeroporto, onde aliás, não se pode esquecer de comprar corôas suecas, no Banco Forex. Não tem erro. Mesmo  na cidade, é só procurar o Forex, e trocar seus euros por corôas.

Imigração em Skavsta

NYO Aeroporto Skavsta

Amei chegar à Suécia. Até porque era um país que eu pouco tinha cogitado antes, e de repente, me sentir na Escandinávia, prestes a ver o Mar Báltico, passeando pela Suécia, mexeu com a minha geografia interior e com a criança também. Eu estava empolgadíssima.

O ônibus chega na Central Station (estação de metrô e ônibus). Chiquérrima!

E levamos muito tempo para descobrir como comprar os tickets do metrô.

Tentamos de tudo, máquinas, procurar por um guichê,  e por fim conseguimos comprar os tickets numa espécie de loja de conveniência.

Mas só o passeio pela estação já vale a pena. Moderna,  chic, limpíssima e o banheiro???  parecia saído de uma exposição tipo Casa Cor. Inacreditável! Mas que esta estação nos deu um baile, isso deu.

Nossa estação era exatamente a próxima, Gamla Stam Depois descobrimos que poderíamos ter ido andando, o que teria sido realmente muito mais simples, pois a gente não conseguia nem sair da estação para a rua. Subimos e descemos duas vezes de elevador mas a gente não conseguia sair da estação de Gamla Stam.

Enfim chegamos ao nosso Hostel. Mais precisamente ao Archipelago Hostel, na cidade antiga, numa rua animada, cheia de lojinhas e bares, chamada Stora Nygatan. Perfeita localização, pois a cidade antiga é charmosíssima e tem bares, restaurantes, lojas, e até supermercado. Bingo!

Já era umas 6 horas da tarde quando finalmente adentramos o nosso quarto, com dois beliches. Tivemos que rachar a quarta cama, pois nos albergues, a gente paga pelas camas, mas nesse caso, como ficamos com três das quatro, pagamos pelo quarto todo. Mesmo assim, valeu super a pena, pois o Archipelago é mais legal que muito hotel. Ah! que vir o filminho no site, esquece o que vir sobre o banheiro. Está tudo reformado, e o banheiro coletivo é bem legal, e boxes separados por blindex. Eu sei que o nome albergue pode sugerir uma bagunça, mas neste, era tudo organizado, limpo e bonito.

Fomos então fazer o reconhecimento da cidade. Só para nos localizarmos, pois tínhamos que dormir para poder, no dia seguinte, aproveitar cada centímetro desta cidade formada por 14 ilhas e cercada de mares por todos os lados.

Vista da nossa janela.

Então, já chegamos a Estocolmo. Próximo post… vamos passear, e muito!

Até!




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