Archive for the 'VATICANO' Category

23
ago
11

As praças de Roma

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Piazza di Spagna    Fontana della Barcaccia   Scalinata di Spagna   Trinitá dei Monti

É praça, monumento, igreja, fonte, e  ponto de encontro de romanos e turistas.  A Piazza di Spagna é tudo junto ao mesmo tempo. A praça leva esse nome por ter sido endereço da embaixada da Espanha, e a escadaria que leva à Igreja Trinitá dei Monti, a Scalinata di Spagna, é ponto de visita obrigatório.

A fonte de água doce,  linda, linda, é chamada de La Barcaccia, de Pietro Bernini (presente em toda a Roma), e dizem que inspiração veio de um barco que ficou na praça, durante uma inundação do Rio Tevere em 1598.

Subindo a escadaria, chega-se à Chiezza di Trinitá del Monti e praça me lembrou a Place de Terte em Montmartre, Paris.

Depois de recuperar o fôlego, é olhar em volta e se deslumbrar, principalmente se o sol estiver se despedindo.

Essa luz é simplesmente mágica. E dees ponto de observação, o cair da tarde foi um escândalo.

Já na Piazza dei Popolo, encontramos um carnaval.

Essa praça é linda! Na entrada da praça, estão duas igrejas iguaisinhas :

S. Maria di Montesanto e S. Maria dei Miracoli (fonte : Panoramio)

Só para se localizar:  A praça ramifica-se em três estradas (o Tridente) que penetram na cidade: a Via del Babuino, à esquerda, levará o viajante à Piazza di Spagna (Praça de Espanha); à direita a Via de Ripetta que se comunica com a Piazza Navona e o Panteão de Roma. No centro começa a rua mais cara da cidade de Roma: Via del Corso, com numerosas lojas.

A Piazza del Popolo é desses lugares que a gente não sabe para onde olhar. Além das duas igrejas gêmeas construídas no Séc XVII, Bernini e Fontana entraram em ação. Dois meio círculos contornam a praça, no centro há o Obelisco Flaminio (vindo do Egito), guardado por leões.

E no norte está a Porta del Popolo, projetada por Michelangelo em 1561, sendo a fachada que se vê da praça, projetada por Bernini. Arrematando tanta história, está a Chiesa de Santa Maria del Popolo

Piazza del Popolo

Já a Piazza Navona tem  nada menos que tres fontes.  Adivinha quem realizou a fonte do centro, e a mais fomosa? Bernini, né?

Piazza Navona

As quatro estátuas que estão em volta do obelisco, simbolizam os grandes rios Ganges, Nilo, Danúbio e Prata.

Nossa embaixada não fica nada mal localizada.

A Fontana del Moro e a Fontana del Netuno, ficam em lados opostos.

Indo bem para o sul, (aí é bom pegar um busum!), está a Piazza dela Bocca de la Veritá.  A praça em si, não tem nada demais. O que todo turista quer ver mesmo é a tal Bocca… que nada mais é do que uma imgagem esculpida em mármore que fica no pórtico da Igreja de Santa Maria in Cosmedin. Uma lenda, tornou esta escultura, um ícone da Idade Média e um must see de Roma. Acreditava-se que a boca se fecharia, “comendo a mão” de quem tivesse dito uma mentira. Pura lenda, já que, todo turista que visita Roma, enfrenta fila, taca a mão lá dentro, faz pose, sapeca uma foto, e sai com a mão inteirinha! Eu, claro, não fiz por menos.

O interior da igreja é bem bucólico.

Igreja de Santa Maria in Camesdin

A Piazza San Pietro, que é a praça onde está a Basilica de San Pietro

Não dá para esquecer a Piazza del Campigdoglio.

A praça é rodeada por palácios renascentistas. No fundo o Palácio do Senado, do lado esquerdo o Palacio dos Consevafores e do direito o Palácio Novo dos Senadores. Cordonata, a escadaria e no alto Castor e Pólux, duas grandes estátuas.

E ainda tem a Piazza Venezia, aquela que falei no primeiro post sobre Roma, que é ponto de partida e de referência.

E pertinho da estação Termini, a Piazza de la República

No próximo post, tem mais um pouquinho de Roma.

Até!

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03
jul
11

Onde eu estava mesmo? Ah sim, Vaticano!

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Acordar em Roma, é assim… quase um susto! Roberta, a gerente/recepcionista do nosso B&B, bateu na porta, e num inglês macarrônico, nos perguntou se queríamos café ou capucino.- Good morrrrrrning!

Engolimos o capuccino. Tínhamos um compromisso: os museus do Vaticano. O dia estava de um azul alucinante! E eu estava realmente em Roma!!!

Compramos nossos tickets numa banca de jornais na Estação de Termini, e pegamos a linha de ônibus 40 que deixa a gente na Praça são Pedro.

 Partenza da roma stazione termini , 1

A piedi per 50 metri
 recarsi alla fermata TERMINI (MA-MB-FS) 

Prendere la linea 40 (P.ZA PIA/CASTEL S. ANGELO) per 7 fermate 40 ogni 6 min.

