Arquivo para março \31\UTC 2011

31
mar
11

Enquanto isso, no encantado reino de Dilma Roussef…

Na última segunda-feira, dia 28, o Governo Federal anunciou medida que aumenta de 2,38% para 6,38% o Imposto Sobre Operações Financeiras (IOF) para compras no Exterior.

fonte O Globo

Eu não me lembro direito como era, mas houve uma época em que se pagava um ágil para viagem ao exterior, um espécie de fiança para sair do país. Ou seja, de uma maneira ou de outra, o governo sempre dá uma punição para quem ousa sair do Brasil e ainda por cima, quer comprar muito mais barato.

Já cansei de dizer  aqui no blog. Eu gasto menos de supemeercado aqui em Londres (para 3 pessoas) do que na esquina da minha casa no Brasil (para 2 pessoas), e como se não bastasse a qualidade/variedade é infinitamente melhor!!!

Se fosse simples assim, compras pelo cartão de crédito vão ficar mais caras, tudo bem. Brasileiro já está acostumado com isso. Mas não é tão simples assim.

Tem que ver quanto custa o dólar do seu cartão de crédito, o dólar que a gente compra para abastecer o Visa Travel Money,a cotação do débito no cartão internacional,  e numa inequação de terceiro grau, tentar chegar a um resultado quase sempre igual. O governo está metendo a mão no meu/seu/nosso dinheiro e ainda está dizendo como eu devo gastá-lo. Se eu fizer errado, se me comportar mal, levo um castigo e  pago (e caro) por isso!  E é assim para todo mundo! Para quem gasta muito e para quem gasta pouco. Triplicou o imposto e pronto!

Mas por que será que ninguém do governo se pergunta por que é tão absurdamente caro viajar pelo Brasil?

Eu sou péssima para contas e percentuais, mas sugiro e recomendo esse post do comandante Riq Freire no mais que necessário Viaje na Viagem.

Uma aula!

Não existe operação de câmbio em que você não saia perdendo.

Riq Freire

No mais é se sentir sempre com aquele nariz vermelho.

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29
mar
11

Montpellier – Languedoc – France

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Este fim de semana, estivemos em êxtase. De Londres a Montpellier, pela Easyjet, foram menos de duas horas e considerando o fuso, que é + 1 hora, estávamos no sul da França, logo no início da tarde de sexta-feira.

Tenho e honra e a sorte de ser prima de Maria Cristina Haize. E visitar o site de Cristina é a melhor maneira de apresentá-la. O casal Daniel (diplomata e agora Doutor em Ciências Políticas e Cristina (artista plástica) rodou o mundo e os dois escolheram Montpellier para morar. E para nós, visitá-los, foi ao mesmo tempo, matar as saudades e uma experiência cultural e gastronômica!

E não é difcil entender porquê eles escolheram esse lugar. Montpellier ( e toda a região) não é uma cidade, é um sonho!

As primeiras menções sobre a cidade datam de 985 D.C. e falam sobre uma ocupação rural. Dois séculos mais tarde já é uma das cidades  mais poderosas e ricas da costa de Languedoc, no sul da França.

 Com essa história, não é difícil imaginar que  a cidade exiba hoje,  a arquitetura medieval,  edifícios dos séculos que se seguiram e um crescimento espantoso que se reflete na nova Montpellier.

Tour de la Babote

O centro histórico de Montpellier é simplesmente lindo.

L´Écusson ( a região em amarelo, em formato de escudo) é ao mesmo tempo uma viagem no tempo e um recreio! Região animadíssima, onde não há trafego de carros, e no sábado, todos se encontram por aqui.

Na praça central, la Place de la Comédie, ou nas ruinhas estreitas, pessoas transitam entre lojas e cafés ao ar livre, e o timing completamente diverso das  grandes cidades, nos leva a absorver e respirar aquele momento.  Em Montpellier, ninguém tem pressa.

Praça atrás da Église de Saint Roch

E é assim, andando calmamente a pé pela cidade que a gente vai se surpreendendo.

Cathédrale Saint Pierre

Arcos Butantes (Catedral de Saint Pierre)

A catedral da cidade é simplesmente impressionante e mais parece uma fortaleza, com essas duas torres imponentes.  Seu prologamento é  a famosa faculdade de Medicina de Montpellier.

