Posts Tagged ‘YORK UK

31
jan
10

reeditando viagens – York UK – 1

Revendo alguns posts sobre as cidades que conheci, percebi que na maioria delas, eu estava em tal estado de êxtase que mal pude descrever minhas impressões.

Meu objetivo, é, aos poucos, conseguir falar sobre cada uma das cidades que conheci, sendo que algumas merecem vários posts.

Não tenho intenção de fazer um guia, mas sempre é bom saber as impressões que quem já esteve in loco.

Mas por onde começar? Pelas últimas ou pelas primeiras? Paris e Londres, cidades em que fiquei bastante tempo e até rolou uma certa intimidade, ou Amsterdam, Salzburg, etc?

Decidi começar de trás para frente. As impressões estão mais frescas e as fotos também. Aliás, bem fresquinhas, na sua maioria, bordadas pela neve. Eu amo a história de cada lugar, gosto de saber a importância do que estou vendo.

Começo por York, então.

vista aérea de York

De Londres, pode-se ir de carro, avião, trem ou de ônibus, que é mais barato.  Bingo, fomos de ônibus.

Minha prima já tinha me dito. York é o máximo! E é. Imagine uma cidade  fundada pelos romanos em 71 AD, (AD quer dizer Anno Domini. Ou em inglês B.C – Before Christ, em bom português, A.C – antes de Cristo). Só por esta informação, já começa a ficar legal. Depois, em 415 A.C foi dominada pelos Angles (Germanic specking people), e invadida pelo Vickings em 866 A.C quando foi rebatizada com o nome de Jorkick. Jorvick Museum é uma das atrações da cidade. Nos anos 627  D.C uma ingreja de madeira foi construída para batizar Edwin, o rei da Nothunbria, destruída em 714 por um incêndio.

O nome York, veio depois, no século 13. E, como na Idade Média, a moda era competir em catedrais góticas, o arcebispo ordenou a construção de uma, em York, já que Canterbury tinha uma. A construção começou em 1220. Pronto, o cenário histórico, que eu amo!!! Falando do cenário geográfico, tenho paixão por cidades cortadas por um rio, pois isso normalmente quer dizer uma paisagem linda, pontes maravilhosas, gaivotas, etc; York também tem essa característica. E cortada por dois!!

Não é lindo?

Como eu dou uma pesquisada sempre, e costumo checar e reservar as “acomodações” com uma certa antecedência, meu veredito é que as B&B (bed and breakfast, normalmente são como as nossas pousadas, geridas por famílias, que moram ou não no mesmo local) são as mais baratas acomodações em York.

Da estação de ônibus, que também é a de trem, até a rua onde estão várias B&Bs, optamos pelo táxi, mas depois que conhecemos a cidade, deu perfeitamente para ir a pé, tanto que o taxi deu míseras 5 libras. Nessa rua, Botham Crescent, há várias dessas Guest Houses; demos sorte, pois como era Natal, a maioria estava fechada.

(Sei que estou parecendo um esquilo, mas debaixo de zero, abaixo o estilo- desculpem o trocadilho-, quero mesmo é ficar quentinha.)

Ficamos três dias em York. Na minha humilde opinião, não há necessidade de muito mais tempo. Dá para conhecer a cidade a pé, mesmo que, como no nosso caso, você tenha meio que esquiar, e andar meio se equilibrando para não se estabacar e congelar o busanfan.

Passando por esse portal, você está no centro histórico de York. Mais um pouco, chega a York Minster.

É uma visão!

O interior é lindo, e tão cheio de detalhes, que se pode passar duzentos anos numa visita guiada.

Agradeci muito estar alí. Mas a gente fica meio perdida e não sabe aonde rezar direito…

Logo em frente, e não por acaso, começa o centro comercial de York. Depois da prece o  mais puro comsumismo.

Loja de lembranças de York, griffes, Acessorize, etc….

E chega-se a praça…O “baixo York”…

Nesta praça, você se localiza ou se perde.

Nos perdemos um pouco. Mas como se perder é encontrar coisas novas, demos de cara com o mais puro camelódromo de York.

Depois nos encontramos, e passeando fomos dar em Cliffords Tower. http://www.cliffordstower.com/york.htm

Que na minha opinião, foi meio estragada por um gigantesco estacionamento nos seus arredores. E há uma grande discussão, pois está sendo cogitado a construção de um enorme shopping center também.

