Posts Tagged ‘AUSTRIA

17
abr
10

espaço aéreo europeu fechado até domingo…oh lá lá!

É assim que está a situação da nuvem de cinzas do vulcão Eyjafjallajokull…. Se o nome é difícil, a situação é ainda pior.

Até agora, só um e-mail genérico da Air France dizendo para acompanhar os informes no site da companhia. O call center é atendido por um robô e sobre o meu voo, só dizem que “está previsto”, como todos os outros que foram sendo cancelados…

Stand by… fazer  quê?

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15
fev
10

salzburg- reeditando viagens 5

Staatsbrücke –  Ponte sobre o rio Salzach

Assim que acordei, olhei pela porta do balcão de nosso quarto e contatei que estava nevando! E muito! Perfeito, pensei. O único problema é que queríamos subir as montanhas. Com esse tempo, não veríamos nada…

Castelo de Salzburg Festung

Fomos então conhecer a cidade antiga de dia. Segunda-feira cedinho, pouca gente na rua.

Salzburg Cathedral

Chegamos à catedral de Salzburg. Construída durante os séculos 17 e 18, é a mais impressionante construção em estilo barrroco dos Alpes do norte, por causa de sua fachada e do seu domo principal. É linda mesmo! Robusta, massiva e imponente. O tempo e dinheiro eram curtos e mesmo morrendo de vontade, não andamos nas carruagens com seus simpáticos cavalos. Desde Brugges fiquei louca por carruagens.

Fomos então procurar a funicular (trem que leva às montanhas).

Pode-se subir à pé, mas do jeito que tava nevando, ia ser bem difícil. Da Kapitelplatz, tem- se acesso a Festungsgasse,o funicular.

Subida para Festung Hohensalzburg

A fortaleza fica no cimo do Mönchsberg a 542 metros de altitude e está a cerca de 120 metros acima do nível da cidade.

Por 6 euros, você pega o trenzinho e quando desembarca, tharam!!

É uma visão!!! Sei que  a neve, talvez esconda as cores da cidade, mas é liiiiindo!

E a gente passa um tempão lá em cima, imaginando como construíram aquela fortaleza. Em 1077 começou a construção da fortaleza de Salzburg.

Sua construção continuou até 1519. E é a fotaleza mais preservada da Europa.

Definitivamente eu tenho um pé na idade média. Ao mesmo tempo que fico imaginando todas as dificuldades e perrengues dessa época, tenho uma atração fatal.

Nevava mooointo! E a gente se acabando… Durante quase todo o tempo, éramos  só nós.

Então a gente brincou mesmo, bem ao nosso estilo!

Museu da marionete.

Esse museu, fica dentro do castelo e a entrada está embutida da do trenzinho. Vale a pena. Em Salzburg, as marionetes são uma arte. E as marionetes em si, são absolutamente fantásticas.

Na volta, literalmente nos perdemos. Não conseguimos achar a entrada do trem. Ótimo! Descemos a pé!

Muito íngrime, mas no caminho, cenas maravilhosas.

Vista da catedral! Demais!

Descemos a passinhos curtos enquanto o pessoal limpava a neve. Lindo, né???

A neve caia em baldes! E nós adorando!

Chegando lá embaixo, fomos para a cidade antiga, dar uma olhada no comércio local.

Quase todas as lojas tem os letreiros para fora.

Paramos para um café. restabelecemos as forças, nos esquentamos um pouco…

E tudo é muito lindo!

Mais um café…

E os cenários de filmes como a Abadia de Sao Pedro. (A noviça rebelde)

Não é de tirar o fôlego???

E voltamos para “casa”. Fizemos nossas compras de supermercado. Nossa última noite em Salzburg! Ficaria muito mais…

No dia seguinte, fomos muuuuito rapidinho ao Palácio Mirabel. Só para tirar  fotos:

E na volta para o hotel…

Mais uma vez a catedral imponente. E parques…

E fomos correndo para o hotel.  Uma longa viagem de trem e nosso hotel em Praga nos aguardavam!