Faculdade de Medicina de Montpellier.

E numa simples volta por L´Écusson, a gente se sente e passeia em muitos  séculos. Encontramos ainda um carnaval, bem na Place de la Comédie.

Montpellier!!! Ainda tem muito mais para contar…

Até!

25
mar
11

Já disse que adoro Londres???

E será que eu já mencionei que St James Park é meu parque mais querido aqui em Londres? E é onde há a maior concentração de esquilos por metro quadrado?

E que  num dia desses, a vida fica mais bonita e a gente fica feliz só por estar alí!

Não tem erro. Depois de tirar sua foto com o guarda montado no cavalo em Horse Guards Parade, atravesse o portal e vá para St James Park, o parque em frente ao Palácio de Buckingham.

Já falei da primavera?

Por acaso já disse que os parques se modificam a cada estação e eu não consigo decidir quando ficam mais bonitos?

Já disse que tudo é super bem cuidado?

Desculpem se eu já falei tudo isso… Mas há momentos em que a gente TEM que registrar… E saber (e lembrar) que estava simplesmente feliz!

21
mar
11

Londres em obras

Como minha volta ao Brasil está se aproximando, resolvi economizar toda a reemoção do relato da última viagem, para quando estiver em terras Tupiniquins. Já sinto alguns sintomas da tradicional DPV (depressão pós viagem) só de pensar!

Minhas anotações, mapas etc, estão todos guardados na storage aqui do flat,  e como são importantíssimos para os posts, vou relaxar e curtir tudo outra vez, lá no Brasil. Enquanto isso, vou mesmo absorver ao máximo (e postar) tudo por aqui, afinal Londres (ainda que seja minha segunda casa) tem sempre uma pauta .

Que Londres está permanentemente em manutenção não é novidade, todo mundo sabe. Mas como a cidade está se preparando para fortes emoções como  o Casamento Real e no ano que vem, as Olimpíadas (cuja a largada foi dada na semana passada), e a impressão é que não há um cantinho que não esteja sendo reformado, ou que  uma nova construção está surgindo. Por toda a cidade, são andaimes, barreiras e desculpas pelos invonvenientes.

A começar pelo The Shard que quando estiver pronto em 2012 ficará assim, e será a torre mais alta da Europa,com 310m de altura e promete ser o  novo ponto de observação da vista de Londres.

Shard London Bridge Complete.jpg

Ainda em construção, não está tão lindo assim…

O prédio foi desenhado em 2002 por Renzo Piano, o mesmo arquiteto do Centre Pompidou, em Paris. Vai ocupar o lugar das Southwark Towers, que foram meticulosamente retiradas (tijolo por tijolo, por estarem exatamente ao lado (quase em cima) da movimentadíssima London Bridge Station  e lógico, como toda a obra faraônica, sofreu severas oposições das autoridades locais como Royal Park Foudation e English Heritage.


Contagem regressiva para as Olimpíadas em Trafalgar Square.

Oxford Street

A região de Picadilly Circus, Oxford Street (corredores importantíssimos de circulação de ônibus, carros e gente) e quase toda Central London estão quase intransitáveis, e uma simples viagem de ônibus entre esses pontos dura uma eternidade, por causa dos engarrafamentos. A pé também está difícil!

Oxford Street

Obras no metrô, estão levando Londoners commuters, à loucura!

Tube chaos

foto  – London Evening Standart

E as Black Mondays (segunda feira de caos)  estão cada vez mais frequentes, nos horários de pico.

Mas é primavera, a vida é linda e as pessoas, as lojas e suas  vitrines estão festejando a época…

Richmond Upon Thames

Primark Oxford Street

Selfridge

20
mar
11

20 de março Dia do blogueiro!

Eu juro que não sabia! Mas que é legal ter um dia para nos parabenizarmos e agradecermos aos leitores, isso é!

ilustração –  Portal do nerd

Eu particularmente adoooooro meu blog! E adoro ler blogs!  Adooooro ter encontrado e reencontrado  leitores que por sua vez também são blogueiros e que dedicam um pouco (ou muito) do seu tempo para dividir sua bagabem, sua malinha, seu dia a dia, fotografias,  suas dicas e suas experiências…

Ter um blog é ao mesmo tempo terapêutico, jornalístico e instrutivo! E para mim o verbo que mais define um blog é compartilhar.