Seguindo em direção ao rio Ouse, atravessa- se uma rua, um parque…

E chega- se na River Walk. Eu adoro passear ao longo de rios. Peguei essa “mania”, em Paris.

Passamos um bom tempo, vendo essa paisagem.

No dia seguinte, em pleno Natal, fomos andar nas muralhas….

Ao sudoeste da cidade, de onde se observa visuais alucinantes…

E aproveitamos o tripé “aranha” para tiramos fotos juntas, fato impossível sem pedir a alguém.

Em pleno dia 25, éramos só nós…

As muralhas,

e muita neve…

Voltando ao centro histórico, consegui uma foto hitórica. O portal sem ninguém, nem nenhum carro passando!

E logo a noite cai, dando lugar a esses visuais

Bom, ficou enorme! Mas é só uma pincelada nesta cidade linda da Inglaterra. Recomendo!!!

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27
dez
09

FOTOS DE NATAL

No dia 25, está literalmente tudo fechado. Todo mundo em casa, então a cidade ficou só para nós. Com o meu mais recente brinquedinho, ficamos tirando fotos.

Essas são as muralhas da cidade.

Eu amei essa foto!!!! Muralhas, Yorrk Minster ao fundo, um dia lindo, tudo branquinho de neve e nós duas em pleno Natal.

E voltamos à York Minster, afinal era o dia de Natal.

E agradecemos muito por este Natal tão lindo!

27
dez
09

BACK TO LONDON

Voltamos ontem para Londres, de ônibus.  Nosso checkout era às 10 horas e nosso ônibus às 4 da tarde. Então, pegamos nossas malinhas e fomos bater perna na cidade em pleno boxing day. Já falei do boxing day o ano passado mas não custa repetir.  É o dia de mega ultra super liquidações, loucura total mesmo, surto no mais alto nível.  Em Londres, no primeiro ano em que eu testemunhei esse fenômeno, me assustei com o que vi. É o estouro da boiada. Gente de todas as nacionalidades, se amontoando, se espremendo, pisoteando roupas, carregando enooooormes sacolas, com tudo que o dinheiro pode comprar. E lógico, tem o lanchinho básico, cujos restos mortais, ficam pelo chão mesmo. No ano passado já estava acostumada, então até curtimos umas comprinhas básicas. Mas em York, apesar de todo o mundo estar na rua, a coisa é mais tranquila… a população é bem menor. E nós duas + as malinhas rodopiantes,  aproveitamos a liquidação da Superdrug, da Acessorise e Claires.  Maquiagem,  sombras, cremes, bijuterias e, claro minha já tradicional carteira da sorte que compro todos oa anos. Caímos no momento nécessaire completamente enlouquecidas. Para esses ataques, temos nossas bolsinhas de nylon, que moram nas nossas bolsas de mão. Daí, é só desenrolar a bolsinha e carregar as comprinhas.

Tínhamos 6 horas para preencher, então paramos no Starbucks para um capuccino. O primeiro que conseguimos (estava lotado!) Carol deu uma laçarotada (um lindo laço que ela fez com o cahecol), uma peitada mesmo e todo o conteúdo foi derrubado em cima da mesa, fazendo um rio de café pela cidade e nós duas com cara de sala de espera de dentista. Blasé… compramos outro e tiramos mais fotos com o meu marvilhoso tripé que se agarra em tudo.

Mas…ainda era 1 hora da tarde,  então toca a andar.

Ainda bem que não estava nevando, mas o chão estava um sabão,  era um estabaco aqui outro acolá.  Muita gente levando tombo pelas ruas.

Fomos então a outra praça de comércio, onde, pasmem!!! Tem banheiros públicos, cheirosos e limpinhos! fica perto da tal fortaleza, onde param todos os carros que chegam ao centro. Não há como estacionar o carro em York, a não ser nesses estacionamentos enormes. Nas ruas nem pensar.

Decidimos ir para a estação rodo- ferroviária, como sempre com muuuuita antecedência. Ao chegarmos….. tudo, absolutamente tudo fechado! Como assim???

