Archive for the 'SABORES & COMIDAS' Category

03
fev
12

Com a luz de Lisboa nos olhos!

Mesmo antes de pisar no solo de Lisboa, em terras de Portugal, alguma coisa já fazia palpitar meu coração. Fiz mentatalmente uma viagem no tempo, lembrando  das aulas de história dos tempos de menina,  quando Portugal ficava lá longe, no tempo e no espaço. Era terra de reis e rainhas. Lá do outro lado do mar…  E agora, eu iria “realizar” Lisboa.

Os dias que passamos na cidade foram  de uma luz indescritível, com um céu azul  ” lisboeta” , aconchegados pela receptividade e pelo sorriso de um povo amigo.

 Sempre leio muito sobre os lugares que quero ou estou prestes a conhecer. Mas para Lisboa eu merecia ter feito um curso! A cidade é linda! São tantos cantos, recantos, altos e baixos. Visões…

Teias labirinticas entre o céu a terra que conduzem os “elétricos”, os bondinhos de Lisboa.

Chegando ao Mosteiro dos Jerônimos

E bem pertinho, alguns tesouros  como Fátima (uma emoção), Óbidos ou Sintra, que tiram o fôlego e fazem a gente querer mais! Mais tempo, mais Portugal!

Óbidos – Portugal

Ainda estou organizando as fotos, e arrumando as saudades. Estou mesmo muito atrasada, pois nem as Highlands, nem Montpellier chegaram por aqui. Mas como os próximos dias prometem ser gelados e debaixo de neve, vou aos poucos colocando as viagens em dia, talvez debaixo de um cobertor quentinho ao lado de  uma xícara de chá.

E aos meus leitores de Portugal, um obrigada especial. Me sinto mais honrada ainda, depois de conhecer vossa terra!

Até!

 

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28
maio
11

Re-viajando Madri 2

ESSE BLOG MUDOU DE ENDEREÇO:

http://www.maladerodinhaenecessaire.com

Gran Via – Madri

Ainda sinto o cheiro do café da manhã que tomávamos na esquina da Gran Via. -Café con leche e de comer? perguntava a mocinha… As opções eram: bocadillos o boleria?  Fiquei viciada em boleria… croissants recheados com dulce de leche. Nesse momento, pela manhã, planejávamos nosso dia em Madri.

É normal a gente querer ver absolutamente tudo o que tem para ver e conhecer quando chegamos a uma cidade pela primeira vez.  Mas depois de tantas viagens e tantas cidades,  eu aprendi a respirar e aproveitar o momento. E me deixar simplesmente estar ali. Se não, a ansiedade acaba estragando o prazer. No caso de Madri, com tantos museus Museu del Prado, Reina Sofia, Caixa Forum e tantos passeios, é simplesmente impossível “ticar a cidade”.  Mesmo assim eu sempre faço, a título de guia, uma listinha do que é tipo assim … básico.   Aí vai:

   1- PLAZA MAYOR (Construida sec 15/18) -Arco de cuchilleros
2- PLAZA DE LA VILLA CASA DE CISNEROS CASA E TORRE LUJANES
3-PUERTA DEL SOL
4- PALACIO REAL
5-CATEDRAL DE LA ALMUDENA
6- SAN FRANCISCO EL GRANDE (3 MAIOR CUPULA DA CRISTANDADE)
7- PLAZA DE ESPANHA REAL TORRE DE MADRID
8- TEMPLO DE DEBOD
9- EDIFICIO METRÓPOLIS
10- BANCO DE ESPANHA
11-FUENTE  CIBELES
 12-PUERTA DE ALCALÁ (CARLOS III SIMBOLO DE MADRID)
 13- JARDINES DEL RETIRO
  