Então, feliz dia do blogueiro!

E parabéns para nós!!!!

19
mar
11

Japão, ainda não sei como ajudar

Faz uma semana! E cada dia, fica mais dificil.

16
mar
11

Viajando lowcost 2011 – compartilhando os detalhes

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Não pretendo fazer um guia de como viajar lowcost, ou de como montar um roteiro para viajar baratinho. É apenas o relato de minha própria experiência, mas que se puder ajudar alguém… Já fico feliz!

London Bridge Station – Plataforma – First Capital (trem para Gatwick Airport)

Minhas viagens pela Europa sempre começam em Londres.  E neste post, eu explico como chegar e partir dos aeroportos de Londres.

Viajar lowcost é mais ou menos como comer salada. A gente pode repetir sem culpa! É basicamente tentar aproveitar  as promoções das companhias aéreas de baixo custo, que tem vôos para muitas ou quase todas as cidades principais da Europa, sendo que a Ryanair é sem dúvida a campeã dos preços ridiculamente baixos e acaba habituando o viajante a custos irrisórios, tornando todo o resto ( até os simples tickets de metro urbano) meio caro aos nossos olhos e bolsos. A Easyjet também tem suas promoções, mas para pagar realmente barato, o segredo é antecedência e vôos que partem muito cedo pela manhã ou que chegam muito tarde no destino final.

Vôo – Girona para Madrid

A primeira passagem que  comprei foi  para Barcelona ( 6 libras e só!!) , e então pesquisei o quão barato e interessante estavam as promoções partindo de Barcelona. Bingo! Madrid  estava a pouco mais de 15 euros  de Barcelona. Uma vez em Madrid, fiz a mesma pesquisa e Milão apareceu nos destinos em promoção por exatos 10 euros por pessoa + 5 de taxas. Com a bênção da passagem de Milão para Roma estar a  uns míseros 15 euros + 5  (às vezes a Ryanair cobra taxas de web check in, de pagamento por cartão, ou simplesmente de administração). Não tive dúvidas e de repente estava planejando minha viagem pela Itália!

Rio Tevere – Roma

Estando em Roma, pensei… Desta vez eu vou a Veneza, de qualquer jeito! Como? No planejamento da viagem, corri para Easyjet , que tinha um vôo de Roma para Veneza, e devido a antecedência estava por menos de 20 euros. O único desafio – o võo era as 7 e 10 da manhã, o que significaria estar no aeroporto no máximo às 5 e meia. Aí foi o momento rosquinha da viagem. Furada! A roubada histórica da viagem. Não havia transporte De Roma para Fiumincino no meio da madrugada. Tanto o trem que partia da Estação de Termini, quanto o primeiro ônibus para o aeroporto saiam depois das 5 da manhã.

Roma Fiumicino (Terminal 2) a Venice Marco Polo

Part 01 March 2011 07:10

Cheg 01 March 2011 08:15

Voo 983

O check-in abre 01 March 2011 05:10

O check-in encerra 01 March 2011 06:30

Chegaríamos no máximo do stress ou perderíamos o vôo. O que numa viagem dessas, é o temido efeito dominó! Cai tudo por terra! Opções = dormir no aeroporto (o último trem parte ás 10 e meia  da noite), arriscar um táxi às 4 da manhã por 50 ou mais euros (pouco confiável segundo a recepcionista do hotel), ou abortar o vôo e comprar uma passagem do trem noturno e acordar em Veneza, o que me pareceu o menos estressante, já que os trens são o meio de transporte mais famoso e bem cotado da Europa e a estação Termini era ao lado do nosso hotel. Roubada em absolutamente todos os sentidos. Não só foi o traslado mais caro, como a pior experiência possível! 38 euros (por pessoa!) dos quais me arrependo centavo por centavo! Uma noite numa cadeirinha de aeroporto teria sido muito mais  segura, muito mais confortável e menos estressante. Só mesmo  Veneza para fazer valer o sacrifício! Ou melhor, para esquecer a noite!