Em plena época de deslocamento de pessoas para as  festas, uma estação de trens e ônibus fechada??? Simples assim… F E C  H A D O! Bateu um pânico. Será que nosso ônibus vem? Ligamos pro Dani e ele confirmou com a National Express, que o ònibus chegaria na hora, sem delays previstos, para aquele dia.  Volamos para a cidade (nós e as malinhas e entramos na primeira porta ainda aberta da cidade). Pedimos e comemos uma pizza ultra express, voltamos para a estação e ônibus chegou britânicamente  pontual, num ponto de ônibus desses básicos de cidade… Andar de ònibus na Europa, é meio bagunçado mesmo, mas super pontual. Chegamos tranquilamente em Londres. É bagunçado, mas viajar é assim…

24
dez
09

NOSSO NATAL, UM DIA EM YORK

HOJE É 24 DE DEZEMBRO.

Coloquei o despertador do celular para as 7 e meia da manhã. Por quê? O café da manhã do B&B é servido das 8 às 9, britanicamente pontual, nos avisou o rapaz que nos atendeu quando chegamos, além disso, hoje é vespera de Natal e, achamos que tudo ia fechar muito cedo. Então descemos cedinho para o café da manhã.  Pudo modo de dizer,  pois o café inglês, é um almoço completo. Escolhemos o “ vegetarian´´.  Gerido pela família, marido, mulher e filhos. O marido pilota o fogão e foi ele que falou lá de dentro, go for it! quando Carol ficou na dúvida se ia querer a salsinha  vegetariana ou não.  Acabamos o banquete e quando saímos, nevava loucamente. Nós duas super blasés, como se fosse assim, praticamente toooodos os dias em Niterói, hahahaha!

Dá pra ser mais manhã de véspera de Natal do que isso?

Saímos então mega cedo para conhecer a cidade (de dia).  Já tínhamos feito o reconhecimento do terreno, então fomos na certa para o centro da cidade.

Este caminho básico para o centro, leva uns dez minutos, mas tentando não escorregar na neve, leva um pouco mais.

Além disso, senhorinhas cor-de-rosa, passam e desejam Marry Christmas….E vão correndo fazer as compras para a ceia. Mas a cidade em si tem um clima muuuito mais lento do que as outras. Não chega a ser a paz de Amsterdam nem a total atmosfera medieval perdida no tempo de Bruges, mas o timming é outro.

Essa é a entrada para a cidade ou centro antigo.

E… saindo de uma ruinha,  ela aparece. York Minster, the cathedral.  Começou a ser construída em 1220 e, 252 anos para ser totalmente construitda!!! É grandiosa mas um tanto fria e distante. Ainda prefiro o aconchego de Notre Dame.  Não pudemos conhecer os subterrâneos devido à data, quem sabe dia 26?

É lógico que comprei umas lembrancinhas, incluindo meu tradicional imã de geladeira, meu termômetro, tudo pequeninho para caber entre as roupas na malinha.

Logo em frente começa uma ruinha de comércio. Ruinha no sentido de estreita, mas feroz no comércio, todas as lojas em SALE, luiquidação para o Natal.

Na praça da cidade, um parquinho de Natal, muitas crianças e muitos cheiros! E muita gente fazendo compras.  Muitas lojas… das mais conhecidas às locais. Mas é um centro comercial bem movimentado.

Fomos então andando e descobrindo a cidade.

De dia, bem mais agitada.  Mas as pessoas são mais sorridentes e como nos disse o dono do nosso B&B, todos na cidade se conhecem.  E é logico que é fácil indentificar turistas.  Imaginei que dia 24 de dezembro, só eu e Carol estaríamos na cidade, mas até que tinha bastante gente com câmeras na mão, procurando os pontos turísticos ou consumindo algo.

Mas simplesmente andar por uma cidade nova, respirando um ar completamente diferente, fotografando qualquer coisa que me interessa, já me diverte e preenche minha alma viajante. Não faço questão alguma de almoço ou jantar em lugares badalados, nem de grandes compras. Gosto mesmo é de gastar botas e degustar o visual. E o visual não me deiXou sossegar minha câmera ou carrapato a serviço do fato,  como a chamo carinhosamente.

A começar pela neve, que por si só já deixa a paisagem pra lá de fgênica, York é uma cidade onde se pisa  em história.