Até aqui, fizemos tudo em um dia.  E esse parque merece um boa caminhada.  É lindo! Há inúmeros monumentos, fontes,  estátuas, e racantos tão maravilhosos que é impossível dar só uma entradinha. Então, passamos a tarde inteira nesse paraíso.
Nele estão :
14-MONUMENTO A AFONSO XII
15- PALACIO DE VELAZQUEZ
16- PALÁCIO DE CRISTAL
  17-PASEO DE LAS ESTÁTUAS
18-  FONTES E MONUMENTOS (são tantos que eu não consegui decorar)
No dia seguinte, fomos para a parte moderna, a Cuartro Torres, business area, onde estão enormes edifícios e a Puerta de Europa.
Para chegar ao Passeo de Castelhana,  há duas estações de metrô que servem esta área, pegando a linha azul, salte na Plaza de Castilla ou em Chamartín.  Nesta região, há também o
19-Estádio Bernabéu.
20- TORRE PICASSO (MESMO ARQUITO DAS TWINS TOWERS)
21- QUATRO TORRES (BUSINES AREA)
22- PUERTA EUROPA
fonte: ModernSpain.com
Já estávamos tão íntimas da cidade que resolvemos ir  ao mais novo shopping de Madri onde passeamos como se o lugar tivesse aberto só para nós. O shopping La Gavia, é moderno e aconchegante ao mesmo tempo. É bem fora da cidade, mas de metrô, em vinte minutos a gente chega lá. Mas preste atenção. Existe a estação de metro La Gavia, mas a gente tem que saltar em Las Suertes e andar uns cinco minutos em uma região de condomínios estalando de nova.
Metrô de Madri
E super valeu a pena. Todas as lojas estão lá, e tivemos que ter muito autocontrole pois as rebajas espanholas são indescentes.
E para fechar os must see, a região dos museus. Mais auto-controle! Não dá para ver tudo! É um fato com o qual sempre tenho que me confrontar.
O Reina Sofia estava fechado, então, sem culpa partimos para o Museo del Prado.
A gente pode comprar as entradas, nessas máquinas de auto-atendimento. Rapidinho!
Lá dentro, Goya, Velasquez, El Greco!
Ufa!
É… foi difícil dizer adeus a Madri. Mas Milão nos esperava, lá no norte da Itália… No próximo post, prego!
29
maio
10

rata de aeroporto

Pois é. Os últimos posts foram truncados, quase em linguagem telegráfica. Nessa maratona que estamos vivendo intensamente, quando finalmente alcanço meu netbook, já estou à beira do estado vegetativo de tanto cansaço.

Edinburgh

Então como sempre faço, vou reeditar todas as cidades com a atenção que cada uma merece, quando voltar.

Em Edinburgh, tínhamos apenas um dia e algumas horas. Chegamos muito tarde por causa de um atraso no vôo. Com tudo organizado no nosso roteiro, pegamos o Airlink 100 no aeroporto de Edimburgh. É esse ônibus, chiquérrimo por sinal, que faz o translado até o centro da cidade por 6 euros.  Andamos até nosso hostel, largamos as malas e fomos em busca de alimento.

E meu dedinho de ouro nos colocou num hostel, bem perto de pubs, comes e bebes, e do melhor e mairo fish&chips que eu comi na minha vida!

Alimentados, voltamos para o quarto para mais uma camada de roupas e uma volta rápida na cidade.   Rafael em total surto, já sonhava com o café da manhã, todo trabalhado na tipicidade escocesa e concedeu à Madona, a tarefa de nos acordar no dia seguinte às 7 da manhã (no alarme do celular), para o café e posterior conhecimento da cidade. Estávamos completamente exaustos. Barcelona foi intensa em todos os sentidos e em Edinburgh, tínhamos um hora a menos.

Essa conjunção de fatores, fez com que eu achasse, que Madona e o celular de Rafael, tinham um projeto secreto para me enlouquecer, já que nem senti que tinha dormido.  O tal do guaraná em pó junto com aquela adreanalina de viajar, deflagaram uma reação complexa  em Rafael que  perambulava pelo quarto em passos largos e pulsantes, enquanto eu e Juliana mal conseguíamos balbuciar bom dia. O tal do continental breakfast, que consiste em feijão ao molho de tomate, uma enorme salcicha, tomate, e pasmem! um ovo para arrematar tudo, também me fizeram achar que pela primeira vez iria precisar aconselhamento…

Nosso hostel não era em pleno buxixo como o de Barcelona, mas era pertinho do centro (0 que não é muito difícil). O centro onde o comércio bomba, fica simplesmente o lado da cidade antiga. Ou seja, a gente pode fazer compras na Topshop com vista para o castelo. É só atravessar a rua e pronto.  Gaita de fole como fundo musical, parques, escoceses desfilando, e nos parques, gnomos e duendes.

Andamos umas 11 horas seguidas pela  cidade. Essa loucura de primavera, que só escurece ás 10 da noite, acaba fazendo a gente não parar nunca. Só quando acaba a bateria de todos os instrumentos de captação de imagens, é que a gente se deu por vencido.

Ontem fomos dormir às 3 com o dia amanhecendo em Edinburgh, depois de um por do sol de cair o queixo (lá pelas 10 da noite).

Hoje às 6 já estávamos de pé (?), com as malinhas arrumadas. Confesso que meus membros inferiores conspiraram contra mim, durante toda a manhã.  Mas enfim chegamos ao aeroporto. Todos meios silenciosos, olhares distantes… Pura exaustão. O guaraná a essa altura, só teria efeito se diretamente aplicado na veia.

E agora? Agora estamos num albergue em Estocolmo.

Amanhã, conto mais…

16
maio
10

London London

Com essa estória de o dia não acabar nunca mais, temos chegado em casa tarde, e acabo não postando nada. Batemos perna o dia inteiro… Ontem, depois de realizar que realmente tinha perdido a minha câmera com todas as fotos de Dublin (só ficaram as dos celulares), acabei fazendo uma pesquisa de mercado.  Minha câmera era velhusca, mas eu tinha um apego emocional. Ela me acompanhou em todas as viagens. Éramos companheiras… E eu sem uma câmera, fico meio, mão abanando. Mas já estou apaixonada pela nova, que comprei depois de muito pesquisar.