10
fev
10

reeditando viagens 4 -salzburg-

Para fazer esse roteiro, pesquisei muitos sites e blogs. Salzburg entrou, porque de Innsbruck à Praga, teríamos que fazer uma escala de qualquer jeito e segundo o site das companhias de trem da Austria e Rep. Checa, a conexão seria ou em uma cidadezinha da Alemanha ou em Salzburg.

Então, devido ao atraso do nosso vôo de Londres para Innsbruck, só pudemos ficar uma noite e dois dias em Innsbruck. No dia 10, acordamos, tomamos um mega café da manhã, fizemos o check out, pegamos nossas malinhas e fomos a pé para a estação de trem. Compramos as passagens para Salzburg. Nosso trem sairia às 12 e 45.

O trem chegou pontualmente. Para nós, pouco acostumados a esse tranceté de trens, rolou uma certa dificuldade para acharmos a segunda classe e uma cabine, em meio às pessoas e respectivas malas. Funciona assim: o trem chega e todo mundo se movimenta  rapidamente, pois o trem sai rápido. Uma vez dentro do trem, a gente procura uma cabine. Pelo menos nos trens que pegamos até hoje, não há lugar marcado. As cabines tem 6 lugares, tres de um lado, tres de outro.

Em cima, o bagageiro. Mais um vez, malas pequenininhas vem bem a calhar.

Achamos uma cabine com só duas moças e nos acomodamos. A cabine é confortável, quem senta nas extremidades, tem até uma mesinha e tomada para carregar celular ou computador.  Pouco tempo depois que o trem sai da estação vem o controlador para verificar os bilhetes. Mais um pouquinho e vem uma moça com um carrinho vendendo comidinhas e bebidas. Mas que é engraçado você viajar com gente que você nunca viu, sentado bem em frente a você, é. Uma das moças, era meio, como direi, entojada. Mas logo depois ela começou a babar na gola… Nosso trem parou em duas estações antes de chegarmos a Salzburg.  Mais ou menos 3 horas de viagem.

Era domingo, e a estação de Salzburg, um pouco confusa por causa de uma obra de modernização. Eu sabia que era muito perto de nosso hotel. Mas um coisa é você olhar no mapa, outra coisa é se localizar e saber que rua pegar. Fizemos uma parada técnica no Mac Donald que fica no shopping center em frente a estação, para um pipizinho.  Carol pediu batatas fritas, na base da mímica e veio um hamburguer. alemão não é o nosso forte. Depois, tentamos achar a tal da rua que supostamente dava no hotel, mas andamos em círculos.  Decidimos pegar um táxi. Rapidinho, estávamos no Hotel Lasserhof.  Meu dedinho de ouro não desapontou. Não é bem no centro histórico, mas dá tranquilamente para ir a pé, que é a melhor maneira de conhecer uma cidade.

Hotel Lasserhof


Fizemos o check in, pegamos o mapa da cidade, largamos as malas e fomos bater perna…

Deu para “notar” que tinha nevado à beça, embora na hora em que chegamos a neve estivesse fraquinha…

O rio Salzach corta a cidade. Do outro lado está a cidade histórica, ornada por Festung, a fortaleza de Salzburg.

Mapa de Salzburg em italiano.

Aliás, tanto em Innsbruck como em Salzburg, muitos italianos!

Atravessando o rio, você está chega à parte histórica da cidade que é linda! A primeira coisa que chama a atenção, é que a cidade é cercada por montanhas. Essas áreas verdes do mapa.

A música é uma constante. Afinal, é a cidade onde nasceu Mozart. Mozart é o “garoto propaganda da cidade”. Ele está em toda a parte, desde bonequinhos simpáticos a camisetas, caixas de bobons, licores em garrafinhas com formatos de instrumentos musicais… Mozart bomba em Salzburg.

Na parte antiga da cidade, a arquitetura barroca é um colírio para os olhos. Neste primeiro dia, como já estáva anoitendo, vimos as luzes se acenderem. A iluminação deixa ainda mais “dramática” a paisagem.

Essa sensação de estar numa cidade pela primeira vez, é o que eu mais adoro! Cada detalhe é uma descoberta.

Ruinhas, lojinhas, sons e cheiros. Salzburg é encantadora. Me apaixonei logo na primeira noite. Andamos sem compromisso por toda a cidade antiga, degustando os pequenos detalhes.