E de lá, como chegar a Paris? Foi uma gincana e antes da viagem eu ainda não sabia como, a não ser gastando muito dinheiro! O que definitivamente não é a minha praia.

Dessa vez, mais do que as outras, Paris foi um desafio! Paris é mais do que simplesmente uma paixão. Desde  a primeira vez, prometi aos céus, que sempre que atravessasse o Atlantico, daria um jeito de ir a Paris, agradecer. Notre Dame é testemunha de todos os meus sonhos …

Mas o que parecia um  simples Venice-Paris, virou uma pesquisa de campo. Depois de todas as pechinchas, o trem Noturno Venice St Lucia- Paris Bercy,da Artesia, que pode ser comprado no site da Trenitália ou na SNCF, era um absurdo de caro em comparação com todo o gasto da viagem até Veneza. Os vôos idem! E depois de tudo arrumadinho, baratinho… eu estaria entalada em Veneza (seria ótimo se tivesse verba ) ou gastaria uma fortuna, acabando com toda a estratégia lowcost da viagem e dilapidando fundos.  O fato é que durante duas semanas, eu estive em pânico,  e me tomou um bocado de tempo e tentativas alucinadas (tentei  até um voo lowcost para Croacia e de lá para Paris, mas perderia a passagem de Paris para voltar a LOndres.  Virou uma questão pessoal!!!!! Então, a solução foi um mapa, e muita pesquisa e paciência para domar o site da Trenitália, que invariavelmente fica embarreirando a compra da passagem para estrangeiros. Quebrei o percurso em dois e consegui comprar as passagens, mas só em Roma, descobri que a gente tem que passar num guichê  (com gente de verdade) de qualquer jeito, para impimir a passagem. Só com o PIN code não  funcionava nas máquinas de auto atendimento .

Venezia St Lucia – Estação de Trem – Veneza

Saímos de Veneza St Lucia, ao lado do nosso hotel, às 10 e 45 , pegamos um trem  para Milão (2 horas de viagem), almoçamos  em Milano Centrale e às 4 e 30 da  da tarde, pegamos o TGV para Paris- Gare de Lyon  (muito mais barato que o trem noturno de  Veneza a Paris, mas ainda assim, caro, se comparado a tudo  que tínhamos feito até aqui!). No trajeto, uma passagem pelos Alpes… o trem para em algumas estações de sky que parecem saídas de filme. Pontualmente às 23 e 21 estávamos desembarcando na Gare de Lyon, em Paris. E claro a viagem nem de longe se pareceu com o Treno Notte de Roma a Veneza, mas ainda assim, prefiro um bom vôo lowcost, com toda a antecedência necessária, security etc! Trem é bom para viagens de no máximo 3 horas e ainda assim, depois de mal acostumada pela Ryanair, acho caro!!!!

Milano Centrale

Finalmente de  Paris a Londres, voamos Easyjet,  e no final de uma viagem como essa, a gente  valoriza muito a tranquilidade da Easyjet. Tirando o fato da mocinha do check in – única vez que despachamos uma malinha e viajamos com um volume cada uma a bordo –  ter pedido para eu colocar minha  humilde bolsinha dentro da malinha ( que embarcaria comigo no vôo), a questão tamanho e peso da bagagem que vai com você é bem mais flexível. Paris-Londres = 25 euros por pessoa + 5 de taxas

Aeroporto de Girona (Barcelona)

E para que todo o percurso seja realmente lowcost (dessa vez foram 6 cidades) a maior exigência é que sua bagagem e tudo o que você vai transportar de um destino a outro caiba numa mala de 55x40x20, assim sua babagem viaja com você em tods as cias aéreas. Tudo, absolutamente tudo (bolsa de mão, câmera, comprinhas no free shop, lembranças, garrafa de água, etc tem que estar dentro desse único volume ( no inverno, dá para usar os bolsos do casaco, que se transformam prticamente em uma outra mala). Dessa forma, dá para ir de Londres a Barcelona, por exemplo, por 6 libras, o preço do nosso primeiro vôo. Na ponta do lápis, a cada passagem, há que  se acrescentar de 5 a 15 (euros ou libras), custo do transporte entre o centro (ou estação central) da cidade até o aeroporto lowcost , normalmente bem longe. Mesmo assim, atravessar um, dois países, por menos de 30 ou 40 dinheiros não é nada mal, principalmente se compararmos com as viagens pelo Brasil.