Scendere alla fermata TRASPONTINA/CONCILIAZIONE

A piedi per 150 metri
     fino all’arrivo roma lungotevere vaticano , 1  Metri percorsi 4100 metri
Tendo Termini como ponto de referência, fica muito fácil se locomover de ônibus, que eu adoro. A gente “entra” no quotidiano da cidade e vai vendo o percurso e  se localizando. De repente, lá estava ela: A Basílica de São Pedro.
Anos e anos, vendo pela televisão, lendo nos  livros, e agora, meus olhos a encontraram ao vivo e a cores.
Basílica de São Pedro e Piazza de San Pedro
San PietroPiazza San Pietro  Fonte: Guias de Roma e Vaticano
Para chegar ao Museu do Vaticano, chegando à Piazza San Pietro, temos que contornar as muralhas do Vaticano.
Confesso que eu estava um pouco tensa. Depois de ler em mil sites que as filas para visitar os Museus do Vaticano eram sempre absurdas, comprei os ingressos com antecedência pela internet, no Ticketitaly, por 25 euros cada. Levou um tempinho para que me retornassem o link para imprimir os vouchers, e nesse intervalo, acabei lendo algumas críticas ao site também.
Muralhas do Vaticano.
Daí a gente pensa que é nesse portão, protegido por guardas. Não, ainda não.
E ainda tensa, encontramos duas filas. Uma enoooooorme e a outra, bem, a outra bem menor, justamente para quem tinha comprado ingresso pela internet com  antecencência. Mostrei os vouchers e tcharam! Direto ao guichê para trocar pelos ingressos. Em minutos, adentramos o recinto. Então, recomendo muito comprar pela internet, mesmo tendo que pagar  a mais. O ingresso in loco, custa mais barato, mas não ter que esperar na fila, num frio de rachar, com vento gelado não tem preço!
No Site Oficial do Vaticano ou no Ticketitaly compra-se além dos ingressos, tranquilidade.
Com os ingressos na mão, temos que passar pela segurança, igualzinho à dos aeroportos. Tem que tirar casaco, bota, cachacol,  e colocar tudo em bandejas junto com a bolsa e tudo que for eletrônico.
Uma vez lá dentro,  fomos direto para o jardim, melhor dizendo o  Pátio de la Pina.
Onde há um enorme globo : “Esfera na esfera” de Arnaldo Pomodoro (1990).
Esfera con Esfera Vaticano Pátio de la Pina
Logo em seguida, já dentro do Museu, são corredores e corredores, repletos de obras de arte de todos os séculos.
É muita, muita informação. Para uma visita detalhada, dessas que a gente lê cada etiqueta, e admira cada detalhe, acho que menos de três horas é impossível.
São tantos museus (sim, cada enorme galeria é um museu em si) e detalhes, por todos os lados e em tantas dimensões… Depois desse acervo, chega-se à Capela Sistina, onde pedem encarecidamente e insistentemente para não tirarmos fotos.
Chegamos ao ponto culminante da visita! A Capela Sistina.
Uma vez dentro da Capela Sistina, o mais difícil é conseguir distinguir a capela da multidão. E embora o teto seja o “ponto” mais famoso, pelo monumental afresco de Michelangelo, confesso que tive dificuldade em achar a imagem que povoou minha mente durante anos.
Teto da Capela Sistina  fonte: Wilkipédia
Só algum tempo depois que o olhar se acostuma com tantas formas e cores, é que consegui encontrar …
A Criação de Adão ( no meio da abóboda). É realmente um tesouro da arte da humanidade. Se a gente fica com torcicolo, só de olhar e admirar, imagine, realizar esta obra. É dificil acreditar que um só homem conseguiu.
Ficheiro:God2-Sistine Chapel.png
Pena que seja uma pouco corrido. É muita gente! E ninguém respeita o silêncio além de flashes que estouram em sequência.  Há Turistas e turistas, né?
Então a visita está quase no fim.
Na realidade, saímos por onde seria a entrada principal. Uma escada em caracol, com degraus quase imperceptíveis, ladeadas por esculturas de Michelangelo e Rafael.
Ainda boquiabertas, partimos em direção ao Castel de Sant´Angelo.
Piazza San Pietro
Castel de Sant´Angelo
Ligado ao Vaticano pela muralhas, durante a época medieval esta foi a mais importante das fortalezas pertencentes aos Papas. Serviu também como prisão para muitos patriotas, na época dos movimentos de unificação da Itália ocorridos no século XIX.
A vista para o Rio Tibre e suas pontes é desconcertante. Pronto! Já estava completa e irremediavelmente apaixonada por Roma e nem bem tínhamos começado o primeiro dia!
Demos um até logo à Basílica, que deixamos para conhecer no domingo, quando fôssemos à Benção do Papa. Afinal, desde criancinha eu escuto que se for à Roma, tem que ver o Papa… E comer macarrão.
Ainda tinha muito dia pela frente… Conto mais nos próximos posts. Roma não se fez em um dia. E nem se conta em um post.
Até!



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