Casa de Mozart

Voltando para o hotel…

Detalhe da porta do elevador em Tromp l´oeil.

Nosso hotel era meio vintage. Mas bem confortável. Um ótimo café da manhã, (um dos responsáveis pela minha atual forma física).

Festung, fica para a continuação…

06
fev
10

reeditando viagens 3 -innsbruck-

Voltamos das montanhas meio “ETS”. Embasbacados! No cable car, vimos criancinhas de 5 anos ou menos, com suas roupas e equipamentos de ski. Acho que nós três e um outro casal, eram os únicos sem equipamentos.

Chegando na estação, minha câmera sem bateria…Já era quase hora do “anoitecer”. Tentamos aproveitar o Innsbruck Card para pegar o SightSeeing Bus, mas como não sabíamos a hora em que ele passaria, desistimos e optamos por bater perna mesmo. Tomamos um café para recuperar forças e para tentar acordar daquele sonho que tínhamos acabado de viver. Volamos para o hotel para trocar os casacos. Bem em frente ao nosso hotel, tem um centro comercial e uma pista de patinação. Com 3 euros, pode-se patinar até a pista fechar. Euzinha não me arrisco, nem mesmo com os pinquins que server de apoio para as criancinhas. Mas os dois se acabaram!

Depois pequei minha câmera e fui bater fotos das vitrines e placas da cidade a título de curiosidade.

Começando pelo supermercado…

Loja de roupas para ski…

Não se poupa etiquetas…

Depois a gente começou literalmente a morrer de rir, tentando imaginar como seria falar o que se lia…

Esse deve um banco para quem tem hipotiroidismo, hehehe!

No dia seguinte, fomos explorar a cidade histórica.

Muito nevoeiro, mas as montanhas estão logo alí atrás.

Nos prédios, muito tromp l´oeil!

Os cucos são pelo jeito, marca registrada da cidade. Assim como os chapéus de tirolês, e roupas típicas.

Saindo da parte histórica, chega-se à margem do rio Inn. Do outro lado, na margem direita, construções coloridas, e um passeio de sonho ao longo do rio.

Passamos muuuito tempo contemplando , só contemplando…

voltando à parte histórica…entendemos porque Innsbruck é chamada de Tesouro dos Alpes.

03
fev
10

reeditando viagens 2 -innsbruck-

Sempre quis conhecer Innsbruck. Aliás, desde “A Noviça Rebelde”, que eu sonho em ver montanhas cobertas de neve.

Desta vez, quando dei de cara com uma passagem de avião por 30 libras de Londres para Innsbruck, não tive dúvidas. O mais incrível foi achar um hotel, no centro da cidade, que cabia no orçamento.

Innsbruck é uma das cidades mais antigas da Europa. Fundada como colônia romana, com o nome de  Veldidena,  passou para os bávaros, no século VI e torna-se capital do Tirol em 1429. E bem como eu gosto, é cortada pelo rio INN. O nome vem daí.:brücke é ponte…Innsbruck, ponte sobre o rio Inn.

Essa é a saída do aeroporto. Não há nada mais fácil do que chegar ao centro da cidade. Um ônibus passa logo na saída, e por 1,50 euros, e 8 minutos, você está na Maria Theressian Strassenn que é a rua central e também onde fica o hotel em que ficamos. Demoramos um pouco para encontrar o Hotel Brënoissil, porque o nome estava meio escondido.  No hotel, obtivemos as confirmações de tudo que eu já tinha pesquisado. Era tudo perto mesmo!

Como já estava anoitecento, não deu para ver as montanhas. Minhas expectativas eram enormes, assim como nosso casacos que tivemos que espremer para fecharmos as malinhas. Afinal, a temperatura nas montanhas oscilava entre -8 e-24.

Dá para imaginar???? aproveitamos a liquidação da Mountainwearehouse e nos equipamos para um tour pelas montanhas geladas dos Alpes austríacos.

Nessa primeira noite, demos uma volta por essa rua central, as paralelas e perpendicualares. Conseguimos achar o supermercado salvador, responsável pelas cervejas e por nosso “jantar”. Mas deu também para perceber que é uma cidade cara, no que diz respeito à roupas. A maioria acima dos 3 dígitos. Também chegamos à conclusão, que, pelo menos no inverno, a cidade some às 6 e meia da noite. Quase ninguém na rua.