York foi fundada pelos romanos em 71 AD. Pode??? Em 886 AD invadida pelos Vickings foi rebatizada de Jorvick.  O Nome York, surgiu no século XII e a cidade progrediu como um centro de comercio de lã.  York está a meia distância de Londres e Edingurgh, por isso o dono do hotel se gaba de estar perto de tudo e daqui não sai por nada.

Mas continuando nosso caminho, passamos por ruelas medievais, túneis formados por pedras gigantescas, muita neve, muita gente correndo cheia de compras e flores. É legal assistir ao Natal sem forçosamente ter que fazer parte dele. Digo, parte de um ritual criado pela mídia, que nos incultiu que temos que ter um enoooorme perú assando, mesa farta cheias de calorias que levamos 360 dias para emagrecer, uma linda e iluminada árvore, com enfeites e penduricalhos, uma família grande e sorridente, além de inúmeros presentes (que levamos 10 meses para pagar) e lógico, roupas novas.

Há dois anos me distanciei desse ritual e confesso, troco qualquer ceia ou almoço Natalino, por uma boa passagem para algum lugar.  O ano passado, estava em pleno ar na véspera de Natal e nossa ceia foi o jantar regado a vinho branco da Air France. Este ano, cá estamos, cercadas de pinheiros com neve de verdade e luzes natalinas pela cidade toda. Mas não estamos mesmo nem aí…PARA A TAL DATA.. o mais legal é curtir o clima, sem obrigações

Bom, acabei me distanciando um pouco do foco, mas continuando nossa caminhada, fomos indo meio sem destino, descobrindo passagens secretas, ruinhas, praças, pontes.

Placas nos indicavam as atrações, mas teimamos em nos perder e nos achar. Andamos tanto, que fomos dar numa outra praça e descobrimos que até aqui em York, rola um camelédromo,  daqueles em que se vendem de tudo, de bolsas a botas, de pijamas a bijuterias, de calcinha a gravata e ainda desbloqueiam celulares.  É o famoso e internacionalmente conhecido seviródromo !

Bom, depois dessa descoberta, tínhamos de ter um upgrade no visual do passeio. Aí a coisa ficou boa pra valer. Começamos por uma curvinha escondida, dessas que passam meio desapercebidas, mas quando a gente vira…

perde a respiração…

Daí por diante, foi muita emoção!

E chegamos ao Castle…

E depois de um café,  fomos dar à River Walk…

Caímos na gandaia…

MEU PROPRIO BLOG ESTÁ ME REJEITANDO, DEVIDO A OVERDOSE, ACHO EU, NÃO FAZ MAIS NENHUM UPLOAD DE FOTO!!!!

TO BE CONTINUED….( SACO, TAVA ANIMADAÇA,,,)


23
dez
09

YORK!!

Acordamos já com as malinhas arrumadas. Meu coração meio triste, pois o Dani decidiu não ir conosco.  Ele tem que se inscrever na Universidade até dia 6 de janeiro e até lá, ele está infurnado no computer, terminando o portfólio.  Vai passar esses tres dias, literalmente trabalhando.

Ele nos levou então para Victoria Coach Station. Entre um ônibus e outro, uma mega chuva nos fez tomar um táxi, daqueles típicos de Londres. Eu ainda, por incrível que pareça, não tinha entrado num desses.


Viajar de ônibus na Europa  é meio bagunçado.  Nas viagens que fiz entre Paris Amsterdam e Londres, já deu para perceber.  Mas conseguimos chegar ao nosso gate 18 com antecedência, porque pontuais eles são.  É diferente daqui, que há várias companhias de ônibus. Lá tem a National Express. E a para a Europa, ou seja, viagens internacionais, a Eurolines.

Victoria Coach Station lotada, mal podíamos andar. Imagina! ante véspera de Natal!

Uns dez minutos antes da hora marcada, chega uma senhorinha, chamando os passageiros para York. Meio bagunçado, deixamos nossas malinhas no bagageiro e entramos no ònibus, onde não há poltronas marcadas,  chegou, sentou. Já ao norte de Londres, vimos como tinha nevado e, na estrada, tivemos a exata noção da nevasca aqui na Inglaterra.

Uns 40 minutos depois, um calor insuportável se apoderou do ônibus inteiro e todo mundo começou a tirar os casacos, cachecóis e afins. A tal senhorinha era também a motorista do coach e pelo microfone deu as instruções a serem seguidas e avisou que o aquecimento estava com defeito. Ou seja, tudo bagunçado mesmo, a gente foi meio que cozinhando até a parada no meio no caminho.