Hoje saímos em busca de cores e contrastes para estrear o novo device e esquecer minha perda.

Começamos por Russel Square, minha velha conhecida. Mais precisamente Tavistock Place. Foi lá que fiquei hospedada, na primeira vez que vim para Londres. Em uma ruinha cheia de hotéis + baratos.

Para quem não quer ou não pode gastar muito, é uma opção. Mas prepare-se…o quarto single é a mais pura expressão da palavra simplicidade. Uma cama, uma pia e um armário. Praticamente um quarto de carmelita descalça (freira que faz voto de probreza). Para compensar, o breackfast é um almoço de churrascaria. Outra opção é o The Generator. Um hostel animado, onde hoje, fomos tentar bookar um passeio que estamos querendo fazer.

Acabamos não reservando nada, mas gostei de conhecer o albergue, até para poder recomendar.

O dia tinha começado lindo, sol forte e até calor. Mas pela minha experiência, eu nunca, jamais saio sem um guarda chuva. Armou um estrondoso temporal, que acabou não acontecendo.  E o sol abriu de novo. Russel Square estava cheia de gente sedenta de sol e de flores. Sentamos para um glorioso capucino, cercadas de muito verde.

No meio da cidade, um lugar lindo, assim… Bateu um tédio??? Praça, flores, sol…

Mas hoje era sábado, tinha muito dia pela frente. Que tal uma almoço baratinho, da culinária que te der na telha? Camden Town! Já falei sobre Camden, mas eu sempre me impressiono. É uma babel enlouquecedora!

Um labirinto de barracas, tendas, lojas, de tudo que pode ser comercializado. Um vai e vem de gente de todas as nacionalidades. Aromas de todas as culinárias.

O difícil é escolher. Um prato com tudo o que você quiser, 4 pounds. E que delícia! O pessoal come em pé mesmo ou

confraterniza nesse monte de mesas.

Dá para passar fácil, muito tempo por lá. Mas queríamos mais verde e fomos a pé para Regent´s Park. Post que vai ficar para amanhã, pois o sono chegou. Foram dez horas batendo perna…

Até!

05
jan
10

4 de janeiro, spicy day by day…

Ontem foi um dia desses básicos, desses everydays, se não estivéssemos em Londres.  Mas aqui tem sempre um diferencial.  Pelos arredores aqui de casa, tem de tudo um pouco. É um bairro meio classe básica. Não sei classificar isso em brasilês…

Em se tratando de comida, Londres é uma festa de Babel.  Do mega super mercado, às pequenas lojinhas, encontra-se do mais genuíno Kebab, passando por ingredientes da culinária caribenha+tailandesa+africana+equatoriana+colombiana+japonesa=indiana (lógico) e por ai vai…

No dia dos museus, eu finalmente saboreei uma samosa, aquela, que ficou famosa no Brasil depois de Caminho das Indias.  É uma loucura deliciosa, apimentada e vale pro uma refeição. Fiquei fâ.  Adooooro pimenta.

Ontem à noite, depois de um dia meio normal, se não fosse o Dani reescrevendo o statement para a inscrição na faculdade, saímos eu Carol em busca de alimento. Descendo a rampa do condomínio, temos à esquerda, um estabelecimento chamado LONDIS… , na esquina em frente, um quitanda caribenha e logo ao lado o Shanghai Surprise, que pertence a um senhorzinho chines zinho, fofinho mas envocadinho.  Daniel é fá do take away do chinês. Os rolinhos primavera são show! Sequinhos e apetitosos.  Então, com prequiça de ir ao TESCO, optamos pelo chinês.  O cardápio é extenso. Ao entrarmos ele ( o chinês ) estava ao telefone

Make up your mind, madam!!!! I´m very peacy!

Carol pediu 12 pequenos spring rolls e eu tive um surto amnésico e pedi um spicy chicken & vegebles. Explico a amnésia. Aqui, pimenta é mais básico do que sal. É comida, se não for doce, tem pimenta. Se você pede spicy…..

Chegamos em casa felizes e contentes, lá lá  lá. Na primeira colherada do spicy chicken, senti o poder da palavra spicy mas não dei o braço a torcer.

e foi assim que eu tive uma experiência extra corpórea!!!!!!!

O grau e, eu suava e chorava, sentindo o efeito da pimenta na raiz dos cabelos.  Um efeito dominó, que começa  na -=boca e se apodera de todos os seus sentidos incluindo  audição.

Gentem….Saí de si própria!!!

Então ai vai a dica… spicy in london, só se você quiser experimentar uma viagem…




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