A não ser nós, batendo perna, para nos localizarmos.  Exaustos, mas curiosíssimos, fizemos nossas comprinhas no supermercado. Tudinho em alemão. Mas quem precisa de tradução para descobrir uma lata de cerveja, indetificar queijos maravilhosos, pão de enlouquecer, batatas fritas apimentadas e outras guloseimas mais. Ah sim, não foi tão caro assim…

Ainda tínhamos disposição para um pub, mas acabamos mesmo fazendo a festa no quarto do hotel. O hotel aliás, um ótimo custo benefício com um excelente café  da manhã.

No dia seguinte eu mal podia esperar para ir logo para as montanhas. Aconselho o Innsbruck card. Mesmo que não dê tempo de ver tudo que ele dá direito, só a subida e descida às três estações, já saem bem mais caro que o cartão. Compramos o de 24 horas. 36 euros cada.

No mapa abaixo dá para ver como é pequena a cidade, pelo menos o centro, onde tudo acontece. O quadrado vermelho, é diagmos assim o buxixo. Estão marcados o nosso hotel e a estação onde se pega o bondinho para a primeira estação.

Nordkettenbahnen, a funicular (transporte que leva montanha acima), leva o visitante do centro da cidade, na Congrees Station às estações.

caminho para a estação

No caminho para a estação, descobrimos a entrada para o centro histórico. Mas a nossa meta, era outra.

Atenção para o detalhe das botas, hehehe!

Na subida para a primeria estação, estávamos sozinhos no trem. E começa a subida…

A primeira estação chama-se Hungerburg.

Projetada por Zaha Hadid, é um arraso! futurística, espacial, ao mesmo tempo parecida com uma geleira, é linda! Estamos aí, a 860 m acima.

Ficamos pouco tempo. A gente queria mesmo, era ir na mais alta!!!

Os bancos do restaurante são forrados com pele! E lá fomos nós para Seegrube, a segunda estação, onde rola o total buxixo, com um super restaurante, onde as famílias se reúnem, “se esquentam do lado de dentro” , e os skiadores se encontram para um social.

Notem as cadeiras…é sentar e olhar para as nuvens ou para o nada!!! Estamos a 1905 m acima!

Olha o trio calafrio aí!!!

Mas Hafelekar nos esperava…a 2256 m acima do nível do mar!!!

Hafelekar Alpes Austríacos


Uma loucura!!!! E nem senti tanto frio assim. Mas o visual é de enlouquecer. É lógico que não esquiamos. Quase surtei quando vi um cara simplesmente desaparecer na minha frente esquiando. Ele subiu num desses picos, e pluft, sumiu no nada.

Uma das experiências mais loucas da minha vida.

Nesta estação, não há uma grande construção. Uma casinha de madeira ali, outra acolá, neve, muuuuita neve e nuvens abaixo de nós, fazendo parecer um mar branquinho.

Voltamos então à Seegrube para comemorarmos à altura e a altura! Brindar a essa aventura maluca que eu planejei e os “filhotes” adoraram.

Muuuuuuuuuuito frio, aliás, mais frio do que lá em cima!!! Tomamos todas, enquanto víamos o pessoal, chegar coberto de neve, depois de esquiar a manhã inteira.

Na volta é que se pode perceber a beleza do caminho.

17
jan
10

16 dejaneiro, back to london

Quase meia noite! O que posso dizer dessa aventura? Maravilhosa, estonteante, extasiante. Além, é claro, de ter visto, sentido e experimentado neve por todos os lados e em todos os estágios.

Hafelekar a 2256 m! Alpes Austríacos


Innsbruck, ponte sobre o rio Inn

River Walk  Rio Vltava, Praga

Chegamos a Londres nem sei direito que horas eram. Mas o voo de Praga até aqui não dura mais que uma hora e meia. Contando com táxi para o aeroporto, check in, security, aquele ritual de tirar casaco, cachecol, computador, bolsa e malinha e, passar tudo pelo raio x ( que em Praga foi bem mais tranquilo), imigração (tranquilíssima, pois agora nossos passaportes estão mega carimbados), deu umas 5 horas mais ou menos.