Meia hora de parada, café rápido, xixi, cigarro, comidinhas e água para o resto da viagem. Até que passou rápido, pois quando dei por mim, estávamos chegando a York.  Mais ou menos 6  horas de viagem, de 1 da tarde a quase 7 da noite.   Já na entrada da cidade, dá pra sentir o clima. ..Todas as casas com bay windows nas quais árvores de Natal são cuidadosamente colocadas, iluminadas e deixadas à vista de quem passa na rua.

Na estação, um frio brabo mesmo!!! E a cidade coberta de neve, telhados brancos e fumacinha saindo da boca.  Pedimos informação sobre a localização do nosso hotel e decidimos pegar um táxi, cujo chofeur, simpático, exibia cabelos louros, cuidadosamente arrepiados com gel. Um carro, quentinho e cheiroso, que nos custou 5  pounds, nos conduziu ao The Grange Lodge guest house, numa rua de casas iguais com umas 7 0u 8 dessas bed &brekfast. A rua totalmente tomada de neve, o clima de cidade de sonho… Que presente de Natal!!!!

Deixamos nossas malinhas no quarto e mesmo sendo já noite saímos para o nosso tradicional reconhecimento de terreno.  Nosso hotel fica  a waking distance do centro antigo da cidade. Isso quer  dizer uns dez minutos a pé. A essa hora, o importante é se localizar, localizar o super mercado mais perto, onde fica o que você quer ver no  dia seguinte e entrar no clima da cidade. Foi o que fizemos. A cidade é pequena, parece um conto de fadas medievais. Mas quando você dá de cara com York Minster, a catedral, uma das maiores da Europa, dá um nó na garganta.  A cidade é cercada por muralhas : the walls. A iluminação é fraca. Então o clima é mesmo de idade média.  Pouca gente na rua, na maioria garotos. Demos uma espiada nas lojas já fechadas mas se organizando para a mega sale de amanhã, dia 24.  Vimos vários pubs, mas como estávamos nos ambientando, optamos por nos abastecer no mercado, tentar dormir cedo, acordar mais cedo ainda e aproveitar a cidade até o povo se recolher para o Natal… Até porque, para entrar no hotel depois das 10 da noite, são três portas. A primeira é um portãozinho meigo, a segunda uma chave que nos foi dada na chegada e a terceira, tem um código, estilo Da Vinci Code, que está escrito numa etiqueta junto a chave. Mas acho que com três ou quatro pints (canecas enormes de cervja servidas nos pubs), não seremos mais capazes de digitar o tal codigo e só nos restaria congelar na rua.

09
dez
09

PLANOS PARA O NATAL

A internet me possibilita momentos maravilhosos.  Ler sobre tudo, pesquisar e dar uma espiada em cidades que eu nunca fui,  ler sobre a história  e ainda passear, dar uma espiada pelo Google View…aliás, ele, o Google sabe mesmo de tudo que eu faço, planejo e desejo.

Ontem,  falando pela mesma internet com Daniel, nos demos conta que passaríamos o Natal em Londres, juntos. O Dani mora num flatshare, em bom português, um quarto dentro de um apartamento, cuja sala e a cozinha são coletivas.  Nos imaginamos em pleno dia 25, quando não há transporte algum na ciade,  presos em casa ( no quarto) ou compartilhando um almoço natalino. Isso sem falar na véspera.  Christmas eve.  Um arrepio tomou conta do meu ser.  Em questão de segundos, decidimos uma saída pela esquerda, no mais puro estilo Leão da Montanha (um antigo desenho animado dos anos 60). Vamos fugir!!!

Em cinco minutos, pela mesma internet, fucei as possibilidades, incuindo as financeiras e vamos ter o Natal mais tudo de bom de todos os tempos. Vamos fazer um bate-e-volta numa das cidades mais deliciosas da Inglaterra.  York! Pertinho de Londres, uma hora e pouco de trem e como é Natal, hotéis baratos. Totalmente Idade Média, a cidade tem muralhas, ruelas e uma das Catedrais Góticas mais lindas da Europa,  York Minster.

Agora me digam, dá pra ser feliz sem internet??? Eu, sou totalmente addict.




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