E assim, com o mínimo de bagagem, todo o resto também fica lowcost, uma vez que a gente não é obrigada a pegar um táxi para chegar ao hotel ou do hotel para a estação de metro, de trem ou de ônibus. Em todo o nosso trajeto, pegamos um único táxi em Roma ( e nem foi por causa de mala)  e um outro em Paris! Além disso, utilizar o transporte público de cada cidade já é conhecer um pouco da cultura, população, etc.

Hospedagem?

Também é pesquisa e antecendência. E sim, a Europa está mais cara agora. Roma e Veneza, foram disparado, as cidades mais caras, tanto no quesito B&B como em relação à alimentação. Nas únicas vezes que sentamos em um restaurante (em Roma e Veneza), foram no mínimo 25, 30 euros) Mas ainda assim é possivel ficar em hotéis (hostals, albergues, etc) com conforto, banho quente e em alguns, café da manhã, baratos e dignos.  No geral, 25 a 35 euros por pessoa por noite (35 em Roma, Veneza e Paris). Com relação a albergues, estando em duas pessoas, acaba  sendo quase o mesmo preço, um quarto privativo, na maioria das vezes até com banheiro privativo, do que duas camas em quartos compartilhados ( para 4) e banheiros idem.

Alimentação?

Minha primeira preocupação é achar um supermercado ou algo parecido. Assim as despesas com alimentação ficam mais ou menos parecidas com as que normalmente eu teria.  E mais uma vez, supermercados são parte da vivência da cidade. Adoro! Deliciosos sanduíches de brie ou gorgonzola, pastinhas, focaccias, caviar, queijos,  baguetes, brioches, bolinhos e lógico, vinhos e cevejas maravilhosos para beber no sossego do seu quarto …. é só descobrir a especialidade do lugar e ser feliz. Mas  um bom café ou um maravilhoso  capucino, são fundamentais. Eu diria que são companheiros de viagem. São aquele pitstop essencial no meio de um dia de caminhada. Recarrega as baterias. E lógico, quanto mais perto de um ponto turístico, mas caro será o café!  Mas 4 euros por um capucino perto da Piazza San Marco…também não mata ninguém ….E vale cada gole!

Compras?

Obviamente não é o objetivo numa viagem dessas. Mas compramos coisinhas pequenas,  maquiagem em Milão,  e por medo de sentir calor em Roma, percorremos várias lojas em Madrid (um paraíso de lojas e mais lojas, principalmente durante as rebajas, as famosas liquidações) para encontrar um casaco mais leve que acabamos usando só em Milão, pois em Roma e Veneza o vento gelado, me fez agradecer os super poderes do casaco de nylon forrado, que é praticamente uma blindagem contra o frio, a chuva e vento,  e não sentti frio algum! Deixamos algumas compras para o grand finale em Paris, onde por 11 euros, reservei uma malinha de porão na Easyjet e colocamos todos os líquidos e extras nela. De quebra, a mala que comprei pode ser a minha mais nova companheira de viagem, pois é bem mais leve e como não é rigida, dá para negociar o espaço em alguns trajetos feitos de trem ou pela Easyjet, menos intrensigente em relação ao peso e formato da bagabem de mão, desde que seja um único volume.

Quanto tempo a gente aguenta essa maratona? É muito pessoal. Num mundo ideal, seria ótimo ter pelo meno uma tarde para descansar entre a s cidades…vinte dias ficou bem puxado no final, mas valeu cada minuto. Talvez 15 dias seja um período bem razoável… Há que considerar que cada troca de cidade leva pelo menos meio dia, e nesse trajeto é pilotar a bagagem e muito levantamento de malinha. É cansativo e há que ter preparo físico e muito astral.

Mas vale a pena cada minuto!

Basílica de San Marco – Veneza




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