Esse é o aeroporto de Praga. Para um sábado de manhã, tranquilissimo…

Assim como tudo em Praga. Estávamos exaustos, pois contando com o dia em que não embarcamos, foram 9 dias de total loucura, andando de 9 a 10 horas por dia, conhecendo cidades, meio que esquiando em vez de andar normalmente, correndo para pegar trens, fazendo e desfazendo malas…Mas é o cansaço mais gratificante do mundo. Hoje, desculpem a expressão, até minha bunda está dolorida…

É preciso ter disposição. Viajar assim, on budget, economizando mesmo, exige, como  já disse, um certo desapego. Isso quer dizer, duas mudas de roupa, não comprar quase nada pois não há espaço na mala, fazer compras de supermercado ou comer en qualquer biroska, barraca de rua, em vez de almoçar ou jantar em restaurantes, lavar as roupas térmicas no banho e secar no aquecedor e esquecer um pouco da vaidade nossa de cada dia. O nécessaire também é reduzido, até porque não pode entrar líquidos com mais 100ml no avião e não cabe messsssmo tudo o que a gente usa no dia a dia. Esqueça as unhas, e prepare-se para um cabelo meio esculhambado. Sapatos? Escolha um mega confortável! Eu até levei uma bota extra, mas até que era magrinha. Andei mesmo com a bota para neve. Casaco…Meu conselho para o inverno é o impermeável forrado. A gente fica parecendo um saco de dormir, mas ele aguenta tudo! Frio, neve e chuva, sem deixar você na mão. Aqui, esse casaco tem vários nomes como anourak, doudoune, filled coat, etc.

No mais, a total alegria de viver e conhecer uma cidade nova, uma língua nova (depois de 4 dias na Austria descobri que austung! é atenção! Mas a placa aí ao lado, continua um completo mistério para nós!!!

Não ter medo de não entender uma palavra do que o povo fala e se virar na mímica mesmo. Pedir uma batata frita e levar um haburguer é normal.

Se deixar levar pelo inusitado e morrer de rir dos perrengues.   Mudar planos na maior tranquilidade quando se perdeu do itinerário original e aproveitar o que se mostra à sua frente. Em resumo, flexibilidade.  Isso é fundamental!

Amigos brasileiros que conhecemos em Salzburg!

Se contentar em comprar um pin ou um ímã de recordação…Isso é um exercício minuto a minuto pois a oferta de quinquilharias sem as quais você não pode viver é um absurdo! Mas como não cabe no seu orçamento nem na bagagem, olha o desapego aí gente!!  Eu pessoalmente gosto de olhar tudo! Mas não viajo para compras. É logico que tem liquidações que você pensa em abandonar o budismo e cair na gastança, comprar mais duas malas e se entregar ao mais puro e desenfreado consumismo. Dependendo da duração da sua viagem, do seu orçamento e de quantos lugares você ainda pretende ir, isso pode significar uma outra viagem que você não vai fazer ou um inferno astral provocado por malas.

A d o r a r o hotel que você pode pagar!!! Uma regra de ouro! Eu até hoje, sempre escolhi os hotéis pelo preço mais barato e pela localização.  Adorei todos, uns mais do que os outros, mas no geral, tinham tudo que eu precisava. Cama, aquecedor, chuveiro quentinho. Alguns, como o de Amsterdam, tinha até frigobar, alem de uma cafeteira, o que tornou mais atraente o fato de comprar comida (e bebidassss) em supermercado e fazer um sanduiche para bater perna… Se não, a gente come em qualquer KFC da vida ou equivalente. Com exceção de Praga, onde ainda se come mega bem em restaurantes por uns míseros euros e a cerveja custa menos que um euro. Praga é um paraíso!!!

Pub em Praga. Caneca de cerveja…40 Korunas Checas, menos de 2 euros.

Palácio Mirabell Salzburg (cenário da Noviça Rebelde)

É um mochilão… só que com mala de rodinha. Por falar nisso, a minha foi super aprovada. Foi submetida a todo o tipo de terreno e condições climáticas (chuva braba e neve) e nas ruas e estações de trem e aeroportos, é muito mais fácil andar com ela ao seu lado do que puxar, sem falar que ela cabe em ônibus da cidade, escorrega por corredores apertados e não cai para frente, por ter 4 rodinhas. Companheiraça de aventuras, andou pela cidade, onibus normal, escadas rolantes, escadas normais, elevadores lotados, aeroportos superlotados, passou no teste das lowcost, entrou em trens em movimento, transitou por estações de trens e seus obstáculos, entrou em táxis, hotéis e B&B, e fez tudo ao contrário de novo, terminando hoje, debaixo de uma chuva torrencial sem se abater…lógico que está um pouco suja…

Festung. A fortaleza de Salzburg.

Além disso tudo, muita disposição para andar, andar, andar. Ah! Ter sempre um mapa da cidade! Marcar o que se quer ver, um ponto de partida e se perder e se achar a partir daí. O acaso é um ótimo amigo, mas o mapa ajuda muito. Um bom relaxante muscular, também!

Nada se compara com a sensação de morar aonde estão os seus sapatos e saber que tudo o que você precisa para ser feliz cabe num recipiente de 50x40x20.

Eu com minha malinha e meu cartão (magro) de crédito e meu net book, vou a MARTE!!!

Amanhã , começo a organizar as fotos e prometo contar tudo em detalhes maravilhosos.

boa noite.

13
jan
10

11 de janeiro, são tantas emoções

Ainda nem falei direito de Innsbruck e já estamos enlouquecidos com Salzburg!!! Chegamos ontem em pleno domingo à tarde, depois de uma viagem de trem que mais parecia um berço. Não durmo em viagem alguma então vim vendo as paisagens da Austria.

O hotel é bem legal, com um look vintage, cheio de trompe l´oeil, é acolhedor. Largamos as malas e fomos fazer nosso já tradicional reconhecimento. Domingo, tudo fechado. Mas achamos facilmente a OLD TOWN, do outro lado do rio, embaixo da FESTUNG, a fortaleza (e muralhas) da cidade.

Um surto!!! Comemos num trailer do que restou do mercado de Natal. Compramos cervejas austríacas para nosso farnel noturno. E depois desse tour, já tínhamos uma boa nocão de por onde começarmos nossa jornada de hoje.

Essa é a rua do nosso hotel. Nada demais, não fosse uma montanha no final da rua.

Esse relevo, está em volta de toda a cidade, que é linda!!!!

Salzburg está bem na fronteira da Austria com a Alemanha. E como em Innsbruck, tudo é em alemão, mas quando falamos em Ingles, ok, nos entendem e respondem tranquilamente. Faz parte da educação formal.

Assim como Innsbruck, Salzburg é cortada por um rio,

A cidade é linda, linda, linda!!! Hoje, acordamos cedo e caímos de boca no café da manhã. (Vou precisar de muita depressão pós viagem para emagrecer, os pães são um total perdição!)  E fomos em direção à cidade antiga, onde está todo o buchicho.  Mas antes, uma visão!

Nevava muito. Aliás, deve ter nevado a noite inteira, pois a cidade amanheceu toda branca. E parece absurdo, mas quando neva, o frio diminui.

Ao fundo, do outro lado do rio, FESTUNG. A fortaleza.

Também do outro lado do rio, a cidade antiga.

A fortaleza e muralhas, cercam a cidade. Se você desvia o olhar para o alto, lá está ela.

Depois de alguns labirintos,

aparece esse largo, onde está o Dom.

Dai você anda mais um pouquinho e vê uma ruinha subindo. É o bondinho que leva à fortaleza, de onde se tem um vista incrível de Salzburg!!! Ainda mais no dia em que nevava sem parar, tudo branquinho, como num sonho. Que eu sonhei muito!

Queridos, esse post vai ser assim mesmo rapidinho…depois continuo

Me embolei toda, pois chegamos em Praga agora à noite, depois de 6 horas de trem, entre Salzburg e Lins e Praga. Estamos bem exaustos e precisamos restabelecer as energias para mais um dia de aventuras, nesta cidade lindérrima!!!

até…




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